BUSCA PELA CATEGORIA "ECONOMIA"

  • Caixa vai financiar imóveis de até R$ 3 milhões

    Foto Reprodução

    A partir da próxima segunda-feira (25), os mutuários da Caixa Econômica Federal poderão financiar imóveis de até R$ 3 milhões, o dobro do limite de financiamento em vigor até agora, de R$ 1,5 milhão. A mudança foi anunciada hoje (18) pela instituição financeira e afeta somente operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Essa modalidade de crédito financia imóveis mais caros, sem emprestar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Além de aumentar o limite de crédito, a Caixa anunciou que passará a financiar uma parcela maior do valor dos imóveis por meio do SFI. A cota de financiamento para imóveis usados subiu de 60% para 70% do valor total.

     Para a compra de imóvel novo, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%. Nas operações contratadas com interveniente quitante, nas quais haverá quitação de financiamento com outra instituição financeira, a cota de financiamento subirá de 50% para 70%. Até o início do ano passado, a Caixa financiava 70% dos imóveis adquiridos pelo SFI. O teto caiu para 40% em maio de 2015 e tinha sido reajustado para 60% em março deste ano. Com informações da Agência Brasil.

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  • Em Brasília, governador pede equilíbrio no tratamento dos estados

    Foto: Camila Peres/GOVBA

    “É necessário que haja um equilíbrio no tratamento dos estados, considerando as diferenças regionais. Os estados do Nordeste fizeram ao longo dos anos um dever de casa, apertaram o cinto, pagaram suas contas e, por isso, hoje por exemplo têm margem para tomar crédito”, afirmou o governador Rui Costa durante sua primeira reunião com o ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles, nesta quinta-feira (7), em Brasília. O encontro reuniu no gabinete do ministro outros seis governadores nordestinos; os nove estados da região estavam representados. Rui explicou que o indicador usado pelo Ministério da Fazenda em relação à capacidade de pagamento dos estados mostra que os estados do Sudeste e Sul estão com índice 2, ou seja, já atingiram o teto. “Os estados do Nordeste estão com 4, 5, 6. Então, nós estamos pedindo a margem do PAF [Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal - dos Estados] e também a compensação do FPE”, afirmou o governador. Somando Norte e Nordeste, a perda estimada no FPE é de R$14 bilhões. 

     

    Para os estados do Nordeste, a renegociação da dívida com a União, celebrada no mês passado, não possui forte impacto positivo frente à queda de arrecadação e as consequentes dificuldades impostas aos estados mais pobres do país. Motivo levado em consideração para que o pedido de urgência na apreciação da matéria na Câmara fosse rejeitado pelos deputados, nesta quarta (6). Um dos principais argumentos é que o ‘dever de casa’ foi feito, com o cumprimento de dívidas, pagamento de servidores, enquanto estados com orçamento maior parcelaram e/ou atrasaram salários. “A Bahia tomou todas as medidas necessárias para o equilíbrio das finanças”, pontuou Rui. Os itens da renegociação são avaliados pelos chefes do Executivo nos estados nordestinos como positivos, mas insuficientes. São eles: moratória de seis meses, descontos parciais nos pagamentos por mais um ano e meio e alongamento de 20 anos dos prazos dos débitos. Por esta medida, a Bahia apenas voltará a pagar os débitos com o governo federal a partir de janeiro de 2017. O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, acompanhou o governador na audiência. Esta foi a primeira vez que Rui se reuniu com Meirelles no comando da pasta. Contudo, o pleito já é de conhecimento do ministério, um dos porta-vozes da Bahia foi o vice-governador, João Leão, que esteve com Meirelles e com o presidente da República interino, Michel Temer, no mês de junho. Fonte: Secom-Ba

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  • Pesquisa: depressão atinge 10,2% dos brasileiros desempregados

