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ELISEU AURELIANO DA ROCHA em:
Um morre e outro fica gravemente ferido durante briga no município de Tanhaçu
 
 
Iana Lopes em:
Açougueiro vítima de acidente quando bandido empreendia fuga em Brumado, morre no hospital
 
 
Bernabe neto em:
Homem é morto pelo próprio sobrinho na zona rural de Aracatu; autor foi preso
 
 
José Silveira da Rocha em:
Governo do Estado publica edital de licitação para implantação do Sistema de Abastecimento de Água de Piabanha em Aracatu
 
 
 
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24.07.2017 - ARTIGO
 
Por Irlando Oliveira: Mortandade de policiais militares no Brasil
 
Por Irlando Oliveira: Mortandade de policiais militares no Brasil
 

O país marcado pela impunidade e pela leniência despertou, no domingo (23/7), com mais uma notícia dando conta da morte de um policial militar. Se trata do sargento Hudson Silva Araújo, de 46 anos, integrante da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O PM foi alvejado e morto quando fazia patrulhamento no Morro do Vidgal, na capital fluminense, localidade muito crítica criminalmente. Com este, já somam 91 mortes de PMs somente naquele Estado, o qual tem sido caracterizado, de uma forma marcante, pela guerra urbana, decorrente do narcotráfico que medra desde a década de 70, com o advento da facção criminosa Comando Vermelho (CV).

 
     
     
 
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20.02.2017 - ARTIGO
 
Carnaval/2017: Major Irlando Oliveiras fala sobre algumas dicas de segurança
 
Carnaval/2017: Major Irlando Oliveiras fala sobre algumas dicas de segurança
Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Públi
 

Diante do atual cenário da criminalidade, sempre crescente em nosso país, preocupando a tudo e a todos, necessário nos acautelarmos ante determinados eventos em que há aglomeração de pessoas, principalmente, considerando o fator "oportunidade" em que inúmeros delinquentes dele se aproveitam para perpetrarem seus delitos. Assim, o Carnaval, pelas suas próprias características, frequentemente enseja a prática de crimes, os quais, na maioria das vezes, acontecem diante da nossa falta de prudência e cautela. Contudo, se observadas algumas dicas de segurança, certamente concorreremos para termos um Carnaval tão-somente de alegria, anseio de todos nós!

Desta maneira, passamos a elencar 10 (dez) dicas de segurança, como forma de curtirmos o período momesco sem maiores dissabores:

 
     
     
 
25.12.2016 - ARTIGO
 
Então é Natal!
 
Então é Natal!
 

Por Irlando Oliveira
 

Estávamos refletindo um pouco sobre o Natal e, aliado a ele, as confraternizações, amigos secretos, troca de presentes, enfim. Nessa época, em que se comemora o nascimento do Cristo, somos tomados pelo espírito de "fraternidade" e, ao que parece, temos que nos "confraternizar"! Esse é o modelo instituído! Nesse período, achar um restaurante, pizzaria ou churrascaria em condições de nos atender, às vezes chega a ser tarefa difícil, principalmente nas grandes cidades. Tudo isso porque os colegas de trabalho, de sala de aula, vizinhos, grupos de amigos e familiares precisam se "confraternizar"!

Passamos o ano todo na maioria das vezes nem nos importando com o outro, mas agora é Natal e precisamos fazer uma "confraternização" de Final de Ano! Precisamos mandar um Cartão de Natal para os "amigos", pelo WhatsApp ou e-mail! Recebemos, através desses meios de comunicação, cartões e felicitações de Natal de inúmeras pessoas, muitas das quais nunca nos procuraram durante o ano todo! Mas agora é Natal! Temos nos permitido àquilo que a psicologia denomina de processo de massificação, através do qual agimos conforme a massa, consoante o todo! Nos permitimos a adotar um comportamento em conformidade com a maioria das pessoas, ainda que em detrimento da nossa forma de agir.

