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  • Papa Francisco recebe Mahmoud Abbas por 20 minutos no Vaticano

    Papa Francisco recebeu neste sábado (16) o presidente palestino Mahmoud Abbas, no Vaticano (Foto: Alberto Pizzoli/Pool Photo via AP)

    O papa Francisco se reuniu por cerca de 20 minutos neste sábado (16) com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, no Vaticano.

    O líder palestino foi recebido por volta das 10h05 locais (5h05 em Brasília) e ambos conversaram com o auxílio de um intérprete na Biblioteca Privada do pontífice.

    Acompanhado de uma delegação de onze pessoas, Abbas cumprimentou o pontífice em sua chegada ao Palácio Apostólico e, em seguida, conversaram em particular. Depois, trocaram presentes publicamente.

    Abbas presenteou o papa com relíquias e um rosário, que os abençoou. O pontífice deu a Abbas um exemplar de sua exortação apostólica "Evangelii Gaudium", em inglês, e uma medalha "símbolo do anjo da paz que destrói o espírito maligno da guerra".

    Além disso, o pontífice disse a Abbas que havia pensado nele porque o líder palestino "é um anjo de paz".

    O encontro terminou com um abraço entre ambos e com a despedida de Abbas, que disse ao papa: "Nos vemos amanhã", devido à cerimônia de canonização de duas beatas palestinas no Vaticano.



  • Empresário dá US$ 1 milhão a 'melhor professor do mundo'

    Pais de Varke eram professores cristãos que emigraram para Dubai em 1959 da região de Kerala, no sul da Índia (Foto: BBC)

    O Global Teacher Prize (Prêmio Professor Global, em tradução livre) oferece US$ 1 milhão (cerca de R$ 3 milhões) a um professor que se destaque em sua disciplina.

    Neste ano, o vencedor foi a americana Nancie Atwell que anunciou que iria doar o dinheiro para sua escola, no Estado americano do Maine.

    Entre os que participaram da premiação, estavam o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e o bilionário Bill Gates, que parabenizou Atwell por videoconferência.

    O fundador e financiador do projeto é o indiano Sunny Varkey, que diz querer recuperar o status e o reconhecimento que a docência um dia já teve, além de dar à profissão um pouco de brilho e glamour.

    No entanto, Varkey lembra que antes de lançar a iniciativa quase todos lhe disseram que sua ideia era terrível.

    O empresário ouviu de muitas pessoas que dar um prêmio em dinheiro a um professor seria tratá-lo como uma estrela de cinema ou um banqueiro e, portanto, contra o espírito da educação.

    Mas ele ignorou as críticas e seguiu seu instinto.

    'A profissão mais importante'

    "A docência é a profissão mais importante do mundo e deve ser respeitada como tal", defende Varkey.

    Ele diz ficar irritado ao ver como as celebridades dos reality shows têm mais espaço nos meios de comunicação que as pessoas que realmente influenciam vidas, como professores.

    Segundo Varkey, seguir seus instintos, apesar das críticas que recebeu, era agir como um verdadeiro empreendedor.

    "Tem sido a história da minha vida", diz ele.

    O multimilionário de origem indiana, que vive em Dubai, é um dos empresários mais bem sucedidos do mundo na área da educação.

    O grupo comandado por Varkey administra escolas públicas e privadas em 14 países, a maioria delas no Golfo Pérsico, embora seu "império" se estenda também por Oriente Médio, Ásia, África, Europa e Estados Unidos.

    Agora ele planeja expandir suas operações para mercados como o Extremo Oriente, América Latina e África.
     

    Varkey leva a educação em seu sangue.

    Seus pais eram professores cristãos que emigraram para Dubai em 1959 da região de Kerala, no sul da Índia.

    "Chegando aonde chegamos foi uma tarefa hercúlea", lembra ele.

    A família viajou de barco para o Golfo e ali lançou um negócio de aulas particulares, abrindo, logo depois, uma escola para a comunidade local de indianos.

