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  • Rússia envia aviões de guerra para a Venezuela

    A Rússia enviou dois bombardeios Tu-160 – que tem capacidade de transportar armas nucleares – um avião de transporte An-124 e um avião de passageiros Il-62 para participar de manobras militares na Venezuela. Algumas dessas aeronaves foram usadas em operações na Síria.

    O ministro da Defesa do país sul-americano, Vladimir Padrino, afirmou que as manobras vão ajudar a proteger o país de um eventual ataque.

    "Estamos nos preparando para defender a Venezuela até o último palmo de terra quando for necessário, e faremos isso com nossos amigos, porque temos amigos no mundo", disse Padrino em pronunciamento transmitido pela rede de televisão VTV, ao receber uma delegação militar russa.

    Padrino ainda afirmou que "ninguém no mundo" deve temer pela presença das aeronaves em Caracas, alegando que a Venezuela e a Rússia são "construtores da paz, e não da guerra".

    Não foi informado, entretanto, se as manobras conjuntas começarão imediatamente.

     

    Padrino também disse que a Venezuela espera "nesta mesma semana" pela chegada de uma delegação técnico-militar "para melhorar e adequar o que tiver que ser adequado no preparo operacional do sistema de armas de fabricação russa" que possui.

    O anúncio de manobras ocorre uma semana depois de uma visita do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, na qual, os dois fecharam acordos de investimentose contratos para a reparação e manutenção de armas. No domingo, Maduro denunciou que Washington – que o chama de "ditador” – colocou em andamento um plano para derrubá-lo, com o apoio da Colômbia.

    Em 2008, a Rússia também enviou aviões militares para a Venezuela durante a Guerra da Geórgia, em mais um episódio de tensão entre Moscou e Washington.

    A Venezuela costuma se referir à Rússia, que lhe fornece armas, tecnologia e outros recursos, como um "aliado estratégico" de sua política multilateral.

    Depois do anúncio do envio das aeronaves russas, o coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência a medida e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.

    "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.

    O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

    "Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning.

    Manning pediu ao governo do presidente Maduro para "concentrar-se em oferecer ajuda humanitária para aliviar o sofrimento da sua gente", ao invés de aceitar ajuda militar do Kremlin.

    "O mais importante aqui é que nós estamos do lado do povo da Venezuela durante um momento de necessidade e isso é o que o USNS Comfort simboliza", destacou.

    De acordo com os dados divulgados hoje pela Defesa dos EUA, desde que iniciou sua missão, há oito semanas, a equipe médica do navio-hospital ofereceu tratamento médico a mais de 20. milcivis e executou 600 operações.

    A tripulação do Comfort inclui mais de 200 médicos, enfermeiras e técnicos militares americanos, assim como 60 voluntários profissionais médicos e dentistas de ONGs.

    O USNS Comfort, atualmente em Honduras, conta com mais de mil camas, uma dúzia de salas de cirurgia, serviços radiológicos digitais, um laboratório, farmácia e um banco de sangue com 5.000 unidades, assim como com um heliporto habilitado para aeronaves de grande tamanho.(dw.com )

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  • Prédio onde funciona CNN é esvaziado por ameaça de bomba em NY

    O Time Warner Center, em Manhattan, que abriga a CNN, foi evacuado depois que alguém fez uma denúncia sobre uma ameaça de bomba na noite dessa quinta-feira (6) - madrugada desta sexta-feira (7) no Brasil - informou a estação WABC de Nova York, da ABC.

    Após uma varredura no prédio, a polícia não encontrou nenhum explosivo e os funcionários foram autorizados a entrar no prédio logo após as 23h. A segurança da CNN também procurou e não encontrou nada. Vários funcionários da CNN estavam tuitando sobre o incidente.

    O programa da CNN de  Don Lemon estava no ar e a programação da emissora foi interrompida, escreveu o jornalista no Twitter.

    A CNN também foi evacuada há apenas dois meses, depois que uma bomba foi enviada ao prédio e interceptada na sala de correspondência. Esse pacote foi endereçado ao ex-diretor da CIA John Brennan, que contribuiu para a rede por um tempo. Cesar Sayoc, um residente da Flórida, foi preso por supostamente enviar essa bomba, bem como vários outros, a proeminentes democratas, incluindo Hillary Clinton, Cory Booker e Maxine Waters. Sayoc foi indiciado no mês passado.

