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  • Policiais, médicos e empresários são presos por fraude em DPVAT

    PF realiza operação contra fraudes no DPVAT em Montes Claros (Foto: Michelly Oda/G)

    Quarenta foram presos em operação da Polícia Federal e Ministério Público.
    Prejuízo é de cerca de R$ 28 milhões; ação foi realizada em três estados.

    A investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público que desencadeou a Operação Tempo de Despertar, de combate a fraudes no DPVAT, identificou a participação no esquema de membros da seguradora Líder – administradora do benefício –, empresários, profissionais de saúde, policiais civis e militares e advogados.

    O prejuízo pode chegar a R$ 28 milhões. Quarenta pessoas foram presas na operação, deflagrada em Minas gerais, Bahia e Rio de Janeiro nesta segunda-feira (13).

    Durante coletiva de imprensa realizada nesta tarde, a Polícia Federal confirmou o número de prisões e informou que, entre os detidos, estão 10 agentes e um delegado da Polícia Civil, um policial militar, oito advogados, três médicos, dois fisioterapeutas e 15 empresários.

    Fraudes
    De acordo com as investigações, que duraram um ano, o grupo criminoso agia de várias formas. Em alguns casos, as ações para requisitar o benefício eram embasadas por documentos falsos e ajuizadas em várias comarcas sem consentimento das vítimas de acidentes. A seguradora também pagava a indenização em valores superiores antes que fosse firmado um acordo com as partes.

    Em outros casos, a seguradora concedia o DVPAT mesmo depois da Justiça ter negado o pedido, por verificar indício de fraude, ou o pagamento era feito sem que houvesse um parecer médico que comprovasse as lesões sofridas ou laudo médico do IML, em casos de morte. Chegaram a ser descobertos, inclusive, casos em que o seguro foi concedido em situações que não envolviam acidentes de trânsito.

    De acordo com a PF e o MP, os grupos tinham informações privilegiadas, já que podiam acessar às listas de pacientes que davam entrada em hospitais e podiam contar com a participação de policiais que repassavam os dados de possíveis vítimas e confeccionavam boletins de ocorrência falsos.

    A partir disto, os profissionais de saúde emitiam laudos falsos, os advogados acionavam a Justiça e o benefício era concedido. O processo era acompanhado por pessoas diretamente ligadas à seguradora Líder e por empresários. O dinheiro arrecadado era distribuído entre todos os envolvidos.

    Acidentados
    Ainda de acordo com a PF, alguns dos acidentados eram abordados em casa, outros chegavam a assinar procurações dentro das unidades de saúde em cima de macas.

    Em alguns casos, a Justiça era acionada sem que as vítimas tivessem conhecimento. Em outros, havia orientação para que pessoas que se machucaram de diversas formas – em brigas de bar, partidas de futebol, discussões com os companheiros, acidentes domésticos – requeressem o DPVAT.

    “Apuramos casos absurdos, como de um homem que entrou com cinco pedidos para receber o seguro, em dois anos. Apesar de alegar que havia se acidentado, ele trabalhava em uma função que exigia que carregasse peso”, disse o promotor Bruno Oliveira.

    Para exemplificar a extensão do problema, o MP apontou que apenas em Montes Claros, cidade com 400 mil habitantes, 20% das ações movidas na Justiça, o que representa 10 mil processos, são relacionadas ao DPVAT.

    A MP e a PF tomaram conhecimento da fraude por meio do Judiciário. Danilo Campos foi um dos magistrados que denunciou as irregularidades, depois de notar a fragilidade das provas apresentadas nos processos e também por perceber o aumento na quantidade de causas deste tipo.

    “Passei [para os órgãos de investigação] casos escabrosos, de corrupções óbvias, com falsidades óbvias. A lesão que a pessoa tem é mínima e o pedido é sempre o máximo, como se a pessoa tivesse perdido os braços e as perdas. Há uma falsificação notória no pedido. O DPVAT é arrecadado do cidadão, é dinheiro público. Tenho a obrigação de apontar para as demais autoridades o desvio de recurso público”, disse o juiz.

    A PF afirmou que dos R$ 5 bilhões arrecadados com o seguro, pelo menos R$ 28 milhões foram concedidos de forma fraudulenta. O delegado Marcelo de Freitas destacou que o DPVAT tem natureza de contribuição parafiscal, ou seja, o cidadão faz os pagamentos e a seguradora Líder, privada, é responsável por gerir este recurso.