    Sendo o mais jovem, Varkey ajudava a dirigir o ônibus escolar.

    "Eu me lembro do respeito com que eles (alunos) tratavam meus pais. Na Índia, os professores também são muito respeitados".

    No entanto, ele diz estar "chocado" com a perda de status da docência ultimamente.

    "Por trás de primeiros-ministros, presidentes e cientistas, há professores que não são percebidos por ninguém", adverte ele.

    Quando em uma ocasião pôde participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, afirma ter notado o mesmo desdém da elite política. "Ninguém falou sobre professores e educação".

    Varkey criou o prêmio em Dubai, uma cidade que fala vários idiomas e não deixa nada passar em branco.

    A primeira cerimônia de premiação atraiu líderes mundiais, e alguns dos finalistas chegaram a se encontrar com o papa Francisco, no Vaticano.

    Para Varkey, a mensagem é que o ensino não deve ser sempre um "desconhecido".

    Falta de professores
    Falta de professores é problema em países em desenvolvimento

    No entanto, em grande parte do mundo em desenvolvimento, um dos grandes problemas das escolas é a falta de professores.

    A ONU advertiu que, nos próximos 15 anos, serão necessários mais de 4 milhões de professores de níveis primário e secundário somente na África subsaariana.

    Varkey, que é embaixador da boa vontade da Unesco, o braço das Nações Unidas para educação, financiou o treinamento de 12 mil professores em Uganda por meio de sua fundação e planeja expandir esse número para 250 mil.

    A meta é ousada: para cada estudante privado a quem é dada instrução, o objetivo do empresário é educar outros 100 alunos de escolas públicas.

    Seu grupo também tem uma unidade de inovações, na qual testa o uso de novas tecnologias na sala de aula para melhorar o processo de ensino ou ajudar os professores a chegar a mais alunos.

    "A tecnologia tem feito muito para as outras indústrias e eu acho que a educação será adicionada à lista; é só uma questão de tempo", conclui.



  • 'Fiquei assistindo gente morrer', diz baiano sobrevivente de terremoto no Nepal

    Baiano consegue voltar ao Brasil após terremoto no Nepal. Ele desembarcou na cidade de Ilhéus (Foto: Manoel Tenório/Arquivo Pessoal)

    O analista do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) que estava desaparecido depois do forte terremoto no Nepal, relatou, em entrevista ao G1 neste domingo (3), um dia após chegar na Bahia, os momentos de drama que viveu no país asiático. "Fiquei assistindo gente morrer. Tudo está destruído. O patrimônio histórico de Katmandu foi devastado. Não vi pá, os caras tiravam as pedras com a mão. Vi até macas de bambu", relatou.

