BUSCA PELA CATEGORIA "ECONOMIA"

  • Memes invadem a Internet com versões humorísticas sobre preço do feijão

    O feijão tem sido comparado com ouro pelos internautas (Foto: Reprodução)

    ​É comum que muitos acontecimentos acabem virando ‘memes’ na Internet, a verdade é que as pessoas buscam uma forma humorística para algumas situações. Com o preço do feijão não podia ser diferente, internautas de plantão sabem que apesar do aumento ter sido pronunciado no início da semana, vários memes já são vistos nas redes sociais. Entre eles uns mais polêmicos outros mais engraçados; como o da presidente Dilma Rousseff dizendo: “se o Vasco for campeão eu abaixo o preço do feijão”, ou uma fila de carros fortes com a descrição “transporte de feijão” ou até mesmo o grão de feijão em caixa decorada dizendo “ nos dias dos namorados dê uma joia pra seu amor”.                    

    Brincadeiras a parte não devemos deixar de lembrar que o preço do feijão teve reajuste de 100%, nos mercados o valor chega aos R$ 10,99 fazendo com que fique cada vez mais difícil colocar o feijão de cada dia em nossas mesas. Mas, diante disso muita gente procura a forma mais descontraída de lidar com a situação. É como diz o ditado “Ninguém paga pra rir, então é melhor rir do que comprar feijão “.



  • Ministro Henrique Meirelles anuncia equipe econômica nesta terça-feira

    Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anuncia nesta terça-feira (18) a equipe econômica para sua pasta, assim como os indicados para presidir o Banco Central, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. O único nome já divulgado por Meirelles para integrar o ministério é o de Tarcísio Godoy, que vai ocupar o posto de secretário-executivo. Ele também foi secretário do ex-ministro Joaquim Levy.



  • Sotheby's leiloará em Londres 'maior diamante bruto do mundo'

    Sotherbys leiloará em Londres 'maior diamante bruto do mundo' (Foto: AP)

    O maior diamante bruto do mundo, com valor estimado em mais de US$ 70 milhões, será leiloado no final de junho em Londres, anunciou nesta quarta-feira (4) a casa de leilões Sotheby's ao apresentá-lo em Nova York, informa a France Presse.

    A pedra preciosa, chamada "Lesedi La Rona", foi encontrada há nove meses em Botsuana pela empresa de mineração de diamantes Lucara.

    "É um diamante de 1.109 quilates. É o maior descoberto em mais de 100 anos", declarou o presidente do departamento de joalheria internacional da Sotheby's, David Bennett, segundo a France Presse.

    Bennett acrescentou que será a primeira vez que um diamante bruto deste tamanho vai a leilão.

    A pedra, com tamanho parecido ao de uma bola de tênis, será exibida em Nova York até domingo e, em seguida, será transferido para a Europa, passando pela Antuérpia (Bélgica), para ser apresentado na Sotheby's de Londres de 18 a 28 de junho.

    O recorde histórico de maior diamante bruto do mundo é do lendário "Cullinan", de 3.016,75 quilates e descoberto em 1905 na África do Sul. Ele foi transformado em nove diamantes para as joias da Coroa britânica.

    "No mesmo dia da descoberta de "Lesedi La Rona", foi encontrado em Botswana outro diamante de 830 quilates, o terceiro maior do mundo, indicou à France Presse William Lamb, o presidente da empresa Lucara.(Fonte:G1)

    Sotheby's leiloará em Londres 'maior diamante bruto do mundo'

    Diamante de 1.109 quilates está estimado em mais de US$ 70 milhões. (Foto: AP)



  • 'Atrasados' podem declarar o Imposto de Renda a partir de hoje

    A Receita Federal começa a receber nesta segunda-feira (2), a partir das 8h, as declarações de Imposto de Renda (IR) dos contribuintes "atrasados", que perderam o prazo oficial para entregar o documento até as 23h59 de sexta-feira (29). Também começam a ser recebidas nesta segunda as declarações retificadoras, de pessoas que enviaram o documento, mas precisaram fazer alguma correção.