    Foto Reprodução | Agência Brasil

    Estudo que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (30) indica que, em 2013, 10,2% dos brasileiros com 18 anos ou mais que estavam fora do mercado de trabalho (um em cada dez) sofriam de algum tipo de depressão, de um total de 61,8 milhões de pessoas que não trabalhavam, nem procuravam emprego - em um universo de 93 milhões de  empregados. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde 2015 – Indicadores de Saúde e Mercado de Trabalho. O levantamento contabilizava, na época, a existência de cerca de 160 milhões de pessoas integrando a População em Idade Ativa (PIA) do país, em um universo de 200,6 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010. Quando se analisa os brasileiros em idade ativa desocupados (5,7 milhões fora do mercado de trabalho, mas procurando emprego) em 2013, o percentual cai para 7,5%. Já entre as pessoas fora do mercado de trabalho (que não trabalhavam, nem procuravam emprego, embora em idade ativa), o total passa a 7,6%, o equivalente a 11,2 milhões. 

    O percentual menor de trabalhadores com depressão foi verificado entre a população ocupada: 6,2%. O levantamento sobre a ocorrência de depressão entre a população em idade ativa abrange o contingente de pessoas com idade acima de 18 anos e indica, ainda, que 12,6% da população fora do mercado tomavam algum tipo de remédio para dormir. As análises foram feitas em convênio com o Ministério da Saúde. Em relação ao sexo, tanto no domínio da população de 18 anos ou mais quanto no da população ocupada desta mesma faixa etária, as mulheres apresentaram percentual de prevalências de diagnóstico de depressão mais elevado: 10,1%. Analisando as pessoas ocupadas de 18 anos ou mais de idade por grupos etários, os dados mostram que o diagnóstico médico de depressão aumentava até o grupo de 40 a 59 anos, observando-se redução da prevalência a partir dessa faixa – entre as pessoas de 40 a 59 anos de idade, 8,2% relataram ter diagnóstico de depressão, enquanto para aquelas de 60 anos ou mais de idade a prevalência foi de 7,4%. Para análise do contingente de pessoas fora do mercado de trabalho com depressão, o IBGE levou em consideração a população com mais de 18 anos de idade, que não exercia qualquer atividade: aposentados, estudantes, pessoas que desistiram temporariamente de procurar emprego em razão de dificuldades momentâneas do mercado ou, ainda, mulheres cujos maridos tinham rendimentos elevados e decidiram se dedicar aos filhos e ao lar. 

    Fonte: Agência Brasil

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  • Temer e Terra devem anunciar reajuste de 12,5% no Bolsa Família nesta quarta

    Foto: Lula Marques / Agência PT

    O presidente interino Michel Temer e o ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário) devem anunciar nesta quarta-feira (29) o reajuste médio de 12,5% nos benefícios do Bolsa Família. De acordo com o G1, a informação é da assessoria da pasta, que anunciou ainda a vigência do reajuste já para julho. Em maio, a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) anunciou reajuste de 9% no benefício a ser pago em junho, mas a assessoria do Desenvolvimento Social e Agrário explicou que o reajuste não foi pago por falta de sinalização no orçamento de onde sairiam os recursos. O último reajuste do Bolsa Família foi em 1º de maio de 2014. 



  • O governo liberará a importação do feijão na intenção de reduzir o preço do alimento

    Foto:Destaquebahia.com.br

    Na quarta-feira (22), o palácio do planalto anunciou que o governo irá liberar a importação de feijão para alguns países, com o objetivo de reduzir o preço do produto nos supermercados. A medida valerá para o feijão com origem na Argentina, no Paraguai e na Bolívia. De acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, está em estudo a possibilidade de importar o produto também do México e da China, segundo informações divulgadas pelo Portal do Planalto. De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão, o aumento se deve à seca em grande parte dos estados que produzem o grão. Com isso, houve queda na oferta e, com o aumento da demanda, os preços acabaram subindo. O preço do feijão-carioca chegou a R$ 10 em supermercados de vários estados brasileiros. “Pessoalmente tenho me envolvido nas negociações com os cerealistas, com os grandes supermercados, para que eles possam fugir do tradicional que se faz no Brasil, e ir diretamente à fonte onde tem esse produto e trazer. E, à medida que o produto vai chegando ao Brasil, nós temos certeza de que o preço cederá na medida em que o mercado for abastecido”, disse Maggi.