    Manoel Ursino Tenório de Azevedo Junior, 52 anos, estava na Índia e chegou na cidade de Lumbini, no Nepal, no dia 24 de abril, um antes do terremoto. No deslocamento de ônibus entre Lumbini e Katmandu, a capital do país, a viagem de sete horas durou 25. Isso porque o terremoto começou quando o veículo em que seguia viagem fez uma parada para o almoço. "Por volta de 12h, quando entramos na cidade de Narayamgham, paramos em um ponto de apoio para ônibus, não chega a ser uma rodoviária. Descemos para que todos pudessem almoçar. A maior parte era nepalês - de estrangeiros, só tinham eu e um [norte] americano. Não almocei, fui em uma lanchonete e pedi um lanche. Sentei do lado de fora, na varanda, e quando abri o refrigerante senti uma pressão que vinha de baixo para cima e, como já tinha vivenciado um terremoto no Chile, a ficha caiu logo e eu comecei a correr. Voltei para o local onde o ônibus estava estacionado. As pessoas começaram a correr também, gritar e caíram no chão", relatou. De acordo com Tenório, o agravante da viagem de ônibus foi que, após o tremor, pedras grandes caíram na estrada, atingiram carros e bloquearam a pista. "Sentimos o terremoto diminuindo e, quando parou, seguimos viagem. Na estrada, cerca de 20 minutos depois que saímos, teve outro tremor dentro do ônibus. Quando começamos a nos aproximar de Katmandu, o trânsito estava tumultuado porque pedras grandes tinham caído na estrada, atingiram carros e tinha gente ferida. A cerca de 130 km da capital do Nepal, o motorista parou e disse que não ia seguir viagem. Dormimos na estrada. De um lado, um precipício com um rio tipo um canyon, do outro, uma montanha de onde estavam descendo as pedras. Entrei no ônibus coloquei o cinto e pedi ao Pai proteção", contou. Tenório revela que, apesar do forte terremoto, o que causa medo na população do Nepal são os tremores mais fracos que acontecem o tempo todo. "O que as pessoas sabem aqui no Brasil é que teve um forte terremoto, mas lá a situação é diferente, tem tremores mais fracos o tempo todo e as pessoas estão apavoradas", comenta. O analista, que saiu de Lumbini no sábado (25) e estaria em Katmandu no mesmo dia, só conseguiu chegar na capital nepalesa às 8h do domingo. Ainda assim, ele precisou esperar quatro dias para deixar o país, pois a passagem para Nova Délhi, na Índia, estava marcada para quarta-feira (29). "Cheguei no hotel, tomei um banho, mas não era ideal que eu ficasse na parte de dentro. Passei o domingo no estacionamento do hotel, tremeu todos os dias que passei por lá. Na segunda, foi o dia que consegui falar com minha mulher. A ligação caía, ela estava desesperada, mas eu disse a ela: 'o importante é que eu estou vivo', lembrou. No dia da viagem para o Brasil, na última quarta-feira, Manoel Tenório disse que ficou com medo de acontecer algum imprevisto e o trajeto não acontecer. Ele relatou que só entrava no aeroporto quem tinha passagem e o local foi isolado pelo Exército. "Quando o cartão de embarque saiu, pensei: 'estou no céu'. Me confirmaram que o voo estava mantido, mas que não sairia no horário marcado, pois a prioridade era o pouso das aeronaves do Exército com comidas e remédios", conta. "Minha mãe até hoje não sabe o que eu passei. Disse apenas que fui pra Índia, mas, como ela é idosa, tem 85 anos, todos ficaram com medo de contar, inclusive eu. Eu estou rouco, peguei muita poeira, mas estou feliz por ter voltado para casa", apontou o analista.
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  • Advogado brasileiro aprovado em 5 mestrados nos EUA vai para Harvard

    Advogado diz que disciplina faz a diferença (Foto: Rafael de Almeida Rosa Andrade/Arquivo pessoal)

    'Quero estar em uma discussão de nível mundial', diz jovem de 28 anos. Rafael de Almeida Andrade escolheu estudar com alunos de 70 países.

    Aos 28 anos, Rafael de Almeida Rosa Andrade fala três idiomas, tem dois livros jurídicos publicados e está prestes a concluir um mestrado na Universidade de São Paulo (USP). Com experiência de 6 anos como advogado, adquiriu credenciais para o sucesso profissional na área. Mas o jovem de Limeira (SP) quer ir além. Mais precisamente para os Estados Unidos, onde foi aprovado em cinco cursos de mestrado e escolheu Harvard.

    O advogado inicia os estudos no exterior até o final do ano. Além do curso em Cambridge, ele poderia optar por bolsas de estudos obtidas em Yale, Stanford, Columbia e Chicago. Mas fez a escolha por uma experiência "de nível mundial". Em Harvard, o jovem vai estudar em uma turma com 160 alunos de 70 países. A seleção durou mais de seis meses em terras americanas.

    Formado em direito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ele conta que a decisão de emendar um mestrado no Brasil com outro no exterior é resultado de uma "curiosidade" acadêmica.

