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    Lei define Israel como Estado do povo judeu

     Lei define Israel como Estado do povo judeu

    Após intenso debate, parlamentares aprovam legislação que dá aos judeus o direito exclusivo à autodeterminação e declara hebraico único idioma oficial. Legisladores árabes classificam projeto aprovado de racista.Após intenso debate, parlamentares aprovam legislação que dá aos judeus o direito exclusivo à autodeterminação e declara hebraico único idioma oficial. Legisladores árabes classificam projeto aprovado de racista.

    A legislação também estabelece o hebraico como idioma nacional, rebaixando o árabe, que antes era considerado uma língua oficial, ao status de "especial".

    Também são definidos como símbolos do país o hino nacional Hatikva – adaptado de um poema judeu e que fala sobre o retorno do povo a Israel –, a bandeira branca e azul com a Estrela de Davi no centro, um menorá (candelabro judaico) de sete braços com galhos de oliveira nos extremos e o calendário hebraico, com feriados judaicos.

    "É um momento decisivo na nossa história, que inscreve em pedra nossa língua, nosso hino e nossa bandeira", afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu após a votação da lei, apoiada por seu governo de direita. "Israel é a nação do povo judeu, que respeita os direitos individuais de todos os cidadãos. Este é nosso Estado – o Estado judeu."

    Segundo a legislação, todos os judeus têm o direito de migrar para Israel e obter a cidadania de acordo com as disposições da lei. "O Estado atuará para reunir os judeus no exílio e promoverá os assentamentos judaicos em seu território e vai alocar recursos para esse fim", diz o texto aprovado.

    Na semana passada, Netanyahu prometeu assegurar que todos os direitos civis fossem protegidos, mas afirmou que "a maioria também tem direitos, e a maioria decide".

    Os árabes representam cerca de 20% dos quase 9 milhões de habitantes de Israel e há muito reclamam de discriminação. Outros 5% da população são compostos por cristãos não árabes e outros grupos étnicos.

    Chuva de críticas

    Após a aprovação no Knesset (Parlamento), a lei passará a integrar as Leis Básicas de Israel, similares à Constituição. Classificando a nova legislação de racista, parlamentares árabes rasgaram cópias do projeto de lei no Knesset após a votação.

    Ayman Odeh, líder da coligação Lista Conjunta, majoritariamente árabe, classificou a nova lei de "morte da democracia" israelense, afirmando que a "tirania" da maioria esmagou os direitos da minoria.

    "Separação, discriminação, supremacia e racismo agora foram consagrados nas Leis Básicas", escreveu no Twitter, convocando democratas árabes e judeus a se unirem contra o nacionalismo.

    Saeb Erekat, secretário-geral da Organização para a Libertação da Palestina, definiu a lei como perigosa, afirmando que ela "define Israel legalmente como um sistema de apartheid".

    Já Avi Dichter, do partido Likud, de Netanyahu, afirmou que a lei tem como objetivo defender o status de Israel como um Estado judeu e democrático. O governo havia pressionado por uma aprovação da lei após anos de debates e uma série de versões do projeto.

    A legislação foi aprovada após a alteração de uma polêmica cláusula, que protegia a "criação de comunidades compostas por razão de fé ou origem" e era vista por opositores como a legalização do estabelecimento de comunidades exclusivamente judaicas.

    A proposta foi criticada inclusive pelo presidente Reuven Rivlin, que a considerou discriminatória. Rivlin, cujo papel como presidente é apenas simbólico, fez uma rara intervenção na política para alertar que a legislação poderia prejudicar o povo judeu mundo afora e em Israel e até ser usada como arma pelos inimigos do país.

    A nova versão da cláusula afirma que "o Estado vê o desenvolvimento de comunidades judaicas como de interesse nacional e tomará medidas para encorajar, avançar e implementar esse interesse".(DW)

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  • Com mais de 200 mortos devido às chuvas, Japão revê protocolos de risco

    As chuvas torrenciais, seguidas de inundações e deslizamentos de terra, que atingiram na semana passada a região oeste do Japão deixaram pelo menos 201 mortos, segundo um novo balanço oficial anunciado nesta quinta-feira (12). As equipes de resgate vasculham os escombros das casas em busca de 60 desaparecidos.

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, coordena os esforços para melhorar o atendimento às vítimas, mas crescem as críticas sobre o gerenciamento desta que é a mais grave catástrofe meteorológica no Japão desde 1982.

    Bairros inteiros foram soterrados pelos deslizamentos de terra. A prefeitura de Okayama, uma das cidades mais afetadas ao lado de Hiroshima, acredita que as 72 horas críticas já passaram. "Mas vamos continuar com as buscas, esperando resgatar sobreviventes", declarou Mutsunari Imawaka, um funcionário da prefeitura de Okayama.