  • Memes invadem a Internet com versões humorísticas sobre preço do feijão

    O feijão tem sido comparado com ouro pelos internautas (Foto: Reprodução)

    ​É comum que muitos acontecimentos acabem virando ‘memes’ na Internet, a verdade é que as pessoas buscam uma forma humorística para algumas situações. Com o preço do feijão não podia ser diferente, internautas de plantão sabem que apesar do aumento ter sido pronunciado no início da semana, vários memes já são vistos nas redes sociais. Entre eles uns mais polêmicos outros mais engraçados; como o da presidente Dilma Rousseff dizendo: “se o Vasco for campeão eu abaixo o preço do feijão”, ou uma fila de carros fortes com a descrição “transporte de feijão” ou até mesmo o grão de feijão em caixa decorada dizendo “ nos dias dos namorados dê uma joia pra seu amor”.                    

    Brincadeiras a parte não devemos deixar de lembrar que o preço do feijão teve reajuste de 100%, nos mercados o valor chega aos R$ 10,99 fazendo com que fique cada vez mais difícil colocar o feijão de cada dia em nossas mesas. Mas, diante disso muita gente procura a forma mais descontraída de lidar com a situação. É como diz o ditado “Ninguém paga pra rir, então é melhor rir do que comprar feijão “.



  • Ministro Henrique Meirelles anuncia equipe econômica nesta terça-feira

    Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anuncia nesta terça-feira (18) a equipe econômica para sua pasta, assim como os indicados para presidir o Banco Central, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. O único nome já divulgado por Meirelles para integrar o ministério é o de Tarcísio Godoy, que vai ocupar o posto de secretário-executivo. Ele também foi secretário do ex-ministro Joaquim Levy.



  • Sotheby's leiloará em Londres 'maior diamante bruto do mundo'

    Sotherbys leiloará em Londres 'maior diamante bruto do mundo' (Foto: AP)

    O maior diamante bruto do mundo, com valor estimado em mais de US$ 70 milhões, será leiloado no final de junho em Londres, anunciou nesta quarta-feira (4) a casa de leilões Sotheby's ao apresentá-lo em Nova York, informa a France Presse.

    A pedra preciosa, chamada "Lesedi La Rona", foi encontrada há nove meses em Botsuana pela empresa de mineração de diamantes Lucara.

    "É um diamante de 1.109 quilates. É o maior descoberto em mais de 100 anos", declarou o presidente do departamento de joalheria internacional da Sotheby's, David Bennett, segundo a France Presse.

    Bennett acrescentou que será a primeira vez que um diamante bruto deste tamanho vai a leilão.

    A pedra, com tamanho parecido ao de uma bola de tênis, será exibida em Nova York até domingo e, em seguida, será transferido para a Europa, passando pela Antuérpia (Bélgica), para ser apresentado na Sotheby's de Londres de 18 a 28 de junho.

    O recorde histórico de maior diamante bruto do mundo é do lendário "Cullinan", de 3.016,75 quilates e descoberto em 1905 na África do Sul. Ele foi transformado em nove diamantes para as joias da Coroa britânica.

    "No mesmo dia da descoberta de "Lesedi La Rona", foi encontrado em Botswana outro diamante de 830 quilates, o terceiro maior do mundo, indicou à France Presse William Lamb, o presidente da empresa Lucara.(Fonte:G1)

    Sotheby's leiloará em Londres 'maior diamante bruto do mundo'

    Diamante de 1.109 quilates está estimado em mais de US$ 70 milhões. (Foto: AP)



  • 'Atrasados' podem declarar o Imposto de Renda a partir de hoje

    A Receita Federal começa a receber nesta segunda-feira (2), a partir das 8h, as declarações de Imposto de Renda (IR) dos contribuintes "atrasados", que perderam o prazo oficial para entregar o documento até as 23h59 de sexta-feira (29). Também começam a ser recebidas nesta segunda as declarações retificadoras, de pessoas que enviaram o documento, mas precisaram fazer alguma correção.