    "Estou concluindo um curso na USP e pode soar estranho ir aos EUA fazer mais um mestrado, mas a pesquisa que vou desenvolver lá tem um foco diferente. Pretendo compreender melhor determinados aspectos do sistema jurídico norte-americano e dialogar com alguns professores e pesquisadores. Ser aceito significa muito pra mim. É a chance de estar em uma discussão de nível mundial e influenciar mais do que eu esperava em questões relevantes", disse Andrade.

    Disciplina
    "Nunca estudei 10 horas por dia, até porque já trabalho. O maior segredo é ter disciplina. Sempre 'fucei' e fui crescendo. Sou extremamente focado e acho que isso pesa. Achava que tinha condições de conseguir (uma bolsa), mas não esperava nas cinco", confessa o jovem que atualmente trabalha em São Paulo, onde é associado a um escritório de advocacia.

    "Eu fiquei com muita dúvida entre Harvard e Yale. Yale é, atualmente, a melhor faculdade de direito dos EUA e aceita anualmente apenas 20 e poucos alunos do mundo inteiro para o programa de mestrado. Harvard, por exemplo, aceita 160, mas possui um núcleo muito forte de pesquisa aplicada em direito societário e direito dos contratos, e eu achei que isso ajudaria muito minha linha de pesquisa", disse.

    Andrade ainda ressaltou a localização geográfica de Harvard e o aspecto cosmopolita do campus. "Recebe anualmente alunos com históricos muito diferentes e eu achei que isso seria muito interessante para o processo de ensino e discussão sobre o direito."

    Futuro
    A bolsa de mestrado internacional tem duração de um ano e é parcial. "Não cobre todas as despesas. Mas estou me preparando e valerá todo esforço. Vou colher os frutos do conhecimento", disse. Ele pretende "esticar" a estadia nos EUA por mais um ano após o curso.

    "O tempo exato dependerá do sucesso da minha pesquisa e do meu interesse em continuar vinculado a Harvard, aí já como aluno do doutorado", finalizou. ( Alessandro Meirelles Do G1 Piracicaba e Região)

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  • Rinoceronte escapa de reserva e mata uma pessoa durante fuga no Nepal

    Rinoceronte matou uma pessoa e feriu outras seis durante a fuga (Foto: Bidur Giri/AFP)

    Um rinoceronte escapou de uma reserva no Nepal e matou uma pessoa durante a fuga nesta segunda-feira (30). Outras seis pessoas ficaram feridas, segundo a agência France Presse.

    O rinoceronte fugiu da Reserva de Vida Selvagem de Parsa, distrito do Nepal, e andou por cerca de 20 km até a cidade de Hetauda, no distrito de Makawanpur, a cerca de 40 km de Kathmandu.

    Na cidade, o animal correu pelas ruas perseguindo moradores e veículos. Sua presença aterrorizou as pessoas. Tentativas de fazer com que o animal saísse da cidade tinham sido  frustradas e funcionários com tranquilizantes estavam a caminho para tentar deter o rinoceronte, segundo o jornal "The Guardian".



  • Copiloto contou que um dia todos lembrariam de seu nome, diz ex-noiva

    Andreas Lubitz em maratona de pilotos em 2009 - Michael Mueller / AP

    DÜSSELDORF - A ex-noiva de Andreas Lubitz afirmou neste sábado, em entrevista ao tabloide “Bild”, que o copiloto da Germanwings dizia constantemente a ela: “Um dia todos saberão o meu nome”. Identificada como Maria W., de 26 anos, a comissária de bordo chegou a trabalhar com o copiloto por cinco meses no ano passado e disse que rompeu o relacionamento por causa dos problemas pessoais e comportamento errático de Lubitz.

    “Ele me dizia ‘Um dia farei algo que vai mudar todo o sistema, e todo mundo vai saber meu nome e lembrar dele’. Não entendia o que ele queria dizer, mas agora faz sentido”, ela contou.

