Além disso, a gestão apontou os prejuízos aos comerciantes, que teriam adquirido produtos para comercialização no evento e pago taxas de ocupação de área pública, entre outros. Considerando a situação, a desembargadora Maria do Socorro Barreto Município declarou que, já que o município por conta das despesas já efetuadas com a realização da festa, o cancelamento seria ainda mais danoso. "Um evento deste porte movimenta a economia local, oportunizando a geração de emprego e renda, além de fomentar um aumento na arrecadação tributária, o que, induvidosamente, corrobora com o interesse público", afirmou na sentença. Apontando um possível risco à economia pública causado pelo cancelamento à véspera, a desembargadora decidiu aceitar o pedido de suspensão e viabilizar a realização do festejo do dia 11.

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