    Sistema frágil
    Para o delegado, as fraudes ocorrem em função da fragilidade do sistema e também devido à ação de núcleos que lucram com a concessão indevida do seguro.

    “Acreditamos que neste momento estamos começamos a tangenciar no coração do núcleo empresarial das fraudes ao seguro, patrocinadas por aquele que, efetivamente, administra o DPVAT em todo o território nacional. Não temos dúvidas de que somente com a atuação omissiva da principal seguradora que atua no ramo é que as fraudes estão ocorrendo”, afirmou Freitas.

    O delegado esclarece que, de acordo com levantamentos prévios, os presos podem responder por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e uso de documento falso.

    O que dizem os envolvidos
    Por email, a seguradora Líder esclareceu que a quadrilha identificada pela PF age contra os beneficiários do DPVAT, ao cobrar deles para ter acesso ao seguro ou mesmo apropriar-se dos recursos, e, contra a seguradora, ao produzir documentos fraudados.

    A seguradora disse ainda que os envolvidos não integram os quadros da empresa e aciona as autoridades ao suspeitar de fraudes. 

    Os representantes das Polícia Civil, Militar e da Ordem dos Advogados do Brasil estiveram na coletiva e destacaram que irão acompanhar as investigações e não são coniventes com atos ilícitos.

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  • Menina se cura sozinha à espera de novo coração

    Foto: Reprodução TV Globo

    Exames mostraram que coração da Júlia recuperou o tamanho normal e não apresenta fibrose, geralmente causada pela expansão exagerada.

    Em dezembro do ano passado, o Jornal Nacional apresentou uma série especial de reportagens sobre transplantes de órgãos. E milhões de brasileiros se comoveram com a menina Júlia de um ano de idade. Ela precisava de um coração para viver. Mas essa história teve uma reviravolta. E o resultado feliz dessa mudança a gente vê na reportagem do Marcos Losekann e do Jonathan Santos.

    Pequenos passos para uma menininha. Um salto para quem jamais perdeu a fé. Júlia entra caminhando no consultório de cardiopediatria do Instituto do Coração em São Paulo. Ela e os pais vêm cheios de esperança. Será que finalmente Júlia vai receber alta?

    Nem parece a garotinha que encontramos no mesmo hospital no fim do ano passado. Era o dia do primeiro aniversário dela, e o quarto mês de internação. Júlia havia sido levada de Brasília para São Paulo em estado gravíssimo. Chegou a ser desenganada pelos médicos por causa da cardiomiopatia dilatada, doença causada por um vírus que fez o coração dela crescer seis vezes acima do normal. Na época, os médicos não tinham dúvida.

    “Esse transplante tem que ser para ontem!”, disse a cardiopata Estela Azeka.

    Quatro corações compatíveis apareceram depois que a reportagem foi mostrada no Jornal Nacional, mas sempre havia um problema e Júlia era obrigada a esperar uma nova chance.

    “Isso aqui vai acabar, se Deus quiser, logo”, torcia o empresário Cesar Siqueira, pai de Júlia.

    “A gente tem fé que tudo vai se resolver da melhor forma possível e mais rápido possível para gente voltar a ter uma vida em família normal”, disse a mãe de Júlia.

    E esse dia tão esperado chegou, e não foi graças a um transplante. Inexplicavelmente, os exames mostraram que o coraçãozinho da Júlia voltou a ser isso mesmo: um coraçãozinho. Recuperou o tamanho normal. E o melhor, não apresenta fibrose, geralmente causada pela expansão exagerada. Júlia ainda tem a doença, mas se tomar os remédios direitinho, pode ter uma vida normal.

    “A gente até se emociona, porque a gente luta para isso, para a criança ter uma boa qualidade de vida, sempre. Foi uma etapa superada”, diz Estela Azeka.

    Hora das despedidas: médicos, enfermeiros, outros pacientes. E, finalmente fazer as malas. A Júlia passou mais da metade da vida dentro do hospital, por isso esse dia é tão especial para ela e para toda sua família: voltar para Brasília, e com o próprio coração batendo no peito. Um sucesso da medicina? Uma obra de Deus? Afinal, como explicar esse momento?

    “A gente crê que foi um milagre, porque desde o início a gente orava com muita fé sempre, para que Deus fizesse o melhor por ela”, afirma Cesar Siqueira.