    O edifício está localizado em Columbus Circle, no canto sudoeste do Central Park. Também inclui residências, uma loja Whole Foods e várias lojas de grife, como Michael Kors, Swarovski, Cole Haan e Coach. O presidente Donald Trump, que fez carreira política atacando a CNN, tuitou sobre "notícias falsas" no momento da ameaça de bomba. Ele se referiu repetidamente à CNN por esse apelido.



  • Cinco desaparecidos após colisão de aviões militares americanos sobre o Japão

    As Forças Armadas japonesas e americanas procuravam nesta quinta-feira cinco marines dos Estados Unidos desaparecidos após uma colisão entre dois aviões durante uma operação de reabastecimento sobre a costa do Japão, anunciou o governo nipônico.

    Um militar americano foi resgatado e estaria em condição estável, de acordo com o ministro japonês da Defesa, Takeshi Iwaya.

    Um porta-voz das Forças de Autodefesa japonesas afirmou que outro membro da tripulação foi encontrado, mas no momento não há informações detalhadas sobre a situação do marine.

    "Aviões e navios das Forças Armadas dos Estados Unidos e das Forças de Autodefesa do Japão procuram os desaparecidos. Espero que todos sejam resgatados o mais rápido possível", declarou Iwaya.

    Os dois aviões pertencem ao Corpo de Fuzileiros Navais (USMC, Marines) dos Estados Unidos. A colisão aconteceu durante uma operação de reabastecimento em voo, segundo o exército americano.

    Os aviões envolvidos foram um caça F-18, com dois membros a bordo, e um avião de abastecimento KC-130, com cinco ocupantes.

    A pessoa resgatada estava dentro do caça, segundo o ministro japonês. As Forças de Autodefesa mobilizaram nove aviões e três navios para as operações.

    O militar "está sendo examinado pelos médicos competentes na base de Iwakuni", na região de Hiroshima, informaram os Marines em um comunicado.

    "Agradecemos os esforços das Forças de Autodefesa japonesas, que responderam imediatamente na operação de busca e resgate", destacaram os Marines.

    A Guarda Costeira japonesa também participa nas operações de resgate com seis barcos e um avião.

    "As operações de busca e resgate dos seis marines restantes seguem em curso", afirmaram fontes militares americanas, que investigam as circunstâncias da colisão.

    Os aviões decolaram da base aérea dos Marines em Iwakuni e "realizavam treinamentos programados regularmente quando o acidente aconteceu às 2H00 locais (15H00 de Brasília, quarta-feira), indica o comunicado.

    O acidente aconteceu a 100 km da costa do cabo de Muroto, na ilha de Shikoku, sudoeste do Japão.

    As Forças Armadas americanas têm quase 50 mil homens no território japonês.

    Em novembro, um avião da Marinha americana caiu diante da costa da ilha de Okinawa, no sul do Japão, e seus dois tripulantes foram resgatados vivos.

    As forças americanas também tiveram problemas recentemente com seus helicópteros Osprey, que foram obrigados a fazer vários pousos de emergência, sofreram um acidente fatal e quando um pedaço de um dos aparelhos caiu no terreno de uma escola.

    Os incidentes aumentaram a tensão entre entre Washington e Tóquio, dois aliados militares, e motivaram protestos contra o uso dos helicópteros Osprey por parte dos moradores de áreas próximas às bases americanas.(AFP )

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  • Sonda da Nasa pousa em Marte após sete meses de viagem

    A sonda Mars InSight, da Nasa, pousou em Marte nesta segunda-feira (26) após sete meses de viagem. A sonda é a primeira capaz de captar terremotos e estudar o funcionamento interno do planeta. Esta é a oitava vez que a Nasa consegue fazer um pouso em Marte.Minutos após o pouso, a sonda conseguiu enviar uma imagem do local em que mostra o horizonte e algumas manchas de poeira na lente.

    A nave espacial não tripulada foi lançada há quase sete meses e percorreu 482 milhões de km. Parte de sua missão é informar dos esforços para enviar algum dia exploradores humanos ao planeta vermelho — algo que a Nasa espera concretizar na década de 2030.

    A InSight não tem capacidade de detectar vida no planeta — isso será deixado para os futuros robôs. A missão da agência em 2020, por exemplo, irá coletar rochas que possam conter evidências da vida antiga.

