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  • Atropelamento próximo a mesquita de Londres deixa um morto

    Uma van avançou contra fiéis que saíam de uma mesquita de Londres na madrugada desta segunda-feira (19), deixando um morto e dez feridos, informou a Polícia Metropolitana da capital britânica.

    O incidente ocorreu pouco depois da meia-noite, na Seven Sisters Road, perto da mesquita de Finsbury Park. A polícia informou ter prendido um suspeito, um homem de 48 anos cuja identidade não foi revelada.

     

    "O motorista da van foi encontrado detido pelas pessoas que estavam no local e foi preso em conexão com o incidente", informou a polícia em comunicado.

    Ainda não está claro se foi um ato deliberado ou um acidente. A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que a polícia trata o incidente como possível "ataque terrorista", e o caso é investigado pelo Comando de Contraterrorismo.

    May qualificou de "terrível" o incidente ocorrido perto da mesquita de Finsbury Park, uma das mais importantes do Reino Unido, e expressou sua solidariedade às vítimas e a suas famílias. O ataque ocorreu durante o Ramadã, mês sagrado do calendário muçulmano, quando as pessoas vão às mesquitas fazer orações à noite.

    O prefeito de Londres, Sadiq Khan, disse que um número adicional de policiais havia sido mobilizado para tranquilizar as comunidades, especialmente aquelas que observam o Ramadã, descrevendo o ataque como um "um assalto aos nossos valores compartilhados de tolerância, liberdade e respeito".

    Ataque deliberado

    O secretário-geral do Conselho Muçulmano Britânico (MCB, na sigla em inglês), Harun Khan, descreveu o incidente como a "mais violenta manifestação de islamofobia até hoje" e pediu que as autoridades façam mais para "combater o aumento dos crimes de ódio". Kahn disse que o atropelamento parece ter sido intencional.

    A mesquita de Finsbury Park já foi associada à ideologia islamista radical no passado. Seu antigo imame, Abu Hamza, foi preso no Reino Unido por incitar violência racial e ódio antes de ser extraditado para Nova York, onde foi condenado à prisão perpétua por terrorismo em 2015.

    Mas a imagem da mesquita mudou depois que ela foi fechada e reabriu sob o comando de uma nova equipe de administrativa e religiosa. O templo não é associado a visões extremistas há mais de uma década.

    Londres está sob tensão após oito pessoas terem sido mortas em um ataque com uma van e a faca na Ponte de Londres e no Borough Market no início do mês. Em março, um homem jogou um veículo contra um grupo de pedestres nos arredores do Parlamento britânico, em Londres, matando quatro pessoas e deixando 50 feridas.

    Em 23 de maio, um britânico de origem líbia fez um ataque suicida em Manchester, durante o show da cantora Ariana Grande. A explosão deixou 22 mortos e mais de 60 feridos. Mais da metade das vítimas era menor de 16 anos. Foi o ataque terrorista mais mortal no Reino Unido desde os atentados de 7 de julho de 2005, em Londres.(dw.com)

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  • Londres: Sobe para 17 número de mortos após incêndio em prédio

    Foto: Reprodução / UOL

    Subiu para 17 o número de mortos no incêndio que atingiu na madrugada desta quarta-feira (14) um prédio de 24 andares em Londres, na Inglaterra. Segundo informações do portal G1, o último balanço foi divulgado pela polícia na manhã desta quinta-feira (15). As investigações não apontam indícios de que as chamas tenham sido provocadas em ação terrorista. De acordo com o comandante da polícia, Stuart Cundy, dos 78 feridos, 37 ainda estão internados, sendo 17 em estado crítico. O edifício que sofreu o incêndio foi construído em 1974 e fica em North Kensington, a 2,7 km da residência do príncipe William e da sua mulher, Kate Middleton. A primeira-ministra britânica, Theresa May, visitou o prédio nesta manhã – a construção havia passado por uma reforma em 2016. Os bombeiros chegaram a informar que a estrutura do edifício poderia cair, mas o risco já foi descartado. 