    Quem estava obrigado a apresentar a declaração e deixou de fazê-lo deve se preparar para mandar o documento à Receita o quanto antes, pois a multa é calculada conforme o tempo de atraso. A multa mínima por atraso é de R$ 165,74, mas pode atingir até 20% do imposto devido.

    Saiba o que fazer se você perdeu o prazo

    Quem perdeu o prazo tem 30 dias para fazer o pagamento da multa mínima, assim que enviar o documento. Caso os valores sejam mais altos, é possível procurar uma unidade da Receita para efetuar o parcelamento, informou o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir.

    A Receita Federal recebeu 27.960.663 declarações do IR, segundo balanço divulgado na madrugada deste sábado (30). A estimativa é que 239 mil contribuintes tenham perdido o prazo para entregar do documento, pois a Receita esperava receber 28,2 milhões de declarações.

    Das quase 28 milhões de declarações, 102.383 foram enviadas por dispositivos móveis.

    Mesmo antes do término do prazo, a Receita Federal informou que 716 mil declarações já estavam retidas na malha fina do IR devido a inconsistências das informações prestadas.

    Veja abaixo dicas de Ana Cláudia Utumi, sócia responsável pela área Tributária de TozziniFreire Advogados:

    O contribuinte que perdeu o prazo de declaração tem quantos dias para regularizar sua situação?
    O envio da declaração em atraso pode ocorrer a qualquer momento a partir das 8h do dia 2 de maio, segundo a Receita Federal. O contribuinte que perdeu o prazo para enviar a declaração deve apresentá-la o quanto antes, pois a multa é calculada conforme o tempo de atraso.

    A multa fica mais cara conforme o número de dias de atraso aumenta?
    A lei estabelece multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido apurado na declaração, ainda que integralmente pago. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o valor máximo é de 20% do imposto sobre a renda devido.

    Assim, caso o contribuinte entregue a declaração até o último dia útil de maio, por exemplo, irá pagar 1% do IRPF devido ou R$ 165,74 (o maior entre os dois valores). No entanto, caso a entrega ocorra dia 1º de junho, a multa percentual já seria o dobro, ou seja, 2%.

    O que acontece se o contribuinte deixar de declarar?
    Deixar de declarar é considerado sonegação e, além da multa pela falta de entrega da declaração, o fisco poderá cobrar o imposto devido sobre a renda não declarada (lembrando que os bens não declarados podem ser considerados acréscimos patrimoniais injustificados, tributáveis pelo IRPF), mais multa de 150% (aplicável no caso de sonegação fiscal) e juros Selic.

    Caso o contribuinte não pague o valor cobrado pelo fisco, após o final de processo administrativo, a pessoa física poderá ser investigada e processada por crime de sonegação fiscal, punível com pena de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

    O que acontece se, depois do prazo de entrega, o contribuinte perceber que faltou alguma informação ou houve algum erro?
    Mesmo depois do prazo de entrega da declaração, é possível fazer a retificação das informações. Essa retificação pode ser feita a qualquer momento, antes que o contribuinte entre em fiscalização, e a nova declaração substitui a original. Para isso, é necessário indicar no programa que trata-se de declaração retificadora, e inserir o número do protocolo de envio da declaração original. Não há multa pela retificação em si, mas pode haver imposto adicional a pagar, sobre o qual incidirá multa (0,33% ao dia, limitada a 20%) e juros, uma vez que o prazo para pagamento foi dia 29 de abril.

    O que acontece se o contribuinte não declarou algum bem ou direito passível de ser declarado e não fizer a retificação?
    Nesse caso, há sonegação, incluindo ativos existentes fora do Brasil. Neste último caso, além de evasão fiscal, será considerado evasão de divisas (manutenção de ativos no exterior sem declaração) e o uso dos recursos não declarados poderá gerar acusação de lavagem de dinheiro.

