BUSCA PELA CATEGORIA "ECONOMIA"

  • Veículos, móveis e eletrodomésticos lideram queda nas vendas do varejo

    Os ramos automotivo e de móveis e eletrodomésticos lideram as quedas nas vendas do comércio varejista em 2015, apontou a Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços (CNC). Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (08), as perdas dos setores no ano foram de 15,6% e 11,3%, respectivamente. Para minimizar as quedas na receita, o varejo tem recorrido às liquidações de estoque, analisou a entidade. Levantamento mostrou que houve redução de 41,6% dos preços de bens de consumo duráveis (como automóveis, móveis e eletrodomésticos) e semiduráveis (calçados e roupas), no mês de agosto. Segundo o economista da confederação, Fabio Bentes, ainda assim, o resultado das receitas do setor de varejo tem registrado, ao longo do ano, o pior desempenho desde 2004. Ao todo, as vendas do comércio acumularam no ano uma queda de 6,4%. “A inflação mais baixa registrada no agrupamento de bens de consumo duráveis e semiduráveis no IPCA-15 é um indício de que, a despeito das pressões de custos, os varejistas responsáveis pela comercialização desses produtos não encontram mais espaço para repasses de preços, sob pena do agravamento do quadro atualmente delicado das vendas”, analisou, em nota. O economista apontou que, em agosto, o IPCA-15 - prévia da inflação oficial – registrou a menor variação mensal do ano, ou 0,43%, em relação a julho, e bens de consumo duráveis (0,06%) e semiduráveis (0,12%) foram os grupos de produtos que mais influenciaram para o recuo. “Mais do que isso, dos 77 itens com essas características, 32 (ou 41,6%) dos pesquisados ficaram mais baratos em agosto – maior percentual dos últimos seis meses”, ressaltou. A divisão econômica da CNC apontou ainda que o cenário atual de consumo tem se mostrado ainda pior para aqueles que dependem de condições de crédito e da expectativa positiva dos compradores. “Passando pelo seu pior momento em mais de uma década, o comércio varejista vem buscando alternativas para amortecer os impactos negativos da atual recessão econômica no nível de consumo”, afirmou Fabio Bentes. Nos últimos três meses, as quedas nos preços de CDs e DVDs acumularam 2,7% e automóveis usados recuaram 0,9%, mostrando as maiores retrações acumuladas. (Globo.com)



  • Dilma organiza encontro com governadores do Nordeste nesta sexta-feira para discutir CPMF

    Dilma Rousseff recebeu, nesta quinta (27), atletas brasileiros que participaram dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Toronto - Jorge William / Agência O Globo

    A presidente Dilma Rousseff tenta viabilizar uma reunião com os governadores do Nordeste para a noite desta sexta-feira, dia 28, em Fortaleza. A expectativa dos dirigentes é que Dilma aproveite a ocasião para discutir a proposta de recriação da CPMF.

    Dilma acionou nesta quinta-feira o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), para que organizasse o encontro com os outros 8 governadores da região. A previsão é que o encontro ocorra em um jantar na capital à noite, depois da agenda de Dilma no estado, que inclui a entrega de unidades do “Minha Casa, Minha Vida” em Caucaia e participação no evento “Dialoga Ceará”, no final da tarde, em Fortaleza. A presidente, conforme agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, embarca às 11h para Fortaleza.

    Os governadores dos estados do Nordeste costumam manter reuniões frequentes para debater temas de interesse da região. Desde novembro do ano passado, após terem sido eleitos, já houve 4 encontros em que o tema do financiamento da saúde foi debatido, inclusive com discussões sobre a criação de um imposto para gerar recursos para a área.

    Segundo participantes desses encontros, há um consenso sobre a necessidade de mais recursos para a saúde, mas o grupo se divide quanto à criação de um imposto.

    Pode ser um obstáculo no apoio dos governadores do Nordeste à presidente Dilma a reação negativa no Congresso, principalmente por parte dos presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), respectivamente, sobre a proposta de recriação da CPMF e de qualquer aumento de impostos.