    Na entrevista, Maria afirma também que ele foi diretamente afetado pelos problemas médicos que tinha, mas sem dar maiores detalhes.

    "Andreas era um jovem muito amável e aberto nos voos, e alguém muito doce em privado. Era alguém que precisava de carinho. Terminei com Andreas porque era cada vez mais evidente que ele tinha um problema. Durante discussões, se irritava e gritava comigo. No meio da noite, acordava gritando 'Estamos caindo!'. Mas ele só me dizia que passava por um tratamento psiquiátrico."

    O problema principal era quando o trabalho entrava na discussão — o que poderia ter provocado a tragédia.

    "Sempre falamos muito de trabalho, e ali ele se transformava. Ficava irritado pelas condições: pouco dinheiro, medo pelo contrato, muita pressão. Se Andreas derrubou o avião deliberadamente, é porque entendia que, por conta dos problemas de saúde dele, seu grande sonho de uma carreira na Lufthansa, como capitão e um grande piloto, seria praticamente impossível.”

    Outras revelações também vieram à tona. Em entrevista à rede iTélé, um membro de um clube de pilotos de planadores de Sisteron, perto do local do desastre, afirmou que Lubitz e outros membros do clube que frequentava em Montabaur (sua cidade natal) conheciam o lugar desde a infância. O copiloto frequentou o local em 1996 e 2003.



  • O Destaquebahia parabeniza todas as mulheres pelo seu dia


         
    Se todos os dias do ano fossem dedicados a você mulher, pouco ainda seria. 08 de Março de 2015, Dia Internacional da Mulher, nós dedicamos desejos de tudo de bom a Você.



  • Médicos afirmam que 'nada mais pode ser feito' para tirar filha de Whitney Houston do coma, diz revista

    Em coma profundo desde que foi encontrada desacordada em uma banheira, da mesma forma como a mãe, a cantora Whitney Houston, foi achada morta, em 2012, Bobbi Kristina espera por um milagre para sobreviver, segundo fontes médicas ouvidas pela revista People.

    A família da jovem já está se reunindo após a equipe médica declarar que 'nada mais pode ser feito por Bobbi Kristina'. "Todo mundo está vindo para o hospital para dizer adeus. Bobby [Brown, o pai] está chorando sem parar desde ontem. Estamos de luto", afirma uma fonte ligada à família para a publicação.

    Segundo uma outra fonte contou à revista, "Perder Whitney [Houston] já foi difícil, mas isto é um milhão de vezes pior, e perdê-la da mesma forma seria devastador para ele [Bobby]".

    Bobbi Kristina foi encontrada inconsciente em uma banheira neste sábado (31), sendo socorrida para um hospital de Atlanta. Bobbi foi encontrada pelo marido, Nick Gordon, e um amigo do casal. Eles prestaram os primeiros socorros à jovem.

    Segundo o porta-voz do Departamento de Polícia de Roswell, Bobbi já estava recebendo socorros do marido quando os policia chegaram e ajudaram a transferi-la para o North Fulton Hospital.  

    Mãe de Bobbi, a cantora Whitney Houston foi achada inconsciente em uma banheira em fevereiro de 2012, morrendo afogada. Bobbi é filha de Whitney com o cantor Bobby Brown.



  • Repórter e cinegrafista da TV Globo são deportados da Indonésia

    Repórter e cinegrafista da TV Globo são deportados da Indonésia (Foto: Reprodução)

    Depois de terem tido seus passaportes apreendidos, o repórter Márcio Gomes e um cinegrafista da TV Globo foram deportados pelo governo da Indonésia. De acordo com a emissora, os dois foram transportados pela polícia para Jacarta, capital do país, e de lá pegaram um voo para Tóquio, no Japão, onde o repórter é correspondente. Márcio Gomes e o cinegrafista tiveram seus passaportes apreendidos em Cilacap, na Indonésia, ao chegarem ao país para cobrir a execução do brasileiro Marco Archer Moreira. Segundo o jornal 'O Globo', os dois foram detidos no porto de Cilacap, por onde se chega à Ilha de Nusakambangan. O jornal 'Folha de São Paulo' afirma que seu equipe de reportagem também foi ameaçada de deportação.



