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  • Trump aceita convite de Kim Jong-un para encontro

    O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, convidou o presidente Donald Trumppara um encontro. Segundo a Coreia do Sul, o líder americano concordou com a reunião, que deve acontecer em maio.

    O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo chefe do escritório presidencial sul-coreano de Segurança Nacional Chung Eui-yong durante pronunciamento na Casa Branca. Chung lidera a delegação sul-coreana que chegou hoje a Washington para informar Trump sobre os assuntos discutidos com Kim Jong-un e membros de seu governo durante o histórico encontro entre as duas Coreias em Pyongyang.

    Segundo o oficial, o ditador norte-coreano também se comprometeu a parar os testes nucleares e de mísseis para iniciar uma negociação com os americanos. O anúncio representa uma grande virada nas relações entre Estados Unidos e Coreia do Norte e uma grande conquista para a diplomacia mundial.

    Durante sua visita aos Estados Unidos, Chung Eui-yong entregou uma carta do ditador norte-coreano a Trump. Na mensagem Kim Jong-un “expressou sua ânsia de conhecer o presidente Trump o mais rápido possível”, disse Chung, que não forneceu nenhuma informação sobre onde a reunião deve acontecer.

    “Eu disse ao presidente Trump que, na reunião que tivemos, o líder norte-coreano disse estar comprometido com a desnuclearização da península”, afirmou o oficial sul-coreano. “O presidente Trump agradeceu as informações e disse que iria encontrar Kim Jong-un até maio para tratar do assunto”. Em Seul, a Presidência esclareceu que a reunião ocorreria até o final do mês de maio.

    A delegação enviada pelo presidente sul-coreano, Moon Jae-in, chegou nesta quinta-feira a Washington para se reunir com representantes do governo americano.

    A Casa Branca confirmou que o republicano aceitou o convite de Kim para um encontro. Segundo a porta-voz Sarah Huckabee Sanders, “o presidente Trump agradece muito as lindas palavras da delegação sul-coreana e do presidente Moon”.

    “Ansiamos pela desnuclearização da Coreia do Norte”, disse em comunicado. “Entretanto, por enquanto todas as sanções e uma pressão máxima devem permanecer.”

    No início da semana, a Coreia do Norte já havia concordado em interromper seus testes de armas nucleares e mísseis se houvesse conversações com os Estados Unidos. Chung Eui-yong, afirmou na terça-feira que Kim disse estar pronto para conversar “de coração aberto” com os líderes americanos em questões relacionadas a uma possível desnuclearização do Norte e à normalização das relações entre Pyongyang e Washington

    Ele informou que a Coreia do Norte também deixou claro que não precisaria manter suas armas nucleares se as ameaças militares contra o país fossem resolvidas e se recebesse garantias de segurança.

    As tensões causadas pelos programas nuclear e de mísseis norte-coreanos alcançaram os níveis mais elevados dos últimos anos em 2017. Pyongyang desenvolve seus programas de armas desafiando resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), e recentemente Kim Jong-un e Trump recorreram a uma retórica áspera e beligerante.

    A Coreia do Norte alardeia seus planos para desenvolver um míssil com ogiva nuclear capaz de atingir o território continental dos Estados Unidos, mas os temores de uma guerra de grandes proporções foram atenuados no mês passado, coincidindo com a participação norte-coreana na Olimpíada de Inverno, realizada na Coreia do Sul.(VEJA.com )



  • Carta de Einstein é leiloada por mais de 100 mil dólares em Jerusalém

    Uma carta escrita pelo físico Albert Einstein foi arrematada por 103.700 dólares nesta terça-feira (6) em um leilão em Jerusalém constatou um jornalista da AFP.

    A carta manuscrita sobre a teoria da gravitação, escrita em alemão, foi enviada por Albert Einstein em 1928 de Berlim a um colega matemático.

    Seu comprador pediu para ter sua identidade preservada.

    Outros lotes, entre eles cartas, autógrafos e fotos do prêmio Nobel de Física de 1921, foram arrematados por vários milhares de dólares.

    "Estas cartas revelam a personalidade complexa do grande cientista", disse à AFP o diretor da casa de leilões Winner's, Gal Wiener.

    Em outubro de 2017, um manuscrito de Einstein sobre o segredo da felicidade foi leiloado em Jerusalém por 1,56 milhão de dólares, cerca de 200 vezes mais que as estimativas anteriores, que apontavam a um valor avaliado entre 5.000 e 8.000 dólares.

    Einstein, que recusou-se a se tornar o primeiro presidente de Israel, era governador não residente da Universidade Hebraica de Jerusalém até sua morte, em 1955.