    Governo promete revisar seus protocolos

    Um grande número de moradores não conseguiu abandonar suas casas a tempo. Diante da extensão da catástrofe, eles questionam os métodos de avaliação de risco, reconheceu o governo, muito criticado pela oposição pela forma como administrou 

    a crise. As autoridades são acusadas de terem reagido com lentidão. A célula de crise nacional, liderada pelo primeiro-ministro, só foi acionada no domingo (8), mas no sábado (7) à noite o balanço já era de 30 mortos.

    Quase 70% do território japonês é formado por montanhas e colinas. Muitas casas estão construídas em encostas íngremes ou em planícies suscetíveis a inundações, ou seja, em zonas de risco. Além disso, muitas casas japonesas são de madeira, especialmente as construções mais tradicionais nas zonas rurais.

    Mas os especialistas também apontam para o sistema de alerta japonês, que confia a funcionários locais sem experiência em gestão de catástrofes a decisão de emitir ou não as ordens de retirada, que não são obrigatórias. A consequência é que os próprios moradores decidem se deixam suas casas ou ficam, em situações nas quais muitas vezes não possuem informações suficientes para tomar a melhor decisão.

    Abe visita vítimas

    O primeiro-ministro japonês cancelou um giro que faria nesta semana a quatro países e visitou na quarta-feira (11) a província de Okayama. O premiê não fez declarações à imprensa, mas se reuniu com alguns moradores afetados pela catástrofe. Milhares de japoneses estão em refúgios públicos e outros seguiram para as casas de parentes. Nesta sexta-feira (13), ele deve inspecionar outras áreas afetadas pelas inundações e deslizamentos de terra.

    Os japoneses são unânimes em julgar a situação atual como algo fora do comum. No bairro de Mabi, em Kurashiki, no município de Okayama, o nível da água chegou a 4,8 metros, segundo a Autoridade de Informação Geoespacial do Japão. O serviço de meteorologia constatou um índice recorde de pluviometria em 72 horas, em 118 pontos de observação monitorados em 15 municípios.(RFI )

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  • Parte do time tirado de caverna tem infecção, mas quadro não preocupa

    Os quatro primeiros meninos a serem resgatados da caverna na Tailândia, no domingo (8), já estão comendo normalmente e andando, disseram autoridades nesta quarta-feira (11).

    Já os quatro garotos salvos na segunda (9) ingerem alimentos pastosos. Três deles e o treinador têm infecção nos pulmões e tomarão remédios por sete dias, disse Thongchai Lertwilairatanapon, inspetor de saúde do governo.

    Eles terão que ficar no hospital por até dez dias e, depois, permanecer em repouso em casa por ao menos um mês. Os pais dos oito primeiros resgatados puderam vê-los, mas tiveram que usar roupas especiais e mantiveram distância de dois metros para não transmitir infecções.

    Os meninos perderam em média 2 kg no período em que ficaram na caverna –de 18 dias, para os últimos a sair. Nos dez antes de serem achados, tomavam água que pingava da parede. "Sem receber comida, podemos sobreviver por alguns meses, mas o que é preciso é água, que a caverna tem", disse Thongchai.

    O resgate terminou nesta terça (10). Os SEALs da Marinha da Tailândia divulgaram na quarta (11) um vídeo com um compilado de cenas do difícil resgate.

    Os 12 meninos, com idade entre 11 e 16 anos, e o treinador estavam explorando as cavernas de Tham Luang Nang Non em 23 de junho e ficaram presos quando o local alagou devido a chuvas. Eles estavam presos a cerca de 4 km da entrada da caverna e a 800 metros de profundidade.

    Para sair, cada um deles fez o trajeto usando tanques de oxigênio e foi acompanhado por dois mergulhadores durante o percurso, que incluiu passagens escuras e apertadas, cheias de água barrenta.

    Com o fim do resgate, a caverna deve ser fechada para ter a segurança reforçada e depois será reaberta ao turismo. Com informações da Folhapress.

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  • Mais três crianças são resgatadas de caverna na Tailândia nesta terça

    Mais três crianças que estavam presas dentro de uma caverna na Tailândia foram resgatadas na manhã desta terça-feira. Até agora, onze crianças, de um total de 12 que estavam presas, já deixaram a caverna de Tham Luang, no norte do país. Além da última criança restante, também falta ser resgatado o técnico de futebol que acompanhava o grupo.

    Os trabalhos foram retomados às 10h08 da manhã do horário local com uma equipe de 19 mergulhadores. “Espero que os quatro garotos, o técnico, o médico e os três SEALs [mergulhadores] da Marinha Tailandesa saiam hoje”, disse o comandante da missão Narongsak Osotthanakorn.

