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  • Mega-Sena da Virada tem prêmio estimado em R$ 240 milhões

    Já estão valendo as apostas exclusivas para a Mega-Sena da Virada, cujo prêmio está estimado em R$ 240 milhões. Segundo a Caixa Econômica Federal, não haverá sorteio de concurso neste sábado (27).

    A Mega-Sena da Virada será sorteada no dia 31 de dezembro. Desde quinta-feira (25), todas as apostas para a Mega concorrerão ao super prêmio da modalidade, inclusive as feitas em volantes regulares.

    A Mega da Virada é considerada a mais popular das loterias especiais da Caixa e teve sua primeira edição em 2009. Na ocasião, dois ganhadores dividiram o prêmio de R$ 144,9 milhões.

    As apostas sorteadas na época saíram para Santa Rita do Passa Quatro (SP) e Brasília (DF).

    O prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhador com as seis dezenas sorteadas, o valor será dividido entre os que acertarem cinco números, e assim por diante.

    A aposta mínima é de R$ 2,50 e pode ser feita em qualquer lotérica do país até as 14h do dia do sorteio, 31 de dezembro. Já bolões têm preço mínimo de R$ 10.

    O sorteio do concurso especial será realizado às 20h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelas TVs abertas.



  • STF autoriza João Paulo Cunha a passar fim de ano com familiares

    João Paulo Cunha (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

    O ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no julgamento do mensalão do PT, foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a passar o fim de ano com familiares em São Paulo (SP).

    Condenado a 6 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de peculato e corrupção passiva, João Paulo atualmente cumpre pena no regime semiaberto, pelo qual trabalha fora durante o dia e, à noite, dorme na prisão, em Brasília.

    De acordo com a decisão do STF, João Paulo Cunha poderá se deslocar, pelo período de sete dias, no Natal ou no ano novo, para a residência de familiares.

    O endereço terá de ser informado à Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que também será responsável por estabelecerr as condições para o deslocamento.

    Prisão domiciliar
    Nesta semana, ex-presidente da Câmara protocolou no STF um novo pedido para cumprir o restante de sua pena em casa.

    O mesmo pedido já foi negado pelo STF sob o argumento de que ele só poderá progredir para o regime aberto se devolver R$ 536.440,55, que, conforme o julgamento do mensalão, foram desviados da Câmara para abastecer o esquema de compra de votos de parlamentares no início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

    No pedido, a defesa de João Paulo argumenta que ele já procurou a Advocacia-Geral da União (AGU), que representa juridicamente a União, para iniciar o pagamento de sua dívida. Nesse sentido, já fez depósitos de R$ 5 mil para quitar o débito e propôs o parcelamento do restante devido.

    Na última quarta (17), por 8 votos a 1, os ministros do STF confirmaram decisão do início do mês do relator do caso, Luís Roberto Barroso,  que exigia a devolução dos R$ 536,4 mil para dar a João Paulo a prisão domiciliar.

    Na petição ao STF, no entanto, os advogados do ex-deputado citam trecho do voto de Barroso segundo o qual a celebração de um acordo com a União e o pagamento regular das parcelas satisfazem a exigência para a progressão de regime. Assim, caso as parcelas acertadas não sejam pagas, João Paulo voltaria ao regime semiaberto.

    Conforme a lei penal, o condenado pode progredir de regime após completar um sexto da pena e ter apresentado bom comportamento, condição já demonstrada por João Paulo Cunha.

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  • Polícia Federal registra 98,1 mil inscritos em concurso para 600 vagas

    O concurso da Polícia Federal para 600 vagas de agente registrou 98.101 inscritos. A concorrência média é de 163,50 candidatos por vaga. São 831 inscritos para as 30 vagas reservadas para pessoas com deficiência e 21.482 para as 120 vagas para negros.

    As provas serão no dia 21 de dezembro, às 14h, e terão 5 horas de duração. Os exames serão aplicados em todas as capitais e no Distrito Federal. Os candidatos podem consultar o local e o horário da prova no endereço eletrônico: www.cespe.unb.br/concursos/dpf_14_agente. É necessário informar o CPF para realizar a consulta.

     

    Polícia Federal registra 98,1 mil inscritos em concurso para 600 vagas

    A divulgação dos gabaritos oficiais preliminares está prevista para o dia 23 de dezembro, às 19h.