    Entrar em casa outra vez. Rever os tios, os avós, o irmãozinho. Difícil segurar a emoção.

    “E ela está aqui com saúde, sem transplante, com o coração dela”, diz a mãe da Júlia.

    Depois de passar 236 dias no leito de um hospital, esta noite Júlia vai dormir de novo na caminha dela. É sonho que vira realidade.

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  • Carro de brumadense tomado de assalto em Conquista foi recuperado pela polícia

    Os bandidos foram presos em Minas Gerais. Foto: Divulgação Polícia Civil

    O carro pertencente a um brumadense que estava em posse de um funcionário que sofreu um sequestro relâmpago e em seguida teve o veículo (Hilux) levado pelos bandidos foi recuperado pela polícia. Como o carro era rastreado, a seguradora passou todas as informações para a polícia, que prenderam os dois bandidos em Medina /MG, no momento em que abastecia o veiculo. Segundo a Polícia, no celular de um dos bandidos haviam mensagens, onde, o carro era vendido por 20 mil reais e seria entregue no Rio de Janeiro. Em contato com o Deataquebahia, um irmão do brumadense que é dono do Veículo, e atualmente mora em Macaúbas, empresário do ramo funerário, disse que graças ao sistema de rastreamento, foi possível não só a recuperação do veículo, como a prisão doa bandidos. Atendendo a pedidos as identidades foram preservadas.



  • Homem é preso ao tentar esconder R$ 3,2 milhões em caminhonete em MT

    Dinheiro estava dividido em três sacos plásticos embaixo de materiais na carroceria (Foto: Divulgação/Polícia Civil-MT)

    Notas estavam escondidas embaixo de saco de esterco, cerâmica e madeira.
    Segundo delegado, suspeito ofereceu propina de R$ 500 mil para ser liberado.

    Um homem de 41 anos, investigado por tráfico internacional de drogas, foi preso em Canarana, cidade a 838 km de Cuiabá, quando tentava esconder mais de R$ 3 milhões na carroceria de uma caminhonete. A quantia em dinheiro foi encontrada pelos policiais civis embaixo de sacos de esterco, cerâmicas, madeiras e alguns alimentos. O suspeito já estava sendo monitorado pela Polícia Civil há algum tempo. A prisão ocorreu no domingo (5) e o caso só foi divulgado pela polícia na tarde desta terça (7).

    A quantia de R$ 3.201.587,00, apreendida em Canarana, estava dividida em três sacos escondidos na carroceria da caminhonete. Quando os policiais descobriram o dinheiro, o suspeito disse “é real, deixe isso aí e vamos conversar”. 

    Segundo a polícia, ao ser questionado sobre o tipo de conversa, ele voltou a falar aos policiais para deixar os sacos na caminhonete e que não dissessem nada a ninguém, pois poderia dar uma “ajuda”. Na delegacia, segundo a polícia, voltou a oferecer dinheiro, um total de R$ 500 mil, só que desta vez ao delegado de Canarana, João Biffe Júnior. 

    Segundo o delegado, o oferecimento de propina foi registrado em vídeo e será usado como prova no inquérito policial. O suspeito foi preso em flagrante por oferecer vantagem indevida a funcionário público, para retardar ou omitir ato de ofício e ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal. 

    Conforme o delegado, o suspeito não apresentou nenhuma documentação da origem do dinheiro, e, portanto, teve o numerário apreendido pela Polícia Civil e depositado em conta da Justiça, vinculado ao auto de prisão em flagrante. “Ele confessou que enterrava tais valores por questões de segurança”, disse o delegado. 

    De acordo com João Biffe, na delegacia o suspeito alegou ser proprietário de fazendas na região e que era comprador de gado. No entanto, realiza declaração de Imposto de Renda como pessoa isenta. “Situação incompatível com os valores apreendidos, pois não encontramos nenhuma propriedade em seu nome e nenhum documento de compra ou venda de gado”, afirmou. 

    Há meses o homem era monitorado pela Polícia Civil por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas. Durante as investigações, os policiais constataram que era de costume o suspeito chegar a Canarana, geralmente, no final da tarde, permanecendo hospedado em um hotel até o anoitecer, quando então deixava a cidade. 

    No domingo (5), a polícia recebeu informação de que ele estava novamente no município, onde em diligências foi localizado nas imediações do hotel, conduzindo uma caminhonete de ano e modelo 2015. 