  • Procurador pede ao MP da Indonésia para adiar execução de brasileiro

    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou nesta sexta-feira (16) uma carta ao chefe do Ministério Público da Indonésia para pedir que o governo daquele país adie por oito semanas a execução do brasileiro Marco Archer, condenado à morte por tráfico de drogas. Segundo a PGR, o adiamento por oito semanas daria ao Ministério Público do Brasil e ao da Indonésia um tempo mínimo para tentar uma cooperação entre os dois países que alivie a situação dos brasileiros e também leve a um acordo mais amplo para solução de futuros casos semelhantes. O fuzilamento de Archer está previsto para ocorrer a partir da meia-noite de domingo (18) na Indonésia – 15h deste sábado (17) no horário de Brasília. Na correspondência ao MP indonésio, há ainda um pedido do procurador-geral para a substituição da sentença de morte de outro brasileiro, Rodrigo Goularte, cuja execução ainda não tem data definida. O objetivo é ganhar tempo para uma negociação que leve à reconsideração da pena de morte. Mais cedo, nesta sexta, a presidente Dilma Rousseff fez um apelo por telefone ao governante da Indonésia, Joko Widodo, para poupar a vida dos dois brasileiros, mas não foi atendida. Widodo respondeu que não poderia reverter a sentença de morte imposta a Archer, “pois todos os trâmites jurídicos foram seguidos conforme a lei indonésia e aos brasileiros foi garantido o devido processo legal”, segundo nota da Presidência. Na carta ao MP da Indonésia, Janot escreveu que concorda que o tráfico de drogas é um crime “muito grave, que merece a devida punição” e que respeita os esforços da Indonésia para combatê-lo. Mas ele pede que sejam consideradas outras formas de punição, mencionando o cumprimento da pena em prisão no Brasil, com um acordo "ad hoc" (destinado somente a esse caso) entre os dois países. O procurador-geral também disse, segundo a assessoria da PGR, que não pretende desrespeitar a soberania da Indonésia nem pedir anistia aos brasileiros condenados. "Apesar de seus atos ilícitos, devemos considerar a situação extrema de ser sentenciado à morte em uma terra estrangeira. Tal circunstância produz uma sensação de solidão e abandono", argumentou Janot na carta. Acrescentou que uma eventual decisão favorável a Archer e Goularte será lembrada pelos brasileiros como um “ato de humanidade e boa vontade”, que “irá certamente elevar as perspectivas para cooperação bilateral”. Se o pedido for aceito, Janot cogita enviar uma missão oficial brasileira para discutir a situação dos brasileiros e “mecanismos de cooperação” entre Brasil e Indonésia. Umas das possibilidades é a elaboração de um tratado para transferência de presos, além de assistência jurídica mútua e fortalecimento dos protocolos de extradição. "Isso certamente nos aproximaria, com o fim reforçar nossa relação de confiança, amizade e cordialidade", escreveu o procurador-geral. Segundo a assessoria de imprensa da PGR, o procurador regional da República Vladimir Aras, que também é titular da Secretaria de Cooperação Internacional, tentará marcar uma conversa telefônica entre Janot e o procurador-geral da Indonésia.



  • Medo e comoção em Paris: 700 mil pessoas vão às ruas para lembrar vítimas

    Milhares de pessoas com cartazes

    A França mantém o nível de alerta máximo, mesmo após a morte dos três terroristas que provocaram ataques que deixaram 17 mortos na sede do jornal Charlie Hebdo e em um supermercado judaico. No sábado (10), enquanto mais de 700 mil pessoas lotaram as ruas das principais cidades francesas em protestos por paz e justiça, o governo do país anunciou o envio adicional de 500 militares à Paris como parte do reforço da operação antiterrorista que começou quarta-feira (7).

