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  • Polícia Federal investiga crimes eleitorais em SP, MG, PE e RS

    Tendo por base acompanhamentos feitos nas redes sociais, a Polícia Federal deflagrou hoje (24) a Operação Olhos de Lince, com o objetivo de coibir crimes relacionados às eleições. Entre os crimes apurados estão os de violação do sigilo do voto e de incitação a homicídio.

    Ao todo, nove ações estão sendo cumpridas de forma simultânea: quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de São Paulo e Sorocaba/SP; em Uberlândia (MG) e em Caxias do Sul (RS).

    Também foram expedidos cinco Termos Circunstanciados de Ocorrência (registros de infração de menor potencial ofensivo), com a intimação de investigados em Juiz de Fora (MG), Varginha (MG), Recife (PE) e Caxias do Sul (RS).

    “Para a identificação dos investigados foram utilizadas técnicas de reconhecimento facial, que, por meio de critérios científicos, permitem a realização de análises e comparações das características faciais, tais como cicatrizes, manchas e proporções, possibilitando a identificação de forma técnica e precisa dos suspeitos”, informou, por meio de nota, a PF.

    Tais ações, implementadas no âmbito do Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral, decorrem do trabalho de acompanhamento, via redes sociais, com o objetivo de identificar e evitar possíveis crimes eleitorais e ameaças aos candidatos que concorrem ao pleito de 2018.

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  • TSE nega ao PSOL liminar para restringir WhatsApp nas eleições

    O ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou liminar (decisão provisória) ao PSOL em representação que pedia que o uso do WhatsApp fosse restringido nos dias que restam até domingo (28), data do segundo turno das eleições.

    Na representação, o PSOL pediu que a Justiça Eleitoral determinasse ao WhatsApp o uso temporário de mecanismo para limitar o compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens e o número de membros em novos grupos criados na rede.

    O partido fez a solicitação com a justificativa de que a disseminação sem controle de notícias falsas pelo aplicativo estaria prejudicando a lisura do pleito. Para o ministro Edson Fachin, no entanto, o PSOL não apontou “fundamentos jurídicos” suficientes para a restrição do WhatsApp, tampouco apontou “conduta ilícita” praticada pelo aplicativo.

    Para Fachin, desse modo, o pedido do PSOL “não encontra, no atual momento processual, em que se analisa apenas a plausibilidade dos argumentos invocados, fundamento apto para seu deferimento”. Fachin deu 24 horas para que o WhatsApp se manifeste na representação.

    Entre as medidas que haviam sido solicitadas pelo PSOL estão a restrição dos encaminhamentos de 20 para cinco, com o objetivo de limitar a disseminação de desinformação; a restrição do número de transmissão de uma mensagem para contatos (atualmente é de 256 contatos ao mesmo tempo); e a limitação do número de grupos.

    “Inúmeras são as situações diariamente noticiadas de que as mensagens que circulam nos grupos de WhatsApp, sem qualquer acompanhamento e cuidado com a legislação, têm desequilibrado o pleito eleitoral, especialmente porque chegam a milhões de pessoas, e muitas têm como principal meio de se informar o grupo de mensagens, o que facilita o trabalho de quem divulga notícias falsas, ofensivas e inverídicas”, escreveram os advogados do partido.

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  • TSE convoca representantes de Bolsonaro e Haddad e pede clima de paz

    Foto: Divulgação

    A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, se reuniu hoje com representantes das candidaturas de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) para discutir a difusão massiva de notícias falsas e a onda de violência durante as eleições. O tribunal vem colocando preocupações com a disseminação de conteúdos colocando em dúvida o sistema de votação e apuração nestas eleições. Participaram do encontro também os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

    Segundo representantes das candidaturas, que falaram a jornalistas ao fim do encontro, os ministros do TSE mostraram preocupação com os conteúdos enganosos e casos de agressão. Rosa Weber teria feito um apelo para que a campanha ocorra em clima de paz e para que os candidatos incentivem apoiadores a fazer uma campanha pacífica.

    Em relação a conteúdos colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral, os ministros defenderam a segurança das urnas eletrônicas e do sistema de votação. Mas, conforme os relatos, não houve resolução ou encaminhamentos concretos, apenas recomendações dos ministros.



  • Defesa de Temer pede ao STF que anule indiciamento da PF no inquérito dos portos

    A defesa do presidente Michel Temer apresentou nesta quarta-feira um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que anule o indiciamento feito pela Polícia Federal contra o chefe do Poder Executivo no chamado do inquérito dos portos.

    Os advogados argumentam ao ministro Roberto Barroso, relator do caso no STF, que a PF não tem competência de fazer "diretamente" o indiciamento de Temer, sem autorização do Supremo ou mesmo pedido feito pela Procuradoria-Geral da República.