    O delegado João Biffe pediu a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva do suspeito e solicitou sua transferência para a Penitenciária Central do Estado (PCE), devido a alta periculosidade do preso, com provável envolvimento em assaltos a banco e tráfico internacional de drogas. 

    O delegado informou que irá oficializar o Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (Lab-LD) e a Receita Federal, por suspeita de crime de lavagem de dinheiro. O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) também deverá ser notificado para informações de registro de compra e venda de gado.



  • Mano Brown é detido por desacato em São Paulo

    Mano Brown, do grupo Racionais MCs. (Foto: Marcelo Pretto/Divulgação)

    O rapper Mano Brown, do grupo Racionais MC's, foi detido na tarde desta segunda-feira (6) na Zona Sul de São Paulo. O carro no qual o artista estava foi parado por volta das 16h na Avenida Carlos Caldeira Filho, na altura do número 1.000, na região de Campo Limpo.

    Segundo a Polícia Militar (PM), ele foi detido por desobediência, desacato e resistência. O desacato é usado pela PM para configurar casos em que ela julga ter ocorrido ofensa ou "menosprezo ao funcionário público no exercício de sua função".

    O caso foi encaminhado ao 37º Distrito Policial. Uma produtora do grupo confirmou a detenção ao G1 e disse que um advogado já estava no local acompanhando o cantor.

    Mano Brown é o principal nome do grupo Racionais MC's. Em 2014, o grupo formado ainda por Edi Rock, KL Jay e Ice Blue completou 25 anos de carreira.

    Os rappers ficaram conhecidos pelas letras de música sobre a realidade dos negros e pobres brasileiros. Gravado em 1990, o primeiro disco da banda, “Holocausto urbano”, retrata o cotidiano da periferia paulistana. No ano passado, o grupo lançou o álbum "Cores e Valores".

    Outros episódios
    Mano Brown foi preso em julho de 2004 por desacato à autoridade ao xingar e tentar agredir policiais militares que encontraram uma ponta de cigarro de maconha na roupa do músico. No dia seguinte, ele foi liberado após pagar fiança de R$ 60.

    Já em setembro de 2009, o rapper foi detido após uma confusão na torcida do Santos durante o jogo contra o Corinthians no Estádio do Pacaembu, na Zona Oeste de São Paulo. A suspeita era de que ele tivesse participado de um conflito na arquibancada, mas após análise de imagens ele foi liberado. (Fonte: G1)



  • Spas oferecem massagens e banhos com chocolate para a Páscoa

    Hidratação à base de cacau e até banho com chocolate em pó são opções. Alguns são acompanhados por bombons e trufas para degustação.

    Hotéis e spas pelo país oferecem uma opção para quem quiser trocar o ovo de Páscoa por um ritual menos calórico. Hidratação, esfoliação, banhos de ofurô e massagens com produtos à base de chocolate e cacau estão entre as opções.

    Na maioria dos casos, os cremes, sais e outros cosméticos usados têm aroma de chocolate ou o cacau entre um de seus muitos ingredientes. Mas às vezes o próprio doce é usado – caso de banhos que levam chocolate em pó, por exemplo. Segundo os estabelecimentos, o chocolate tem propriedades hidratantes devido à manteiga de cacau.

    Alguns deles não deixam a pessoa só na vontade e oferecem o chocolate também para comer: trufas, bombons e chocolate quente são servidos durante os procedimentos.

    Os preços variam de lugar para lugar e de acordo com o tipo e o tempo do tratamento. Quase sempre custam acima de R$ 100 (com exceção do escalda-pés do Zahra, que custa R$ 50) e em alguns casos passam de R$ 400 (a Chocohidratação do Kabanah custa R$ 417).



  • Bandido ameaça matar Tico Santa Cruz e estuprar mulher do cantor

    Bandido ameaça matar Tico Santa Cruz e estuprar mulher do cantor (Foto: Reprodução)

    Tico Santa Cruz usou seu perfil no Facebook para informar que foi ameaçado através de uma ligação em seu telefone celular. O número era restrito e quem atendeu à ligação foi a mulher do cantor, Luciana.“Avisa ao Tico que eu vou matar ele e te estuprar na esquina”, disse a voz na ligação.

    Na tarde de quarta-feira (1), Tico conversou com o colunista Léo Dias do jornal 'Extra', e falou com sobre o assunto. “Eu já recebi algumas ameaças de morte. Mas dessa vez ameaçaram estuprar a minha mulher e isso é muito grave. Aparece um número estranho no aplicativo, cheio de zeros. Fiz print de tudo”, desabafou o cantor.