    Quem estava obrigado a apresentar a declaração e deixou de fazê-lo deve se preparar para mandar o documento à Receita o quanto antes, pois a multa é calculada conforme o tempo de atraso. A multa mínima por atraso é de R$ 165,74, mas pode atingir até 20% do imposto devido.

    Saiba o que fazer se você perdeu o prazo

    Quem perdeu o prazo tem 30 dias para fazer o pagamento da multa mínima, assim que enviar o documento. Caso os valores sejam mais altos, é possível procurar uma unidade da Receita para efetuar o parcelamento, informou o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir.

    A Receita Federal recebeu 27.960.663 declarações do IR, segundo balanço divulgado na madrugada deste sábado (30). A estimativa é que 239 mil contribuintes tenham perdido o prazo para entregar do documento, pois a Receita esperava receber 28,2 milhões de declarações.

    Das quase 28 milhões de declarações, 102.383 foram enviadas por dispositivos móveis.

    Mesmo antes do término do prazo, a Receita Federal informou que 716 mil declarações já estavam retidas na malha fina do IR devido a inconsistências das informações prestadas.

    Veja abaixo dicas de Ana Cláudia Utumi, sócia responsável pela área Tributária de TozziniFreire Advogados:

    O contribuinte que perdeu o prazo de declaração tem quantos dias para regularizar sua situação?
    O envio da declaração em atraso pode ocorrer a qualquer momento a partir das 8h do dia 2 de maio, segundo a Receita Federal. O contribuinte que perdeu o prazo para enviar a declaração deve apresentá-la o quanto antes, pois a multa é calculada conforme o tempo de atraso.

    A multa fica mais cara conforme o número de dias de atraso aumenta?
    A lei estabelece multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido apurado na declaração, ainda que integralmente pago. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o valor máximo é de 20% do imposto sobre a renda devido.

    Assim, caso o contribuinte entregue a declaração até o último dia útil de maio, por exemplo, irá pagar 1% do IRPF devido ou R$ 165,74 (o maior entre os dois valores). No entanto, caso a entrega ocorra dia 1º de junho, a multa percentual já seria o dobro, ou seja, 2%.

    O que acontece se o contribuinte deixar de declarar?
    Deixar de declarar é considerado sonegação e, além da multa pela falta de entrega da declaração, o fisco poderá cobrar o imposto devido sobre a renda não declarada (lembrando que os bens não declarados podem ser considerados acréscimos patrimoniais injustificados, tributáveis pelo IRPF), mais multa de 150% (aplicável no caso de sonegação fiscal) e juros Selic.

    Caso o contribuinte não pague o valor cobrado pelo fisco, após o final de processo administrativo, a pessoa física poderá ser investigada e processada por crime de sonegação fiscal, punível com pena de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

    O que acontece se, depois do prazo de entrega, o contribuinte perceber que faltou alguma informação ou houve algum erro?
    Mesmo depois do prazo de entrega da declaração, é possível fazer a retificação das informações. Essa retificação pode ser feita a qualquer momento, antes que o contribuinte entre em fiscalização, e a nova declaração substitui a original. Para isso, é necessário indicar no programa que trata-se de declaração retificadora, e inserir o número do protocolo de envio da declaração original. Não há multa pela retificação em si, mas pode haver imposto adicional a pagar, sobre o qual incidirá multa (0,33% ao dia, limitada a 20%) e juros, uma vez que o prazo para pagamento foi dia 29 de abril.

    O que acontece se o contribuinte não declarou algum bem ou direito passível de ser declarado e não fizer a retificação?
    Nesse caso, há sonegação, incluindo ativos existentes fora do Brasil. Neste último caso, além de evasão fiscal, será considerado evasão de divisas (manutenção de ativos no exterior sem declaração) e o uso dos recursos não declarados poderá gerar acusação de lavagem de dinheiro.

    Como regularizar a situação de ativos fora do Brasil que não foram declarados?
    Para os ativos existentes fora do Brasil que tenham como origem atividades econômicas lícitas e que não tenham sido declarados, os contribuintes brasileiros têm a oportunidade de regularizar sua situação com o Regime Especial de Regularização Cambial (“RERCT”) até 31 de outubro de 2016, desde que atendam às demais condições para a adesão ao programa.(Fonte:G1).