    Ainda assim, interlocutores desses governadores dizem que, mesmo os que são contrários à iniciativa, querem “ouvir” o que a presidente tem a dizer sobre o tema.

    Para tornar a medida mais palatável e aumentar suas chances de aprovação no Congresso, a ideia do governo é propor que a CPMF passe a ser partilhada com estados e municípios e não fique mais exclusivamente nas mãos da União.

    A proposta de recriar a CPMF para reforçar o caixa da União em estudo no governo prevê que a alíquota do tributo fique em 0,38%. Esse foi o percentual que vigorou de 1999 até o final de 2007, quando a contribuição foi extinta.



     



  • Número de cheques sem fundos atinge maior patamar para o mês em 24 anos

    No geral, a inadimplência iniciou o segundo semestre em alta, impulsionada pela dificuldade cada vez maior dos brasileiros em honrar as contas do dia a dia. Com o orçamento que não fecha, despesas como a mensalidade escolar, a taxa de condomínio e a conta do telefone acabam indo para o fim da fila na hora que o consumidor escolhe o que vai ser pago primeiro.

    Números da Serasa Experian mostram que a chamada inadimplência “não bancária” — que também inclui cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e concessionárias de serviços— avançou 3,5% na passagem de junho para julho. E provocou a alta mensal de 0,6% na inadimplência geral do consumidor, já que o calote aos bancos caiu 2,2%.

    Já na comparação com julho do ano passado, o aumento da inadimplência geral chegou 19,4%, o maior alta para o mês desde 2011. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o salto foi de 16,8%.



  • Montadoras programam parada de 13.500 funcionários este mês

    Fábrica da Fiat, em Betim, MG, dará folga a 3.000 funcionários (Foto: Divulgação)

    Fiat, Mercedes-Benz e Ford interrompem produção em parte do mês.
    Com os que estão em lay-off, número de trabalhadores parados vai a 18 mil.
    As montadoras de veículos programam a parada de 13.500 funcionários neste mês de agosto, continuando a série de medidas para reduzir a produção em meio à baixa nas vendas. As folgas ocorrem nas fábricas de Fiat, em Betim (MG), Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo (SP), e Ford, em Camaçari (BA).

    Nas duas últimas haverá interrupção total das linhas em parte do mês (veja datas abaixo). No caso da Fiat, que tem 19 mil funcionáros, a paralisação é parcial (3 mil). Nessas unidades da Fiat e da Ford são produzidos alguns dos carros mais vendidos do país, como o Ka e o Palio. A Mercedes fabrica caminhões e ônibus no ABC paulista. (Auto ESporte)



  • Desemprego sobe e tem maior taxa para maio desde 2010, diz IBGE

    Para IBGE, índice ficou 'estatisticamente estável' em relação a abril (6,4%).
    População desocupada, de 1,6 milhão, cresceu 38,5% em relação a 2014.
     

    Em maio, o mercado de trabalho brasileiro seguiu os mesmos passos do mês anterior. Mais uma vez, a taxa de desemprego subiu, chegando a 6,7%, e a renda média sofreu redução, conforme números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25). Foi a maior taxa de desemprego para o mês de maio desde 2010, quando ficou em 7,5%.

    Para o IBGE, a taxa de 6,7% ficou "estatisticamente estável" em relação a abril (6,4%). Já em relação a maio do ano passado, houve aumento de 1,8 ponto percentual na população desocupada – o maior desde 2003.

    A última vez em que a taxa de desemprego ficou em 6,7% foi em agosto de 2010. A pesquisa é feita nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

    “Você está tendo dispensa de pessoas que antes estavam ocupadas. Tanto que, em relação ao ano passado, você tem menos 155 mil pessoas ocupadas. Ao passo que você tem mais gente pressionando o mercado”, diz Adriana Araújo Beringuy, técnica de Rendimento e Trabalho do IBGE.

    Segundo a técnica do IBGE, no ano passado, a pesquisa identificava que boa parte da população não economicamente ativa era formada por pessoas que não trabalhavam e não procuravam emprego porque não queriam. "A gente via pessoas jovens, estudantes, e alguns analistas apontavam que essa decisão de interromper a busca poderia estar ligada à decisão de se qualificar, estudar, podia estar ligada ao crescimento da renda do domicílio”, comenta. 