    Na véspera, a PF entregou ao STF o relatório final do inquérito dos portos em que indicia Temer por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    A defesa cita o fato de que o entendimento do Supremo é no sentido de que a polícia não pode fazer o indiciamento de autoridades com foro privilegiado.

    "Está claro, pois, que a autoridade policial não dispõe de competência para formalização de ato de indiciamento contra o requerente, o qual, por isso mesmo, deve ser tornado sem efeito de forma imediata", diz o documento, para quem o indiciamento teve "deletéria repercussão negativa", atinge a "honorabilidade" do presidente, com "reflexos inclusive na estabilidade da Nação".

    A defesa de Temer diz que ainda não teve tempo de analisar as mais de 800 laudas do relatório da PF, mas reafirma que o presidente "não praticou qualquer dos delitos que lhe foram atribuídos e que, seguramente, não há elementos suficientes para justificar a conclusão lá exposta".(Reuters)



  • Michel Temer é indiciado pela PF por corrupção passiva , lavagem de dinheiro e organização criminosa

    Foto: Reprodução

    A Polícia Federal indiciou o presidente Michel Temer e sua filha Maristela por corrupção passiva , lavagem de dinheiro e organização criminosa , além de outros acusados. A PF finalizou o inquérito que apurava se o presidente Michel Temer e seu grupo político receberam propina em troca de beneficiar indevidamente empresas do setor portuário. A PF também solicitou a prisão preventiva do coronel João Baptista Lima, amigo de Temer, e a mulher dele Maria Rita Fratez, e pediu o bloqueio de bens de todos eles, inclusive do presidente. O relatório final afirma que Temer usou empresas do coronel reformado da PM João Baptista Lima, amigo do presidente de longa data, para receber propina da empresa Rodrimar por meio de uma complexa engenharia financeira envolvendo repasses a empresa de fachada ligada ao coronel. A PF aponta ainda crimes em pagamentos feitos pelo grupo Libra. Ambas as empresas são concessionárias de áreas do porto de Santos, reduto de influência política do emedebista.







  • PF deflagra Operação Hipster e prende distribuidor de ecstasy no país

    A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (17), a partir de Curitiba, a Operação Hipster para prender responsáveis pela produção e distribuição de ecstasy em vários estados do Brasil. Alguns alvos foram presos e levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça. Eles poderão ser condenados a mais de 20 anos de prisão.

    No total,  25 policiais cumprem cinco mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária, Entre os envolvidos há um estudante universitário.

    De acordo com a Polícia Federal, a investigação começou com base em informações sobre a compra de uma prensa para a produção de drogas e diversas remessas postais contendo comprimidos de ecstasy numa agência dos Correios em Curitiba.

    O DEA, órgão que combate as drogas nos Estados Unidos, apóia as investigações e a operação, segundo a polícia.

    Em dois meses, foram identificados o envio de pelo menos 80 envelopes e a movimentação de recursos financeiros na conta corrente do suspeito, que ultrapassou os R$ 500 mil num período de 10 meses.

    O nome da operação Hipster é em alusão ao alvo da operação.







  • Correios fecham 41 agências a partir de hoje em 15 estados

    Foto: Reprodução

    A partir de hoje (16), os Correios vão fechar e encerrar as atividades em 41 agências de 15 estados do país. De acordo com a estatal, as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geram lucros. A empresa informou que os funcionários que trabalham nesses locais serão realocados.

    Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias. Segundo a empresa, o encerramento das atividades dessas agências faz parte do processo de remodelagem da rede de atendimento, que prevê a substituição gradativa de unidades convencionais “por soluções diferenciadas e mais adequadas às necessidades dos clientes”.

    “O processo de remodelagem prevê a ampliação dos pontos de atendimento, dos atuais 12 mil para 15 mil, em todo o país, até 2021, melhorando os serviços para a população”, informou a estatal, em nota.

    Nenhuma outra agência foi desativada dentro desse processo de remodelagem do ano passado para cá e não há previsão de mais fechamentos até o fim de 2018. De acordo com os Correios, fechamentos pontuais que ocorreram foram relacionados a questões administrativas como reformas, aluguel e mudança de imóvel.

    Serão fechadas agências nos estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Espírito Santo, de Goiás, do Piauí, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, de Mato Grosso, do Pará, do Piauí, do Rio de Janeiro, de Roraima, do Rio Grande do Sul e de São Paulo.



  • Jornalista Gil Gomes morre aos 78 anos em São Paulo

    Foto: Arquivo pessoal

    O jornalista e radialista Cândido Gil Gomes Júnior, conhecido como Gil Gomes, morreu na madrugada de hoje (16) em São Paulo, aos 78 anos. Ele sofria há mais de dez anos de Mal de Parkinson.