    (Redação iBahia)



  • Corpo do filho de Alckmin morto em acidente é velado em São Paulo

    Foto e fonte: G1

    O corpo de Thomaz Rodrigues Alckmin, de 31 anos, filho do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que morreu na quinta-feira (2), na queda de um helicóptero em Carapicuíba, chegou por volta de 3h da madrugada desta sexta-feira (3) ao velório nas dependências do hospital israelita Albert Einstein, no Morumbi, Zona Sul da capital paulista. O filho mais novo do governador foi uma das cinco vítimas do acidente envolvendo um helicóptero da empresa Seripatri, que caiu sobre uma casa em Carapicuíba sem deixar sobreviventes. Além do caçula de Alckmin, morreram o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53 anos, e os mecânicos Paulo Henrique Moraes, de 42 anos, Erick Martinho, de 36 anos, e Leandro Souza, de 34 anos. O governador de São Paulo, sua esposa Lu Alckmin, seus outros dois filhos, Sophia e Geraldo, e a esposa de Thomaz, Thais Fantato, estão no local recebendo amigos e familiares. O velório não será aberto ao público.

    Entre os que compareceram à cerimônia estão o vice-governador do estado, Márcio França, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, o secretário da Casa Militar, José Roberto Rodrigues de Oliveira, o empresário João Doria Jr. e o cantor e apresentador Ronnie Von. A previsão é de que o velório aconteça até às 14h, quando está previsto o translado do corpo para a cidade de Pindamonhangaba (a 156 km de São Paulo), onde Thomaz será enterrado no cemitério municipal da cidade. O enterro está previsto para às 17h. O acidente O acidente ocorreu por volta das 17h20 de quinta-feira (2), segundo os bombeiros. A Seripatri informou, em nota divulgada às 19h11, sem listar os nomes, que um piloto e três mecânicos faziam um voo de teste depois de uma manutenção preventiva. A confirmação de que houve uma quinta vítima só foi divulgada pelos bombeiros por volta das 20h30, também sem divulgar nomes naquele momento. Thomaz Alckmin trabalhava como piloto. Ele era casado desde 2011 com a arquiteta Thais Fantato e deixa duas filhas, uma de 10 anos e outra recém-nascida, com aproximadamente um mês. Em nota oficial, o governo lamentou o acidente e prestou solidariedade às famílias das demais vítimas (veja íntegra abaixo). A mãe de Thomaz, a primeira-dama Lu Alckmin, estava em Campos do Jordão e chegou por volta das 21h50 ao Palácio dos Bandeirantes. Alckmin estava em viagem pelo interior do estado e voltou para contar pessoalmente a ela sobre a morte do filho. Em fevereiro do ano passado, Thomaz e a filha dele ficaram no meio de um tiroteio após serem abordados por criminosos na região do Morumbi. Eles estavam em um carro sem blindagem quando outro veículo parou na frente, impedindo a passagem, e quatro homens saíram armados. O filho do governador estava acompanhado por um carro de escolta. Os policiais militares reagiram e houve troca de tiros com os criminosos. Thomaz e a filha foram retirados do local em segurança, sem ferimentos. Os criminosos fugiram em seguida. Em 2002, ele já havia sido alvo de criminosos. Um PM que fazia a segurança de Thomaz foi baleado e morreu após trocar tiros com bandidos na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Queda sobre casa Após o impacto, a cauda da aeronave ficou sobre a residência e a maior parte do helicóptero caiu no chão, entre as árvores. Não há relato de feridos entre as pessoas que estavam nas imediações. O condomínio fica na altura do km 26 da Rodovia Castello Branco. De acordo com a Associação de Moradores do condomínio Fazendinha (AMAF), em Carapicuíba, a queda aconteceu dentro do condomínio, e atingiu o telhado de uma casa em reforma. Segundo a AMAF, os moradores não estavam no local. Acidente será investigado A Aeronáutica informou, por meio da assessoria de imprensa, que está apurando o caso para divulgar as informações sobre o acidente. A aeronave estava com a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) em dia e com o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) válido. A aeronave da marca Eurocopter, modelo EC 155, tinha prefixo PPLLS, e