    Adriana Beringuy ressaltou, no entanto, que isso “não ocorre agora”. “O que se mostra agora é a variação do rendimento. Porque tanto no mês quanto no ano, gente já tem uma quarta queda consecutiva na PME [Pesquisa Mensal de Empregp] do rendimento médio real”.

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  • Feirão da Caixa foca em imóveis econômicos para tirar setor da crise

    Feirão da Caixa foca em imóveis econômicos para tirar setor da crise (Foto: Robson Mendes)

    Diante de um cenário pouco favorável para o setor de imóveis, a 11ª edição do Feirão da Caixa, na tentativa de reverter a crise, apostou em empreendimentos de até R$ 170 mil e que contemplam a faixa de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e também os subsídios do Programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

    A expectativa é  manter o mesmo volume de contratos do ano passado, que chegou a  2,2 mil negócios e movimentou um montante de R$ 470 milhões, como assegura o superintendente regional da Caixa, Luiz Antonio de Souza. “A tendência é que a gente tenha uma comercialização maior de imóveis novos e usados de menor preço. É o nosso foco”. 

    Entre as estratégias para combater o receio de adquirir um imóvel - em meio ao ambiente instável da economia - estão o prazo facilitado e redução da taxa de juros, além dos subsídios habitacionais oferecidos pelo governo federal para quem tem renda de até R$ 5 mil. “O cliente já chega aqui e sai, no mínimo, com uma perspectiva de imóvel que ele vai buscar”, acrescenta o superintendente. (Por Priscila Natividade)



  • Produção da indústria cai pelo segundo mês seguido, diz IBGE

    Foto reprodução

    Após uma leve recuperação em janeiro, a indústria brasileira teve em março seu segundo mês seguido de queda, afetada pelo baixo nível de confiança de empresários e consumidores e pela desaceleração da demanda doméstica.

    A produção caiu 0,8% em março na comparação com o mês anterior, depois de ter sofrido redução de 1,3% (dado revisado) em fevereiro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A queda registrada na comparação mensal é a mais intensa para o mês de março desde 2006, quando o recuo foi de 1,3%.

    "Mais do que a queda em dois meses seguidos, de setembro para cá, há uma frequência maior de uma trajetória descendente muito marcada. Há uma perda acumulada muito grande. É um movimento que não está restrito a início de 2015, a gente já observa há algum tempo”, disse André Luiz Macedo, gerente de indústria do IBGE.

    Na comparação com março do ano passado, a baixa foi de 3,5%, a 13ª queda consecutiva da produção industrial. No ano, o setor acumula queda de 5,9% e, em 12 meses, de 4,7%. De acordo com o IBGE, essa é a queda mais intensa desde o terceiro trimestre de 2009, quando o índice havia recuado 8,1%.

    De acordo com André Macedo, a sequência de 13 meses de queda do índice mensal é a maior da série histórica, iniciada em 2002.

    “A sequência de taxas anteriormente a essa, a gente tinha visto de novembro de 2008 a outubro de 2009, a maior sequência era de 12 meses de resultados de negativos”. O especialista ressaltou, no entanto, que “os resultados negativos observados nesse período [2008 a 2009] eram de uma magnitude superior àqueles que estamos observando nesse momento”. Antes desse período de queda, entre 2009 e 2015, a indústria teve 11 meses de resultados negativos de setembro 2011 a julho de 2012.

    “A indústria, de setembro para cá, tem uma perda acumulada de 5,1%. Ela está distante 11,2% do patamar mais alto, que foi registrado em junho de 2013”, afirmou Macedo.

    O setor que mais contribuiu para o resultado negativo da indústria foi o de veículos automotores, com queda de 4,2% até março e de quase 20% nos últimos seis meses. Também influenciaram os desempenhos de máquinas e equipamentos (-3,8%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-8,1%) e de bebidas (-4,9%), entre outros.