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  • Contribuintes têm até esta sexta para entregar declaração do Imposto de Renda

    Foto: Marcello Camargo / Agência Brasil

    O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física termina nesta sexta-feira (29). Até a tarde desta quinta (28), um balanço divulgado pela Receita Federal indicava que ainda eram esperadas 5,8 milhões de declarações. Quem não cumprir o prazo de entrega está sujeito a pagar multa de R$ 165,74 ou de 1% do imposto devido por mês de atraso, prevalecendo o maior valor. A multa máxima pode atingir até 20% do imposto devido. A Receita espera que sejam feitas 28,5 milhões de declarações. O número representa aumento de 2,1% em relação ao ano passado, quando 27,9 milhões de contribuintes entregaram os documentos.



  • Anatel proíbe limites na internet de banda larga 'por prazo indeterminado'

    O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu nesta sexta-feira (22) que as operadoras ficarão proibidas de limitar o acesso à internet de banda larga fixa "por tempo indeterminado". Nesta semana, o órgão havia determinado que as empresas cumprissem a ordem "em caráter preventivo", por 90 dias.

    A proibição vai valer até que o Conselho da Anatel julgue a questão, o que não tem data para acontecer. Assim, as prestadoras "continuarão proibidas de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar pelo tráfego excedente nos casos em que os consumidores utilizarem toda a franquia contratada, ainda que tais ações estejam previstas em contrato", diz o órgão.

    Segundo a Anatel, a decisão considera que mudanças na cobrança desses serviços, mesmo as previstas por lei, "precisam ser feitas sem ferir os direitos do consumidor" e acrescentou que o órgão "não proíbe a oferta de planos ilimitados", que dependem de cada operadora.

    Polêmica
    Nas últimas semanas, gerou polêmica a informação de que as operadoras querem oferecer planos de internet fixa, usada nas residências e empresas, com limite de download, em que o serviço pode ser suspenso quando o usuário atinge uma determinada quantidade de arquivos e dados baixados.

    Atualmente, esse serviço é cobrado de acordo com a velocidade de navegação contratada, sem teto de uso da internet. Já o sistema que limita a quantidade de dados baixados, ou seja, que fixa uma franquia, já funciona na internet móvel, dos celulares.

    A primeira decisão da Anatel foi divulgada quatro dias depois de o Ministério das Comunicações ter cobrado da agência medidas para garantir que as empresas respeitem os direitos dos consumidores.

    A Anatel já havia informado que comunicou às operadoras que pretendem oferecer internet fixa com franquia limitada que elas só poderão começar a interromper o serviço se garantirem aos consumidores ferramenta para acompanhar o consumo. Nesta segunda, no entanto, as exigências divulgadas foram maiores – e sujeitas a multa.

    As novas determinações
    O despacho da Superintendência de Relações com os Consumidores da Anatel, publicado na edição de segunda-feira (18) do "Diário Oficial da União", determina que as empresas de telefonia não podem reduzir a velocidade, suspender o serviço ou fazer cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia – mesmo se isso estiver previsto em contrato – até que cumpram as condições estabelecidas pela agência reguladora.

    Entre as condições definidas pela Anatel está a comprovação, por parte da operadora, de que disponibilizou aos clientes ferramentas que permitam o acompanhamento do consumo do serviço, o histórico da utilização e a notificação quanto à proximidade do esgotamento da franquia, além da possibilidade de comparar preços.

    Também é necessário, segundo a Anatel, que a operadora deixe explícito em sua oferta e nas publicidades a existência e o volume de eventual franquia nos mesmos termos e com mesmo destaque dado aos demais elementos essenciais da oferta, como a velocidade de conexão e o preço. As operadoras terão que comprovar à Anatel que adotaram as medidas.Fonte:G1.

     

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  • Trabalhador privado poderá usar FGTS como garantia de consignado

    Trabalhador poderá usar até 10% do seu saldo de FGTS como garantia do consignado. (Foto: TV Globo)

    O empregado também poderá dar como garantia nas operações até 100% do valor da multa paga pelo empregador, em caso de demissão sem justa causa.