Desta maneira, temos buscado evitar tais condutas, ainda que as pessoas não nos entendam! Queremos estar em paz com a nossa consciência, primeiramente! Existem inúmeras formas de mostrarmos o nosso respeito, apreço e carinho às pessoas que compõem o nosso convívio social que não através dessas posturas adotadas no Natal! Na verdade, não nos damos conta de que eventos desta natureza - "confraternizações" e "amigos secretos" - foram, ao longo dos tempos, sendo fomentados pelo comércio e pelo capitalismo, e na atualidade se traduzem em verdadeiros hábitos e costumes do povo. A economia precisa disso para sobreviver! E nós, tais quais fantoches, títeres ou marionetes, nem sempre enxergamos isso! Nos permitimos, apenas!

O Natal é muito mais que troca de presentes e confraternizações! É o momento, dentre outras coisas, de refletirmos acerca do nosso caminhar, do nosso proceder, e se estamos tentando, verdadeiramente, seguir os ensinamentos do Messias, exarados na Boa Nova, através da versão neotestamentária, considerando, principalmente, a proximidade do final de mais um ano! Fazendo um balanço desse período que, conforme nosso calendário, está se findando! Assim, nos perguntamos: como o Natal foi sendo descaracterizado? Aquele que nos serve de modelo e guia - Jesus Cristo - está quase que sendo trocado por Papai Noel!


Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

 
     
     
 
30.12.2015 - ARTIGO
 
Por Cléio Muniz: Um ano para refeltir
 
Por Cléio Muniz: Um ano para refeltir
 
Uma fato já é certo, o ano de 2015 esbarra na atipicidade dos demais anos, sendo forte candidato a ser marcado pela história em estudos futuros. Começou com esperança de mudanças, mesmo que calcadas em promessas eleitoreiras e sombreadas pela névoa da hipocrisia passou por turbulências até culminar em um final indefinido, contudo adverso as perspectivas de seus dias inaugurais.
 
     
     
 
01.02.2014 - ARTIGO
 
VENDEDOR ASTUCIOSO
 
VENDEDOR ASTUCIOSO
Antônio Torres / Foto: Facebook / Destaquebahia.com.br
 
Por Antônio Torres.
 
Godofredo era nordestino e fez apenas o terceiro ano primário. Falava pelos
cotovelos. Trabalhava no eito e era uma fera no trabalho: fazia o serviço equivalente a
dois camaradas e, por isso, era muito requisitado e bem remunerado.
Com a crise que se alastrara pelo mundo, a falta de financiamentos e a
desvalorização dos produtos produzidos na roça, cujos preços eram inferiores aos gastos
de produção, as empresas e os proprietários de terras, empreendedores que davam
serviço aos trabalhadores rurais, retraíram-se, contendo-se, precavidamente diante das
incertezas. Ficaram na esperança de uma melhora e os empregos ficaram em baixa.
O indivíduo em pauta deslocou-se para o Estado de São Paulo, entendendo que
lá era a panaceia do emprego. E como sempre acontece em todos os lugares atingidos
pela crise, as empresas foram afetadas pelo desequilíbrio conjuntural entre a produção e
o consumo, acarretando aviltamento dos preços, falências, desemprego e
desorganização comercial. Por esse motivo, entraram na onda da demissão, negociando
com sindicatos e empregados a dispensa dos funcionários e para outras firmas mais
sólidas a redução de horas e diminuição do estipêndio, com intenção de proteger os
trabalhadores.

Diante dos fatos constatados, verificou tratar-se de uma grande ilusão ter ido
para São Paulo e passou a procurar qualquer trabalho que pudesse auxiliar no sustento,
contribuindo nas despesas com os parentes onde estava hospedado, pois achava-se
incomodado com a situação de dependente.