    Como regularizar a situação de ativos fora do Brasil que não foram declarados?
    Para os ativos existentes fora do Brasil que tenham como origem atividades econômicas lícitas e que não tenham sido declarados, os contribuintes brasileiros têm a oportunidade de regularizar sua situação com o Regime Especial de Regularização Cambial (“RERCT”) até 31 de outubro de 2016, desde que atendam às demais condições para a adesão ao programa.(Fonte:G1).

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  • Contribuintes têm até esta sexta para entregar declaração do Imposto de Renda

    Foto: Marcello Camargo / Agência Brasil

    O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física termina nesta sexta-feira (29). Até a tarde desta quinta (28), um balanço divulgado pela Receita Federal indicava que ainda eram esperadas 5,8 milhões de declarações. Quem não cumprir o prazo de entrega está sujeito a pagar multa de R$ 165,74 ou de 1% do imposto devido por mês de atraso, prevalecendo o maior valor. A multa máxima pode atingir até 20% do imposto devido. A Receita espera que sejam feitas 28,5 milhões de declarações. O número representa aumento de 2,1% em relação ao ano passado, quando 27,9 milhões de contribuintes entregaram os documentos.



  • Anatel proíbe limites na internet de banda larga 'por prazo indeterminado'

    O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu nesta sexta-feira (22) que as operadoras ficarão proibidas de limitar o acesso à internet de banda larga fixa "por tempo indeterminado". Nesta semana, o órgão havia determinado que as empresas cumprissem a ordem "em caráter preventivo", por 90 dias.

    A proibição vai valer até que o Conselho da Anatel julgue a questão, o que não tem data para acontecer. Assim, as prestadoras "continuarão proibidas de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar pelo tráfego excedente nos casos em que os consumidores utilizarem toda a franquia contratada, ainda que tais ações estejam previstas em contrato", diz o órgão.

    Segundo a Anatel, a decisão considera que mudanças na cobrança desses serviços, mesmo as previstas por lei, "precisam ser feitas sem ferir os direitos do consumidor" e acrescentou que o órgão "não proíbe a oferta de planos ilimitados", que dependem de cada operadora.

    Polêmica
    Nas últimas semanas, gerou polêmica a informação de que as operadoras querem oferecer planos de internet fixa, usada nas residências e empresas, com limite de download, em que o serviço pode ser suspenso quando o usuário atinge uma determinada quantidade de arquivos e dados baixados.

    Atualmente, esse serviço é cobrado de acordo com a velocidade de navegação contratada, sem teto de uso da internet. Já o sistema que limita a quantidade de dados baixados, ou seja, que fixa uma franquia, já funciona na internet móvel, dos celulares.

    A primeira decisão da Anatel foi divulgada quatro dias depois de o Ministério das Comunicações ter cobrado da agência medidas para garantir que as empresas respeitem os direitos dos consumidores.

    A Anatel já havia informado que comunicou às operadoras que pretendem oferecer internet fixa com franquia limitada que elas só poderão começar a interromper o serviço se garantirem aos consumidores ferramenta para acompanhar o consumo. Nesta segunda, no entanto, as exigências divulgadas foram maiores – e sujeitas a multa.

    As novas determinações
    O despacho da Superintendência de Relações com os Consumidores da Anatel, publicado na edição de segunda-feira (18) do "Diário Oficial da União", determina que as empresas de telefonia não podem reduzir a velocidade, suspender o serviço ou fazer cobrança de tráfego excedente após o esgotamento da franquia – mesmo se isso estiver previsto em contrato – até que cumpram as condições estabelecidas pela agência reguladora.

    Entre as condições definidas pela Anatel está a comprovação, por parte da operadora, de que disponibilizou aos clientes ferramentas que permitam o acompanhamento do consumo do serviço, o histórico da utilização e a notificação quanto à proximidade do esgotamento da franquia, além da possibilidade de comparar preços.