    O terceiro dia de resgates começou com chuvas na região de Mae Sai, o que renovou as preocupações com as condições de resgate. Segundo a CNN, especialistas próximos à operação expressaram preocupação com o aumento do nível da água, o que poderia aumentar o risco para os mergulhadores e aumentar o tempo de resgate.

    Apesar das preocupações, uma parte significativa do trajeto para sair da caverna permite caminhar. O comandante da missão, Narongsak Osotthanakorn afirmou que a operação é uma corrida contra o tempo e contra a água. 

    Entenda o caso

    Após uma forte tempestade, doze garotos, entre 11 e 16 anos, membros de um time de futebol tailandês ficaram presos na caverna de Tham Luang junto com seu treinador, de 25 anos, em 23 de junho. No dia 2 de julho, nove dias depois do desaparecimento dos jovens, mergulhadores britânicos os localizaram e, desde então, trabalham em forte operação de resgate.

    De acordo com autoridades locais, três opções de salvamento foram cogitadas: mergulhar, tentar o resgate através de túnel perfurado na rocha — mais de 100 locais foram perfurados sem sucesso — ou esperar a água baixar o suficiente para que a travessia fosse realizada andando. A primeira opção foi considerada a mais segura, avaliando as condições de saúde, os recursos disponíveis e o tempo necessário.

    Ao todo, noventa mergulhadores foram mobilizados para realizar o resgate, quarenta deles tailandeses e os outros cinquenta de países como Austrália, Reino Unido e China. Além deles, 36 militares americanos do Comando do Pacífico foram acionados para ajudar na operação, que foi considerada um dos resgates mais complicados que os melhores mergulhadores de cavernas do mundo já viram. A temporada de monções no sul da Ásia, que provoca chuvas extremamente fortes e persistentes, e o fato de que o percurso deveria ser feito completamente no escuro com crianças inexperientes são fatores que dificultam ainda mais o trajeto, que já é perigoso até para profissionais. Na sexta-feira, 6,um ex-mergulhador da Marinha tailandesa morreu enquanto espalhava tanques de oxigênio por uma possível rota de escape.

    Os socorristas estão em uma corrida contra o tempo para resgatar as crianças e seu técnico. Há previsão de retorno das fortes chuvas de monções nos próximos dias. Quando isso acontecer, a caverna será efetivamente fechada até outubro.

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  • Corrida contra o tempo na Tailândia para resgatar meninos presos em caverna

    As equipes de emergência examinavam nesta quinta-feira as opções para resgatar os 12 meninos e seu treinador de futebol que estão presos há 12 dias em uma caverna inundada na Tailândia, diante do risco de aumento do nível da água, com a previsão do retorno da chuva.

    "Nossa maior preocupação é a meteorologia. Estamos em uma corrida contra o tempo, agora estamos em uma corrida contra a água", declarou Narongsak Osotthakorn, governador da província de Chiang Rai e que também comanda a célula de crise. 

    Os socorristas tentam reduzir o nível da água de forma suficiente para que as crianças não precisem mergulhar ou que tenham que mergulhar por pouco tempo.

    "Esta manhã preparamos os 13 equipamentos de mergulho para poder fazer o resgate de maneira urgente", disse Osotthakorn.

    Mas o governador recordou que um mergulhador experiente precisa de 11 horas para ir e voltar do local onde estão as crianças: seis horas na ida e cinco horas na volta, aproveitando a corrente.

    A volta da chuva, prevista para sexta-feira, na temporada de monções, poderia precipitar a operação de resgate, pois existe o risco de que as tempestades inundem a caverna.

    "Escutei que vai chover de novo. Estou muito preocupada"< afirmou à AFP Sunida Wongsukchan, parente de um dos meninos presos na caverna.

    Na área reservada às famílias, a inquietação é cada vez maior.

    As chuvas torrenciais bloquearam os jovens na caverna no dia 23 de junho, depois que o grupo decidiu, por um motivo que ainda não está claro, entrar no local após o treinamento de futebol com seu técnico, que tem 25 anos.

    Os parentes dos meninos citaram uma possível festa de aniversário para um dos jovens, que completou 16 anos no dia 23.

    Tempo calculado

    "Calculamos o tempo que nos resta, em horas e em dia, no caso de chuva e de que água invada a caverna", explicou Osotthakorn.

    O trajeto de retorno tem vários quilômetros e inclui áreas estreitas.

    Alguns trechos terão que ser percorridos debaixo d'água e por este motivo os socorristas estão treinando os jovens para que aprendam a mergulhar.