matrícula PPLLS. Em fóruns especializados em aviação, pilotos repercutiram o acidente e relataram que o filho do governador estava acompanhando o voo. A aeronave fazia um voo teste de balanceamento após a troca de uma pá do rotor principal. Nota do governo do estado Leia abaixo íntegra da nota divulgada: "O governo de São Paulo informa, com imenso pesar, que Thomaz Rodrigues Alckmin, o caçula dos três filhos do governador Geraldo Alckmin e de dona Lu Alckmin é uma das cinco vítimas da queda do helicóptero EC-155 ocorrida na Grande São Paulo na tarde desta quinta-feira. Thomaz tinha 31 anos e era piloto profissional de aeronave. Ele deixa esposa, Taís, duas filhas, Isabela e Júlia, e os irmãos Sophia e Geraldo Alckmin Neto. Sob o impacto dessa tragédia, a família Alckmin, inconsolável, agradece as manifestações de pesar e carinho e busca conforto na fé que sempre a alimentou. Seus pensamentos e preces se estendem às famílias das outras vítimas. Informações sobre velório e enterro serão divulgadas oportunamente, tão logo estejam definidas." Notas da empresa dona do helicóptero Leia a íntegra da nota divulgada às 19h11 desta quinta: "A Seripatri lamenta profundamente a morte dos quatro ocupantes do helicóptero de propriedade da empresa, em um trágico acidente na Grande São Paulo, na tarde desta quinta-feira (2/4). Ocupavam a aeronave o piloto da empresa, com mais de 30 anos de experiência, e o mecânico, também funcionário da Seripatri. Os outros dois ocupantes eram mecânicos da Helipark, empresa de manutenção. O acidente ocorreu durante voo de teste, após a aeronave passar por manutenção preventiva. O helicóptero, da marca Eurocopter, modelo EC 155, prefixo PPLLS, tinha cerca de quatro anos de uso, com aproximadamente 600 horas de voo e estava com sua documentação e manutenção rigorosamente em ordem. Neste momento de luto e enorme tristeza para todos, a Seripatri está prestando toda a assistência necessária aos familiares das vítimas, bem como já destacou profissionais para acompanhar junto às autoridades as investigações das causas do acidente." Leia a íntegra da nota divulgada às 23h50: "A Seripatri, com pesar, informa que foram cinco as vítimas do acidente com o helicóptero da empresa, ocorrido na tarde desta quinta-feira, na Grande São Paulo. Além do piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, 53, com mais de 30 anos de experiência, e do mecânico Paulo Henrique Moraes, 42, ambos funcionários da Seripatri, estava também Thomaz Alckmin, filho do governador Geraldo Ackmin (SP). Havia ainda outros dois ocupantes: Erick Martinho, 36, e Leandro Souza, 34, mecânicos da Helipark, empresa de manutenção. O acidente ocorreu durante voo de teste, após a aeronave passar por manutenção preventiva. O helicóptero, da marca Eurocopter, modelo EC 155, prefixo PPLLS, tinha cerca de quatro anos de uso, com aproximadamente 600 horas de voo e estava com sua documentação e manutenção rigorosamente em ordem. Neste momento de luto e enorme tristeza para todos, a Seripatri presta suas condolências a todas as famílias das vítimas."
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  • Maitê Proença prometeu ficar nua se time carioca retornar à elite do futebol brasileiro

    Foto reprodução

    Os torcedores do Botafogo podem ter mais motivos para ficar feliz com uma possível volta do time à elite do futebol brasileiro em 2016. Isso porque a atriz Maitê Proença prometeu que vai ficar nua caso o time carioca retorne para a Série A.
    Torcedora do Botafogo, a atriz fez a declaração no programa Extra Ordinários, do Sportv. Ela foi desafiada a realizar alguma promessa na atração caso veja o time do coração de volta para a Série A — Fico pelada, fico peladíssima. Vou vir só com uma coleira, escrito Botafogo.

    Um dos apresentadores da atração, Felipe Andreoli até brincou depois que ouviu a promessa, e disse que vai torcer para o Fogão na Série B.
    A atriz já tem uma ligação com o esporte. Ela já namorou o ex-assessor da seleção brasileira Rodrigo Paiva.
    Outro apresentador do programa, o jornalista e escritor Xico Sá falou que iria acompanhar o Botafogo com outra motivação.



