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  • Pesquisa mostra aumento das chances de reeleição de Trump

    Americanos estão mais propensos a reeleger Donald Trump em 2020, segundo pesquisa feita pela rede CNN em parceria com a SSRS.  Segundo o levantamento, 46% dos americanos acreditam que Trump deverá se reeleger, enquanto 47% acreditam no contrário. A última pesquisa sobre o tema, feita em março, mostrava que 54% das pessoas ouvidas acreditavam que ele perderia.


    Entre os republicanos, 74% acreditam que o representante do partido na disputa presidencial de 2020 deve ser Trump, enquanto 21% preferiria outro escolhido. No campo democrata, o candidato que leva o maior apoio, hoje, é Joe Biden, vice-presidente de Barack Obama, com 33%. Bernie Sanders, senador por Vermont, tem 13% da preferência. O ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, recém-convertido democrata, tem 4% da preferência.



  • Numero de mortos em tsunami e terremoto na indonésia chega a quase 2 mil

    Cerca de 5 mil pessoas ainda estão desaparecidas | Foto: Reuters/Direitos Reservados

    As autoridades da Indonésia informaram hoje (08), que já chega a 1948 o numero de mortos em consequência do terremoto de magnitude 7.5 e do tsunami posterior que sacudiram  a região central da ilha de Celebes em 28 de setembro.

    Do total de vítimas, 885 foram enterrados em valas comuns e coletivas, para evitar a propagação de doenças e os demais foram entregues as famílias. “O problema atual é como enviar assistência e saúde às regiões isoladas. Atualmente estamos usando helicópteros para chegar até elas”, afirmou Willem Rampangilei, chefe da Agência Nacional de Gestão de Desastres.

    Os serviços de água, eletricidade e combustível foram restabelecidos quase totalmente na maioria das áreas afetadas, onde bancos e mercados começaram a abrir nos últimos dias.



  • Polícia do Paraguai descobre túnel para resgatar 80 membros do PCC da prisão

    Um Brasileiro foi preso ajudando a escavar o túnel | EFE/Direitos Reservados

    A Polícia do Paraguai prendeu quatro pessoas nesta terça-feira, 2, uma delas brasileira, após descobrir um túnel perto da prisão de Pedro Juan Caballero, no departamento de Amambaí, perto da fronteira com o Brasil, que seria utilizado para resgatar 80 membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

    Segundo o ministro do Interior do Paraguai, Juan Ernesto Villamayor, três dos presos, todos paraguaios, foram surpreendidos pelos agentes enquanto trabalhavam na escavação do túnel dentro de uma casa a cerca de 200 metros do presídio.

    Eles confessaram que o objetivo era conectar a casa à prisão para facilitar a fuga de pelo menos 80 integrantes do PCC.

    O quarto preso, um cidadão brasileiro, foi capturado perto da casa utilizada pela quadrilha. Segundo as investigações, ele estava prestando serviços para os paraguaios que escavavam o túnel.







  • Número de Mortos em desastres na Indonésia chega a 1.407

    Soldados enterram os corpos em Cemitérios coletivos para evitar propagação de doenças | EFE/STR/ Direitos Reservados

    O número de mortos em desastres ocorridos na Indonésia já chega a 1.407, informou as autoridades locais. O terremoto de Magnitude 7.5 na Escala Richter e o Tsunami que atingiram a Ilha de Celebes na última sexta-feira (28), deixaram um imenso rastro de destruição. O numero de feridos em estado grave subiu para 2.549 e os desaparecidos são cerca de 113.

    A catástrofe começou na última sexta-feira com um terremoto de magnitude 6,1, que matou uma pessoa e feriu 20, seguido de outro terremoto de magnitude 7,5 e o Tsunami. O Porta-Voz da BNPB disse hoje que 63% dos indonésios na região de Celebes não escutaram as sirenes de alerta de ondas gigantes e que 71% da população nunca fizeram uma simulação de resposta aos desastres.







  • Kim Jong Un diz que visitará Seul e concorda em fechar local de testes de mísseis

    O líder norte-coreano Kim Jong Un afirmou nesta quarta-feira que pode viajar a Seul em um futuro próximo, no que seria a primeira visita de um governante da Coreia do Norte à capital sul-coreana desde a divisão da península, e concordou em fechar um local de testes de mísseis.