    Este pouso em Marte é o primeiro desde 2012, quando o explorador Curiosity da Nasa pousou na superfície e analisou as rochas em busca de sinais de vida que possa ter habitado o planeta vizinho da Terra, agora gélido e seco.

     

    Sonda da Nasa pousa em Marte após sete meses de viagem

    A InSight, de 993 milhões de dólares, sobreviveu à difícil entrada na atmosfera do planeta vermelho, viajando a uma velocidade de 19.800 km/h e reduzindo rapidamente a velocidade a apenas 8 km/h.

    "Nós estudamos Marte da órbita e da superfície desde 1965 — aprendendo sobre o tempo, atmosfera, geologia e química de superfície", afirmou Lori Glaze, diretora em exercício da divisão de ciência planetária da direção de missões científicas da Nasa.

    "Agora iremos finalmente explorar dentro de Marte e aprofundar nosso entendimento do nosso vizinho terrestre, enquanto a Nasa se prepara para enviar exploradores humanos mais fundo dentro do sistema solar".(G1)



  • Venezuela, Moçambique e Cuba devem R$ 1,8 bi em pagamentos atrasados ao BNDES

    Venezuela, Moçambique e Cuba devem US$ 459,2 milhões (R$ 1,8 bilhão, pelo câmbio de terça-feira) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em pagamentos atrasados.

    Embora tenham garantia do Tesouro Nacional, os atrasos exigem provisionamento para perdas no balanço financeiro da instituição de fomento. O estrago nos resultados do terceiro trimestre, que serão divulgados na quarta-feira, poderá ser bilionário. Os dados foram informados pelo BNDES na noite de terça-feira, 13, em resposta a questionamento do Estado.

    Venezuela

    Em meio a crise política, recessão e hiperinflação, o caso que mais preocupa é o da Venezuela. O país vizinho tem um total de US$ 274 milhões de pagamentos da dívida em atraso com o BNDES – desse valor, US$ 159 milhões estão atrasados há mais de 180 dias. Questionado sobre o valor que seria provisionado no balanço para arcar com o calote, o BNDES respondeu que “segue a resolução do Bacen (Banco Central) com base nos atrasos do devedor, atingindo 100% de provisão caso os atrasos atinjam 180 dias”. Pelo câmbio médio do terceiro trimestre, o total atrasado há mais de 180 dias equivale a R$ 628 milhões.

    A dívida total da Venezuela é maior. Até o fim de 2017, o BNDES havia liberado US$ 1,507 bilhão apenas para obras de construtoras brasileiras no país vizinho – sem contar as exportações de bens. A dívida remanescente era de US$ 814 milhões, no início deste ano, também considerando apenas o financiamento a serviços de engenharia.

    O maior empréstimo na Venezuela, de US$ 865 milhões, foi firmado no fim de 2010, destinado às obras de uma fábrica da Usina Siderúrgica Nacional, tocada pela Andrade Gutierrez. O segundo maior financiamento também foi para uma obra tocada pela Andrade Gutierrez, a construção de um estaleiro. O empréstimo foi de US$ 638 milhões, firmado em 2011. Já a Odebrecht conseguiu que o BNDES emprestasse, em 2009, US$ 528 milhões para construção de uma linha de 12 quilômetros do Metrô de Los Teques.

    A Venezuela começou a atrasar os pagamentos ao BNDES em setembro do ano passado. A parcela devida naquele mês foi paga apenas em janeiro deste ano. Por causa desses calotes, o banco de fomento foi indenizado em US$ 139 milhões pelo Seguro de Crédito à Exportação (SCE), bancado pelo Tesouro Nacional.

    Cuba

    Já no caso de Cuba, as dívidas em atraso, desde junho, somam US$ 71,2 milhões – “USS 26 milhões relativamente a financiamentos de exportação do BNDES e cerca de 40 milhões euros no Proex Financiamento (linha com subsídios federais para apoiar exportações de empresas de menor porte)”, segundo a assessoria de imprensa do banco. A ilha caribenha já pagou a parcela da dívida referente a maio com atraso, como revelou o Estadão/Broadcast em setembro.

    Questionado sobre o valor do provisionamento por causa desse calote, o BNDES informou apenas que “segue a resolução do Bacen com base nos atrasos do devedor, atingindo 100% de provisão caso os atrasos atinjam 180 dias”. Em setembro, quando foram revelados atrasos de Cuba, o BNDES informou que atrasos de 50 a 60 dias estão dentro da média da ilha caribenha, ao longo de 20 anos. Os atrasos seriam “pontuais” e “oriundos de problemas operacionais e climáticos”.