  • Intoxicação alimentar afeta 800 refugiados em abrigo no Iraque

    Centenas de moradores de um campo de refugiados perto de Mossul, no Iraque, sofreram uma forte intoxicação alimentar na noite dessa segunda-feira. Segundo o ministro da Saúde iraquiano, uma criança e uma mulher morreram e mais 200 pessoas foram hospitalizados em estado grave. Uma investigação tenta descobrir se a comida foi envenenada.

    A refeição servida na segunda-feira após o fim do jejum – no Ramadã, o mês sagrado do Islã, os muçulmanos jejuam durante o dia – foi oferecida por uma organização não-governamental e consistia de uma porção de arroz, feijão e carne, além de iogurte e água. Pouco depois, os refugiados começaram a vomitar e sentir fortes dores de estômago.

    A Organização das Nações Unidas informou que, ao todo, 752 pessoas foram afetadas pela intoxicação.

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    • Atentado em casamento deixa 26 mortos no Iraque

    A ONG britânica Help the Needy Charitable Trust informou que cerca de 2.000 refeições foram distribuídas no campo de refugiados na segunda-feira. Eles responsabilizaram um restaurante local pela qualidade dos alimentos.

    A Acnur, agência para refugiados da ONU, informou que está providenciando um carregamento extra de água potável e aguarda uma investigação policial para esclarecer o incidente, reportou o jornal britânico The Guardian.

    Desde o início da ofensiva iraquiana contra os extremistas do Estado Islâmico, em outubro do ano passado, mais de 800.000 moradores foram forçados a abandonar suas casas. No campo de Hasansham U2, a 20 quilômetros de Mossul, vivem mais de 6.000 refugiados.(veja)

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  • Melania Trump e seu filho deixam Nova York e se mudam para Casa Branca

    Washington, 11 jun (EFE).- A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, e seu filho Barron, se instalaram neste domingo em definitivo na Casa Branca, após terem morado até agora em Nova York, para que o garoto encerrasse o ano escolar.

    "Ansiosa para as memórias que faremos na nossa nova casa! #diademudanca", escreveu hoje na sua conta do Twitter, a primeira-dama americana, com uma foto da vista através de uma das janelas da Casa Branca.

    Melania e Barron permaneceram na sua residência da Torre Trump, em Nova York, em vez de seguirem para Washington quando o presidente Donald Trump assumiu o cargo, em janeiro deste ano.

    Neste domingo, os três retornaram juntos para a Casa Branca, após passarem o final de semana no clube de golfe de Trump em Bedminster (Nova Jersey).

    Os pais de Melania, Amalija e Viktor Knavs, também passaram o dia com a família do presidente americano e deverão se tornar figuras frequentes em Washington, de acordo com a imprensa local.

    O casal Knavs estava morando com Melania e Barron na sua residência de Nova York.

    No mês de janeiro, Melania Trump quebrou a tradição ao não se mudar imediatamente para Casa Branca e ficar no seu luxuoso apartamento da Torre Trump, em Manhattan, enquanto o filho Barron terminava o período escolar.

    Barron Trump, de 11 anos, é o filho mais novo do presidente e o único com a primeira-dama, Melania Trump, que é a sua terceira esposa.

    Ele será a primeira criança do sexo masculino na Casa Branca desde John-John, filho do ex-presidente John F. Kennedy (1961-1963). (EFE Brasil)

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  • Trump chama ex-diretor do FBI de

    O GLOBO

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou nesta sexta-feira o ex-diretor do FBI James Comey de "vazador", um dia depois de Comey acusar Trump de tentar anular uma investigação e de mentir sobre ele e sobre o FBI, durante depoimento ao Congresso dos EUA.

    Apesar de tantas declarações falsas e mentiras, defesa total e completa... Comey é um vazador", escreveu Trump no Twitter em seu primeiro comentário desde a audiência do Comitê de Inteligência do Senado, na quinta-feira.