    "Prometi ao presidente Moon Jae-in que visitarei Seul em um futuro próximo", disse Kim durante a entrevista coletiva ao final da reunião de cúpula em Pyongyang. 

    Moon Jae-in, que visitou a capital norte-coreana com o objetivo de relançar as negociações sobre a desnuclearização da Coreia do Norte Península, avaliou que a visita de Kim poderá ocorrer ainda este ano, sempre e quando não a impeçam "circunstâncias particulares".

    O presidente sul-coreano anunciou ainda que a Coreia do Norte aceitou "fechar de forma permanente" a área de testes de mísseis de Tongchang-ri, também conhecida como Sohae, "na presença de especialistas dos países afetados".

    A Coreia do Norte é alvo de múltiplas sanções do Conselho de Segurança da ONU devido a seus programas nuclear e balístico, proibidos, e já realizou vários lançamentos de mísseis a partir de Tongchang-ri.

    Mas também anunciou disparos a partir de outras instalações, como o Aeroporto Internacional de Pyongyang, o que relativiza o alcance dos compromissos de Kim.

    O presidente sul-coreano afirmou ainda que a Coreia do Norte poderá fechar o complexo nuclear de Yongbyon, desde que Washington adote as "medidas correspondentes", uma medida também formulada de forma vaga.

    Degelo e diplomacia

    Moon e Kim se encontraram em abril para uma primeira reunião muito simbólica na Zona Desmilitarizada (DMZ) que divide a península.

    Em junho aconteceu o encontro histórico, em Singapura, entre o líder norte-coreano e o presidente americano Donald Trump.

    Na reunião de Singapura, Kim reiterou o compromisso norte-coreano a favor da desnuclearização da península, mas sem entrar em detalhes.

    Washington e Pyongyang divergem sobre o que significa exatamente o compromisso.

    O governo americano exige "uma desnuclearização definitiva e completamente verificada", enquanto o regime norte-coreano quer uma declaração oficial dos Estados Unidos para encerrar a guerra da Coreia, que terminou em 1953 com um simples armistício.

    Neste contexto, uma visita de Kim a Seul — inédita desde o fim da guerra — permitiria ao Norte e ao Sul a retomada de projetos de cooperação.

    O dirigente norte-coreano deseja que seu país se beneficie da potência econômica do Sul, enquanto Moon pretende afastar da península o fantasma de um devastador conflito intercoreano.

    Modernidade

    O jornal Rodong Sinmun, órgão oficial do Partido Comunista que governa o Norte, fez uma grande cobertura da reunião, com a publicação de 35 fotos em quatro de suas seis páginas na edição desta quarta-feira.

    A primeira página tem imagens do cumprimento entre os dois governantes no aeroporto de Pyongyang e da aclamação, cuidadosamente coreografada, durante a passagem de Kim e Moon pelas ruas da capital.

    Pyongyang quer passar uma imagem de modernidade, o que se reflete em vários eventos previstos no programa oficial.

    Nesta quarta-feira, Moon e sua delegação deveriam jantar em um restaurante de frutos do mar recentemente inaugurado ao lado do Taedonggang, o rio que atravessa a capital.

    O local fica diante da colina Mansu, onde as estátuas gigantes do fundador da Coreia do Norte, Kim Il Sung, e de seu filho e sucessor, Kim Jong Il, dominam a paisagem.

    Moon também deve comparecer a um "espetáculo das massas", com milhares de figurantes nas arquibancadas do Estádio Primeiro de Maio.(AFP)

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  • Explosões de gás atingem mais de 60 prédios em três cidades americanas

    Uma série de explosões de gás atingiu pelo menos 60 imóveis residenciais e comerciais em três cidades do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (13). Pelo menos quatro pessoas estão feridas. As autoridades atribuem as explosões a uma maior pressão de gás nas tubulações de fornecimento.

    O incidente começou por volta das 17h ( 18h em Brasília) nas cidades de Lawrence, Andover e North Andover. A polícia do estado de Massachusetts identificou entre 60 e 100 incêndios e explosões. Até o momento, as explosões não foram atribuídas a atos de sabotagem ou terrorismo.