    Suspensão
    O concurso chegou a ser suspenso quando o Ministério Público Federal pediu adaptação do exame de aptidão física e do curso de formação profissional a candidatos com deficiência. Recurso da União no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região derrubou a decisão da Justiça que havia acolhido o pedido do MPF. Com a retomada do concurso no dia 21 de novembro, a prova foi mantida para o dia 21 de dezembro, no turno da tarde.

    Concurso
    São 600 vagas de agente de Polícia Federal, com salário de R$ 7.514,33. As atribuições do cargo são: executar investigações e operações policiais na prevenção e na repressão a ilícitos penais, dirigir veículos policiais, cumprir medidas de segurança orgânica, desempenhar outras atividades de natureza policial e administrativa, bem como executar outras tarefas que lhe forem atribuídas.

    Serão disponibilizadas vagas, preferencialmente, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima e em unidades de fronteira. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

    Os candidatos devem ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso superior em nível de graduação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação. Também é necessário ter carteira de habilitação, no mínimo, na categoria B.

    A primeira etapa do concurso engloba prova objetiva, prova discursiva, exame de aptidão física, exame média e avaliação psicológica. Já a segunda etapa será o curso de formação profissional.

    O concurso terá validade de 30 dias, prorrogáveis uma única vez por igual período, contados a partir da data de publicação da portaria de homologação do resultado final do curso de formação profissional.

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  • Demitida! Após 28 anos Xuxa é dispensada pela Globo, diz colunista

    Demititda! Após 28 anos Xuxa é dispensada pela Globo, diz colunista (Foto: Divulgação)

    Ao que parece Xuxa deu mesmo adeus a TV Globo. De acordo com o colunista Daniel Castro do site 'Uol', após 28 anos de casa a emissora não renovou o contrato com a apresentadora. Assim, a eterna rainha dos baixinhos ficará livre para negociar com a Rede Record, como já havia sido especulado anteriormente.

    Ainda de acordo com o colunista, o setor de Comunicação da Globo informou que a apresentadora tinha renovado com o canal, porém o contrato previa renovação a cada 12 meses e o primeiro período vence agora, no final de dezembro, e não terá continuidade. 

    Já de acordo com o site 'Purepeople' caso seja confirmada a ida da apresentadora para a Record ela ganhará o salário de R$ 5 milhões e seu programa seria exibido aos sábados, à tarde, no horário atualmente ocupado por desenhos animados e uma edição especial do "Cidade Alerta". 

    Recentemente a loira falou pela primeira vez sobre sua possível ida para a emissora concorrente. "Tenho contrato com a Globo que devo cumprir", disse.



  • Pablo vira febre e leva a

    Foto divulgação

    De Candeias, Bahia, para todo o Brasil. Considerado um dos fenômenos do arrocha nos últimos tempos, Pablo tem colhido bons frutos do sucesso. As músicas que falam de sofrimento e amor agora estão na boca do povo em todo o país. Não é a toa que surgem a todo momento na web vídeos com adultos, crianças, cachorros e até um papagaio cantando as canções do baiano. Neste domingo (12) os hits do cantor ganharam destaque no jornal 'Folha de S. Paulo'. Durante uma entrevista à publicação, Pablo confessou que evita ouvir as suas músicas. "Se eu tiver brigado com a mulher em casa, não escuto meu trabalho, senão me acabo na cachaça e choro demais", contou. A 'Folha' acompanhou um show do cantor na cidade de Coruripe, Alagoas, nodia 4 de dezembro. Na ocasião a publicação mal conseguiu falar com a estudade Samara Cristina, fã de Pablo. "Acho que meu choro está além da sofrência. É muito amor por ele (Pablo). Todas as suas músicas falam de um pedaço da minha vida", disse a jovem de 26 anos.



  • Parlamentares devem aumentar os próprios salários para R$ 33 mil

    Atualmente, eles recebem R$ 26.723. Presidente e ministros também seriam beneficiados

    Os parlamentares devem votar na próxima semana um decreto legislativo que deverá elevar os atuais salários de R$ 26,7 mil para R$ 33,7 mil. O aumento será de 26,11%, calculado com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial), índice que mede a inflação. O último reajuste foi anunciado em 2010 e começou a valer em fevereiro de 2011.