    A expectativa do Ministério da Fazenda é de que essa medida possa reduzir as taxas de juroscobradas em empréstimos para os trabalhadores do setor privado.

    De acordo com a MP, caberá ao agente operador do FGTS, ou seja, a Caixa Econômica Federal, definir os "procedimentos operacionais" para que as novas regras sejam aplicadas.

     

    "O Conselho Curador do FGTS poderá definir o número máximo de parcelas e a taxa máxima mensal de juros a ser cobrada pelas instituições consignatárias nas operações de crédito consignado de que trata este artigo."

     

    Quando um empregado com carteira assinada é demitido sem justa causa, ele tem direito a receber uma multa de 40% do saldo acumulado do FGTS. Além disso, também tem direito de sacar o dinheiro que está na sua conta do FGTS.

    Pacote de estímulo
    Somente com esta modalidade, a previsão do governo é de R$ 17 bilhões em novas operações de crédito.

    No final de janeiro, o governo anunciou a abertura de linhas de crédito no valor de R$ 83 bilhões. O objetivo dessas linhas de crédito é estimular o nível de atividade econômica e tentar evitar um impacto maior da recessão na taxa de desemprego – que vem crescendo nos últimos meses.

    Crédito patina
    Na véspera, o Banco Central reduziu de 7% para 5% a projeção de crescimento nas operações de crédito bancário para este ano. Se a estimativa se concretizar, será o sexto ano seguido em que o crescimento do crédio perde força. Em 2015, a expansão foi de 6,6% – o menor crescimento anual já registrado.

    As operações de crédito feitas por bancos no Brasil somaram em fevereiro R$ 3,18 trilhões, o que representa uma queda de 0,5% em relação a janeiro, quando o valor era de R$ 3,19 trilhões.

    Os números mostram que se mantém o movimento de desaceleração na demanda por crédito no país, que já dura cinco anos. Isso quer dizer que os empréstimos ainda crescem, mas em ritmo cada vez menor.Fonte:G1.

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  • Desemprego atinge 9,6 milhões no Brasil e vai ao maior nível desde 2012

    Taxa de desocupação chega a 9,5% e País tem 9,6 milhões sem trabalho. Brasil ganhou 545 mil desempregados em três meses

    O Brasil ganhou 545 mil desempregados entre os meses de novembro de 2015 e janeiro de 2016, atingiu a soma de 9,6 milhões de pessoas sem trabalho e bateu recorde de pessoas desocupadas. 

    Trata-se do maior valor absoluto de desempregados desde 2012, quando a pesquisa passou a ser feita pelo instituto.

    Os dados estão na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (24).

    Os 545 mil novos desocupados verificados nos três meses representam uma alta de 6% em relação a outubro de 2015, quando havia 9,1 milhões de desempregados no País.

    Na comparação anual, o número de desempregados aumentou 42,3%, o que significa 2,9 milhões de pessoas a mais sem trabalho formal de janeiro de 2015 a janeiro deste ano.

    O total de desempregados verificado no trimestre encerrado em janeiro corresponde a 9,5% dos trabalhadores — bem acima dos 9% constatados no trimestre compreendido entre agosto e outubro de 2015 (última pesquisa feita até então). Comparando os três meses encerrados em janeiro deste ano com o mesmo período de 2015, o resultado é pior: a desocupação era de 6,8% naquela época.

    A população ocupada perdeu 656 mil pessoas na comparação entre o trimestre terminado em janeiro deste ano com aquele encerrado em outubro de 2015. Agora, o Brasil conta com 91,7 milhões de pessoas com trabalho formal. Na comparação anual, considerando o período entre novembro e janeiro de 2015 e de 2016, 1 milhão de pessoas perdeu o emprego, segundo o IBGE.

    A diferença entre as pessoas que perderam empregos e aqueles que estão desempregados oficialmente existe porque nem todos os brasileiros demitidos continuam a procurar trabalho.