    Segundo o jornal Washington Post, a companhia Columbia Gas, provedora da região, anunciara na manhã de hoje uma atualização das linhas de fornecimento no estado, incluindo na área atingida pelas explosões. Para evitar mais incidentes, a companhia de energia elétrica cortou a eletricidade dessa região.

    Os estudantes e professores de uma escola de ensino médio e os pacientes e funcionários de uma casa para idosos, ambos de North Andover, foram retirados dos locais. As autoridades das três cidades afetadas pediram para os residentes e trabalhadores nas regiões com gás encanado para saírem.

    O governador de Massachusetts, Charlie Baker, emitiu um comunicado no qual apela para os residentes a prestar atenção às instruções das autoridades locais sobre segurança, remoções e suspensão de uso de gás.

    Os incêndios são atribuídos a possíveis problemas com o sistema de fornecimento de gás encanado. O chefe do Corpo de Bombeiros da região, Michael Mansfield, informou que há entre 25 e 30 incêndios ativos na cidade de Andover, além de outros 18 em Lawrence, segundo a rede de televisão CNN.

    “Há múltiplos incêndios em Andover. É algum tipo de problema de gás. Pedimos para que os residentes saiam de casa e liguem para a emergência caso sintam o cheiro de gás”, disse o tenente Edward Guy, porta-voz do Departamento de Polícia da cidade.(VEJA.com )

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  • Sete pessoas ficam feridas após ataque com faca em Paris

    Sete pessoas ficaram feridas em um ataque com faca em Paris, na noite deste domingo (9). O estado de saúde de quatro delas é grave, segundo a imprensa local. Um suspeito foi preso em flagrante pela polícia. 

    De acordo com o jornal francês 'Le Parisien', o atentado ocorreu no distrito de Quai de la Loire.

    A agência de notícias 'Reuters' informou que "não havia sinal inicial" de que o incidente estava ligado ao terrorismo.



  • Japão enfrenta o tufão mais forte em 25 anos; veja fotos

    Um forte tufão, considerado o mais violento do Japão em 25 anos, atingiu nesta terça-feira (4) o centro-oeste do arquipélago, afetando os transportes e a atividade das empresas, informaram as autoridades.

    Ao menos nove pessoas morreram e cerca de mais de 300 ficaram feridas, segundo a TV estatal NHK.

    O tufão Jebi, o 21º da temporada na Ásia, atingiu Tokushima (sudoeste), na ilha de Shikoku, e avança para a parte ocidental e o centro do arquipélago para varrer uma ampla região, de acordo com as autoridades.

    Japão enfrenta o tufão mais forte em 25 anos; veja fotos

    Um homem na faixa dos 70 anos morreu após aparentemente ter sido levado pelo vento de seu apartamento em Osaka, enquanto um homem de 71 anos morreu após ser soterrado em edifício que desabou.

    Com ventos entre 160 e 190 km/h na parte central, Jebi é o tufão "mais forte desde 1993", disse Ryuta Kurora, responsável da agência nacional meteorológica.As autoridades emitiram alertas para a retirada de mais de 1 milhão de pessoas de suas casas. Mais de 700 voos foram cancelados devido aos ventos fortes e chuvas pesadas. O trem-bala entre Tóquio e Hiroshima foi suspenso. Com informações da Folhapress.

    Em algumas áreas, o nível das marés é o mais alto desde um tufão em 1961, segundo a NHK, com águas cobrindo as pistas e a área de carga do aeroporto internacional Kansai, em Osaka, forçando seu fechamento.

    Japão enfrenta o tufão mais forte em 25 anos; veja fotos


  • Venezuela minimiza crise migratória que atinge a América Latina

    "Fake news": assim, o governo de Nicolás Maduro minimizou a crise humanitária que resultou na migração de venezuelanos para a América Latina e que levou o Brasil a deslocar tropas para a fronteira.

    O fato de haver "venezuelanos que tenham ido para outros países foi usado de maneira bárbara, criminosa e xenófoba por governos xenófobos e racistas", afirmou nesta quarta-feira (29) o ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez, que chamou de "fake news" a relação feita entre os fluxos migratórios e uma "crise humanitária". 