    O texto também prevê o mesmo salário para a presidente da República, Dilma Rousseff, o vice-presidente, Michel Temer, e todos os ministros do governo federal. A proposta não apresenta o impacto do reajuste na folha de pagamento da União.

    O secretário-geral da Mesa Diretora da Câmara, Mozart Vianna, explica que o regimento interno da Casa prevê que toda legislatura estabeleça o reajuste salarial dos parlamentares da legislatura seguinte.

    — A ideia seria votar na terça (16) na Câmara e, na quarta (17), no Senado, porque é última semana de votação.

    Também deve entrar na pauta o reajuste dos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), do Procurador-Geral da República e o do defensor público. Para esses cargos, que teriam o novo teto do funcionalismo público, os proventos devem chegar a R$ 35,9 mil. Vianna explica que os projetos são parecidos.

    — São quatro projetos da mesma natureza. O que está sendo construído é um texto de decreto legislativo para a equiparação do salário da presidente Dilma, do vice-presidente Michel Temer, de todos os ministros de Estado e parlamentares, senadores e deputados.

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  • Motorista bate carro no Rio, e polícia encontra corpo no porta-malas

    Homem bate carro na Zona Oeste do Rio e PM encontra corpo no porta-malas (Foto: Matheus Rodrigues / G1)

    Condutor foi preso; segundo a PM, carro que fazia cobertura fugiu do local.
    Vítima levou tiro na cabeça e estava com mãos e pés amarrados, diz DH.
     

    Um corpo foi encontrado com as mãos e os pés amarrados dentro do porta-malas de um corsa preto, na manhã deste domingo (7), na altura do número 113 da Avenida Nelson Cardoso, na Taquara, Zona Oeste do Rio. Segundo a Polícia Militar, os agentes foram acionados por causa da colisão do veículo em um posto de gasolina.

    De acordo com o delegado-adjunto da Divisão de Homicídios (DH/Capital) André Leiras, responsável pela investigação, a vítima também apresentava marca de tiro na cabeça. Daniel Maia de Araújo, que conduzia o veículo - que era roubado, segundo a polícia -, foi detido no local.

    "O suspeito foi preso e será autuado em flagrante por receptação e ocultação de cadáver. Comparando com o depoimento das testemunhas, a versão dele [suspeito] não é verossímil. Além de dar continuidade nas investigações, vamos abrir um inquérito paralelo para apurar o homicídio", disse o delegado André Leiras ao G1.

    O homem, que foi levado à DH para prestar depoimento e também foi preso por posse de munição de uso restrito, negou o crime aos policiais militares no local do acidente e afirmou que não sabia dirigir.

    A PM informou, contudo, que um outro carro preto que fazia a cobertura do suspeito fugiu, e que o motorista escapava à pé quando a polícia chegou.

    Segundo a Polícia Civil, a perícia foi realizada no local e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação. Foi instaurado inquérito para apurar a autoria do homicídio.



  • Prédio poupa mais de R$ 1 mil em água após dica de menino de 8 anos

    Foto e fonte: G1

    Um prédio na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, conseguiu reduzir o consumo de água pela primeira vez no ano após a dica de economia dada por um morador de oito anos. A dentista Carolina Curti, que é mãe do garoto Henrique Ferrara Curti, de 8 anos, contou que ele aprendeu com uma colega de escola a colocar baldes embaixo do chuveiro enquanto a água do chuveiro a gás esquenta, evitando o desperdício.

    Ao sair da aula, o menino pediu aos pais que fizessem o mesmo em casa. "Isso foi bem na semana que o Cantareira estava em nível bem crítico, ainda na discussão do uso da segunda cota do volume morto. Quando meu marido chegou para buscá-lo, ele falou: papai, minha coleguinha falou isso. vamos fazer isso em casa?", disse a dentista.

    A ideia de Henrique Curti não ficou restrita ao apartamento onde ele mora com os pais. Ele pediu para que o pai escrevesse um bilhete e divulgasse uma dica para os moradores do prédio. No bilhete fixado no elevador, o menino, que na época tinha 7 anos, contou o que aprendeu na escola: "Enquanto a água do chuveiro a gás não esquenta, deixe-a cair dentro de um balde. Use essa água após fazer xixi, ao invés de dar a descarga".