    Também é necessário, segundo a Anatel, que a operadora deixe explícito em sua oferta e nas publicidades a existência e o volume de eventual franquia nos mesmos termos e com mesmo destaque dado aos demais elementos essenciais da oferta, como a velocidade de conexão e o preço. As operadoras terão que comprovar à Anatel que adotaram as medidas.Fonte:G1.

     

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  • Trabalhador privado poderá usar FGTS como garantia de consignado

    Trabalhador poderá usar até 10% do seu saldo de FGTS como garantia do consignado. (Foto: TV Globo)

    O empregado também poderá dar como garantia nas operações até 100% do valor da multa paga pelo empregador, em caso de demissão sem justa causa.

    A expectativa do Ministério da Fazenda é de que essa medida possa reduzir as taxas de juroscobradas em empréstimos para os trabalhadores do setor privado.

    De acordo com a MP, caberá ao agente operador do FGTS, ou seja, a Caixa Econômica Federal, definir os "procedimentos operacionais" para que as novas regras sejam aplicadas.

     

    "O Conselho Curador do FGTS poderá definir o número máximo de parcelas e a taxa máxima mensal de juros a ser cobrada pelas instituições consignatárias nas operações de crédito consignado de que trata este artigo."

     

    Quando um empregado com carteira assinada é demitido sem justa causa, ele tem direito a receber uma multa de 40% do saldo acumulado do FGTS. Além disso, também tem direito de sacar o dinheiro que está na sua conta do FGTS.

    Pacote de estímulo
    Somente com esta modalidade, a previsão do governo é de R$ 17 bilhões em novas operações de crédito.

    No final de janeiro, o governo anunciou a abertura de linhas de crédito no valor de R$ 83 bilhões. O objetivo dessas linhas de crédito é estimular o nível de atividade econômica e tentar evitar um impacto maior da recessão na taxa de desemprego – que vem crescendo nos últimos meses.

    Crédito patina
    Na véspera, o Banco Central reduziu de 7% para 5% a projeção de crescimento nas operações de crédito bancário para este ano. Se a estimativa se concretizar, será o sexto ano seguido em que o crescimento do crédio perde força. Em 2015, a expansão foi de 6,6% – o menor crescimento anual já registrado.

    As operações de crédito feitas por bancos no Brasil somaram em fevereiro R$ 3,18 trilhões, o que representa uma queda de 0,5% em relação a janeiro, quando o valor era de R$ 3,19 trilhões.

    Os números mostram que se mantém o movimento de desaceleração na demanda por crédito no país, que já dura cinco anos. Isso quer dizer que os empréstimos ainda crescem, mas em ritmo cada vez menor.Fonte:G1.

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  • Desemprego atinge 9,6 milhões no Brasil e vai ao maior nível desde 2012

    Taxa de desocupação chega a 9,5% e País tem 9,6 milhões sem trabalho. Brasil ganhou 545 mil desempregados em três meses

    O Brasil ganhou 545 mil desempregados entre os meses de novembro de 2015 e janeiro de 2016, atingiu a soma de 9,6 milhões de pessoas sem trabalho e bateu recorde de pessoas desocupadas. 

    Trata-se do maior valor absoluto de desempregados desde 2012, quando a pesquisa passou a ser feita pelo instituto.

    Os dados estão na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (24).

    Os 545 mil novos desocupados verificados nos três meses representam uma alta de 6% em relação a outubro de 2015, quando havia 9,1 milhões de desempregados no País.

    Na comparação anual, o número de desempregados aumentou 42,3%, o que significa 2,9 milhões de pessoas a mais sem trabalho formal de janeiro de 2015 a janeiro deste ano.

    O total de desempregados verificado no trimestre encerrado em janeiro corresponde a 9,5% dos trabalhadores — bem acima dos 9% constatados no trimestre compreendido entre agosto e outubro de 2015 (última pesquisa feita até então). Comparando os três meses encerrados em janeiro deste ano com o mesmo período de 2015, o resultado é pior: a desocupação era de 6,8% naquela época.