    Na quinta-feira as autoridades não divulgaram vídeos dos meninos. As imagens do momento em que os mergulhadores britânicos encontraram os jovens, com idades entre 11 e 16 anos, na segunda-feira deram a volta ao mundo: eles aparecem magros, reunidos sobre uma rocha.

    Desde então a situação do grupo melhorou, pois as equipes de emergência estabeleceram um rodízio para ficar ao lado do grupo, que recebe alimentação e aulas sobre como utilizar o equipamento de mergulho.

    Até o momento fracassaram as tentativas para instalar uma linha telefônica que permitira o contato dos meninos com os pais.

    Uma nova tentativa de instalação será feita nesta quinta-feira.

    "Nossa principal missão é bombear a água", afirmou o governador, antes de indicar que continua sendo examinada a possibilidade de cavar um túnel vertical.

    "Estudamos cada metro quadrado para ver se um dos poços leva à caverna", disse.

    "Muita força", disse Mario Sepúlveda - um dos 33 mineiros chilenos que ficaram 69 dias sob a terra - aos 12 meninos e seu técnico de futebol.

    Sepúlveda revelou que está disposto a viajar à Tailândia para contribuir com sua experiência aos esforços de resgate, em entrevista à AFP.

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  • Três crianças brasileiras em abrigos nos EUA devem ser liberadas
    Três crianças brasileiras em abrigos nos EUA devem ser liberadas

    Três crianças brasileiras colocadas em abrigos pelo governo dos Estados Unidos depois das famílias terem sido apanhadas tentando imigrar ilegalmente  devem ser liberadas. Os pais conseguiram um acordo para que elas fossem entregues a familiares que residem nos EUA. A confirmação foi feita pela assessoria de Ministério das Relações Exteriores à Agência Brasil.

    O governo de Donald Trump passou a separar crianças de pais pegos cruzando ilegalmente a fronteira e colocá-las em abrigos. No dia 20, o presidente voltou atrás, mas manteve as detenções feitas até então, que atingiam cerca de 2,3 mil meninos e meninas.

    Entre eles estão 51 brasileiros, conforme informou o cônsul do Brasil na cidade de Houston, Felipe Santarosa, à publicação brasileira. O Itamaraty afirmou que está em contato constante com o governo norte-americano para fazer contato com as crianças e dar assistência a elas na busca pela reunião destas com seus familiares detidos. 

    O tema será tratado no encontro entre o presidente Michel Temer e o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, marcado para esta terça-feira (26) . O Itamaraty afirmou que está preocupado com o caso e ele deve ter tratamento especial na conversa entre Temer e Pence. Com informações da Agência Brasil.



  • Justiça proíbe matar cachorros para consumo da carne na Coreia do Sul

    Matar cachorros para obter sua carne é ilegal, decidiu um tribunal na Coreia do Sul, onde os defensores dos animais acreditam que a decisão pode significar um primeiro passo para a proibição do consumo.

    A carne canina é parte da tradição culinária da Coreia do Sul, onde quase um milhão de cães são consumidos por ano, de acordo com estimativas.

    A tradição, no entanto, está em queda. Um número cada vez maior de sul-coreanos considera o cachorro um amigo do homem e não um animal de fazenda destinado à mesa.

    A prática é um tabu para os mais jovens, mas o tema ocupa uma zona cinzenta a nível jurídico ante a ausência de uma proibição específica.

    Antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, em fevereiro, as autoridades alegaram regras sanitárias e leis de proteção aos animais que proíbem métodos cruéis para sacrificar animais em granjas e restaurantes.

    A associação de defesa dos animais, Care, denunciou uma unidade da cidade Bucheon acusada de violar a regulamentação sanitária, as normas de construção e matar animais sem motivo.

    O tribunal declarou a culpa da granja e o pagamento de multa de três milhões de wons (2.650 dólares).

    Kim Kyung-eun, advogado da Care, celebrou a decisão de abril que foi divulgada esta semana.

    "É muito importante porque é a primeira decisão da justiça que estipula que matar cães por sua carne é ilegal por si só".

    "A decisão abre o caminho para que o consumo de carne canina seja declarado completamente ilegal", completou.

    A diretora da Care, Park So-youn, disse que pretende fazer um censo para apresentar ações similares no país.

    Um deputado apresentou esta semana um projeto de lei na Assembleia Nacional que proíbe de fato o consumo da carne de cachorro.

    Alguns sul-coreanos, no entanto, criticam a iniciativa e citam o peso cultural. A carne canina é considerada energética pelos defensores do consumo.

    Uma pesquisa de 2017 mostrou que 70% dos sul-coreanos não comem carne de cachorro, mas apenas 40% são favoráveis à proibição do consumo.