    Moradores que leram o recado escreveram mensagens como "boa ideia" e "muito bom, já estamos usando". A iniciativa de Henrique deu resultado. Um comunicado do síndico divulgado no início de dezembro apontou que o prédio recebeu bônus de R$ 576,72 e economizou R$ 1.341,36 na conta da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). O consumo no condomínio caiu de 527 m³ para 452
    m³ de água no mês passado. Cada m³ equivale a 1 mil litros de água.

    "Foi muito legal saber que todo mundo gostou e que está fazendo. Teve gente que contou que até comprou mais baldes. Ele fica muito contente em saber que uma ideia que ele trouxe dentro do condomínio está funcionando. Quando a conta chegou e meu síndico colocou o comunicado, ele leu e ficou super feliz", afirmou a mãe do menino.



  • Lei nacional que proíbe fumar em locais fechados entra em vigor

    Norma veta fumo em locais coletivos, exceto tabacarias e cultos. Qualquer propaganda de fumígeno passa a ser proibida.

    Entram em vigor nesta quarta-feira (3) as novas regras antifumo que proíbem fumar em locais fechados, como ambiente de trabalho e restaurantes, além de determinar o fim da propaganda de cigarros. Elas também extinguem os fumódromos em ambientes coletivos e ampliam as mensagens de alerta em maços de cigarro vendidos no país. Os fumantes não devem ser fiscalizados. Poderá ser punido somente o estabelecimento que desobedecer as normas. Locais de comércio e restaurantes, por exemplo, deverão orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem, podendo chamar a polícia quando alguém se recusar a apagar o cigarro. A lei antifumo foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011, após ter sido aprovada no Congresso Nacional, e foi regulamentada em maio deste ano. Conforme a lei, fica proibido o fumo em locais coletivos fechados em todo o país, com exceção das tabacarias e dos cultos religiosos. As regras preveem que as pessoas não poderão fumar em lugares públicos ou privados (acessíveis ao público) que possuam cobertura, teto, parede, divisórias ou toldos. Em varandas de restaurante com toldo, por exemplo, não será permitido o fumo, bem como na área coberta de pontos de ônibus. As normas também valem para narguilés ou qualquer tipo de fumígeno. Propaganda e embalagens

    Ainda de acordo com as regras, qualquer propaganda de cigarro será proibida, inclusive nos chamados “displays” (painéis para anúncios nos estabelecimentos comerciais). A única forma de exibição dos maços deverá ser em locais de venda, mas, ainda assim, com 20% do espaço ocupado pela mensagem de alerta. A partir de agora, 100% da face de trás da embalagem e uma das faces laterais terão que ter imagem e mensagem sobre os problemas relacionados ao fumo. A partir de janeiro de 2016, na parte frontal da embalagem, 30% do espaço será destinado a mensagens de alerta. Até então, esse tipo de mensagem só era estampada na parte de trás dos maços de cigarro.
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  • Brasil sobe três posições em ranking mundial sobre corrupção

    O Brasil divide a 69º colocação com mais seis países: Bulgária. (Foto: Paulo Lisboa/Estadão Conteúdo), Grécia, Itália, Romênia, Senegal e Suazilândia

    O Brasil ficou em 69º lugar entre os 175 países avaliados pelo Índice de Percepção da Corrupção, divulgado nesta quarta-feira (3) pela organização Transparência Internacional, referência mundial no assunto. No ano passado, o país tinha ficado em 72º lugar entre 177 países. O relatório, feito desde 1995, é baseado em dados e pesquisas sobre corrupção, fornecidos por diferentes instituições e analisados por especialistas.

    O Brasil divide a 69º colocação com mais seis países: Bulgária, Grécia, Itália, Romênia, Senegal e Suazilândia. Em uma escala de 0 a 100, em que zero significa muito corrupto e 100 livre de corrupção, o país alcançou nota 43, um ponto a mais do que no ano passado.

    Nas Américas, o Brasil ficou em 12º lugar, atrás de países como o Chile e o Uruguai e à frente da Argentina e da Venezuela. No Brics (grupo de países em desenvolvimento), ficou atrás apenas da Alemanha (12º) e à frente da Índia (85º), China (100º) e Rússia (136º).