    Desemprego por área

    As principais retrações no nível de emprego, em janeiro de 2016 comparando com outubro de 2015, foram verificadas na indústria geral (queda de 4,1%) e em informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias profissionais e administrativas (queda de 4,9%). Por outro lado, aumentou o nível de emprego na construção — aumento de 3,3% em relação a outubro de 2015.

    Na comparação anual dos trimestres encerrados em janeiro de 2015 e de 2016, houve aumentos em serviços domésticos (5,2%), transporte, armazenagem e correio (4,3%), alojamento e alimentação (4,1%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,1%).

    Na contramão, foram registraras quedas na indústria geral (-8,5%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-7,7%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,4%).

    Seu bolso

    Para aqueles brasileiros que permanecem empregados, o rendimento médio real ficou em R$ 1.939 em janeiro de 2016 — estabilidade em relação a outubro de 2015, quando a renda média real era de R$ 1.948. Em janeiro de 2015, o salário médio real estava em R$ 1.988.

    Na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2015, apenas serviços domésticos teve aumento no rendimento médio (1,8%).

    Já em relação ao mesmo trimestre de 2015, os salários tiveram o maior recuo nos seguintes grupo: transporte, armazenagem e correio (diminuição de 7,2%) e de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (queda de 5%). (Fonte: R7)

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  • Suspensão de extração de petróleo na BA pela Petrobras pode afetar produção a longo prazo

    Foto: Reprodução / Bahia Econômica

    O desligamento das sondas de perfuração terrestres na Bahia, anunciado pela Petrobras nesta semana, pode afetar a longo prazo a produção de petróleo no estado. De acordo com o ex-dirigente da estatal na Bahia, Antônio Rivas, alguns dos impactos serão imediatos. “O primeiro é o desemprego. Para operar uma sonda, mesmo que seja da própria empresa, ela trabalha com pessoal terceirizado. Quando você para um equipamento desses, os empregados são realocados, mas os terceirizados são demitidos”, explicou. Já a longo prazo, haveria um risco potencial na redução da produção. “Em sondas antigas como a do Recôncavo, que foi a primeira do Brasil, para se manter o nível de extração de petróleo você tem que estar perfurando sempre. No momento em que você para, a produção para fortemente. E aí você perder royalties, perde impostos... porque na Bahia você tem o refino também”, detalhou. Para tentar reverter a decisão, Rivas participou, nesta quarta-feira (24), de uma reunião com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner. Também presente no encontro, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) contou que o ex-governador prometeu conversar sobre o assunto com a presidente Dilma Rousseff. “Isso traz um impacto significativo nos estados do Nordeste. Nós só temos sondas terrestres. Se a Petrobras deixar de trabalhar nessa área, a Bahia vai perder não só empregos como renda, como o ICMS”, alertou.Fonte:(Bahianoticia).



  • Governo Federal deve anunciar corte de R$ 25 bilhões no orçamento nesta sexta

    Foto: Marcelo Camargo/ Agencia Brasil

    O Governo Federal deve anunciar nesta sexta-feira (19) um corte de R$ 25 bilhões no orçamento para 2016. Segundo a Folha de S. Paulo, o Planalto também deve divulgar linhas gerais da reforma fiscal, fixando um teto para os gastos públicos, além de estabelecer medidas para cumprir o superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O governo planejava anunciar as ações apenas em março, mas a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda Nelson Barbosa preferiram divulgar os cortes antes da reunião do G20. Barbosa participará do encontro entre os países mais ricos do mundo e o Planalto acreditou que seria melhor ter as medidas já decididas para o caso do chefe da pasta ser questionado sobre a situação econômica brasileira. Ainda segundo a Folha de S. Paulo, a intenção é aprovar a reforma fiscal ainda este ano. Um dos desejos do governo é que entre em vigor a banda de flutuação do superávit primário, que autorizaria o setor público a fechar 2016 com déficit. Na última quarta-feira (17), a agência de classificação de risco Standard&Poor's rebaixou novamente a nota Brasil . A empresa passou a classificação do país de BB+ para BB, ao avaliar que o processo de ajuste da economia será mais prolongado do que o esperado.