    Prometendo que o plano econômico em vigor desde 20 de agosto salvará o país, Maduro convidou os venezuelanos a voltarem para o país.

    "Digo aos venezuelanos (...) que queiram retornar do escravagismo econômico: deixem de lavar banheiros no exterior e venham viver na pátria", disse Maduro na terça-feira em sua primeira declaração sobre o tema nessas semanas em que o êxodo disparou.

    Na maior crise migratória latino-americana em décadas, milhares de venezuelanos fugiram para a Colômbia, Equador, Peru, Brasil, Chile e Argentina, diante da falta de comida e medicamentos, em meio à hiperinflação que o FMI projeta em 1.000.000% para 2018 e salários equivalentes a 30 dólares.

    Diante desse fluxo, o presidente Michel Temer ordenou o envio das Forças Armadas ao estado de Roraima, na fronteira com a Venezuela, duas semanas depois de um conflito entre os imigrantes venezuelanos e moradores do município de Pacaraima.

    Além disso,Temer adiantou que poderão se "distribuir senhas" para limitar o fluxo de imigrantes no estado de Roraima.

    O fluxo atinge toda a América Latina: no Brasil, no Peru e no Panamá houve surtos xenófobos na população local que vê nos imigrantes uma ameaça a seus empregos e serviços básicos. Salvo na Costa Rica, os países centro-americanos, incluindo a aliada Nicarágua, impuseram vistos aos venezuelanos.

    "É claro que a migração de venezuelanos subiu na região. É um tema complexo, mas é coisa de ver os número e que, sim, subiu", disse à AFP Marcelo Pisani, diretor da Organização Internacional para as Migrações (OIM) para a América do Norte, América Central e Caribe.

    Para o analista e ex-embaixador britânico em Cuba, Paul Hare, Maduro é "visto não somente como um líder que debochou da Constituição venezuelana, mas também como uma ameaça para a estabilidade" regional.

    Nenhum país está preparado 

    De ônibus ou à pé, famílias inteiras se dirigem à vizinha Colômbia. Alguns ficam e outros seguem rumo ao sul do continente. Muitos foram acolhidos em abrigos, alguns acampam nos terrenos baldios e parques ou vivem de doações.

    Saí "buscando uma vida melhor para meus filhos e minha família porque lá um salário não dá para nada", disse à AFP Jackson Durán, de 22 anos, que chegou a Quito após a travessia de 20 dias.

    Mais de um milhão de venezuelanos entraram na Colômbia no último um ano e meio, mais de 400.000 no Peru e cerca de 300.000 no Chile. No Equador neste ano entraram 600.000 e cerca de 100.000 vivem na Argentina.

    "Nenhum dos países está preparado para tratar dos migrantes e do impacto que sua chegada terá nas populações (...). É necessário um enfoque comum", advertiu Peter Hakim, do Diálogo Interamericano.

    Segundo a ONU, 2,3 milhões de venezuelanos (7,5% da população de 30,6 milhões) vivem no exterior. Destes, 1,6 milhão migrou a partir de 2015, quando a crise se intensificou.

    O êxodo acelerou depois que o Peru e o Equador decidiram exigir passaporte dos venezuelanos, medida que Quito suspendeu por ordem judicial. No Peru, podem entrar sem o documento venezuelanos que peçam refúgio.

    Nesse contexto de urgência, Quito convocou uma reunião regional na segunda e na terça-feira da semana que vem, enquanto que Bogotá e Lima decidiram compartilhar uma base de dados de migrantes. O Peru declarou emergência sanitária em sua fronteira com o Equador.

    A OEA também convocou uma sessão extraordinária de seu conselho permanente para o dia 5 de setembro na sede do organismo regional em Washington.

    Especialistas acreditam que a migração aumentará a pressão contra Maduro. "Desafiei muitos padrões de comportamento político na região (...), que agora tem uma motivação coletiva para colocar a Venezuela de novo nesse caminho (da democracia)", opinou David Smilde, do centro de pesquisa WOLA, em Washington.

    Crise ou 'fake news'? 