    Como tem sido registrado no noticiário internacional, a economia cubana foi atingida neste ano pela crise da Venezuela, que subsidiava o fornecimento de petróleo à ilha, a reversão de parte da distensão diplomática com os Estados Unidos, após a posse de Donald Trump, e os danos causados pela passagem do furacão Irma, no ano passado. Empossado este ano, o presidente Miguel Díaz-Canel, que substituiu Raúl Castro, irmão mais novo de Fidel, alertou em julho que a crise levaria o país a apertar os cintos.

    Em setembro, o BNDES havia informado que, desde 1998, financiou cerca de US$ 880 milhões em exportações realizadas por 33 empresas brasileiras para Cuba. Até então, a ilha caribenha havia pagado cerca de US$ 490 milhões em amortizações e juros.

    O destaque nas operações para Cuba é o empréstimo de US$ 682 milhões, contratado em cinco operações entre 2009 e 2013, para o Porto de Mariel, a 45 quilômetros da capital, Havana. As obras foram tocadas pela Odebrecht e foram inauguradas em janeiro de 2014, com a presença da então presidente Dilma Rousseff.

    Moçambique

    No caso de Moçambique, os atrasos começaram em novembro de 2016. O BNDES já foi indenizado em US$ 29,7 milhões pelo SCE, bancado pelo Tesouro Nacional.

    Um dos empréstimos que não foram pagos foi o financiamento de US$ 125 milhões para a construção do Aeroporto de Nacala, no norte do país, a cargo da Odebrecht. A obra virou um elefante branco – no fim do ano passado, como mostrou o Estado, o terminal operava com 4% da capacidade de 500 mil passageiros por ano. No início deste ano, a dívida total do país da costa lesta africana com o BNDES era de US$ 161 milhões.(Estadão)

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  • Stan Lee, criador de heróis da Marvel, morre aos 95 anos

    Stan Lee em foto de 2002 — Foto: Reed Saxon/AP

    Stan Lee, roteirista e editor da Marvel Comics, morreu aos 95 anos. A filha de Lee confirmou a morte nesta segunda-feira (12).

    Ele passou mal em sua casa em Los Angeles, nos EUA, e foi levado ao hospital, onde morreu. Ele sofria de pneumonia e de problemas nos olhos.

    Stanley Martin Lieber nasceu em 1922, em Nova York, nos Estados Unidos. Ele começou a trabalhar com HQs, sob o pseudônimo de Stan Lee em 1939, contratado por John Goodman, fundador da Timely Publications e primo de sua mulher, Joan.

    O prolífico Stan Lee foi um dos nomes mais importante dos quadrinhos americanos ao criar super-heróis como Homem-Aranha, Thor, Hulk, X-Men, Pantera Negra, Homem de Ferro, Doutor Estranho e Demolidor.

    Roteirista e editor da Marvel, foi um dos responsáveis por transformar a empresa na maior editora de quadrinhos do mundo a partir de 1961.

    Após a mudança do nome da editora, primeiro para Atlas Comics, e depois para Marvel Comics, Lee revolucionou o mercado de quadrinhos ao modernizar o gênero de heróis com criações para um público mais velho, como o lançamento de “Quarteto Fantástico”.

    Com dramas familiares e heroísmos que utilizavam elementos de ficção científica, as histórias ajudaram na fama de personagens mais complexos e realistas da Marvel em relação à sua principal concorrente, a DC.

    O mesmo aconteceu com o Homem-Aranha em 1962, um jovem adolescente que dividia suas aventuras com problemas no colégio e contas a pagar, e que se tornou um dos heróis mais populares dos quadrinhos.

    Em parceria com artistas como Jack Kirby e Steve Ditko, Lee ainda criou outros personagens icônicos, como Hulk, Thor, Homem de Ferro e Demolidor.

    Em 1963, com a cabeça no movimento por direitos civis de negros no Estados Unidos, lançou os X-Men, uma equipe de mutantes que eram marginalizados e hostilizados pelos humanos.

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  • Pesquisa mostra aumento das chances de reeleição de Trump

    Americanos estão mais propensos a reeleger Donald Trump em 2020, segundo pesquisa feita pela rede CNN em parceria com a SSRS.  Segundo o levantamento, 46% dos americanos acreditam que Trump deverá se reeleger, enquanto 47% acreditam no contrário. A última pesquisa sobre o tema, feita em março, mostrava que 54% das pessoas ouvidas acreditavam que ele perderia.