    O ex-diretor do FBI James Comey disse nesta quinta-feira que ficou perturbado pelas tentativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que encerrasse um inquérito sobre um ex-assessor de segurança nacional, mas não afirmou se acha que o presidente tentou obstruir a Justiça.

    Comey afirmou a parlamentares, na mais aguardada audiência do Congresso dos Estados Unidos nos últimos anos, que o governo Trump disse mentiras e o difamou depois que o presidente o demitiu da direção da Polícia Federal norte-americana no dia 9 de maio. 

    Em depoimento escrito divulgado na última quarta-feira, Comey disse que Trump pediu em fevereiro que ele encerrasse uma investigação do FBI sobre o ex-assessor de segurança nacional Michael Flynn como parte do inquérito sobre a alegação de intervenção russa na eleição presidencial norte-americana de 2016.

    "Eu não acho que seja para eu dizer se a conversa que tive com o presidente foi um esforço para obstruir. Eu considerei muito perturbadora, muito preocupante", disse Comey aos parlamentares.

    A audiência pode ter repercussões significativas para Trump, à medida que vários comitês do Congresso investigam os supostos esforços russos para influenciar as eleições presidenciais de 2016 e se a campanha de Trump estava envolvida.

    Trump desencadeou uma tempestade política quando demitiu Comey. O ex-diretor do FBI disse que o governo o difamou em comentários feitos depois de sua demissão.

    "Embora a lei não exija nenhum motivo para dispensar o diretor do FBI, o governo então escolheu me difamar e, mais importante, o FBI, dizendo que a organização estava foram de ordem, que a força de trabalho perdeu a confiança em seu líder", disse Comey. "É mentira".(Reuters)

     

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  • Cruz Vermelha: Show beneficente arrecadou 10 milhões de libras

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    O showbeneficente conduzido em Manchester pela cantora Ariana Grande neste domingo arrecadou mais de 10 milhões de libras (cerca de 40 milhões de reais), segundo informou a Cruz Vermelha britânica. Os recursos foram destinados a um fundo emergencial para atendimento das vítimas de um ataque que matou 22 pessoas durante outro show da mesma cantora, realizado em maio.

    Ariana Grande retornou a Manchester para um tributo repleto de estrelas da música pop. Justin Bieber, Katy Perry e Liam Gallagher estiveram no espetáculo que ocorreu duas semanas após o bombardeio suicida em uma arena na qual a cantora se apresentava.

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    “Manchester, eu te amo com todo o meu coração”, disse Ariana antes da performance de “Over the Rainbow”, com a qual encerrou a apresentação de mais de três horas. Ela chorou no palco ao final da canção enquanto o público a aplaudia.O evento em Manchester ocorreu um dia depois de ataques no coração de Londres terem deixado sete mortos. Autoridades disseram que o ataque começou com uma van que avançou em direção a pedestres e depois envolveu três homens usando facas e atacando pessoas em bares, restaurantes e num mercado próximo.(O ESTADÃO)

  • Astronautas chegam à Terra após 200 dias em estação espacial

    O astronauta francês Thomas Pesquet e seu colega russo Oleg Novitski retornaram nesta sexta-feira (2) à Terra após passarem 200 dias na Estação Espacial Internacional (ISS).

    Pesquet e Novitski se despediram nesta sexta-feira (2) dos dois astronautas - um americano e um russo - que permanecem na Estação Espacial Internacional (ISS), a 400 km da Terra, e se dirigiram para a nave Soyuz MS-03, a mesma que os levou ao espaço na noite de 17 de novembro de 2016.

     

    "Vou sentir falta" da ISS, tuitou o astronauta francês, que falou desta experiência como "a aventura mais intensa" de sua vida. O desacoplamento da Soyuz da base ISS aconteceu às 10h50 GMT (07h50 de Brasília), segundo previsto pelo Centro de Controle de voos espaciais. Segundo imagens ao vivo da Agência Espacial Europeia, a nave, a partir deste momento, se afastou da ISS em direção à Terra.