    O governo socialista atribui o êxodo a uma "campanha da direita" e disse estar certo de que os migrantes voltarão, porque o plano de Maduro, que inclui um aumento de 3.400% do salário mínimo, dará resultado.

    Acolhidos pelo plano "Volte à pátria", cerca de 90 venezuelanos retornaram na segunda-feira.

    Muitos teme, entretanto, uma maior escassez e o aumento de preços. "As coisas estavam caras, mas as conseguíamos. Agora estão mais caras e não se conseguem mais. Eu esperava que (com as medidas) fosse melhor, mas não", disse à AFP Edilé Bracamonte, cuja filha foi para a Colômbia há um mês.

    "O êxodo deixa claro que milhões de venezuelanos perderam a esperança de qualquer mudança", assegurou Hakim.

    No entanto, Rodríguez assegura que 20% dos residentes na Venezuela são colombianos, peruanos e equatorianos, cujos subsídios custam ao país mais de 3 bilhões de dólares por ano.

    Sua permanência, argumenta, desmonta a "fake news" (notícia falsa) de que na Venezuela há uma crise humanitária.(AFP )

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  • Tiroteio em torneio de vídeo game na Flórida deixa vários mortos

    O atirador que abriu fogo em um torneio de videogame neste domingo (26) em Jacksonville, nordeste da Flórida, matou duas pessoas antes de se suicidar, informou a Polícia.

    "Houve três indivíduos falecidos no local, um das quais é o suspeito que tirou a própria vida", disse em coletiva de imprensa o xerife de Jacksonville, Mike Williams.

    Ele acrescentou que outras nove pessoas foram feridas a bala. 

    "Nove foram levados (...) a hospitais da região, sete deles com ferimentos a bala. Outras duas vítimas feridas a bala se deslocaram sozinhas", acrescentou o xerife. "Me alegra dizer-lhes que todos se encontram em condição estável".

    O xerife identificou o atirador como David Katz, um jovem de 24 anos, procedente de Baltimore, Maryland (norte).

    "Estava aqui para a competição", explicou.

    Mais cedo, Williams disse que o atirador agiu sozinho e que a polícia não tinha outros suspeitos de participação no ataque.

    O tiroteio ocorreu no Jacksonville Landing, um centro comercial e de entretenimento às margens do rio St. Johns, onde era disputado um popular torneio de vídeo game da liga de futebol americano (NFL), denominado Madden NFL, 19.

    O torneio classificatório para as finais em Las Vegas - com prêmio de 25 mil dólares - era disputado no restaurante GHLF Game Bar.

    "É um dia duro para nós", disse o xerife.

    De acordo com o LA Times, citando um jogador identificado como Steven "Steveyj" Javaruski, o atirador seria um jogador que estava competindo no torneio e perdeu.

    O xerife Williams confirmou que o ataque ocorreu no Jacksonville Landing, mas não deu mais detalhes. Também disse que o local do crime já estava desobstruído.

    Pouco antes, o gabinete usou o Twitter para solicitar aos moradores de Jacksonville que se mantivessem longe da área e pedir às pessoas que estivessem escondidas a permanecerem abrigadas e ligarem para 911, o serviço de emergência nos Estados Unidos, para informar sobre sua localização e aguardar ser resgatadas por membros da SWAT.

    Traumatizado e devastado 

    Em um vídeo perturbador, aparentemente captado como parte de uma transmissão em streaming do site Twitch, vários disparos de arma de fogo podem ser ouvidos ao fundo, antes de a conexão cair. O site Twitch retirou o vídeo, mas ele permanecia disponível nas redes sociais.

    "Esta é uma situação horrível e enviamos nossos mais profundos pêsames a todos os envolvidos", reagiu a empresa criadora do Madden, a EA Sports, em um comunicado.

    Uma das equipes que participavam do torneio, a CompLexity Gaming, informou que seu jogador, Young Drini, foi ferido de raspão em uma das mãos.

    "Obviamente estamos chocados e entristecidos com os eventos desta tarde. Nosso jogador, Drini, foi atingido no polegar, mas ele ficará bem. Ele conseguiu escapar e correr até uma academia de ginástica próxima", disse do diretor da equipe, Jason Lake, à AFP.