  • A era dos protestos conectados

    Não há nada mais eficiente para pressionar um político do que ir para as ruas. Quando as redes sociais começaram a se popularizar, em meados dos anos 2000, havia quem acreditasse que os protestos migrariam do mundo físico para o mundo virtual. Surgiu  então a figura do manifestante de sofá. Aquela pessoa que se engajava em diversas campanhas on-line, defendendo seus ideais, mas que se recusava a colocar o nariz para fora de casa. Com o tempo, os manifestantes de sofá perceberam que eram irrelevantes. Como forma de pressão, grupos de discussão em redes sociais ou abaixo-assinados virtuais eram pouco efetivos. Foi aí que mudou o papel das redes sociais na política. Os manifestantes descobriram que elas eram mais eficazes como ferramentas de mobilização no mundo físico. (Época)



  • Avião de família de empresários brumadenses faz pouso forçado após pane

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Um avião de pequeno porte de propriedade de uma familia de empresarios brumadenses, que dentre outras atividades atuam na área de perfuracão e instalação de poços artesianos, fez um pouso forçado em uma mata na região da Serra da Ibiapaba, na cidade de Garaciaba do Norte, na divisa entre os estados do Ceará e do Piauí. Informações preliminares obtidas pelo Destaquebahia são de que não houve feridos. O piloto da aeronave foi obrigado a fazer o pouso devido a uma pane ocorrida ainda no ar. Maiores informações a qualquer momento.

    Avião de família de empresários brumadenses faz pouso forçado após pane


  • Casal faz sexo na rua e só para depois de ser algemado no Rio de Janeiro

    Foto: Victor Viana/Arquivo pessoal)

    Um brasileiro e uma argentina foram flagrados tendo relações em via pública. A dupla mantinha relações em pé, encostados em um muro em Armação dos Búzios, no Rio de Janeiro. A situação que aconteceu por volta das 11h, da última quarta-feira (25) e teve que ser separada por guardas. Curiosos relataram que mesmo com a presença de autoridades, o casal continuo com o ato, que só foi interrompido depois que o homem foi algemado. O motorista Vidal Muchado que também passava pelo local, registrou o momento e falou que os presentes ficaram abismados. "Muitas crianças estavam saindo da aula. A feira também fica próxima de um pier de desembarque de transatlânticos e havia dois parados no momento em que eles estavam tendo relações. Os turistas acompanharam tudo e todos ali estavam abismados", disse. O Casal foi levado para delegacia onde foi atuado por atos obsceno em via pública e logo em seguida foram liberados. (Redação iBahia)



  • Ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, morre ao 89 anos no Rio

    Jorge Loredo morreu na Zona Sul do Rio / G1 (Foto: Ana Ottoni/Folhapress / Arquivo)

    O ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, de 89 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (26), segundo informações da GloboNews. Ele estava internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, desde o dia 3 de fevereiro na Unidade de Terapia Intensiva.

     

    Em nota, a assessoria de imprensa do hospital informou que Loredo estava internado no hospital desde o dia 3 de fevereiro e que a partir do dia 13 foi mantido na Unidade Cardio Intensiva. "Loredo lutava há anos contra uma Doença Pulmunar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave e um Efisema Pulmunar", disse o texto. A causa da morte foi falência múltipla dos órgãos.

     

    Apesar da idade, até dois anos atrás o humorista continuava trabalhando e usando as redes sociais para falar com os fãs e divulgar sua agenda de shows.

     

    "Zé Bonitinho", o perigote das mulheres, como o personagem de Loredo se apresentava nos esquetes de humorísticos, fez parte do enredo "Beleza pura?" da escola de samba União da Ilha, que teve como enredo a beleza em suas várias interpretações. "Zé Bonitinho" se achava um galã irresistível, sempre ajeitando a cabeleira com um pente enorme, tão grande quanto seus óculos escuros.

     

    Jorge Loredo nasceu em 7 de maio de 1925 (completa 90 anos em 2015) foi criado em  Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A infância e a juventude foram marcadas por doenças graves para a época: aos 12 anos, com com osteomielite na perna, sofria de dores constantes. Aos 20 anos, com  tuberculose, foi internado num sanatório, situação que acabou por lhe abrir as portas para a carreira. Incentivado pelos médicos, participou de um grupo teatral no hospital e descobriu sua vocação para os palcos. 

     

    O personagem “Zé Bonitinho” foi criado por Loredo, inspirado num colega que se achava um grande galã. Loredo costumava imitá-lo nas festas, arrancando gargalhadas. “Zé Bonitinho” estreou na televisão em 1960 no programa “Noites Cariocas”, exibido pela extinta TV Rio, com os primeiros textos roteirizados por Chico Anysio.