    Ele deixou seus arquivos, a maior coleção do mundo de seus documentos, para esta instituição. Entre os documentos está o manuscrito da teoria da relatividade.

     

    Vídeo: Carta de Einstein é leiloada por mais de 100 mil dólares em Jesuralém (Via AFP)



  • Metade dos jovens venezuelanos quer deixar o país, diz pesquisa

    Mais da metade dos jovens na Venezuela pensa em deixar permanentemente o país em razão da crise econômica e política, aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira pela empresa americana Gallup. Cerca de 53% das pessoas entre 15 e 29 anos afirma que mudaria para outro país se tivesse a oportunidade – considerando a população total da nação sul-americana, o número cai para 41%.

    A taxa é a maior registrada desde 2008, quando a série de levantamentos começou. A empresa afirma que os dados foram coletados entre agosto e novembro de 2017, quando “a violência e a fome dominaram o país” liderado por Nicolás Maduro. “Os moradores [da Venezuela] estão sofrendo e [isso reflete] em suas avaliações de vida, pois perderam o senso de segurança, a fé em seu governo e a capacidade de pagar alimentos e obter cuidados de saúde de qualidade”, escrevem os pesquisadores no relatório.

    Os dados apontam que os jovens são os que demonstram maior desejo em deixar o país, tendência que vai diminuindo conforme a idade dos entrevistados avança. Na faixa etária dos 30 aos 44 anos, esse número cai para 44%; na dos 45 aos 54, diminui para 38%; e, entre os maiores de 55, chega aos 22%.

    Dos moradores que dizem que gostariam de viver no exterior, 64% afirma que gostaria de viver em algum país vizinho da América Latina. A Colômbia é o mais citado, com um em cada cinco (20%) venezuelanos dizendo que se mudaria para lá entre todas as opções ao redor do globo. Segundo o relatório, só em 2017, funcionários colombianos da imigração contaram mais de 500.000 refugiados venezuelanos que atravessaram a fronteira com o país.

    Os Estados Unidos são o segundo destino preferido, com 17% dos entrevistados afirmando que iria para lá. “Para aqueles que buscam se mudar permanentemente para os Estados Unidos, pode ser complicado, por causa das mudanças feitas no processo de pedido de asilo do Serviço de Imigração dos Estados Unidos. Elas podem tornar mais difícil para os venezuelanos buscarem asilo lá”, explica o relatório.

    “Com o presidente Nicolás Maduro tentando a candidatura à reeleição nesta primavera, uma mudança de liderança poderia levar muitos venezuelanos a reconsiderar a potencial ideia de mudar [de país]”, conclui o documento.VEJA.com 



  • Avião militar russo cai na Síria e deixa 32 mortos

    Um avião de transporte russo An-26 sofreu um acidente no momento em que efetuava a aterrissagem na base aérea de Hmeimin, província de Latakia, na Síria.

    Segundo dados preliminares, estavam a bordo 26 passageiros e 6 tripulantes e todos morreram.

    "Às 15H00 (9H00 de Brasília), um avião de transporte An-26 caiu no aeródromo de Hmeimin. A catástrofe, segundo as primeiras informações, deveu-se aparentemente a um problema técnico", informou o ministério da Defesa da Rússia .(Notícias ao Minuto )

    .Maisi nformações em instantes



  • Um adulto e quatro crianças são encontrados mortos nos EUA

    Cinco pessoas foram encontradas mortas dentro de uma casa de Massachusetts, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (1º). Os corpos de quatro crianças e um adulto foram encontrados em um endereço da Old Warren Road, em West Brookfield - a 100 quilômetros de Boston.

    Conforme o Boston Herald, a causa da morte está sendo investigada. Não há informação se houve homicídio.

    O Departamento de Polícia de West Brookfield confirmou as mortes, via Twitter, por volta das 17h locais (19h em Brasília). Alguns jornais locais noticiaram que os corpos estariam carbonizados. A rua toda foi interditada.(Notícias ao Minuto )



  • Trump insiste em armar professores para evitar ataques em escolas

    O presidente americano, Donald Trump, assegurou nesta quinta-feira (22) que as escolas "sem armas" são um "ímã" para os assassinos em massa, reiterando sua proposta de armar alguns professores para obter um efeito dissuasivo ante possíveis ataques.

    Em uma série de tuítes, o presidente considerou que essa medida poderia ser determinante: "uma escola 'sem armas' é um ímã para pessoas ruins", lançou, despertando o rechaço de parte da comunidade educacional e de legisladores republicanos e democratas.

    Trump já havia apoiado essa proposta durante uma reunião na quarta-feira na Casa Branca com sobreviventes do massacre em uma escola da Flórida, que deixou 17 mortos na semana passada.