    A população ocupada perdeu 656 mil pessoas na comparação entre o trimestre terminado em janeiro deste ano com aquele encerrado em outubro de 2015. Agora, o Brasil conta com 91,7 milhões de pessoas com trabalho formal. Na comparação anual, considerando o período entre novembro e janeiro de 2015 e de 2016, 1 milhão de pessoas perdeu o emprego, segundo o IBGE.

    A diferença entre as pessoas que perderam empregos e aqueles que estão desempregados oficialmente existe porque nem todos os brasileiros demitidos continuam a procurar trabalho.

    Desemprego por área

    As principais retrações no nível de emprego, em janeiro de 2016 comparando com outubro de 2015, foram verificadas na indústria geral (queda de 4,1%) e em informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias profissionais e administrativas (queda de 4,9%). Por outro lado, aumentou o nível de emprego na construção — aumento de 3,3% em relação a outubro de 2015.

    Na comparação anual dos trimestres encerrados em janeiro de 2015 e de 2016, houve aumentos em serviços domésticos (5,2%), transporte, armazenagem e correio (4,3%), alojamento e alimentação (4,1%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,1%).

    Na contramão, foram registraras quedas na indústria geral (-8,5%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-7,7%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-2,4%).

    Seu bolso

    Para aqueles brasileiros que permanecem empregados, o rendimento médio real ficou em R$ 1.939 em janeiro de 2016 — estabilidade em relação a outubro de 2015, quando a renda média real era de R$ 1.948. Em janeiro de 2015, o salário médio real estava em R$ 1.988.

    Na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2015, apenas serviços domésticos teve aumento no rendimento médio (1,8%).

    Já em relação ao mesmo trimestre de 2015, os salários tiveram o maior recuo nos seguintes grupo: transporte, armazenagem e correio (diminuição de 7,2%) e de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (queda de 5%). (Fonte: R7)

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  • Suspensão de extração de petróleo na BA pela Petrobras pode afetar produção a longo prazo

    Foto: Reprodução / Bahia Econômica

    O desligamento das sondas de perfuração terrestres na Bahia, anunciado pela Petrobras nesta semana, pode afetar a longo prazo a produção de petróleo no estado. De acordo com o ex-dirigente da estatal na Bahia, Antônio Rivas, alguns dos impactos serão imediatos. “O primeiro é o desemprego. Para operar uma sonda, mesmo que seja da própria empresa, ela trabalha com pessoal terceirizado. Quando você para um equipamento desses, os empregados são realocados, mas os terceirizados são demitidos”, explicou. Já a longo prazo, haveria um risco potencial na redução da produção. “Em sondas antigas como a do Recôncavo, que foi a primeira do Brasil, para se manter o nível de extração de petróleo você tem que estar perfurando sempre. No momento em que você para, a produção para fortemente. E aí você perder royalties, perde impostos... porque na Bahia você tem o refino também”, detalhou. Para tentar reverter a decisão, Rivas participou, nesta quarta-feira (24), de uma reunião com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner. Também presente no encontro, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) contou que o ex-governador prometeu conversar sobre o assunto com a presidente Dilma Rousseff. “Isso traz um impacto significativo nos estados do Nordeste. Nós só temos sondas terrestres. Se a Petrobras deixar de trabalhar nessa área, a Bahia vai perder não só empregos como renda, como o ICMS”, alertou.Fonte:(Bahianoticia).