     

    Em 2010, ano em que completou 50 anos, “Zé Bonitinho” continuava na TV, no humorístico “A praça é nossa”. O irresistível "Zé Bonitinho" tinha bordões inesquecíveis, que Loredo repetiua com a voz impostada de um conquistador: "Câmera, close; microfone, please", ou "Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz!".

     

    No final dos anos 50, Loredo já era famoso com o mendigo filósofo que interpretava na TV Rio no programa “Rio cinco para as cinco’ e depois na “A praça é nossa”, com Manoel de Nóbrega a quem o mendigo se apresentava com o bordão "Como vai, meu nobre colega?". O personagem usava fraque e cartola, bem esfarrapados, monóculo e luvas. O figurino, segundo contava Loredo, foi tirado de um filme de Charles Laugthon que fazia o papel de um mendigo aristocrata.

     

    O personagem surgiu por ideia de sua mãe, que na infância conhecera um mendigo elegante que ia à sua casa pedir comida, mas queria uma mesa montada na garagem com toalha de renda e tudo.

     

    O mendigo filósofo fez tanto sucesso que Loredo teve como padrinho de casamento o ex-presidente Juscelino Kubistcheck. O que lhe valeu um bordão famoso. Ele terminava o quadro do mendigo dizendo: “Agora vou encontrar com aquele menino, o Juscelino...”.

     

    Criou outros tipos: um italiano que não podia ver televisão porque queria quebrá-la, o profeta Saravabatana que andava com uma cobra que dava consultas a mulheres, e o professor de português que tinha a voz do Ary Barroso.



  • Fabricantes indicam que preço do pão deve subir 12% a partir de abril

    Foto: Reprodução / TV Brasil

    Com as recentes altas do dólar e da energia elétrica, o preço do pão deverá sofrer reajuste de até 12% a partir do mês de abril, segundo estimativa de fabricantes do setor. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aponta que, nos últimos 12 meses, o preço do alimento subiu 5,40%, e só em fevereiro a alta foi de 1,23%. De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria, José Batista de Oliveira, a energia elétrica representa 14% e a farinha de trigo 33% do custo da fabricação de pães. "Cada empresa tem a sua planilha e a decisão de como lidar com o aumento na produção", pontuou. Produtores de pães industrializados já calculam os custos que deverão ser repassados aos varejistas. "Se ele [o varejista] tiver estoque de produtos fabricados, pode segurar esse aumento", afirma Cláudio Zanão, presidente-executivo da Associação Brasileira de Indústrias de Biscoito, Massas, Pães e Bolos industrializados.



  • Professora é arrastada pelos cabelos por mãe após aluno chegar atrasado em escola

    (Foto: Paula Vinhas/Prefeitura de Canoas)

    Prefeitura informou que pedir autorização para entrada na sala de aula após atrasos é um procedimento normal.
    Uma professora de uma escola do Rio Grande do Sul afirma que foi agredida e arrastada pelos cabelos dentro da sala de aula pela mãe de um aluno. O fato ocorreu na Escola Municipal Irmão Pedro, de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

    O caso aconteceu no dia 4 de março, mas só foi divulgado nesta terça-feira (24) após o município tomar providências. Segundo a prefeitura, a confusão teve início após o atraso de 30 minutos de um estudante. Ao chegar em aula, ele foi orientado pela professora a ir até a direção e pegar uma autorização para entrar. O aluno voltou com a mãe, que, apesar de estar com o documento solicitado em mãos, agrediu a docente por ela não ter deixado a criança entrar na sala anteriormente. A professora registrou boletim de ocorrência logo após a agressão.

    De acordo com o delegado Cleomar Marangoni, responsável pelo caso, a Polícia Civil aguarda o laudo do exame de corpo de delito para encaminhar um termo circunstanciado para a Justiça. A mãe do aluno deve responder por lesão corporal. Ao tomar conhecimento do ocorrido, a Secretaria de Saúde colocou à disposição da professora uma série de escolas, e a docente optou por ser transferida. A pasta também pediu para a mãe do estudante não entrar mais no colégio, a fim de não prejudicar a criança.

    A prefeitura informou que pedir autorização para entrada na sala de aula após atrasos é um procedimento normal nas escolas.