Rocha destaca que desde a nomeação, em julho de 2014, a funcionária Marta Lima já tinha conhecimento que sua permanência no cargo seria por um curto período, suficiente para que “a casa fosse colocada em ordem”, com a normalização das contas públicas e o equilíbrio financeiro que o município alcançou em virtude de uma série de ações que foram tomadas pelo atual governo e também pela sua competência como Tesoureira. E em maio deste ano, já com as contas em ordem, a funcionária Marta foi exonerada, antes mesmo de qualquer decisão do TCM.

O prefeito disse respeitar a decisão do Tribunal de Contas dos Municípios e entende que a corte avaliou a situação no entendimento técnico, de forma correta, mas considera que a nomeação não trouxe nenhum tipo de prejuízo para o município, nem tão pouco para o povo guajeruense, muito pelo contrário. Ele destaca que é fato público e notório que nos últimos anos Guajeru conseguiu se estabilizar financeiramente, mesmo diante de todas as dificuldades enfrentadas, quando, em janeiro de 2013, recebeu um município atolado em dívidas, sem crédito junto aos fornecedores e com os salários dos funcionários atrasados. “Nesse período de dois anos e meio de mandato, tendo em boa parte dele a funcionária Marta à frente de Tesouraria, conseguimos reverter a situação caótica na qual recebemos o município. Ajustamos, controlamos e ordenamos as contas públicas e hoje vivemos uma situação completamente diferente: pagamos os salários atrasados dos servidores públicos (dívida deixada pela ex-gestão); renegociamos dívidas herdadas com a Embasa, Coelba, PASEP e INSS; mantemos em dia o pagamento dos funcionários, inclusive 1/3 de férias e o 13º salário; mantemos em dia o pagamento do transporte escolar e ainda investimos, com recursos próprios, em ações de melhorias para o município como: o calçamento de vias públicas, aquisição de uma nova ambulância, recuperação de estradas e reforma e ampliação de escolas públicas do município”, enfatizou.

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