    Os números refletem as divisões em outras sociedades asiáticas. Na China começa nesta quinta-feira o festival anual de carne canina de Yulin, alvo de críticas ocidentais.

    Taiwan proibiu no ano passado o consumo de carne de cão.

    A decisão de Bucheon irritou os criadores.

    "É um escândalo. Não podemos aceitar uma decisão que afirma que matar cães por sua carne é igual a matar animais por capricho", declarou Cho Hwan-ro, representante de uma associação de criadores que deseja a legalização do consumo e a autorização de matadouros específicos. (AFP )

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  • Terremoto de magnitude 5,9 sacode região oeste do Japão

    A região oeste do Japão tremeu devido a um terremoto de 5,9 graus de magnitude na escala Ritcher atingiu neste domingo (17). Segundo a Agência Meteorológica (JMA), não há alerta para tsunami.

    Um representante do governo japonês afirmou não haver relatos de danos ou feridos, noticiou a Reuters.

    O tremor foi sentido às 7h58 (19h58 de domingo em Brasília) e teve o hipocentro a 10 quilômetros de profundidade de Osaka, na Ilha de Honshu - a maior do arquipélago japonês - e cerca de 500 quilômetros ao oeste de Tóquio. As informações são do G1 .



  • Estado Islâmico ameaça cometer atentado na Copa da Rússia

     grupo terrorista Estado Islâmico (EI) voltou a fazer ameaças contra a Copa do Mundo na Rússia. Em um novo vídeo, os terroristas prometem "um massacre como nunca visto". A mensagem foi publicada em vários canais e chats extremistas nesta quinta-feira (15), um dia após a abertura do Mundial, com uma partida em Moscou entre Rússia e Arábia Saudita.

    No vídeo, o Estado Islâmico diz que pretende se "vingar" da Rússia e do presidente Vladimir Putin devido ao envolvimento em operações contra o grupo terrorista na Síria. O vídeo se conclui com imagens panorâmicas dos estádios, como o de Sochi, sendo atingidos por explosões à bomba provocadas por drones.

    Especialistas internacionais em contraterrorismo acreditam que o vídeo não passe de uma fantasia, mas alertam para o risco de "lobos solitários" seguirem os chamados do Estado Islâmico e agirem na Rússia.De acordo com Rita Katz, da agência SITE, jihadistas do EI têm postado nas últimas horas campanhas incitando ataques na Rússia e dando instruções detalhadas para atentados em restaurantes, shoppings centers e áreas de pedestres.

    "Diante de várias derrotas militares na Síria e no Iraque, o Estado Islâmico está desesperado por atenção e tentando intimidar o público. Dito isso, faz sentido que eles lancem ameaças contra a Copa do Mundo", disse Katz.Esta não é a primeira vez que o Estado Islâmico ameaça cometer atentados durante a Copa do Mundo. Em 2014, no Brasil, eles também pediram que os jihadistas agissem. Já o governo de Moscou diz há anos que teme que terroristas russos que deixaram o país para lutar pelo EI na Síria retornem e cometam atentados.(Estadão)



  • Após cúpula histórica, Coreia do Norte concorda com desnuclearização total

    São Paulo – OsEstados Unidos e a Coreia do Norte irão trabalhar pela desnuclearização total na península coreana e irão normalizar as relações. É o que diz o documento assinado pelos líderes dos países, o presidente americano, Donald Trump, e o norte-coreano, Kim Jong-un, que sentaram lado a lado, sorridentes, para a imprensa internacional.

    Estes são os pontos abarcados pelo acordo:

    – Os países se comprometem a estabelecer relações de acordo com o desejo de seus povos pela paz e prosperidade;

    – Irão unir esforços para construir um regime de paz estável e duradouro na Península Coreana;

    – Reafirmando a Declaração de Panmunjon, de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte se compromete a trabalhar rumo à completa desnuclearização da Península Coreana;

    – Os países se comprometem a recuperar os restos mortais de prisioneiros de guerra, incluindo a imediata repatriação daqueles já identificados.O documento assinado entre eles, no entanto, não traz maiores detalhes sobre como se dará o processo de desnuclearização e nem quando ele irá começar, mas enfatiza o que foi acertado entre Kim e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, na ocasião do encontro entre eles em abril passado.A revelação foi feita depois de horas de reuniões durante a cúpula histórica realizada na madrugada de terça-feira (horário de Brasília) em Singapura. O encontro era impensável até poucos meses, quando TrumpKimtrocavam farpas, ameaças e provocações que mergulhou o mundo em uma crise nuclear. (Exame.com)



  • Falha no Facebook faz posts privados de 14 milhões de usuários ficarem expostos a todos

    Foto: Reprodução

    Facebook informou na última quinta-feira (7) que uma falha em seus sistemas tornou públicas durante quatro dias as mensagens de 14 milhões de usuários publicadas apenas para amigos.