    "Nunca mais vou dar nada como certo. A vida pode ser interrompida em um segundo", tuitou o jogador.

    Vários usuários de redes sociais, inclusive uma que se apresentou como sua mãe, informaram que o proeminente 'gamer' profissional conhecido como "oLARRY2K" tinha sido baleado no peito.

    "Tenho sorte por estar vivo, em sinto enjoado e ainda estou tremendo", escreveu @SirusTheVirus, que se identifica como um jogador profissional de Madden. "Não posso acreditar que uma bala atingiu a parede ao meu lado... Ver corpos no chão... É um pesadelo total".

    "Fui levado ao hospital", escreveu outro jogador, @DubDotDUBBY. "Uma bala passou raspando na minha cabeça. me sinto bem, só tenho um arranhão na cabeça. Traumatizado e devastado".

    O goverador da Flórida, Rick Scott, disse ter se comunicado com o presidente Donald Trump e que ele lhe ofereceu recursos federais para responder à emergência.

    Epidemia nacional

    Este é o episódio mais recente de uma série de atos de violência armada registrados nos Estados Unidos, onde o porte de armas é constantemente discutido entre quem pede um controle maior de sua venda e quem defende seu direito constitucional de ter acesso a elas.

    Nos últimos anos, a Flórida foi alvo de uma série de ataques a tiros. Em 12 de junho de 2016, 49 pessoas foram mortas em uma boate gay em Orlando. Em 2017, outras seis pessoas morreram em um tiroteio no aeroporto de Fort Lauderdale.

    E em 14 de fevereiro deste ano, 17 morreram em um massacre na escola de ensino médio Marjory Stoneman Douglas, em Parkland (norte de Miami).

    Este ataque renovou as discussões em todo o país sobre a necessidade de um maior controle do acesso às armas no país.

    David Hogg, um dos sobreviventes de Parkland que lidera agora um movimento nacional contra as armas, participava de um protesto em frente à sede da fabricante de armas de fogo Smith and Wesson em Springfield, Massachusetts, quando soube do massacre.

    "Saberemos que não haverá uma mudança até que exijamos em novembro e depois", escreveu Hogg, de 18 anos, pedindo participação nas eleições de novembro para contrabalançar os conservadores que apoiam a poderosa Associação Nacional do Rifle (NRA, em inglês).

    "Mais uma vez, meu coração dói e cada parte de mim sente raiva. Nós não podemos aceitar isto como nossa realidade", tuitou Delaney Tarr, outra sobrevivente de Parkland e uma das organizadoras do movimento Marcha pelas nossas Vidas, liderada por estudantes, em março.

    "A violência armada é uma epidemia nacional", escreveu.(AFP )

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  • Venezuela ameaça cortar energia de Roraima

    A Venezuela poderá interromper o fornecimento de energia ao estado de Roraima, o único que não é interligado ao sistema elétrico brasileiro e que depende em grande parte das importações vindas do país vizinho.

    O corte seria uma resposta à falta de pagamento de uma dívida, de ao menos US$ 33 milhões (R$ 136 milhões), que a Eletrobras acumula com a estatal venezuelana.

    O motivo do não pagamento não é falta de recursos, mas sim um problema operacional, segundo a estatal. Em junho deste ano, a Eletrobras relatou que os bancos nacionais vinham encontrando dificuldade para processar a operação.

    O entrave estaria relacionado ao embargo dos Estados Unidos à Venezuela, que impede operações de bancos com o país, restrição que afeta as instituições brasileiras indiretamente, pelo caráter globalizado do sistema financeiro e pelo fato de os repasses serem pagos em dólar, informaram pessoas a par das negociações.

    Desde 2001, o Brasil tem uma parceria com a Venezuela para o fornecimento de luz em Roraima, estado em que a energia importada representa entre 65% e 90% do total, a depender do consumo mensal. O acordo tem prazo de 20 anos e, portanto, venceria em 2021.

    Em junho, quando as negociações já estavam em curso, a Eletronorte, subsidiária da Eletrobras responsável pela transmissão de energia entre os países, afirmou que não havia risco de desabastecimento à população de Roraima, porque seria possível recorrer a outras fontes –no caso, o uso de usinas termelétricas, de maior custo.