    Entre os republicanos, 74% acreditam que o representante do partido na disputa presidencial de 2020 deve ser Trump, enquanto 21% preferiria outro escolhido. No campo democrata, o candidato que leva o maior apoio, hoje, é Joe Biden, vice-presidente de Barack Obama, com 33%. Bernie Sanders, senador por Vermont, tem 13% da preferência. O ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, recém-convertido democrata, tem 4% da preferência.



  • Numero de mortos em tsunami e terremoto na indonésia chega a quase 2 mil

    Cerca de 5 mil pessoas ainda estão desaparecidas | Foto: Reuters/Direitos Reservados

    As autoridades da Indonésia informaram hoje (08), que já chega a 1948 o numero de mortos em consequência do terremoto de magnitude 7.5 e do tsunami posterior que sacudiram  a região central da ilha de Celebes em 28 de setembro.

    Do total de vítimas, 885 foram enterrados em valas comuns e coletivas, para evitar a propagação de doenças e os demais foram entregues as famílias. “O problema atual é como enviar assistência e saúde às regiões isoladas. Atualmente estamos usando helicópteros para chegar até elas”, afirmou Willem Rampangilei, chefe da Agência Nacional de Gestão de Desastres.

    Os serviços de água, eletricidade e combustível foram restabelecidos quase totalmente na maioria das áreas afetadas, onde bancos e mercados começaram a abrir nos últimos dias.



  • Polícia do Paraguai descobre túnel para resgatar 80 membros do PCC da prisão

    Um Brasileiro foi preso ajudando a escavar o túnel | EFE/Direitos Reservados

    A Polícia do Paraguai prendeu quatro pessoas nesta terça-feira, 2, uma delas brasileira, após descobrir um túnel perto da prisão de Pedro Juan Caballero, no departamento de Amambaí, perto da fronteira com o Brasil, que seria utilizado para resgatar 80 membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

    Segundo o ministro do Interior do Paraguai, Juan Ernesto Villamayor, três dos presos, todos paraguaios, foram surpreendidos pelos agentes enquanto trabalhavam na escavação do túnel dentro de uma casa a cerca de 200 metros do presídio.

    Eles confessaram que o objetivo era conectar a casa à prisão para facilitar a fuga de pelo menos 80 integrantes do PCC.

    O quarto preso, um cidadão brasileiro, foi capturado perto da casa utilizada pela quadrilha. Segundo as investigações, ele estava prestando serviços para os paraguaios que escavavam o túnel.



  • Número de Mortos em desastres na Indonésia chega a 1.407

    Soldados enterram os corpos em Cemitérios coletivos para evitar propagação de doenças | EFE/STR/ Direitos Reservados

    O número de mortos em desastres ocorridos na Indonésia já chega a 1.407, informou as autoridades locais. O terremoto de Magnitude 7.5 na Escala Richter e o Tsunami que atingiram a Ilha de Celebes na última sexta-feira (28), deixaram um imenso rastro de destruição. O numero de feridos em estado grave subiu para 2.549 e os desaparecidos são cerca de 113.

    A catástrofe começou na última sexta-feira com um terremoto de magnitude 6,1, que matou uma pessoa e feriu 20, seguido de outro terremoto de magnitude 7,5 e o Tsunami. O Porta-Voz da BNPB disse hoje que 63% dos indonésios na região de Celebes não escutaram as sirenes de alerta de ondas gigantes e que 71% da população nunca fizeram uma simulação de resposta aos desastres.



  • Kim Jong Un diz que visitará Seul e concorda em fechar local de testes de mísseis

    O líder norte-coreano Kim Jong Un afirmou nesta quarta-feira que pode viajar a Seul em um futuro próximo, no que seria a primeira visita de um governante da Coreia do Norte à capital sul-coreana desde a divisão da península, e concordou em fechar um local de testes de mísseis.

    "Prometi ao presidente Moon Jae-in que visitarei Seul em um futuro próximo", disse Kim durante a entrevista coletiva ao final da reunião de cúpula em Pyongyang. 