    "Professores e treinadores altamente treinados e adeptos às armas solucionariam instantaneamente o problema antes da chegada da Polícia. GRANDE PODER DISSUASIVO", escreveu Trump.

    O presidente considerou que 20% dos professores, aqueles adeptos às armas e com "antecedentes militares ou treinamento especial" poderiam portar "armas escondidas", o que lhes permitiria "imediatamente responder aos disparos se um louco selvagem entrasse em uma escola com más intenções".

    "Se um 'atirador psicopata' sabe que uma escola tem um grande número de professores especialistas em armas (...) nunca 

    Trump insiste em armar professores para evitar ataques em escolas

    atacará essa escola (...) Problema resolvido", assinalou.

    Depois o presidente chegou a mencionar a possibilidade de dar um "bônus" aos que portarem armas nas salas de aula, mas sem dar mais detalhes.

    Após o ataque a tiros na Flórida, Trump disse que promoverá controles nas compras de armas e propôs proibir um dispositivo que permite converter armas semiautomáticas em automáticas.

    - Não à corrida armamentista nas escolas -

    Mas a insistência do presidente em armar os professores gerou uma onda de rejeição.

    "Pais e educadores rejeitam esmagadoramente a ideia de armar os funcionários das escolas", disse Lily Eskelsen Garcia, presidente da Associação Nacional de Educação (NEA), a maior união de profissionais dos Estados Unidos, com quase três milhões de membros.

    "Trazer mais armas para nossas escolas não faz nada para proteger nossos estudantes e educadores da violência", acrescentou.

    Randi Weingarten, chefe da Federação Americana de Professores, condenou o que chamou de "corrida armamentista" e esforços para "transformar as escolas em fortalezas militarizadas ao armar professores".

    Para a professora Melissa Falkowski, que escondeu estudantes em sua sala de aula durante o ataque a tiros na escola Stoneman Douglas, a proposta é "ridícula".

    "Por que estamos tratando nossas escolas como se devessem ser uma instalação militar com professores treinados como oficiais de Polícia e militares?" - questionou em entrevista à CNN.

    Durante um debate na noite de quarta-feira na CNN, numerosas vozes também criticaram esse possível cenário.

    "Devo me formar como uma policial ao invés de educar crianças?" - perguntou Ashley Kurth, também professora na Stoneman Douglas, de Parkland. "Devo usar um colete à prova de balas?" - acrescentou.

    O senador republicano Marco Rubio também mostrou suas diferenças com Trump, afirmando sua oposição a essa ideia. Enquanto isso, o legislador democrata Richard Blumenthal chamou de "loucura tóxica".

    - 'Vergonhosa politização' -

    Na série de tuítes, Trump também disse que apoiaria causas como aumentar a idade mínima para comprar um fuzil de 18 para 21 anos, e reforçaria os controles de antecedentes criminais e de saúde mental dos compradores em potencial.

    Várias pessoas destacaram o fato de que o atirador de Parkland, Nikolas Cruz, de 19 anos, conseguiu comprar legalmente um fuzil semiautomático, enquanto precisava esperar completar 21 anos para beber nos Estados Unidos.

    A Associação Nacional do Rifle (NRA), o poderoso lobby pró-armas que pagou 30 milhões de dólares na campanha presidencial de Trump, expressou sua oposição a qualquer aumento da idade legal para comprar uma arma, estimando que tal medida "pune cidadãos obedientes da lei para os atos malignos dos criminosos".

    O chefe da NRA, Wayne LaPierre, denunciou "a vergonhosa politização" do ataque a tiros na Flórida e chamou de "movimentos venenosos" de supostos "socialistas" da esquerda americana e dos meios de comunicação que criticam o poderoso lobby.

    "Para eles, não é uma questão de segurança, é um tema político", acrescentou LaPierre durante uma conferência anual de conservadores, em seu primeiro pronunciamento público após o ataque da Flórida.

    LaPierre também parecia concordar com Trump em promover a fortificação das escolas para evitar mais ataques a tiros.

    As escolas em áreas desarmadas são "alvos abertos para qualquer homem louco", afirmou, repetindo a posição de longa data da NRA: "Para deter um homem mau com uma arma, você precisa de um homem bom com uma arma".

    Após o ataque na Flórida, os alunos sobreviventes lideraram o movimento #NeverAgain e convocaram marchas para exigir maior controle sobre o acesso às armas.(AFP)



  • Terremoto de magnitude 6 na escala de Richter atinge o sul do México

    Um terremoto de magnitude 6 na escala de Richter com epicentro no estado de Oaxaca, no sul do México, surpreendeu os mexicanos na madrugada desta segunda-feira (19). Na última sexta-feira (16), o país sofreu com um tremor de 7,2.