    Gil Gomes deixa quatro filhos e nove netos. Ele será enterrado hoje à tarde, no Cemitério Memorial Vertical de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

    Famoso na crônica policial, Gil Gomes começou sua carreira aos 18 anos como locutor esportivo. Nos anos 90, fez parte da equipe do jornal popular “Aqui Agora”, no SBT, reforçando sua imagem de repórter policial com a entonação marcante de suspense em suas reportagens.

    Ficou afastado da TV após ter a doença diagnosticada em 2005, tendo como última participação em um programa de TV feito por uma rede de farmácias em 2016.







  • Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

    Foto: Divulgação

    O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado no sábado (13) e domingo (14) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

    Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

     

    • Jair Bolsonaro (PSL): 59%
    • Fernando Haddad (PT): 41%







  • PRF registra 764 acidentes em rodovias federais durante o feriado

    Foto: Reprodução

    Durante o feriado prolongado da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 764 acidentes nas rodovias federais de todo o país. Do total, 193 foram classificados como graves, por terem resultado em óbito ou ferimentos de grau mais intenso. 

    Os números, apresentados em balanço divulgado hoje (15), indicam um recuo nas ocorrências, na comparação com o ano passado, quando a corporação atendeu 993 acidentes. Em 2017, o feriado contemplou quatro dias da semana, um a mais do que o deste ano, iniciado na última sexta-feira (12).

    Ainda de acordo com o relatório da PRF, as equipes empregadas durante a data fiscalizaram 90.882 veículos. Ao aplicar 27.837 testes de alcoolemia - mais comumente chamados de testes do bafômetro -, os agentes autuaram 602 motoristas que dirigiam sob efeito de substâncias alcoólicas.

    Ao longo da operação, os policiais registraram, ainda, 3.312 manobras proibidas de ultrapassagem, 1.989 flagrantes de motoristas ou passageiros transitando sem o uso de cinto de segurança e 295 irregularidades no transporte de crianças, que estavam a bordo dos veículos sem estarem acomodadas em equipamentos adequados à sua idade, como bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação.

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  •  Candidato do PSL acena ao Nordeste e diz que concluirá transposição

    Em um novo aceno aos eleitores do Nordeste, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) prometeu concluir as obras da transposição do rio São Francisco em um vídeo gravado neste domingo (14).

    Bolsonaro estava ao lado de Capitão Wagner (Pros), deputado federal eleito pelo Ceará, e destacou a importância da obra, iniciada no governo do ex-presidente Lula (PT). "No governo, caso nós cheguemos lá, minha ideia é não fazer nenhuma obra nova. Vamos concluir as antigas. E essa [a transposição] a gente nem discute a sua importância. É vital para vocês do Nordeste que essa obra seja concluída", afirmou.

    O presidenciável passou o dia em sua casa, num condomínio da Barra da Tijuca. Recebeu uma equipe da TV Record para conceder uma entrevista e anunciou um pronunciamento ao vivo no Facebook às 18h30.

    Na transmissão, ele se comparou ao juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba, e disse que ambos perderam a liberdade de andar sem segurança, lembrando do atentado a faca que sofreu.

    "Sergio Moro tem menos liberdade que um cara que está com tornozeleira aí", disse, afirmando que o juiz não pode passear livremente com sua família por ser ameaçado de morte.

    O capitão reformado mandou um abraço a Moro e Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio.

    Ele voltou a defender a propriedade privada e a posse de armas como forma de defesa. E atacou o PT e Guilherme Boulos, candidato derrotado do PSOL, por defenderem ocupações. Disse ainda que, se eleito, vai tentar aprovar no Congresso um projeto de lei que tipifique as ações de movimentos sociais como o MST e MTST como atos de terrorismo.

    Bolsonaro criticou a imprensa ao afirmar que ela é responsável por tratá-lo como ameaça à democracia e voltou a repetir que é vítima de notícias falsas.

    Ele rebateu as acusações dizendo que seu adversário, Fernando Haddad (PT), é quem ameaça a democracia. Como evidência, citou os trabalhos do ex-prefeito no mestrado e no doutorado e disse que o interesse de Haddad por marxismo e União Soviética provam que ele não é democrático.

    Apesar de criticar a imprensa, Bolsonaro disse que a Globonews admitiu que é muito difícil ele perder as eleições. "Só tem uma maneira... [de perder]", afirmou, sem completar a frase, no contexto de que ele vem sofrendo ameaças.

    Bolsonaro culpou o PT por espalhar notícias de que ele votou contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência e afirmou que foi contrário apenas ao ponto em que o projeto se referia à causa LGBT. "Existe um ativismo muito forte da questão LGBT. Não tenho nada contra, mas o estado não tem nada com isso", disse.