    Os dois astronautas necessitaram de três horas e 20 minutos para "descer" à Terra, aterrissando às 14H10 GMT (11h10 de Brasília), no Cazaquistão. Duas horas e meia depois do desacoplamento da ISS, os motores principais foram ativados durante pouco menos de cinco minutos para a manobra de "desorbitação", segundo a 

    Agência Espacial Europeia. Isso permitiu que a nave Soyuz iniciasse sua descida.

    O módulo com os dois astronautas enfrentou temperaturas de até 1.600ºC devido ao atrito da atmosfera com o escudo térmico. Depois de seis meses e meio sem gravidade, os astronautas sentiram o seu peso quadruplicar durante a desaceleração. Quando o módulo tocou enfim o solo da Terra, equipes de recuperação e socorro se dirigiram imediatamente ao local da aterrissagem.As naves Soyuz são, atualmente, o único meio para transportar tripulações à ISS.

     

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  • Explosão em bairro de embaixadas mata 80 e fere 300 em Cabul

    Homem ferido se arrasta após explosão no bairro das embaixadas em Cabul, no Afeganistão, nesta quarta-feira (31) (Foto: Omar Sobhani/ Reuters)

    Um atentado com caminhão-bomba nesta quarta-feira (31) em Cabul, capital do Afeganistão, deixou ao menos 80 mortos e mais de 300 feridos em uma área de alta segurança, perto do Palácio Presidencial, de várias embaixadas e edifícios do governo. Nenhum grupo reivindicou o ataque, mas o Talibã negou qualquer envolvimento.

    O porta-voz do ministério afegão da Saúde, Waheed Majroh, informou que, entre as vítimas, estão mulheres e crianças e que o balanço ainda pode aumentar pois corpos ainda estão sendo retirados dos escombros. A BBC diz que 350 ficaram feridos.

    Um motorista da BBC morreu e quatro jornalistas ficaram feridos no ataque, que aconteceu por volta das 8h25 (horário local, 0h55 de Brasília), no Distrito Policial 10, perto da Praça Zanbaq.

    Explosão em bairro de embaixadas mata 80 e fere 300 em Cabul

    Um cão corre perto de local de explosão em Cabul (Foto: Shah Marai / AFP Photo)

    A explosão aconteceu perto da Embaixada da Alemanha, que ficou danificada, mas as equipes de segurança e o governo alemão ainda acham que é cedo para dizer que o imóvel era o alvo do ataque. O ministro de relações exteriores alemão, Sigmar Gabriel, afirmou que a equipe de segurança afegã que trabalhava no prédio está provavelmente entre os mortos e que algumas pessoas ficaram feridas, mas a maioria sem gravidade.

    Os prédios da França e da Turquia também foram afetados. O governo da Turquia garantiu que seus funcionários não se feriram. A ministra francesa de negócios europeus, Marielle de Sarnez, afirmou que até o momento não há relato de pessoas machucadas na embaixada francesa.

    A explosão foi tão violenta que abalou parte da cidade, quebrando vidraças e gerando pânico entre a população. Testemunhas relataram que 30 carros que circulavam na região ficaram destruídos. Uma densa coluna de fumaça podia ser vista à distância.

    Após o atentado, muitas pessoas tentavam desesperadamente entrar na área isolada para saber notícias de familiares e amigos, constatou a France Presse (AFP). “Graças a Deus, o pessoal da embaixada indiana está são e salvo após a enorme explosão em Cabul”, tuitou a chefe da diplomacia indiana, Sushma Swaraj.O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, condenou fortemente o ataque “covarde no mês sagrado do Ramadã que visou civis inocentes", segundo a BBC. Na semana passada, ele tinha pedido que todos os grupos insurgentes respeitassem a comemoração do mês sagrado e interrompessem suas ações armadas.

    Caminhão com explosivos

     

    O porta-voz da polícia de Cabul disse que as primeiras investigações apontam que o veículo, um pequeno caminhão do serviço de rede de esgoto, foi carregado de explosivos. "O alvo não está ainda claro, mas foi perto da Embaixada da Alemanha", afirmou Basir Mujahid. A área foi isolada e as investigações continuam.