    "Recentemente detectamos uma falha informática que sugeria automaticamente tornar públicas as mensagens criadas por algumas pessoas", disse Erin Egan, responsável por temas de privacidade do Facebook.

    Este erro ocorreu enquanto o grupo de desenvolvedores estava trabalhando em uma nova forma de compartilhar certos elementos do perfil dos usuários, como as fotos.

     

    Quando publicam algo na rede social, os usuários podem escolher deixar a publicação visível para:

    • todo mundo dentro do Facebook;
    • a lista de amigos na rede social;
    • contatos selecionados;
    • apenas para eles mesmos.

    Foi essa configuração que a falha afetou, ao tornar públicas as publicações privadas ou restritas somente ao usuário. A falha afetou a rede de 18 a 27 de maio. O Facebook começou a reparar o problema em 22 de maio, mas precisou de mais cinco dias para que todos as mensagens ficassem privadas novamente.

    "Resolvemos este problema e começamos hoje [quinta-feira] a advertir todas as pessoas afetadas, pedindo que verificassem as mensagens publicadas durante esse tempo", disse Egan.

    Os cerca de 14 milhões de usuários envolvidos deverão ver, assim que se conectarem à rede social, uma notificação convidando-os a ver uma página que reúne as publicações afetadas por este erro.

    O problema chega em um momento em que o Facebook está envolvido em vários casos polêmicos relacionados com a segurança dos dados pessoais.

    O grupo tem sido fortemente criticado desde março por ter deixado vazar dados de milhões de usuários para a Cambridge Analytica. Informações do G1.

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  • Erupção do Vulcão de Fogo deixa 25 mortos na Guatemala

    Ao menos 25 pessoas morreram e mais de 1,7 milhão foram afetadas por uma potente erupção do Vulcão de Fogo na Guatemala, que expeliu grandes colunas de fumaça e fragmentos, o que obrigou as autoridades a retirar centenas de moradores de suas casas.

    O Vulcão de Fogo expeliu material lodoso e provocou a morte de 25 pessoas - incluindo crianças - em várias comunidades localizadas na margem sul do monte, anunciou o porta-voz da Coordenadoria Nacional para a Redução de Desastres (Conred), David de León.

    O porta-voz da Conred informou que 3.000 pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas e 653 foram levadas para abrigos nos departamentos de Escuintla (sul) e Sacatepéquez (oeste), que ao lado de Chimaltenango (oeste) são os três mais afetados pela erupção.

    "Se desta vez nos salvamos, em outra (erupção) não", disse à AFP Efraín González, de 52 anos, levado para um abrigo de Escuintla, ao lado da esposa e da filha de um ano.

    O desespero toma conta de González, pois o filho de 10 anos e a filha de 4 do casal são considerados desaparecidos. A casa da família foi atingida pela lava do vulcão, de 

    Erupção do Vulcão de Fogo deixa 25 mortos na Guatemala

    3.763 metros de altura e que emitiu colunas de cinza de quase 6.000 metros de altura.

    As imagens exibidas na televisão e divulgadas nas redes sociais mostram corpos no chão, assim como veículos e casas destruídos pela erupção.

    Em um primeiro balanço, o secretário da Conred, Sergio Cabañas, afirmou que as vítimas fatais foram presas pela lava que desceu do vulcão, situado a 35 km da capital. Ele também citou 20 feridos.

    De León indicou que as tarefas de busca de corpos e desaparecidos foram suspensas durante a a note por falta de luz e pelo perigo para as equipes.

    A erupção acabou após 16 horas e meia de atividade, mas existe a probabilidade de uma retomada, afirmou o Instituto de Vulcanologia, que recomendou medidas de precaução.

    O presidente Jimmy Morales decretou três dias de luto e estado de emergência ou calamidade em Escuintla, Sacatepéquez e Chimaltenango, mas a medida precisa ser ratificada pelo Congresso.

    O Grupo de Doadores, integrado por Alemanha, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Suécia, Suíça, França, União Europeia, além do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, Organização dos Estados Americanos e o sistema da ONU na Guatemala, expressou solidariedade e apoio para o país superar a tragédia.

    A chuva de cinzas provocada pelo vulcão levou ao fechamento temporário das operações no aeroporto internacional da Cidade de Guatemala, informou a Direção Geral de Aeronáutica Civil.

    O Vulcão de Fogo, localizado entre os departamentos de Escuintla, Sacatepéquez e Chimaltenango, registrou sua primeira erupção de 2018 em janeiro.