    “O que a gente observa para esse ano é que a indústria recua calcada nesse setor de veículos automotores, justificada não só pela queda de um produto específico, os automóveis, mas tem conjunto de atividades que mostram comportamento predominantemente negativo. E quando se olha o setor de metalurgia, borracha e plástico, vamos que também acompanham esse ritmo menor da produção industrial. Traz uma série [o resultado da indústria] de outras atividades também com peso importante”, afirma.

    Entre os ramos que aumentaram a produção está o de produtos alimentícios, que voltou a crescer, atingindo alta de 2,1%. Entre as categorias econômicas, recuaram a de bens de capital (-4,4%), bens de consumo duráveis (-3,1%), bens de consumo semi e não-duráveis (-0,3%) e de bens intermediários (-0,2%).

    Comparação anual
    Em relação ao mesmo mês do ano passado, a queda de quase 13% na produção de veículos automotores também pressionou negativamente a indústria. Também contribuíram  equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-22,7%), de metalurgia (-9,4%), de bebidas (-11,1%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,5%), de máquinas e equipamentos (-3,3%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-7,4%), de produtos de borracha e de material plástico (-3,0%) e de produtos de minerais não-metálicos (-2,7%).

    Mostraram avanço, na contramão, indústrias extrativas (8,9%) e produtos diversos (22,6%), "influenciado, principalmente, pela maior fabricação de artigos e aparelhos para prótese dentária, canetas esferográficas, próteses articulares, luvas de borracha para segurança e proteção, instrumentos e aparelhos para transfusão de sangue, moedas e lentes para óculos". (Do G1)

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  •  Desemprego sobe a 6,2% e tem a maior taxa em 4 anos

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Em março, a taxa de desemprego no país subiu e os salários tiveram redução, conforme apontam os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (28). 

    A desocupação aumentou para 6,2% no terceiro mês do ano. O índice é o mesmo registrado em março de 2012 e o maior desde maio de 2011, quando chegou a 6,4%.

    No mês anterior, o indicador havia chegado a 5,9%. Taxa foi considerada a maior para fevereiro desde 2011.

    “A gente vê de janeiro até março uma tendência de elevação da taxa de desocupação. A gente vê que é a tendência de início de ano para todos os anos. Esse primeiro trimestre sempre tem essa tendência”, analisou Maria Lucia Vieira, gerente da Pnad do IBGE.

    A população desocupada somou 1,5 milhão de pessoas, mostrando estabilidade na comparação com o mês anterior. Frente a 2014, houve aumento de 23,1%. A população ocupada foi estimada em 22,8 milhões. O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado ficou estável em 11,5 milhões.dese“A população desocupada, embora crescendo, está crescendo num ritmo menor. E a população ocupada, embora diminuindo cada vez mais, a gente espera que esses indicadores obedeçam a tendência, que começa a apresentar queda de desocupação a partir do mês de abril.”

    O nível da ocupação, que é a proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa, foi estimado em 52,1% em março.

    "Em relação a março de 2014, ao mesmo tempo a gente vê aumento da população desocupada e da população não economicamente ativa", afirmou.

    Salário
    O rendimento médio dos trabalhadores chegou a R$ 2.134,60 - 2,8% abaixo do valor de fevereiro R$ 2.196,76. Essa queda é a maior desde janeiro de 2003, quando o indicador recuou 4,3%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a retração foi de 3%, a maior desde fevereiro de 2004.

    “Não é só inflação, tem queda no rendimento nominal também. As pessoas estão recebendo menor rendimento de trabalho. Os trabalhadores estão recebendo menos.”

    Na análise dos tipos de atividade, a maior queda no rendimento médio em relação a fevereiro foi em construção (-5,6%). Frente a março de 2014, a maior redução ocorreu em comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (-5,2%).