    Mais uma vez, a Dinamarca lidera o ranking como o país com o menor índice de corrupção no setor público. Alcançou nota 92. Em segundo lugar, está a Nova Zelândia, com 91. Completando a lista dos cinco primeiros colocados, estão a Finlândia em terceiro, a Suécia em quarto, e a Noruega e a Suíça, ambos em quinto lugar. (Fonte: Correio)



  • Câmara pode liberar até nove armas por pessoa

    "Iniciativa garante aos brasileiros o direito à segurança e à defesa pessoal", diz Cláudio Cajado, relator do projeto / UOL / Congresso em Foco / Gustavo Lima / Câmara dos Deputados

    Um grupo de deputados se movimenta para aprovar, nos próximos dias, o Projeto de Lei 3722/2012, que modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826/2003). Em resumo, o texto permite a posse de armas em casa, no local de trabalho (se for dono do estabelecimento) ou em propriedades rurais, aumentando o número de armas e munições por cidadão. A matéria será discutida nesta terça-feira (2), na comissão especial instalada na Câmara com o objetivo exclusivo de votá-la. Membros do colegiado querem aprová-la até o fim do ano, uma vez que a comissão será extinta com o início da nova legislatura, em fevereiro. Não há deliberação parlamentar durante o recesso de janeiro.

     

    O projeto estabelece normas para compra, posse, porte e circulação de armas de fogo e munições, definindo penas para eventuais violações das regras. Entre os pontos polêmicos da proposta está o que garante ao cidadão, sob certas condições, o direito de adquirir e portar na rua até nove armas de fogo. O texto também aumenta o número de munição para portadores de armamento: de 50 balas por ano para 50 balas por mês. A proposta enfrenta resistência do governo, que prefere manter as diretrizes da atual legislação.

     

    De autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), o projeto passou pela primeira audiência pública da comissão na última quarta-feira (26). E já pode ter seu relatório final encaminhado ao plenário daqui uma semana, tão logo seja realizada a segunda audiência, prevista para amanhã (quarta, 3). O relator, Cláudio Cajado (DEM-BA), chegou a apresentar uma nova versão para o projeto em outubro de 2013. Mas a discussão acabou ficando para este ano. E, se depender da comissão especial, desta vez será aprovado. O deputado trabalha em novo parecer.

     

    Procurado pela reportagem, Cajado preferiu não adiantar o teor de seu relatório. Por meio de sua assessoria, disse que aproveitará as duas reuniões desta semana para nortear seu parecer. Mas ele comentou o assunto, na última sexta-feira (28) em seu perfil no Facebook. “A discussão do tema é muito importante, visto que o Estado não consegue amparar a população e essa iniciativa garante aos brasileiros o direito à segurança e defesa pessoal. Mais uma vez, reforcei no encontro [na comissão] a minha posição como relator e cidadão brasileiro de analisar todas as sugestões das diversas entidades e adotar de forma democrática os anseios da população. Assim, mais um passo foi dado em prol da vida do cidadão brasileiro”, disse, sinalizando apoio à revisão do estatuto. Diversos seguidores do deputado na rede social manifestam apoio ao projeto de lei.

    “Por que um cidadão comum precisa ter nove armas e 50 munições por mês? O projeto é desastroso”, disse ao Congresso em Foco o cientista político e professor de Relações Internacionais Marcelo Fragano Baird. Coordenador de projetos do Instituto Sou da Paz para a área de Sistemas de Justiça e Segurança Pública, Marcelo apresentou em primeira mão a estesite um levantamento sobre as doações de campanha, por parte da indústria de armas e munições, para parlamentares que disputaram as eleições deste ano.

     

    O estudo mostrou que quase metade dos integrantes do colegiado foram financiados por fabricantes de armas. Entre os 24 membros titulares da comissão especial, dez receberam financiamento do setor em 2014 – e foram estrategicamente distribuídos pelos principais postos de comando do colegiado, diz o instituto. Entre eles estão os deputados Marcos Montes (PSD-MG), presidente da comissão; Guilherme Campos (PSD-SP), 1º vice-presidente; e João Campos (PSDB-GO), 2º vice-presidente (leia mais).

     

    Dedo no gatilho

    Na hipótese de a comissão especial não aprovar o projeto ainda nesta legislatura, os defensores da proposição estarão a postos na próxima. Como o ex-deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que volta à Câmara em 2015. Coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, Fraga foi um dos líderes da bancada contrária ao Estatuto do Desarmamento. Na audiência da última quarta-feira (26), ele disse que criticar as armas é “falta de argumento”. “É o cidadão que aperta o gatilho. A culpa não é da arma”, disparou.