    Em setembro de 2012, provocou a última emergência por erupção no país, o que resultou na retirada de 10 mil habitantes localizados em localidades ao sul do vulcão.(AFP)



  • FBI lança alerta mundial: é preciso reiniciar os roteadores

    Um alerta sem precedentes e com um alcance que pode ser considerado maciço: o FBI detectou que hackers da Rússia estariam introduzindo um malware que se apropriaria do roteador doméstico. As autoridades norte-americanas identificaram esse malware como sendo o VPNFilter, que assumiria o controle do nosso roteador para propagar ataques mundiais coordenados, além, claro, de registrar toda a atividade na rede dos dispositivos conectados. A gravidade desse ataque é tamanha que os hackers poderiam anular por completo a conexão à Internet em zonas inteiras, e o que é mais preocupante, promover ataques maciços a alvos determinados.

    Ainda não se conhece o alcance dessa infiltração, mas estima-se que estariam afetados mais de meio milhão de roteadores domésticos em todo o planeta, e, dada a configuração em rede desse tipo de ataques, é provável que esse número dispare exponencialmente a cada minuto. O funcionamento é o seguinte: um roteador afetado pelo VPNFilter fica em modo adormecido à espera de receber instruções para um ataque coordenado contra um alvo determinado pelos hackers. Enquanto isso, registraria toda a informação proveniente de nossa atividade na rede (sim, senhas também), e os investigadores que identificaram o hack comprovaram a existência de um “botão letal” mediante o qual os invasores poderiam inutilizar definitivamente o aparelho

    Em uma ação coordenada em grande escala, o VPNFilter poderia inutilizar a conexão à Internet em bairros ou cidades inteiras, dada a grande quantidade de marcas afetadas. O FBI enumerou em uma lista os equipamentos vulneráveis, mas ressalvou que isso não significa que todos os aparelhos na lista estejam afetados ou sejam suscetíveis a isso. Ela inclui fabricantes como Netgear, TP-Link e Linksys, mas pode haver muitos outros. O que fazer em todo caso? As autoridades recomendam algo muito simples: reiniciar o roteador (desligá-lo da tomada e voltar a conectá-lo); com esse passo se inutilizaria o malware na maioria dos casos, embora tampouco haja garantias disso.

    Os especialistas da Cisco, empresa que teria detectado o ataque inicialmente, vão além recomendações: resetar o dispositivo para a configuração de fábrica, assegurando-se de que não há rastro do malware. Esta medida é mais definitiva, mas pouco recomendável para quem não tem um conhecimento elevado nesse tipo de equipamento, já que nos obriga a configurar o roteador internamente (a grande maioria dos roteadores é entregue pelo provedor de Internet e vem configurada de fábrica). Uma medida adicional e que sempre é recomendável: alterar a senha do painel de controle que dá acesso ao roteador. Os especialistas recomendam, do mesmo modo, assegurar-se de que o roteador já usa a última versão do firmware (cabe esperar que os fabricantes puseram mãos à obra para conter o problema).

    Especialistas consultados pelo EL PAÍS qualificam a recomendação de reiniciar o roteador como “desesperada”, mas a medida não soluciona o problema de fundo: “Reiniciar um roteador pode devolvê-lo a um estado prévio ao da sua infecção, mas não o protege contra uma nova”, explica Fernando Suárez, vice-presidente do Conselho Geral de Colégios de Engenharia Informática da Espanha. O roteador é sempre um dispositivo “mais vulnerável”, segundo esse especialista, já que geralmente é comercializado com a configuração de fábrica, “e em ambientes pequenos não são protegidos com ferramentas como antivírus”.(EL PAÍS )

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  • Encontro entre Trump e Kim Jong-Un depende

    O governo americano afirmou nesta terça-feira (22) que irá prosseguir com os preparativos para o encontro com o líder norte-coreano. Mais cedo, Donald Trump admitiu que existe uma possibilidade real de que a aguardada cúpula  não ocorra em 12 de junho, conforme previsto, porém "mais tarde".

    "Francamente, seria uma possibilidade de fazer grandes coisas para a Coreia do Norte e para o mundo. Se não ocorrer agora, talvez possa acontecer mais tarde. Talvez ocorra em outro momento", disse Trump no Salão Oval da Casa Branca, ao receber o presidente sul-coreano, Moon Jae-in.

    Trump e Kim têm agendado um encontro em Singapura, no dia 12 de junho, para discutir a eliminação de armas nucleares por parte de Pyongyang e da península coreana, mas nas últimas semanas esta reunião ficou envolta em incertezas.

    O encontro foi posto em xeque pela primeira vez na semana passada, quando o governo norte-coreano fez críticas aos EUA, relacionadas à exigência de Washington de que Pyongyang abandone unilateralmente seu arsenal nuclear.