    Regiões
    O desemprego cresceu Rio de Janeiro (de 4,2% para 4,8%), mas não teve alteração nas outras regiões analisadas. Na comparação com março de 2014, em Salvador a taxa foi de 9,2% para 12,0%; no Recife, de 5,5% para 8,1%; em Porto Alegre, de 3,2% para 5,1%; no Rio de Janeiro, de 3,5% para 4,8% e em Belo Horizonte, de 3,6% para 4,7%. Em São Paulo, o desemprego ficou estável. (Fonte: G1)

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  • Governo quer usar dinheiro do fundo de garantia para financiar o BNDES

    Joaquim Levy durante audiência pública de Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, em Brasília - 31/03/2015(Ueslei Marcelino/Reuters)

    O governo Dilma Rousseff pretende usar dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para financiar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para socorrer o banco de fomento, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que cuida pessoalmente da operação, pretende levantar 10 bilhões de reais para reforçar o caixa da instituição, e parte desse valor viria do fundo destinado aos trabalhadores. A informação foi publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo. Levy pertence ao conselho de administração do BNDES e tem conduzido a operação a lado do presidente da instituição, Luciano Coutinho. Ambos têm buscado nos último dias integrantes do comitê de investimentos do FGTS (FI-FGTS) para defender o aporte do fundo a banco. A intenção do ministro é achar uma alternativa ao repasse de verbas do Tesouro Nacional ao BNDES por considerar o banco essencial para colocar dinheiro no mercado diante da falta de crédito privado no país. Em 2008, mesmo ano em que os repasses do Tesouro ao BNDES começaram, o FGTS já havia contribuído para reforçar o caixa do banco, com 7 bilhões de reais em debêntures (títulos da dívida de longo prazo). Atualmente, segundo o jornal, a dívida do BNDES com o fundo está em 4,7 bilhões de reais, ou 15% do patrimônio líquido do FI-FGTS. De acordo com o Estadão, membros do comitê que decide os aportes do fundo criticam a proposta. "O Tesouro não pode mais fazer isso e agora quer colocar na conta dos trabalhadores?", afirmou um deles, sob anonimato. O FI-FGTS teve no ano passado mais de 10 bilhões de reais para investir em projetos de infraestrutura. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo sobre a mesma operação, o BNDES já solicitou à Caixa Econômica Federal, que administra o fundo, a análise do financiamento. A operação deve ser apresentada na próxima quarta-feira ao comitê de investimento do FI-FGTS, que conta com representantes do governo, dos trabalhadores e dos empresários.



  • Aneel aprova reajustes de 10,45% em tarifas de energia na Bahia

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quarta-feira (14) o reajuste para consumidores residenciais de 10,45% na tarifa da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba). Os novos valores começarão a ser aplicados a partir da quarta-feira (22). Os novos valores vão atingir 5,5 milhões de unidades consumidoras – entre casas, indústrias e pontos comerciais - em 415 municípios baianos. Para residências e comércio (baixa tensão), o reajuste será de 10,45%. Para a indústria (alta tensão), o aumento será de 13,34%. O reajuste foi aprovado após cálculo que considerou o aumento do custo de distribuição gerado pela inflação e de outros índices e encargos do setor. O reajuste foi aprovado durante Reunião Pública. Em março, a conta de luz já havia ficado mais cara após revisão tarifária extraordinária aprovada pela Aneel para 58 concessionárias. Na Bahia, a Coelba teve reajuste de 5,4%. A revisão extraordinária está prevista nos contratos de concessão das distribuidoras, e permite que a Aneel revise as tarifas para manter o equilíbrio econômico e financeiro do contrato



  • Caixa suspende novos contratos do programa Minha Casa Melhor

    Para os beneficiários que já tem cartão referente a contratos realizados não haverá mudanças

    A Caixa Econômica Federal confirmou a suspensão do programa Minha Casa Melhor, que facilita a compra de móveis e eletrodomésticos. O banco informou que novas contratações estão sendo discutidas para uma nova fase do programa, mas não informou detalhes nem prazos. Para os beneficiários que já tem cartão referente a contratos realizados não haverá mudanças.

    Lançado em 2013, o programa facilita a aquisição de bens conforme as necessidades das famílias inscritas no Minha Casa, Minha Vida. A Caixa oferece a cada beneficiário do programa habitacional do governo crédito subsidiado de até R$ 5 mil para compra de móveis e eletrodomésticos, a juros de 5% ao ano e prazo de pagamento em 48 meses.