  • Governo Federal deve anunciar corte de R$ 25 bilhões no orçamento nesta sexta

    Foto: Marcelo Camargo/ Agencia Brasil

    O Governo Federal deve anunciar nesta sexta-feira (19) um corte de R$ 25 bilhões no orçamento para 2016. Segundo a Folha de S. Paulo, o Planalto também deve divulgar linhas gerais da reforma fiscal, fixando um teto para os gastos públicos, além de estabelecer medidas para cumprir o superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O governo planejava anunciar as ações apenas em março, mas a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda Nelson Barbosa preferiram divulgar os cortes antes da reunião do G20. Barbosa participará do encontro entre os países mais ricos do mundo e o Planalto acreditou que seria melhor ter as medidas já decididas para o caso do chefe da pasta ser questionado sobre a situação econômica brasileira. Ainda segundo a Folha de S. Paulo, a intenção é aprovar a reforma fiscal ainda este ano. Um dos desejos do governo é que entre em vigor a banda de flutuação do superávit primário, que autorizaria o setor público a fechar 2016 com déficit. Na última quarta-feira (17), a agência de classificação de risco Standard&Poor's rebaixou novamente a nota Brasil . A empresa passou a classificação do país de BB+ para BB, ao avaliar que o processo de ajuste da economia será mais prolongado do que o esperado.



  • Produção da indústria tem queda de 2,4% em novembro, diz IBGE

    Produção da indústria extrativa caiu quase 11% em novembro (Foto: Bernardo Coutinho/ A Gazeta)

    A indústria nacional mostrou sua sexta queda mensal seguida em novembro. Na comparação com outubro, o recuo foi de 2,4%, segundo informou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda do penúltimo mês do ano foi a mais forte desde dezembro de 2013, quando a retração chegou a 2,8%. Já em relação ao mesmo período de 2014, o tombo da indústria brasileira foi maior, de 12,4%. Considerando apenas o mês de novembro, essa queda anual é a maior da série histórica do IBGE, que tem início em 2003.

    A maioria dos segmentos da indústria pesquisados pelo IBGE teve resultados negativos, com destaque para as indústrias extrativas, de minério, borracha, por exemplo, que viram sua produção cair 10,9%, bem como as de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que recuaram 7,8%. Nesse mês, o desempenho dessas indústrias foi influenciado negativamente pelo rompimento da barragem de mineração em Minas Gerais e pela greve dos petroleiros, de acordo com o IBGE.
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  • Petrobras anuncia reajuste da gasolina e do diesel nas refinarias

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Petrobras informou  que realizou reajustes nos preços de venda da gasolina e do diesel nas refinarias. O aumento anunciado para a gasolina foi de 6% e para o diesel, de 4%. Segundo a empresa, os novos valores entram em vigor hoje (30).

    A alta nas refinarias deve resultar em aumento para o consumidor. O percentual, no entanto, não é necessariamente o mesmo: o valor do combustível nas bombas depende de determinação dos postos.

    A empresa, endividada em dólar, já vinha sendo pressionada pelo câmbio alto nos últimos meses. Em 2015, o dólar acumula alta de 52% sobre o real.



  • Conta de luz continuará com bandeira vermelha em outubro

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manterá na cor vermelha a bandeira tarifária referente ao mês de outubro. Com isso, as contas de luz virão com acréscimo de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De acordo com a Agência Brasil, o sistema de bandeiras tarifárias permite a cobrança de um valor extra na conta de luz, que varia de acordo com o custo de geração de energia. Esse valor adicional é indicado pelas bandeiras verde, amarela e vermelha, de forma a informar ao consumidor se ele está pagando mais caro pela energia. A bandeira verde indica condições favoráveis de geração de energia, situação que não resulta em acréscimos na tarifa. A bandeira amarela indica condições de geração menos favoráveis. Nesse caso, a tarifa sofreria acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 kWh consumidos.