    Até o momento, o ataque não foi reivindicado, mas a explosão ocorre logo após o anúncio da “ofensiva de primavera” dos talibãs. O grupo Estado Islâmico (EI) comete atentados regulares contra Cabul.

    No entanto, no domingo (28), os talibãs provocaram uma explosão com um carro-bomba, em um ponto de ônibus em Khost, no sudeste do país, deixando 13 mortos e oito feridos, no primeiro dia do Ramadã.

    O chefe do Pentágono, Jim Mattis, declarou recentemente que esperava “mais um ano difícil” para o Exército afegão e os soldados estrangeiros no Afeganistão.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, analisa o envio de mais militares ao Afeganistão para resolver o impasse. Os EUA têm 8.400 militares no território afegão, apoiados por 5 mil homens de países aliados da Otan. A principal missão deste contingente é treinar e aconselhar os soldados locais.(G1)

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  • Polícia britânica acredita ter identificado autor de ataque em Manchester

    Foto: Reprodução / Twitter Sapo

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse nesta terça-feira (23) que a polícia britânica e profissionais de segurança da cidade de Manchester acreditam ter identificado o aparente homem-bomba que atacou pessoas que saíam de um show da cantora americana Ariana Grande em um estádio local ontem à noite. O nome do possível autor do ataque, porém, não será revelado por enquanto. Durante pronunciamento em Londres, May referiu-se ao ataque como uma "covardia espantosa e doentia". A premiê também afirmou que o ataque à bomba, que matou ao menos 22 pessoas e deixou 59 feridos, foi um dos piores já sofridos pelo Reino Unido.

  • Trump pede a países muçulmanos que isolem o Irã

    O presidente americano Donald Trump, em viagem à Arábia Saudita, discursou neste domingo (21) diante de representantes de cinquenta nações muçulmanas, entre eles 37 chefes de Estado ou governo.

    A fala de Trump, esperada ansiosamente no Oriente Médio, evitou as expressões mais agressivas que o presidente já usou nos Estados Unidos quando se referia aos muçulmanos, sobretudo durante a sua campanha eleitoral.

    Em Riad, capital saudita, o presidente abriu seu discurso alegando que era portador de uma mensagem de "amizade, esperança e

    amor". O terrorismo e o Irã, porém, foram os temas principais da sua fala.

    Paz e amor, menos com o Irã

    Num momento mais contundente, o presidente pediu a todos os países que trabalhem juntos para isolar o Irã, acusando Teerã de "alimentar os incêndios dos conflitos sectários e o terrorismo".

    "Até que o regime iraniano se mostre disposto a ser um parceiro a favor da paz, todas as nações com consciência devem trabalhar juntas para isolá-lo", concluiu Trump.

    “Batalha entre o bem e o mal”

     

    Trump fez um apelo à luta contra o "extremismo islâmico", ressaltando que a guerra contra o terrorismo "não é uma batalha entre religiões" ou “diferentes civilizações”. Mas, sim, “uma batalha entre criminosos bárbaros que tentam destruir a vida humana e pessoas de bem de todas as religiões que buscam protegê-la. É uma batalha entre o bem e o mal", disse o presidente norte-americano.

    O presidente pediu aos países muçulmanos que se recusem a se tornar "santuários de terroristas", e anunciou um acordo com os países do Golfo para lutar contra o financiamento do terrorismo.(MSN Notícias)

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  • Filho de Osama bin Laden se prepara para chefiar Al Qaeda

    FotoO filho de Osama Bin Laden, Hamza Bin Laden

    Em novo vídeo de propaganda do grupo extremista Al Qaeda, o filho de Osama bin Laden, Hamza bin Laden, dá mais sinais do poder que terá nos próximos anos. O herdeiro jihadista, agora próximo dos 28 anos, envia uma mensagem aos seguidores do pai e pede que usem quaisquer meios disponíveis para atacar judeus, americanos e até russos, segundo o centro de monitoramentos de terrorismo SITE.