    À época, uma das propostas para viabilizar o pagamento era usar a dívida soberana que a Venezuela tem com o Brasil para abater o 

    valor devido, ou seja, descontar os US$ 33 milhões que a Eletrobras deve dos US$ 324 milhões (R$ 1,2 bilhão) que a Venezuela tem de pagar ao governo brasileiro.

    Procurada na noite desta quinta-feira (3), a Eletronorte ainda não se manifestou sobre o andamento das negociações. A reportagem não conseguiu contato com a Eletrobras nem com o Ministério de Minas e Energia.

    O Itamaraty informou que acompanha o tema e tem feito gestões junto ao governo venezuelano. Com informações da Folhapress. 

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  • Inundação em parque na Itália deixa 11 mortos e 5 desaparecidos

    Ao menos 11 pessoas morreram e outras cinco estão desaparecidas após a inundação repentina de uma torrente de água no Parque Nacional de Pollino, na região da Calábria, no sul da Itália, na segunda-feira (20).

    As vítimas eram turistas, que visitavam o parque. Segundo as autoridades italianas, fortes chuvas elevaram o nível da corrente de água que passa pelo desfiladeiro de Raganello, deixando muitas pessoas presas.

    A Proteção Civil italiana confirmou que ontem foram encontrados dez corpos, entre eles o de uma menina de 14 anos. Outra pessoa morreu no hospital após ser resgatada. Seguem as buscas por outros cinco turistas.

    As autoridades alertaram que o número de mortos ainda pode aumentar nas próximas horas, já que havia muitas excursões visitando o parque.

    A maioria dos turistas pertencia a dois grupos que vieram da região norte da Lombardia. As equipes de socorro conseguiram salvar 23 pessoas que ficaram presas, entre elas várias crianças. Ao menos 11 pessoas foram resgatadas com ferimentos.

    O Parque Nacional de Pollino abrange as regiões de Basilicata e Calábria e é a maior área protegida da Itália, com 192.000 hectares. Os muitos desfiladeiros e vales do parque são repletos de fontes de água, rios e torrentes.

    Segundo o responsável da equipe de resgate, Luca Franzese, a área é muito visitada por turistas no verão, “mas as inundações das torrentes acontecem apenas no inverno e nunca tinha ocorrido nesta época do ano”. Atualmente, é verão no Hemisfério Norte.

    Ainda de acordo com Franzese, os turistas que exploravam a região não se deram conta do perigo porque a chuva que provocou as inundações caiu em outras regiões, mas não no parque. O nível da torrente subiu pelo menos dois metros em pouquíssimo tempo, segundo ele.

    Imagens da televisão local mostraram os esquadrões de resgate saindo da cidade próxima, Civita, para chegar à fenda onde fica a torrente, uma popular atração turística no verão.(VEJA.com)

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  • Clima de tensão se mantém na fronteira, em Pacaraima

    O clima de tensão em Pacaraima se mantém. A fronteira continua aberta, porém a população local responsabiliza os venezuelanos, mesmo que indiretamente, pela insegurança. Neste domingo, 19, Vanderbegue Ribeiro, um dos manifestantes que chegaram a fechar vias no sábado, participou com outros brasileiros de uma “carreata da paz”. O comércio fechou. Eles exigiram das autoridades o controle de entrada dos venezuelanos. “Queremos apoio do governo, tanto federal quanto estadual.”

    Na Rua Suapi, uma das principais do município, o trabalhador autônomo e morador da fronteira Ari Silva afirmou que a revolta do fim de semana ocorre ainda pela intensa movimentação do tráfico de drogas na localidade. “Não estamos revoltados com os imigrantes, mas com a criminalidade que essa desorganização social trouxe à nossa cidade.” Outros falam em superlotação de serviços de saúde e em abandono pelos governos local e federal. 