    Moon Jae-in, que visitou a capital norte-coreana com o objetivo de relançar as negociações sobre a desnuclearização da Coreia do Norte Península, avaliou que a visita de Kim poderá ocorrer ainda este ano, sempre e quando não a impeçam "circunstâncias particulares".

    O presidente sul-coreano anunciou ainda que a Coreia do Norte aceitou "fechar de forma permanente" a área de testes de mísseis de Tongchang-ri, também conhecida como Sohae, "na presença de especialistas dos países afetados".

    A Coreia do Norte é alvo de múltiplas sanções do Conselho de Segurança da ONU devido a seus programas nuclear e balístico, proibidos, e já realizou vários lançamentos de mísseis a partir de Tongchang-ri.

    Mas também anunciou disparos a partir de outras instalações, como o Aeroporto Internacional de Pyongyang, o que relativiza o alcance dos compromissos de Kim.

    O presidente sul-coreano afirmou ainda que a Coreia do Norte poderá fechar o complexo nuclear de Yongbyon, desde que Washington adote as "medidas correspondentes", uma medida também formulada de forma vaga.

    Degelo e diplomacia

    Moon e Kim se encontraram em abril para uma primeira reunião muito simbólica na Zona Desmilitarizada (DMZ) que divide a península.

    Em junho aconteceu o encontro histórico, em Singapura, entre o líder norte-coreano e o presidente americano Donald Trump.

    Na reunião de Singapura, Kim reiterou o compromisso norte-coreano a favor da desnuclearização da península, mas sem entrar em detalhes.

    Washington e Pyongyang divergem sobre o que significa exatamente o compromisso.

    O governo americano exige "uma desnuclearização definitiva e completamente verificada", enquanto o regime norte-coreano quer uma declaração oficial dos Estados Unidos para encerrar a guerra da Coreia, que terminou em 1953 com um simples armistício.

    Neste contexto, uma visita de Kim a Seul — inédita desde o fim da guerra — permitiria ao Norte e ao Sul a retomada de projetos de cooperação.

    O dirigente norte-coreano deseja que seu país se beneficie da potência econômica do Sul, enquanto Moon pretende afastar da península o fantasma de um devastador conflito intercoreano.

    Modernidade

    O jornal Rodong Sinmun, órgão oficial do Partido Comunista que governa o Norte, fez uma grande cobertura da reunião, com a publicação de 35 fotos em quatro de suas seis páginas na edição desta quarta-feira.

    A primeira página tem imagens do cumprimento entre os dois governantes no aeroporto de Pyongyang e da aclamação, cuidadosamente coreografada, durante a passagem de Kim e Moon pelas ruas da capital.

    Pyongyang quer passar uma imagem de modernidade, o que se reflete em vários eventos previstos no programa oficial.

    Nesta quarta-feira, Moon e sua delegação deveriam jantar em um restaurante de frutos do mar recentemente inaugurado ao lado do Taedonggang, o rio que atravessa a capital.

    O local fica diante da colina Mansu, onde as estátuas gigantes do fundador da Coreia do Norte, Kim Il Sung, e de seu filho e sucessor, Kim Jong Il, dominam a paisagem.

    Moon também deve comparecer a um "espetáculo das massas", com milhares de figurantes nas arquibancadas do Estádio Primeiro de Maio.(AFP)

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  • Explosões de gás atingem mais de 60 prédios em três cidades americanas

    Uma série de explosões de gás atingiu pelo menos 60 imóveis residenciais e comerciais em três cidades do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (13). Pelo menos quatro pessoas estão feridas. As autoridades atribuem as explosões a uma maior pressão de gás nas tubulações de fornecimento.

    O incidente começou por volta das 17h ( 18h em Brasília) nas cidades de Lawrence, Andover e North Andover. A polícia do estado de Massachusetts identificou entre 60 e 100 incêndios e explosões. Até o momento, as explosões não foram atribuídas a atos de sabotagem ou terrorismo.

    Segundo o jornal Washington Post, a companhia Columbia Gas, provedora da região, anunciara na manhã de hoje uma atualização das linhas de fornecimento no estado, incluindo na área atingida pelas explosões. Para evitar mais incidentes, a companhia de energia elétrica cortou a eletricidade dessa região.

    Os estudantes e professores de uma escola de ensino médio e os pacientes e funcionários de uma casa para idosos, ambos de North Andover, foram retirados dos locais. As autoridades das três cidades afetadas pediram para os residentes e trabalhadores nas regiões com gás encanado para saírem.