    “Se você consegue pegar uma arma de fogo, ótimo. Se não, as opções são diversas”, diz Hamza. O vídeo usa imagens de ataques terroristas e não mostra o rosto do jovem

    Filho de Osama bin Laden se prepara para chefiar Al Qaeda

    que desde a infância não aparece na internet, mas seu discurso soa exatamente como o pai. Nos últimos anos, gravações com a voz de Hamza têm se tornado mais frequentes, o que indica que está no caminho para ser um nome importante na Al Qaeda.

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    • Procura-se: EUA oferecem 10 milhões de dólares por terrorista

    Em entrevista à emissora americana CBS, Ali Soufan, oficial do FBI que liderou investigações após o 11 de setembro de 2001, disse que Hamza ficou anos sem ver o pai antes de sua morte, porém, estudava a ideologia da Al Qaeda e escrevia cartas a Osama. Em um dos documentos encontrados na casa em que Bin Laden foi morto, em 2011, Hamza dizia “ser forjado em ferro” e afirmava que estava pronto para “marchar com os exércitos de Muajahadeen”, termo usado para se referir aos jihadistas.

    Quando menino, Hamza costumava aparecer em vídeos ao lado do pai, armado e em treinamento com outras crianças. De acordo com o oficial do FBI, “ele tinha muito carisma e enorme habilidade de falar em público”. Na infância, ele funcionava como uma espécia de “garoto propaganda” do terrorismo.“Hamza, a esse ponto, está sendo preparado para a alta liderança da Al Qaeda, para ter um papel ao longo do caminho na chefia da organização e, provavelmente, para unificar o movimento jihadista global”, disse Soufan. Com a força do sobrenome, o herdeiro terrorista pode ser a chance da Al Qaeda de retomar o espaço que perdeu para o Estado Islâmico (EI), originalmente um braço do grupo, que tem perdido inúmeros combates contra as forças de segurança e se enfraquecido rapidamente.

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  • Coreia do Norte diz que míssil pode transportar ogiva nuclear

    A Coreia do Norte diz que o míssil estratégico de alcance médio longo que testou pode transportar uma ogiva nuclear. A agência de notícias oficial Korean Central diz que o míssil disparado no domingo era capaz de transportar uma ogiva nuclear de tamanho grande e peso pesado. Os sul-coreanos, os militares japoneses e os norte-americanos dizem que o míssil voou por meia hora e alcançou uma altitude estranhamente elevada, antes de chegar ao Mar do Japão. Tóquio diz que o padrão de voo pode indicar um novo tipo de míssil.Autoridades japonesas dizem que o míssil voou por aproximadamente 30 minutos, viajando cerca de 800 quilômetros (500 milhas) e atingindo uma altitude de 2.000 quilômetros.

  • Misteriosos cadáveres flutuantes aparecem no Central Park

    A polícia os identificou como “floaters” (flutuantes). São corpos sem vida que apareceram boiando na água. As baixas temperaturas durante o inverno, afirma a polícia, mantiveram os corpos afundados. A decomposição se acelerou quando as temperaturas voltaram a subir com a chegada da primavera e os corpos emergiram do fundo. O pessoal responsável pela manutenção do Central Park acaba de descobrir dois deles em menos de 24 horas no emblemático parque nova-iorquino.

    O primeiro cadáver foi encontrado ao meio-dia de terça-feira no reservatório de água situado no norte do parque, na altura da rua 87, não muito longe do Museu Guggenheim. É uma área muito visitada por turistas que querem descobrir as maravilhas do Central Park e por corredores de rua. “Pensei que fosse lixo”, disse uma testemunha à imprensa local, “não parecia um ser humano”. O corpo estava nu e não apresentava sinais de traumatismo.

    O segundo cadáver foi encontrado na manhã de quarta-feira ao sul do parque, no lago que fica perto do cruzamento da rua 59 com a Quinta Avenida, em frente ao Hotel Plaza e à loja em forma de cubo da Apple. Também não apresentava sinais de violência, mas a macabra descoberta trouxe à memória dos moradores os piores dias de Nova York em relação à criminalidade. Hoje o Central Park é um lugar seguro.