     

    Diante dos requerimentos apresentados para mais audiências públicas, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) pediu a palavra ao presidente da comissão especial, Marcos Montes, para se certificar de que o projeto vai à votação nesta quarta para evitar “medidas protelatórias”. “Ninguém tem esse compromisso de ter ou não ter medida protelatória. Acho que estamos buscando um consenso para acelerarmos este processo”, rebateu Montes. “É muito importante votarmos esse relatório.”

     

    Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), membro da comissão especial, dirigiu-se ao relator Cláudio Cajado na audiência para reclamar que, na prática, o PL 3722/2012 revoga a lei vigente. “Nós temos bons efeitos do Estatuto do Desarmamento. Um dos bons efeitos é que tínhamos uma escalada dos crimes por arma de fogo no Brasil. E, depois do estatuto, paralisamos essa escalada e conseguimos diminuir as mortes praticadas por arma de fogo”, disse o petista, para quem a legislação “é um dos vetores de diminuição da violência”. “Onde não houve o cumprimento do estatuto e a política de segurança não foi boa, os homicídios continuaram altos.”

     

    Defensor contumaz do porte de armas, um dos membros da comissão contestou Paulo Teixeira. “Quero falar um pouco de vida real. Primeiro, dizer que, em relação à pesquisa, está resolvido no Brasil. porque nunca antes 60 milhões de brasileiros demonstraram na urna, claramente, a sua vontade – que tem sido negada pelo atual governo, de maneira peremptória”, criticou Onyx Lorenzoni (DEM-RS), referindo-se ao referendo que, em 2005, fez a seguinte pergunta: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”. Venceu justamente o “não”, com 63,94% dos votos, contra 36,06% do “sim” (leia mais aqui).

     

    “São as ordens do Ministério da Justiça para delegado não conceder posse [de arma], não conceder porte; instrução para psicólogos reprovarem [requerentes de armamento] nos exames. Se tem um governo que não respeita a vontade popular é o que está instalado no Brasil hoje. Por isso, na minha opinião tem que revogar, mesmo, esse estatuto, e colocar uma lei mais equilibrada no lugar. Algum governo tem o direito de negar a Declaração dos Direitos Humanos? Está lá escrito: o ser humano tem o direito de ir às últimas consequências para manter o bem maior, que é a vida. O Brasil é signatário!”, protestou Onyx.

     

    Por sua vez, Alessandro Molon (PT-RJ) pediu a Cajado que fundamentasse seu relatório em pesquisas sobre segurança pública e uso de armas de fogo. “Parece-me que o que falta no debate é exatamente isso: quais são os números que levam a quais conclusões? Há afirmações, na justificativa do projeto, ou que foram apresentadas pelos membros das Mesas, que não se sustentam. Por exemplo, quando se faz referência a matérias do Jornal Nacional, como foi dito aqui [na comissão], isso não tem validade estatística alguma. Estamos falando aqui de política pública!”, alertou Molon, que tem reclamado da “pressa” da comissão em aprovar a matéria.

     

    Flexibilização

    No capítulo “disposições gerais”, o projeto diz que o número máximo de armas que o cidadão pode manter em sua propriedade, “excetuados os colecionadores, atiradores e caçadores devidamente registrados junto ao Comando do Exército”, é de “três armas curtas de porte, três armas longas de alma raiada e três armas longas de alma lisa” – na raiada, há ranhuras no interior do cano, para estabilização do tiro. “Não se incluem nestas quantidades as armas obsoletas”, diz o parágrafo único, referindo-se a armas antigas e tornando, na prática, ilimitada a quantidade de unidades para a posse.

     

    Continua vetado o porte de arma por cidadãos comuns em locais públicos com aglomeração, ou se o portador estiver sob efeito de substância entorpecente. Na definição de posse ilegal de arma de fogo, o projeto diz: “Possuir, deter, receber, manter, adquirir, fornecer ou ocultar arma de fogo de uso permitido ou restrito, sem registro, no interior de sua residência ou dependência desta, ou no local de trabalho, sem prejuízo das penas cominadas para algum outro crime cometido”. A pena fixada é de um a três anos de prisão se a arma for de uso permitido e de dois a quatro anos se for de uso restrito.