    Os policiais ainda buscam por Hayat Boummedienne, esposa de Amedy Coulibaly, autor do sequestro em um mercado judaico  e que foi morto pelas autoridades anteontem. "Ainda estamos expostos a riscos", disse o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve.

    O presidente da França, François Hollande, realizou uma reunião de emergência para discutir a segurança nacional e prorrogou o alerta de segurança máxima para  frustrar possíveis novos ataques  nos arredores de Paris, orquestrados por militantes da Al-Qaeda do Iêmen.

    "Nós temos que ficar vigilantes. Também peço a vocês que fiquem unidos - essa é a nossa arma". Os chefes das forças de segurança da França foram orientados a cancelar suas contas das redes sociais e só sair nas ruas armados.

    Amedy, Hayat e os irmãos Said e Chérif Kouachi,  que mataram 12 pessoas na sede do jornal e também foram mortos anteontem pela polícia francesa, seriam financiados pelo grupo terrorista. Hollande se encontrou com autoridades do governo e dos órgãos de segurança  para discutir como garantir a segurança do país em meio a preocupações de que os responsáveis pelos ataques integram uma rede extremista internacional. (Com informações do Correio24horas)



  • Cartunistas fazem desenhos em homenagem às vítimas de ataque a jornal francês

    Incidente repercutiu no Twitter e grandes nomes do cartum criaram ilustrações sobre o caso

    Cartunistas do mundo inteiro homenagearam as vítimas do ataque ao escritório do jornal satírico francês Charlie Hebdo. No incidente, 12 pessoas morreram, entre elas os cartunistas Georges Wolinski, Stephane Charbonnier (o "Charb"), Jean Cabut (o "Cabu") e Tignous. 

    Na tirinha publicada pelo chileno Mala Imagen, os cartunistas se defendem com lápis dos dois criminosos que abriram fogo na sede da revista

    Foto: Reprodução Twitter



  • Tecnologia: Startup mostra carregador que recupera bateria de celular em segundos

    Demonstração do carregador de smartphones de alta velocidade da Storedot: um dia de bateria em 30 segundos

    LAS VEGAS — Esperar menos de um minuto para recuperar toda a energia do seu smartphone antes de sair de casa. Sonho de muitos usuários, esse cenário pode estar um pouco mais perto da realidade, a julgar por um protótipo de super carregador demonstrado pela israelense Storedot na feira de tecnologia Consumer Eletronics Show (CES), que ocorre em Las Vegas, nos EUA. Em uma demonstração feita à britânica BBC, a companhia revelou um novo kit do seu produto que é capaz de recarregar um celular 100 vezes mais rápido que os carregadores atuais — algo que pode revolucionar o jeito que os usuários utilizam seus smartphones, tablets, laptops e outros dispositivos. Na demosntração, um aparelho teve a sua bateria recarregada em menos de um minuto.