    Segundo Trump, Kim parece ter mudado de postura com relação a essa aproximação depois de uma visita surpresa à China, onde encontrou o presidente Xi Jinping. "Devo dizer que fiquei um pouco decepcionado porque depois que Kim Jong-Un teve um encontro com o presidente Xi (...), houve certa mudança de atitude", disse o presidente americano.

    Kim "estará seguro"

    No entanto, Trump reiterou que, caso seja possível alcançar um acordo com a Coreia do Norte, Washington garantirá a continuidade 

    de seu governo. "Vamos garantir sua segurança. E temos falado sobre isso desde o começo. Ele (Kim) estará seguro. Estará feliz. Seu país será rico, muito próspero", destacou.

    Moon Jae-in disse, por sua vez, sentir-se confiante de que Trump será capaz de "alcançar uma mudança drástica", que inclua o fim da guerra da Coreia, que dura 65 anos, a completa desnuclearização da Coreia do Norte e normalizar as relações.

    O súbito esfriamento no processo de aproximação acabou por afetar também as relações entre Pyongyang e Seul, que até então tinham se beneficiado claramente com a situação. Kim e Moon se encontraram em abril em uma reunião histórica na zona desmilitarizada que divide o país. Agora, com o novo cenário, um novo encontro entre os dois líderes coreanos pareça ter ficado em suspenso.

    Moon chegou à Casa Branca nesta terça em uma tentativa desesperada de manter em andamento o encontro entre Trump e Kim e salvar o processo de aproximação iniciado no fim de março. Esta nova relação incluiu passos que meses atrás teriam sido impensáveis, como a viagem sigilosa do então diretor da CIA, Mike Pompeo, a Pyongyang. Uma viagem que ele repetiu em maio já como secretário de Estado para reuniões pessoais com Kim. Como gesto de boa vontade, o governo norte-coreano pôs em liberdade três cidadãos americanos que estavam detidos em Pyongyang.

    Ruídos na comunicação

    No entanto, os dois países pareciam falar de coisas sutilmente diferentes. Washington antecipou que o objetivo é convencer a Coreia do Norte a renunciar imediatamente a seu arsenal nuclear. Pyongyang, por sua vez, insistiu em que a questão de fundo é a desnuclearização da península coreana, fazendo referência também à presença de 30 mil soldados americanos na Coreia do Sul.

    De repente, todo esse delicado processo de aproximação pareceu prestes a desandar, disparando os sinais de alerta no governo sul-coreano para a gravidade de um fracasso. Após gigantescos exercícios militares conjuntos entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos, Kim Jong-Un decidiu cancelar uma importante reunião de alto nível prevista com representantes de Seul, um gesto que caiu literalmente como um balde d'água fria no entusiasmo dominante.

    Washington decidiu elevar o tom, a ponto de Trump sugerir à imprensa que a reunião tanto poderia ocorrer como poderia ser cancelada, sem mostrar preocupação para um eventual fracasso do processo. O ruído na comunicação tornou-se ensurdecedor quando o assessor de segurança da Casa Branca, o agressivo John Bolton, sugeriu uma solução que seguisse o "modelo líbio" para forçar uma desnuclearização da Coreia do Norte.

    Imediatamente, Pyongyang ameaçou cancelar a reunião se Washington insistisse em considerar um "modelo líbio", isto é, um cenário que incluísse a destruição total do país. Na Casa Branca, Trump afirmou que o chamado "modelo líbio" "não está nos planos", embora tenha apontado que a ideia de Bolton se referia a um cenário no qual Washington e Pyongyang não chegassem a um acordo.(RFI )

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  • Príncipe Harry e Meghan Markle se casam em cerimônia que uniu tradição e modernidade

    O príncipe Harry e a atriz norte-americana Meghan Marklecasaram-se neste sábado (19) na Capela de São Jorge, no castelo de Windsor.

    Com isso, Meghan é a mais nova plebeia a ser tornar membro da realeza britânica, concretizando o enlace que nas últimas semanas tomou conta do noticiário no mundo todo.

    Lotada de celebridades, a emocionante cerimônia misturou elementos tradicionais e modernos.

    O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, líder espiritual da Igreja Anglicana, tomou os votos matrimoniais dos noivos, que passaram grande parte da cerimônia de mãos dadas. Michael Curry, o bispo presidente da Igreja Episcopal dos EUA, fez um sermão sobre o amor e citou ativista negro Martin Luther King.

    A cerimônia teve diversos momentos emocionantes, como o sermão do bispo americano Michael Curry e a versão da música "Stand By Me" cantada por um coro gospel.