    Sobre a suspensão a Caixa distribui apenas um nota com o posicionamento do banco. “Novas contratações do Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida fase 3. Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando normalmente”, diz. (Fonte: Correio24horas)







  • Em V. Conquista gasolina cai para R$ 3,09, em Brumado o valor chega a R$ 3,49

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    O valor da gasolina em Vitória da Conquista baixou, o combustível que chegou a atingir o valor de R$ 3,49 49 (Três reais e quarenta e nove centavos) na Suíça Baiana, agora é encontrado na maior parte dos postos de combustíveis por até R$ 3,09 (Três reais e nove centavos). Uma queda significante para os conquistenses.

    Em Brumado a gasolina é vendida a R$ 3,49 (Três reais e quarenta e nove centavos), na maioria dos postos, em outros com valor até acima, os brumadense que questiona o preço exorbitante e já buscam uma forma de protesto para que, assim como em Vitória da Conquista e outras cidade do Brasil, o combustível sofra uma queda significativa no preço.



  • Lucro da Petrobras despenca mesmo sem contar perdas da Lava Jato

    A Petrobras planeja aumentar sua produção de petróleo no Brasil em 4,5% em 2015 Agência Petrobras

    A Petrobras anunciou que registrou lucro líquido de R$ 3,087 bilhões no terceiro trimestre de 2014. O valor despencou 37,75% em relação ao segundo trimestre do ano passado, quando o lucro da companhia chegou a R$ 4,959 bilhões.

    Na comparação com o terceiro trimestre de 2013, o lucro caiu 9,07%. Naquele período, a estatal teve R$ 3,395 bilhões de ganhos.

    Os dados foram apresentados no balanço não auditado divulgado na madrugada desta quarta-feira (28).

    O resultado não incluiu baixas contábeis relacionadas às denúncias de corrupção da operação Lava Jato, mas incluiu baixas de R$ 2,7 bilhões com a descontinuidade dos projetos das refinarias Premium I (R$ 2.111 milhões) e II (R$ 596 milhões).

    A divulgação dos números da Petrobras não foi revisada pelos auditores independentes. A empresa afirma, em nota, que será necessário realizar ajustes nas demonstrações contábeis para a correção dos valores dos ativos imobilizados que foram impactados por valores relacionados aos “atos ilícitos perpetrados por empresas fornecedoras, agentes políticos, funcionários da Petrobras e outras pessoas no âmbito da operação Lava Jato”.

    A Petrobras planeja aumentar sua produção de petróleo no Brasil em 4,5% em 2015 ante 2014, com variação de 1 ponto percentual na meta para mais ou para menos, segundo comunicado divulgado na madrugada desta quarta-feira.( Do R7)



  • Crédito ao consumidor sairá mais caro a partir de hoje

    Nesta quarta-feira (21), foi publicado pelo Governo no Diário Oficial da União, o decreto que aumenta a alíquota do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), em empréstimo bancário para pessoas físicas. A medida entra em vigor a partir desta quinta-feira (22).

    Esta é uma das quatro decisões anunciadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na última segunda-feira. “O pacote busca “atingir o reequilíbrio fiscal” e ” atingir a meta do superávit primário de 1,2% do PIB em 2015”.

     



  • Energia elétrica, transporte e alimentos ficam mais caros na passagem para 2015

    Tarifa de energia vai sofrer um acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh consumidos Getty Images

    Inflação oficial pode começar o ano acima da meta estabelecida pelo governo

    A economia brasileira não conquistou os resultados esperados ao longo de 2014. A combinação entre inflação alta e crescimento baixo deve continuar assombrando o governo durante 2015, e os reflexos do enfraquecimento econômico do País já atingem o bolso do consumidor.

    Segundo economistas, a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), pode ser de 1% já no mês de janeiro. Caso confirmado, o resultado fará o índice romper a barreira de 7% em 12 meses, valor 0,5% maior que o teto da meta do governo.

    A alta é prevista pela volta do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre veículos, de 3% para 7% e da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, além do reajuste das passagens de ônibus e da energia elétrica.