     

    O projeto flexibiliza as regras atuais e diminui os custos do processo para a concessão do porte de arma. O requerente deve ter ao menos 21 anos, apresentar documentos básicos e não ter antecedente criminal ou inquérito por qualquer tipo de violência. Além disso, deve fazer curso técnico e atestar sanidade mental. Atualmente, o cidadão deve comprovar a necessidade de ter uma arma para então requerer sua posse, submetendo-se a ditames burocráticos mais detalhados e o devido exame psicológico.

     

    Regulamentação

    Na justificativa de seu projeto, Rogério Peninha critica a tramitação do atual estatuto. “A par do grande impacto que causaria na sociedade brasileira, o Estatuto do Desarmamento ingressou no mundo jurídico sem a necessária discussão técnica sobre seus efeitos ou, tampouco, sua eficácia prática para a finalidade a que se destinava: a redução da violência. Fruto de discussão tênue e restrita ao próprio Congresso, sua promulgação ocorreu bem ao final da legislatura de 2003, ou, como identifica o jargão popular, no ‘apagar das luzes’”, diz o deputado.

     

    Ele defende novo “conceito” para o tema (“Estatuto de Regulamentação das Armas de Fogo”), e também menciona o referendo de 2005. “O desarmamento civil, portanto, é uma tese que, além de já amplamente rejeitada pela população brasileira – o que, por si só, já bastaria para sua revogação –, se revelou integralmente fracassada para a redução da violência, seja aqui ou em qualquer lugar do mundo em que implantada. Ao contrário, muito mais plausível é a constatação de que, após o desarmamento, muito mais cidadãos, indefesos, tornaram-se vítimas da violência urbana”, ponderou.

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  • Falsos padres ‘benzem’ casas e roubam fiéis em 30 cidades de São Paulo

    A aposentada Irene Simonetti foi roubada por um dos "padres" - ele levou mais de R$ 10 mil em joias (Foto: Reprodução/Bom Dia Brasil)

    Entre as vítimas está uma idosa de 80 anos. Enquanto ela rezava, ele foi ao quarto e furtou joias e dinheiro

    Falsos padres se apresentam a pessoas idosas religiosas e, com o pretexto de abençoar os moradores, entram nas casas e furtam objetos de valor. A quadrilha, que vem agindo desde o início do ano, já atuou em pelo menos 30 cidades paulistas.

    No último sábado, em Angatuba, o suposto padre fez-se passar por um enviado do vigário local e convenceu um fazendeiro a entregar uma imagem rara que levaria para uma bênção especial. Ele desconfiou do golpe após descobrir que o dinheiro que estava numa cômoda também foi levado.

    Muitas vítimas, envergonhadas, não dão queixa. Em Itararé, uma idosa de 80 anos caiu no golpe. Ela relatou que o “padre” a abordou alegando que agendava rezas de terços no bairro a pedido do vigário local. Ele entrou na casa, benzeu os cômodos e pediu à mulher que fizesse uma oração.

    Enquanto ela rezava, ele foi ao quarto e furtou joias e dinheiro. A Polícia Civil recomenda que as pessoas peçam a identificação antes de permitir que entrem em suas casas. O bispo de Itapetininga, dom Gorgônio da Encarnação, diz que padres não têm por hábito benzer joias ou dinheiro.



  • Andressa Urach acorda e diz que não sente dores, mas permanece na UTI

    Foto: Reprodução / Rede Record

    A modelo Andressa Urach continua hospitalizada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Conceição, em Porto Alegre, após enfrentar complicações decorrentes da aplicação de hidrogel. De acordo com informações divulgadas em suas contas nas redes sociais, a modelo acordou e afirmou não sentir mais dores nas pernas. No entanto, ainda não há previsão de alta. 

     
     



  • Expectativa de vida do brasileiro sobe para 74,9 anos

    População brasileira (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

    A expectativa de vida do brasileiro subiu para 74,9 anos, segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, a expectativa era 74,6 anos. A Tábua Completa da Mortalidade do IBGE foi publicada na edição desta segunda-feira (1º) do Diário Oficial da União. A tabela mostra a expectativa de vida para todas as idades até os 80 anos. Uma criança de dez anos de idade, por exemplo, tem a expectativa de viver até os 76,3 anos. Um jovem de 18 anos deve viver, em média, até os 76,6 anos. Uma pessoa de 40 anos tem a expectativa de vida de 78,5 anos. Aqueles que têm 80 anos ou mais têm expectativa média de viver mais 9,2 anos.