    Ele disse ainda que partidos como PT e PSOL "fazem emendinha qualquer" sobre o tema em vários projetos. "Não podemos criar classes especiais só porque o elemento diz que é gay."



  • Boletos vencidos acima de R$ 100 já podem ser pagos em todos bancos

    Os consumidores podem, a partir deste sábado (13), pagar boletos atrasados com valor igual ou superior a R$ 100 em qualquer banco. A previsão é de que após o próximo dia 27 de outubro a regra passe a valer para os documentos de todos os valores.

    A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que começou a ser implementada no país em julho do ano passado, quando foi permitido o pagamento de boletos atrasados de valores acima de R$ 50 mil. (R7).

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  • Defesa do goleiro Bruno pede progressão para regime semiaberto

    O goleiro Bruno Fernandes - condenado pela morte da ex-amante Elize Samudio - poderá deixar a prisão nos próximos dias. Nesta quinta-feira (11), o advogado Fábio Gama entrou com um pedido para a progressão de regime, do fechado para o semiaberto, junto à Justiça em Varginha, no Sul de Minas.

    O ex-goleiro do Flamengo vai passar a ter o direito de a Justiça analisar a possibilidade de ele conseguir a progressão do regime fechado para o semiaberto (quando o condenado deixa a prisão durante o dia para trabalhar, por exemplo).

    No entanto, de acordo com o R7, não há unidade do sistema prisional para que a pessoa cumpra pena no regime semiaberto em Varginha e Bruno dormirá em casa, na hipótese de o pedido da defesa ser deferido pela Justiça.

    "Fiz o pedido para a progressão nesta quinta e, no decorrer da próxima semana, o juiz deverá analisá-lo. O Ministério Público também (irá se pronunciar sobre a questão, num prazo de cinco dias). Estou confiante", disse o advogado Fábio Gama.(Notícias ao Minuto)



  • Metade dos candidatos que fizeram 'autodoações' milionárias não foram eleitos

    Metade dos candidatos que colocaram mais de R$ 1 milhão do próprio bolso na campanha de 2018 não se elegeu.

    Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, 35 candidatos fizeram autodoações milionárias. Desses, 18 não conseguiram se eleger. Outros 16 venceram e 1 segue na disputa no segundo turno.

    Para calcular o valor total das autodoações, o TSE também considera os recursos próprios de vices e, no caso dos senadores, os do 1º e 2º suplentes.

    O valor das autodações varia de R$ 1 millhão a R$ 54 milhões. Essa última foi a quantia investida pelo presidenciável Henrique Meirelles (MDB), que ficou em 6º na disputa pelo Palácio do Planalto.

    De acordo o G1, depois do emedebista, os candidatos que mais destinaram recursos próprios às campanhas foram Carlos Amashta (PSB), que concorreu ao governo do Tocantins, com R$ 3,6 milhões, que não se elegeu; e Ibaneis (MDB), que foi para o segundo turno na disputa pelo governo do Distrito Federal, com R$ 3,3 milhões.

    O cargo mais almejado pelos candidatos que fizeram autodoações milionárias é o de deputado federal: 17 dos 35 tentaram uma vaga na Câmara. Outros 13 visaram ao Senado e 4, o governo de algum estado – além de Meirelles, que buscou a Presidência.

    Os 35 candidatos estão distribuídos por 16 partidos. O MDB tem o maior número, 5, seguido do Podemos e do PSB, com 4 cada um. Entre as unidades da federação, Distrito Federal e São Paulo lideram, cada uma com 4.







  • PSB, PSDB, Rede, DC e PPL devem anunciar hoje apoio no segundo turno

    Após breve descanso com o fim do primeiro turno das eleições, os partidos políticos se reúnem para definir o apoio aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A expectativa é de que PSB, PSDB, Rede, DC e PPL anunciem hoje (9), em Brasília, as decisões.

    Informalmente, alguns líderes políticos sinalizaram como atuarão nesta reta final. O comando do PDT, do candidato Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, indicou que deve assumir um “apoio crítico” à candidatura de Haddad.

    Sofrendo com uma redução nos quadros, o PSDB, que lançou o candidato Geraldo Alckmin, deve ter uma divisão interna, segundo analistas políticos. Mesmo se houver uma decisão fechada em torno de um dos nomes, a tendência é de racha. A vice na chapa de Alckmin, Ana Amélia, afirmou que apoiará Bolsonaro.  

    Nas redes sociais, o candidato do PPL à Presidência, João Goulart Filho, fez elogios a Ciro Gomes, mas não apontou se pretende apoiar Bolsonaro ou Haddad. A candidata da Rede, Marina Silva, fez severas críticas aos dois que disputarão o segundo turno, assim como João Amoêdo, do Partido Novo.