    O governador de Massachusetts, Charlie Baker, emitiu um comunicado no qual apela para os residentes a prestar atenção às instruções das autoridades locais sobre segurança, remoções e suspensão de uso de gás.

    Os incêndios são atribuídos a possíveis problemas com o sistema de fornecimento de gás encanado. O chefe do Corpo de Bombeiros da região, Michael Mansfield, informou que há entre 25 e 30 incêndios ativos na cidade de Andover, além de outros 18 em Lawrence, segundo a rede de televisão CNN.

    “Há múltiplos incêndios em Andover. É algum tipo de problema de gás. Pedimos para que os residentes saiam de casa e liguem para a emergência caso sintam o cheiro de gás”, disse o tenente Edward Guy, porta-voz do Departamento de Polícia da cidade.(VEJA.com )

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  • Sete pessoas ficam feridas após ataque com faca em Paris

    Sete pessoas ficaram feridas em um ataque com faca em Paris, na noite deste domingo (9). O estado de saúde de quatro delas é grave, segundo a imprensa local. Um suspeito foi preso em flagrante pela polícia. 

    De acordo com o jornal francês 'Le Parisien', o atentado ocorreu no distrito de Quai de la Loire.

    A agência de notícias 'Reuters' informou que "não havia sinal inicial" de que o incidente estava ligado ao terrorismo.



  • Japão enfrenta o tufão mais forte em 25 anos; veja fotos

    Um forte tufão, considerado o mais violento do Japão em 25 anos, atingiu nesta terça-feira (4) o centro-oeste do arquipélago, afetando os transportes e a atividade das empresas, informaram as autoridades.

    Ao menos nove pessoas morreram e cerca de mais de 300 ficaram feridas, segundo a TV estatal NHK.

    O tufão Jebi, o 21º da temporada na Ásia, atingiu Tokushima (sudoeste), na ilha de Shikoku, e avança para a parte ocidental e o centro do arquipélago para varrer uma ampla região, de acordo com as autoridades.

    Japão enfrenta o tufão mais forte em 25 anos; veja fotos

    Um homem na faixa dos 70 anos morreu após aparentemente ter sido levado pelo vento de seu apartamento em Osaka, enquanto um homem de 71 anos morreu após ser soterrado em edifício que desabou.

    Com ventos entre 160 e 190 km/h na parte central, Jebi é o tufão "mais forte desde 1993", disse Ryuta Kurora, responsável da agência nacional meteorológica.As autoridades emitiram alertas para a retirada de mais de 1 milhão de pessoas de suas casas. Mais de 700 voos foram cancelados devido aos ventos fortes e chuvas pesadas. O trem-bala entre Tóquio e Hiroshima foi suspenso. Com informações da Folhapress.

    Em algumas áreas, o nível das marés é o mais alto desde um tufão em 1961, segundo a NHK, com águas cobrindo as pistas e a área de carga do aeroporto internacional Kansai, em Osaka, forçando seu fechamento.

    Japão enfrenta o tufão mais forte em 25 anos; veja fotos


  • Venezuela minimiza crise migratória que atinge a América Latina

    "Fake news": assim, o governo de Nicolás Maduro minimizou a crise humanitária que resultou na migração de venezuelanos para a América Latina e que levou o Brasil a deslocar tropas para a fronteira.

    O fato de haver "venezuelanos que tenham ido para outros países foi usado de maneira bárbara, criminosa e xenófoba por governos xenófobos e racistas", afirmou nesta quarta-feira (29) o ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez, que chamou de "fake news" a relação feita entre os fluxos migratórios e uma "crise humanitária". 

    Prometendo que o plano econômico em vigor desde 20 de agosto salvará o país, Maduro convidou os venezuelanos a voltarem para o país.

    "Digo aos venezuelanos (...) que queiram retornar do escravagismo econômico: deixem de lavar banheiros no exterior e venham viver na pátria", disse Maduro na terça-feira em sua primeira declaração sobre o tema nessas semanas em que o êxodo disparou.

    Na maior crise migratória latino-americana em décadas, milhares de venezuelanos fugiram para a Colômbia, Equador, Peru, Brasil, Chile e Argentina, diante da falta de comida e medicamentos, em meio à hiperinflação que o FMI projeta em 1.000.000% para 2018 e salários equivalentes a 30 dólares.