  • Ex-mulher de Collor diz que ele fez magia negra para não concorrer às eleições com Silvio Santos

    Collor ao lado de Rosane após deixar a Presidência da República em 1992

    A ex-mulher de Fernando Collor de Melo, Rosane Malta (ex Rosane Collor) lançará, no próximo dia 4 em Maceió, livro sobre o período que viveu a ascensão e a queda do político. Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ela revelou algumas histórias que conta no livro - com grande potencial de se tornar mais um escândalo envolvendo o ex-presidente e hoje senador pelo PTB de Alagoas. 

    O livro Tudo o que Vi e Vivi, da editora Leya, tem 222 páginas. Entre as temáticas, volta à cena as informações sobre os rituais de magia negra. Em uma das partes, ela descreve o “trabalho” que teria sido encomendado a uma mãe de santo alagoana para que o apresentador Silvio Santos não fosse concorrente de Collor na disputa à Presidência nas eleições de 1989.

    Em um dos trechos citados na entrevista da ex-primeira-dama, o ritual é descrito da seguinte maneira: “consistia em colocar uma espécie de amuleto, que chamam de azougue, dentro da boca de sete defuntos recém-enterrados”.

    Silvio Santos tentou ser candidato à Presidência em 1989 pelo PMB (Partido Municipalista Brasileiro). Mas a alguns dias da eleição, foi constatado que seu registro tinha irregularidades e a candidatura foi impugnada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    Collor e Rosane ficaram casados durante 22 anos, mas tiveram uma separação conturbada. Por ter casado em regime de separação total de bens, ela não teve direito ao patrimônio do ex-presidente.

    No livro, ela aborda a riqueza do ex-marido após o impeachment e diz que ele possui automóveis esportivos das marcas Ferrari e Maserati, além de um Porsche novo. Rosane ainda alfineta afirmando que o lucro das empresas de Collor e o salário de senador não seriam capazes de alavancar o padrão de vida do político.

    Impeachment

    No dia 2 de outubro de 1992, Collor foi afastado da Presidência até que o Senado concluísse o processo de impeachment. No primeiro capítulo do livro, Rosane descreve a cena na qual ela e o ex-presidente descem de mãos dadas a rampa do Palácio do Planalto deixando para trás o cargo para o qual foi eleito apenas três anos antes. 

    Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, Rosane escreve “Levante a cabeça. Seja Forte” sobre o diálogo que teve com o ex-presidente neste dia.

    Hoje, Rosane diz que virou evangélica  e se afastou completamente da magia negra. Ela diz que escapou da “maldição do impeachment”.

    Desde que o processo foi concluído, pessoas morreram ou perderam a sua riqueza. Por exemplo, Pedro Collor, irmão e autor das denúncias que deram início à investigação contra o irmão Fernando Collor, teve câncer no cérebro e morreu no dia 19 de dezembro de 1994. A mãe dos dois, Leda Collor, teve uma parada cardíaca chegou a ficar mais de dois anos em coma e morreu em 25 de fevereiro de 1995. O tesoureiro da campanha do ex-presidente nas eleições de 1989 e grande pivô da CPI que culminou com o impeachment, Paulo Cesar Farias, o PC, também morreu assassinado ao lado da namorada em um episódio cercado até hoje de muitas dúvidas.

    Sem filhos

    Após a morte da mãe, Collor e Rosane foram morar em Miami. Tempos depois ao vender a mansão nos Estados Unidos, ele não deu metade do dinheiro a ex-mulher, quebrando, segundo ela, um acordo entre os dois.

    Os dois nunca tiveram filhos. Rosane conta que chegou a fazer tratamento com Roger Abdelmassih, especialista em reprodução assistida e que hoje está preso condenado por crimes sexuais contra pacientes. Ela conta que entrou em depressão após sofrer um aborto de uma gravidez de gêmeos.

    Rosane Malta foi a segunda esposa de Fernando Collor. Antes, ele havia casado com a socialite Lilibeth Monteiro de Carvalho, herdeira do Grupo Monteiro Aranha, e teve dois filhos. Em 2006, o ex-presidente voltou a casar novamente com a arquiteta Caroline Medeiros e tem duas filhas gêmeas com ela.   (Wilson Pedrosa/Estadão Conteúdo)

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