O protagonista, ao passar por uma casa comercial que vendia imagens de santos
e artigos religiosos, viu uma tabuleta solicitando empregado com experiência no ramo.
Apresentou-se ao empresário e por ter uma dialética desembaraçada, pela necessidade,
disse entender do assunto, pois foi sacristão em sua cidade natal. Conforme as
explicações convincentes, foi contratado.
Ocorre que o dito não entendia nada de santos, dizia-se católico, mas não frequentava
a Igreja, nem praticava a religião católica. A necessidade e as adversidades fizeram-no
mentir, ato que normalmente não praticava, mas o fizera, circunstancialmente, para se
empregar.

O patrão foi ao banco tratar de assuntos comerciais e deixou o empregado,
responsável pela loja. Uma senhora, “Corintiana roxa”, solicitou ao neófito vendedor
uma imagem de São Jorge, (santo que tornou-se centro de interesse e adoração da galera
do Esporte Clube Corinthians). Na dúvida, e, por intuição, levou uma imagem de São
Pedro, com chaves na mão, por entender ser o São Jorge solicitado. “O São Jorge que
procuro moço, monta um cavalo, porta uma lança que fere um dragão e essa não
corresponde ao que pedi”.
O rapaz, por falta de intimidade com o assunto, muito perspicaz e,
inteligentemente, para não se enganar mais uma vez, convenceu à senhora que São
Jorge se modernizara, não andava mais a cavalo e, acompanhando a tecnologia, agora
anda de carro, por isso, portava as chaves do veículo. Persuadiu-a a levar a imagem
ofertada. Embora com suspeição que o vendedor fosse torcedor de agremiação
concorrente, a compradora resmungava: “tudo está mudando, até os santos, quem diria,
estão se modernizando”. Com mal humor consigo mesma, achava um absurdo a
mudança repentina.

A fã do Corinthians fez orações, pedindo para que seu time de estimação
ganhasse o campeonato e o “santo”, embora trocado, foi fiel ao seu pedido.
 Por desconhecimento do vendedor, São Pedro fez a vez de São Jorge cumprindo
o seu papel de milagreiro e protetor do Esporte Clube Coríntias.

“Em momentos de crise só a imaginação é mais importante que o
conhecimento” (Albert Einstein)
 
     
     
 
31.01.2014 - ARTIGO
 
Por que atender bem?
 
Por que atender bem?
Foto ilustrativa
 

Por que um atendimento de qualidade se faz necessário atualmente? E por que se questiona tanto a este tema? O mundo dos negócios mudou. Logo, as mudanças devem ser acompanhadas por todos do meio, já que a competitividade é o carro chefe que norteia os acontecimentos, se o seu negocio não é competitivo ele esta fadado a baixar as portas. O cliente globalizado não busca apenas preços, mas qualidade dos produtos e na prestação dos serviços prestados.

Não importa o seguimento do seu empreendimento ou o tamanho da sua empresa, uma boa relação com seus clientes é a chave do sucesso para qualquer empreendimento. O fato é que este ponto não vem sendo respeitado, provocando uma desarmonia na qualidade dos serviços e desqualificando o seu produto em foco.

Sejam bancos, repartições públicas, estabelecimentos do comercio em geral, o atendimento ao publico tem deixado a desejar e continua passando a diante uma cultura enraizada e problemática e que pode gerar consequências desastrosas aos mesmos. Pois, a opinião pública conta e muito. As pessoas de hoje estão mais informadas e quer respeito, quando elas são maltratadas, consequentemente elas são desrespeitadas. Elas podem até voltar aquele cujo estabelecimento, mas certamente por falta de opção. Contudo, havendo a menor oportunidade ela fará novas escolhas. Segundo especialistas em atendimento, o cliente de hoje paga até 70% mais caro por serviço de qualidade (revista VEJA).

É claro que um bom atendimento depende de preparo e de capacitação constantes, porem não é só isso. Depende também de um bom estado de espirito de quem presta o serviço, profissionalismo, boa vontade entre outros fatores importantes. Infelizmente, o que pouco se vê hoje em dia.

Afinal, nenhum empreendedor quer dormir com um conceito negativo do seu estabelecimento, certo?

                                                                           Luciana Reis ( RH ACERTOS )

 
     
     
 
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