    Nenhum dos dois corpos foi identificado pela polícia. O cadáver encontrado na reserva dedicada a Jackie Kennedy estava tão 

    deteriorado que os agentes não foram capazes de determinar o sexo à primeira vista, quando o tiraram da água. Sobre as duas vítimas já se sabe que são homens, mas pouco mais do que isso. A equipe de legistas da polícia de Nova York procura agora determinar as circunstâncias das duas mortes, no caso de serem consequência de atos criminosos.

    Não se sabe quanto tempo os corpos permaneceram na água. A reserva no Central Park, que depois de uma reforma se tornou uma das principais atrações turísticas, tem mais de meio quilômetro de comprimento e uma profundidade que em alguns pontos se aproxima de 15 metros. Nova York dedicou o espaço à ex-primeira-dama norte-americana em 1994, após sua morte. A história conta que a última vez em que foi vista em público foi passeando pelo parque.(MSN Notícias)

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  • MUNDO

    Trump demite diretor do FBI

    Trump demite diretor do FBI

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demitiu nesta terça-feira (09/05) o diretor do FBI James Comey e alegou a necessidade de restaurar a confiança pública na agência depois de meses tumultuados.

    Trump afirmou que a demissão tem efeito imediato e destacou que a recomendação para a substituição do diretor partiu do Departamento de Justiça, que estava investigando Comey pelas declarações públicas feitas poucos dias antes da eleição sobre suspeitas contra Hillary Clinton.

    Dez dias antes da eleição, o diretor anunciou que o FBI estava investigando mais e-mails como parte de um inquérito – que já havia sido encerrado – sobre o uso de um provedor privado por Hillary Clinton. A 

    agência voltou atrás dois dias antes da eleição e disse que decidiu não processar a candidata.

    Porém, as declarações de Comey já haviam provocado um grande escândalo. Os democratas acusam o diretor do FBI pela derrota nas urnas.

    A Casa Branca disse que a busca por um novo diretor para o FBI já começou. O porta-voz do presidente, Sean Spicer, afirmou a jornalista que a demissão de Comey foi uma recomendação do procurador-geral, Jeff Sessions.

    Diretores do FBI são nomeados para um mandato de dez anos. Comey, de 56 anos, assumiu a agência em 2013. A demissão levantou questões sobre os motivos de Trump. Sob o comando do diretor, o FBI iniciou uma investigação sobre as eventuais conexões entre a Rússia e pessoas ligadas à campanha do republicano.(MSN Notícias)

  • Após conversa sobre Coreia do Norte com Trump, China pede moderação

    O presidente chinês Xi Jinping pediu "moderação" depois de ter uma conversa telefônica com Donald Trump, dias antes da chegada do porta-aviões americano em águas da península coreana.

    China ''pede moderação a ambas as partes relevantes que possam causar tensões na península coreana", disse Xi, segundo a TV estatal chinesa CCTV.

    A conversa entre os presidentes coincidiu com um período de alta tensão entre a 

    Coreia do Norte e os EUA. Há alguns dias, Trump prometeu se ocupar do "problema" do programa nuclear norte-coreano e anunciou que o porta-aviões americano Carl Vinson estava indo para a península coreana.

    A Coreia do Norte, por sua vez, ameaçou a responder a qualquer ataque americano. Nesta terça (25), o país comemora o 85º aniversário de criação do Exército do Povo Coreano -é costume celebrar a data com testes de armas.

    "A única maneira de resolver a questão norte-coreana o mais rápido possível e dar um fim ao programa nuclear na península é cada parte assumir sua responsabilidade", disse Xi a Trump.

    Essa foi a segunda conversa telefônica entre os líderes desde o começo de abril quando se encontraram na Florida.

    Neste sábado (22), a Coreia prendeu o americano Tony Kim, subindo para três o número de cidadãos do país detidos pelos coreanos. Com informações da Folhapress.(MSN.Notícias)

     

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