    OAB

    O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, que esteve em Roraima na semana passada, também relatou o clima de revolta na fronteira. Ele defendeu que todos os Estados brasileiros devem dividir a responsabilidade para preservar moradores de Roraima e imigrantes venezuelanos, “antes que aconteça uma tragédia”. “A população de Roraima está se revoltando porque a criminalidade está crescendo e o Estado não tem recurso. O que era uma questão humanitária agora tem forte conotação de segurança.” /COLABORARAM RICARDO GALHARDO, ANA PAULA NIEDERAUER e CYNEIDA CORREIA, ESPECIAL PARA O ESTADO(Estadão)

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  • Chefe do Pentágono chega ao Brasil em missão para conter influência chinesa

    Com os olhos na China, o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, começou no domingo sua primeira viagem à América do Sul. Em suas paradas no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia, o objetivo do chefe do Pentágono será fortalecer as relações militares com Washington e conter a crescente influência de Pequim na região. “Essas relações são críticas para um hemisfério ocidental [o continente americano] colaborativo, próspero e seguro”, disse o Departamento de Defesa.

    Nesta segunda-feira, Mattis se reúne em Brasília com com os ministros Joaquim Silva e Luna, da Defesa, e Aloysio Nunes Ferreira, das Relações Exteriores. Na pauta do encontro estão as alternativas para avançar na cooperação nas áreas técnica, científica, político-militar e indústria de defesa.

    A Casa Branca declarou 2018 o “ano das Américas” e, de acordo com o Pentágono, a viagem do general reformado dos Fuzileiros Navais reflete os “fortes laços de defesa” com os quatro países que visitará. Laços que, no entanto, parecem não interessar ao presidente Donald Trump, que não viajou para a região. Iria fazê-lo em abril, mas cancelou sua participação na cúpula das Américas, no Peru, para preparar a operação militar contra o regime sírio por conta do uso de armas químicas.

    A Casa Branca mantém um bom relacionamento com seus principais aliados latino-americanos, em parte graças a sua forte posição em relação à crise venezuelana, mas também provocou tensões na região com sua política anti-imigração e sua deriva protecionista.

    A viagem de Mattis, que em setembro do ano passado esteve no México, começa no Brasil, onde terá reuniões com altos comandantes militares e fará um discurso. De lá, seguirá para a Argentina e o Chile para finalmente chegar à Colômbia, onde se encontrará com membros do novo Governo de Iván Duque.

    A crise na Venezuela vai pairar sobre a viagem, especialmente na Colômbia, mas também no Brasil, que reforçou significativamente sua cooperação militar com os Estados Unidos nos últimos anos. De fato, soldados norte-americanos participaram em novembro de treinamentos conjuntos com seus colegas brasileiros como preparação para possíveis crises humanitárias.

    Como parte de sua estratégia expansionista, a China reforçou nos últimos anos seus laços com alguns dos países que Mattis visitará, como a Argentina, onde Pequim construiu uma base espacial. “Estamos preocupados que a China tem uma maneira de fazer negócios que não necessariamente responder da melhor forma possível aos interesses dos nossos parceiros no hemisfério”, explicou a um grupo de jornalistas o subsecretário adjunto de Defesa para Assuntos do Hemisfério Ocidental, Sergio de la Peña, informa a agência Efe.

    Como também fez na África, Pequim multiplicou seus investimentos na América Latina na última década e também a concessão de créditos, o que lhe permite ganhar peso diplomático. “Eles são generosos com seus empréstimos, mas se você não puder pagar, eles receberão algum tipo de compensação em troca”, avisou de la Peña.(EL PAÍS )

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  • Incêndio em hospital em Taiwan deixa 9 mortos e 15 feridos

    Um incêndio em um hospital em Taiwan na madrugada desta segunda-feira deixou 9 mortos e 15 feridos, e uma investigação foi iniciada para determinar a causa do fogo, disseram autoridades.

    O premiê de Taiwan, William Lai, disse que o Ministério da Saúde está supervisionando os esforços de resgate no hospital da cidade de Nova Taipé, onde o incêndio foi apagado pouco depois do amanhecer.

    O incêndio começou no 7º andar do prédio, usado para tratamento de doentes terminais.

    Imagens da mídia mostraram pacientes sendo retirados do prédio em suas camas hospitalares, enquanto funcionários levavam outros em macas para ambulâncias.

    Diversas ambulâncias faziam fila do lado de fora do hospital para levar as vítimas para outros centros médicos.(Reuters )