  • Veículos, móveis e eletrodomésticos lideram queda nas vendas do varejo

    Os ramos automotivo e de móveis e eletrodomésticos lideram as quedas nas vendas do comércio varejista em 2015, apontou a Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços (CNC). Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (08), as perdas dos setores no ano foram de 15,6% e 11,3%, respectivamente. Para minimizar as quedas na receita, o varejo tem recorrido às liquidações de estoque, analisou a entidade. Levantamento mostrou que houve redução de 41,6% dos preços de bens de consumo duráveis (como automóveis, móveis e eletrodomésticos) e semiduráveis (calçados e roupas), no mês de agosto. Segundo o economista da confederação, Fabio Bentes, ainda assim, o resultado das receitas do setor de varejo tem registrado, ao longo do ano, o pior desempenho desde 2004. Ao todo, as vendas do comércio acumularam no ano uma queda de 6,4%. “A inflação mais baixa registrada no agrupamento de bens de consumo duráveis e semiduráveis no IPCA-15 é um indício de que, a despeito das pressões de custos, os varejistas responsáveis pela comercialização desses produtos não encontram mais espaço para repasses de preços, sob pena do agravamento do quadro atualmente delicado das vendas”, analisou, em nota. O economista apontou que, em agosto, o IPCA-15 - prévia da inflação oficial – registrou a menor variação mensal do ano, ou 0,43%, em relação a julho, e bens de consumo duráveis (0,06%) e semiduráveis (0,12%) foram os grupos de produtos que mais influenciaram para o recuo. “Mais do que isso, dos 77 itens com essas características, 32 (ou 41,6%) dos pesquisados ficaram mais baratos em agosto – maior percentual dos últimos seis meses”, ressaltou. A divisão econômica da CNC apontou ainda que o cenário atual de consumo tem se mostrado ainda pior para aqueles que dependem de condições de crédito e da expectativa positiva dos compradores. “Passando pelo seu pior momento em mais de uma década, o comércio varejista vem buscando alternativas para amortecer os impactos negativos da atual recessão econômica no nível de consumo”, afirmou Fabio Bentes. Nos últimos três meses, as quedas nos preços de CDs e DVDs acumularam 2,7% e automóveis usados recuaram 0,9%, mostrando as maiores retrações acumuladas. (Globo.com)



  • Dilma organiza encontro com governadores do Nordeste nesta sexta-feira para discutir CPMF

    Dilma Rousseff recebeu, nesta quinta (27), atletas brasileiros que participaram dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Toronto - Jorge William / Agência O Globo

    A presidente Dilma Rousseff tenta viabilizar uma reunião com os governadores do Nordeste para a noite desta sexta-feira, dia 28, em Fortaleza. A expectativa dos dirigentes é que Dilma aproveite a ocasião para discutir a proposta de recriação da CPMF.

    Dilma acionou nesta quinta-feira o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), para que organizasse o encontro com os outros 8 governadores da região. A previsão é que o encontro ocorra em um jantar na capital à noite, depois da agenda de Dilma no estado, que inclui a entrega de unidades do “Minha Casa, Minha Vida” em Caucaia e participação no evento “Dialoga Ceará”, no final da tarde, em Fortaleza. A presidente, conforme agenda divulgada pelo Palácio do Planalto, embarca às 11h para Fortaleza.

    Os governadores dos estados do Nordeste costumam manter reuniões frequentes para debater temas de interesse da região. Desde novembro do ano passado, após terem sido eleitos, já houve 4 encontros em que o tema do financiamento da saúde foi debatido, inclusive com discussões sobre a criação de um imposto para gerar recursos para a área.

    Segundo participantes desses encontros, há um consenso sobre a necessidade de mais recursos para a saúde, mas o grupo se divide quanto à criação de um imposto.

    Pode ser um obstáculo no apoio dos governadores do Nordeste à presidente Dilma a reação negativa no Congresso, principalmente por parte dos presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), respectivamente, sobre a proposta de recriação da CPMF e de qualquer aumento de impostos.


    Ainda assim, interlocutores desses governadores dizem que, mesmo os que são contrários à iniciativa, querem “ouvir” o que a presidente tem a dizer sobre o tema.

    Para tornar a medida mais palatável e aumentar suas chances de aprovação no Congresso, a ideia do governo é propor que a CPMF passe a ser partilhada com estados e municípios e não fique mais exclusivamente nas mãos da União.

    A proposta de recriar a CPMF para reforçar o caixa da União em estudo no governo prevê que a alíquota do tributo fique em 0,38%. Esse foi o percentual que vigorou de 1999 até o final de 2007, quando a contribuição foi extinta.