    Diante desse fluxo, o presidente Michel Temer ordenou o envio das Forças Armadas ao estado de Roraima, na fronteira com a Venezuela, duas semanas depois de um conflito entre os imigrantes venezuelanos e moradores do município de Pacaraima.

    Além disso,Temer adiantou que poderão se "distribuir senhas" para limitar o fluxo de imigrantes no estado de Roraima.

    O fluxo atinge toda a América Latina: no Brasil, no Peru e no Panamá houve surtos xenófobos na população local que vê nos imigrantes uma ameaça a seus empregos e serviços básicos. Salvo na Costa Rica, os países centro-americanos, incluindo a aliada Nicarágua, impuseram vistos aos venezuelanos.

    "É claro que a migração de venezuelanos subiu na região. É um tema complexo, mas é coisa de ver os número e que, sim, subiu", disse à AFP Marcelo Pisani, diretor da Organização Internacional para as Migrações (OIM) para a América do Norte, América Central e Caribe.

    Para o analista e ex-embaixador britânico em Cuba, Paul Hare, Maduro é "visto não somente como um líder que debochou da Constituição venezuelana, mas também como uma ameaça para a estabilidade" regional.

    Nenhum país está preparado 

    De ônibus ou à pé, famílias inteiras se dirigem à vizinha Colômbia. Alguns ficam e outros seguem rumo ao sul do continente. Muitos foram acolhidos em abrigos, alguns acampam nos terrenos baldios e parques ou vivem de doações.

    Saí "buscando uma vida melhor para meus filhos e minha família porque lá um salário não dá para nada", disse à AFP Jackson Durán, de 22 anos, que chegou a Quito após a travessia de 20 dias.

    Mais de um milhão de venezuelanos entraram na Colômbia no último um ano e meio, mais de 400.000 no Peru e cerca de 300.000 no Chile. No Equador neste ano entraram 600.000 e cerca de 100.000 vivem na Argentina.

    "Nenhum dos países está preparado para tratar dos migrantes e do impacto que sua chegada terá nas populações (...). É necessário um enfoque comum", advertiu Peter Hakim, do Diálogo Interamericano.

    Segundo a ONU, 2,3 milhões de venezuelanos (7,5% da população de 30,6 milhões) vivem no exterior. Destes, 1,6 milhão migrou a partir de 2015, quando a crise se intensificou.

    O êxodo acelerou depois que o Peru e o Equador decidiram exigir passaporte dos venezuelanos, medida que Quito suspendeu por ordem judicial. No Peru, podem entrar sem o documento venezuelanos que peçam refúgio.

    Nesse contexto de urgência, Quito convocou uma reunião regional na segunda e na terça-feira da semana que vem, enquanto que Bogotá e Lima decidiram compartilhar uma base de dados de migrantes. O Peru declarou emergência sanitária em sua fronteira com o Equador.

    A OEA também convocou uma sessão extraordinária de seu conselho permanente para o dia 5 de setembro na sede do organismo regional em Washington.

    Especialistas acreditam que a migração aumentará a pressão contra Maduro. "Desafiei muitos padrões de comportamento político na região (...), que agora tem uma motivação coletiva para colocar a Venezuela de novo nesse caminho (da democracia)", opinou David Smilde, do centro de pesquisa WOLA, em Washington.

    Crise ou 'fake news'? 

    O governo socialista atribui o êxodo a uma "campanha da direita" e disse estar certo de que os migrantes voltarão, porque o plano de Maduro, que inclui um aumento de 3.400% do salário mínimo, dará resultado.

    Acolhidos pelo plano "Volte à pátria", cerca de 90 venezuelanos retornaram na segunda-feira.

    Muitos teme, entretanto, uma maior escassez e o aumento de preços. "As coisas estavam caras, mas as conseguíamos. Agora estão mais caras e não se conseguem mais. Eu esperava que (com as medidas) fosse melhor, mas não", disse à AFP Edilé Bracamonte, cuja filha foi para a Colômbia há um mês.

    "O êxodo deixa claro que milhões de venezuelanos perderam a esperança de qualquer mudança", assegurou Hakim.

    No entanto, Rodríguez assegura que 20% dos residentes na Venezuela são colombianos, peruanos e equatorianos, cujos subsídios custam ao país mais de 3 bilhões de dólares por ano.

    Sua permanência, argumenta, desmonta a "fake news" (notícia falsa) de que na Venezuela há uma crise humanitária.(AFP )

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