    Em uma demonstração feita à britânica BBC, a companhia revelou um novo kit do seu produto que é capaz de recarregar um celular 100 vezes mais rápido que os carregadores atuais — algo que pode revolucionar o jeito que os usuários utilizam seus smartphones, tablets, laptops e outros dispositivos. Na demosntração, um aparelho teve a sua bateria recarregada em menos de um minuto. Do tamanho de um carregador normal, ao contrário de seus protótipos anteriores, o kit é compatível com uma nova tecnologia de baterias que contém moléculas orgânicas sintetizadas. — Nós temos reações nesse tipo de bateria que não são tradicionais e nos permitem carregá-las muito rápido, movendo íons de um anódio a um cátodo numa velocidade impossível antes desses materiais — explicou à BBC Doron Myersdorf, diretor-executivo da companhia. Infelizmente, o produto ainda não é compatível com os celulares no mercado, já que a maioria dos atuais aparelhos não seriam capazes de aguentar uma carga de 40 amperes sem queimar. No entanto, a nova tecnologia de bateria mencionada pelo executivo poderá se tornar o padrão da indústria no futuro. De acordo com Myersdorf, fabricantes de smartphones dos EUA, da Coreia do Sul, da China e do Japão já começaram negociações para licenciar a tecnologia ou comprar seus direitos de uso. A Storedot ainda tem como meta até 2017 equiparar a densidade de energia suportada nas suas bateriais às das baterias comuns de lítio-íon — atualmente os protótipos da empresa apenas armazenam um terço dessa quantidade, algo em torno de 900 mAh. A companhia já levantou US$ 48 milhões em duas rodadas de investimento, incluindo o apoio de uma grande fabricante asiática de celulares, cujo nome não foi revelado. Com as previsões de que o número de usuários de smartphones no mundo cheguem a 1,75 bilhão esse ano, especialistas veem grande potencial no produto da StoreDot, mas ainda são céticos quanto a sua capacidade. — A tecnologia das baterias é o grande desafio a atrasar a indústria de consumo de eletrônicos no momento — afirmou à BBC Ben Woods, da consultoria CSS Insight. — Qualquer promessa de uma grande revolução deve sempre ser tratada com ceticismo porque é algo que já foi prometido muitas vezes antes e ainda não temos uma solução. (Fonte: O Globo)
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  • Morre aos 85 anos criador de Chaves e Chapolin, Roberto Bolaños

    O ator Roberto Gomez Bolaños, criador dos seriados Chaves e Chapolin, morreu nesta sexta-feira (28), segundo a rede de TV Televisa. Ele tinha 85 anos de idade. A emissora mexicana foi responsável por produzir programas do humorista. O ator chegou a se isolar com a família em Cancún, no México, segundo o jornal "El Universal" de abril. Ele estava com problemas respiratórios e dificuldades para se locomover. Segundo as primeiras informações, ele morreu às 13h15 no horário local, cercado pela família, inclusive a mulher, Florinda Meza, que viveu Dona Florinda na série. Bolaños nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Ele começou a carreira como escritor criativo para rádio e televisão durante a década de 1950. Ele começou a atuar em 1960, no filme "Dois Criados Malcriados". Ele começou sua carreira como roteirista de programa de comédia e de obras de Shakespeare, cujo apelido, pronunciado em espanhol, se leria "Chespirito". Em 1970, surgiu o Chapolin Colorodo e um ano depois foi criado Chaves, o personagem de maior sucesso do ator. Os personagens fizeram sucesso e de quadros em outro programa ganharam independência em 1973, virando séries de duração de 30 minutos. Bolaños foi casado com Graciela Fernández Pierre, com quem teve seis filhos. Ele se casou em 2004 com a atriz que vivia Dona Florinda, depois de 27 anos de relação.



  • Austrália: Bebê sobrevive por cinco dias abandonado em bueiro

    Acorda Cidade / Foto: NSW Police/AP

    Ciclistas ouviram o choro procedente de um bueiro e encontraram um bebê na manhã do último domingo (23). A criança estava na rede de esgoto perto de uma pista de ciclismo na zona oeste de Sydney. A mãe foi indiciada por tentativa de assassinato nesta segunda-feira (24).

     

    Segundo a polícia, o bebê passou cinco dias no local a 2,5m de profundidade. O local estava fechado com uma pesada tampa de cimento e várias pessoas foram chamadas para levantar a peça.

     

    No fundo do bueiro os ciclistas encontraram um bebê recém-nascido coberto com um lençol de hospital e ainda com uma pinça (de plástico) no cordão umbilical. O bebê foi hospitalizado e tem estado de saúde considerado estável.

     

    A polícia investigou durante várias horas os registros hospitalares e localizou a mãe, de 30 anos. A polícia destacou que o menino não teria conseguido sobreviver por mais tempo, já que a temperatura em Sydney chegou a 40ºC no domingo.