    O Serviço Sismológico Nacional informou através do Twitter que o terremoto foi registrado à 0h57 no hora local (03:57 em Brasília) tem epicentro localizado a 40 quilômetros a leste de Pinotepa Nacional e a 10 quilômetros de profundidade.

    O Presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, informou que a Proteção Civil "ativou os protocolos e está em contato com as autoridades locais".

    Na sexta-feira (16), o tremor de magnitude 7,2 na escala de Richter sacudiu o México e teve pelo menos 150 réplicas. O incidente não causou danos graves nem vítimas.

    Segundo informação do Serviço Sismológico Nacional, o tremor de magnitude 7,2 foi sentido às 17h39 locais (21h39 em Brasília) no centro e sul do país, e teve epicentro a 11 quilômetros a sul de Pinotepa Nacional, no estado de Oaxaca.

    Uma hora depois, um novo abalo, de magnitude 5,9, teve epicentro a 14 quilômetros ao sul de Pinotepa Nacional. Às 20h30 locais, três horas após o primeiro tremor, havia notícia de 150 réplicas.

    O forte abalo de 7,2 fez com que os mexicanos revivessem as imagens dos edifícios destruídos e das pessoas soterradas nos escombros originados pelos terremotos de setembro de 2017, que fizeram 471 vítimas mortais, nos estados de México, Oaxaca, Guerrero, Chiapas, Morelos, Puebla e na capital do país. Com informações da Lusa.(Notícias ao Minuto )



  • Sem fogos de artifícios, chineses celebram o ano do cachorro

    Os próximos meses não serão um mar de rosas para os líderes do planeta, essa é a previsão dos mestres do feng shui de Hong Kong sobre o “Ano do Cão” no calendário lunar chinês, que começa na noite desta quinta-feira (15).

    Com Heike Schmidt, correspondente da RFI na China

    Para este ano do cão, os especialistas no assunto preveem muitos conflitos políticos e mais tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte.

    Apesar das previsões pessimistas para a política mundial, os chineses vão comemorar nesta quinta-feira à noite o início do Ano Novo, o "Chunjie" ou o "Festival da Primavera", em meio a um grande frenesi consumista.

    Em 2017, os chineses gastaram quase R$ 500 bilhões na maior festa culinária do ano. O Ministério do Comércio do país estima que esse valor será largamente superado neste ano.

    Em um mercado de Pequim, a correspondente da RFI, Heike Schmidt, ouve o clamor de um vendedor que se encontra sob luzes vermelhas e guirlandas de ouro: "Venha, venha! Compre minhas últimas laranjas porque vou para minha cidade para celebrar o Ano Novo ".

    Liang Zi, um dos clientes, detalha suas compras: "Já tenho camarão, carnes, nozes. Vou dar presentes a amigos e as crianças receberão um envelope com dinheiro. Vou gastar cerca de R$ 3 mil", diz ele.(RFI )



  • Ex-aluno problemático, autor de tiroteio na Flórida avisou sobre massacre nas redes

    O autor do tiroteio, que deixou 17 mortos na Flórida, Nikolas Cruz, 19 anos, era um ex-aluno problemático e tinha dado sinais de que cometeria o massacre nas redes sociais.

    Nikolas Cruz havia sido expulso por problemas de disciplina da escola Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland. Ele foi detido perto da cidade Coral Springs, com um fuzil AR15 e várias munições, pouco depois do massacre.

    De acordo com o jornal The New York Times, ele começou a atirar nas redondezas da escola, matando três pessoas. Doze foram atingidas na porta do estabelecimento e duas morreram no hospital. As vítimas, que incluem um técnico de futebol e o filho de um policial, foram identificadas nesta quarta-feira (14).

    Segundo o senador da Flórida, Bill Nelson, que conversou com o FBI, o ataque foi preparado meticulosamente. Ao chegar ao estabelecimento, Nikolas Cruz usava uma máscara de gás e acionou o alarme de incêndio para que os alunos deixassem a sala de aula. Alguns estudantes ouvidos pela polícia acharam o procedimento estranho, já que um exercício em caso de incêndio já havia sido realizado mais cedo.

    Polícia pede monitoramento de redes sociais

    Segundo o chefe da polícia de Broward, Scott Israel, o jovem vinha publicando mensagens sobre seus planos nas redes sociais. Ele insistiu na necessidade de denunciar esse tipo de publicação para prevenir que outras tragédias ocorram.

    Nikolas Cruz era conhecido em seu liceu como um aluno problemático. De acordo com o professor de Matemática Jim Gard, o 

    estudante parecia “calmo’”, mas já tinha ameaçado outros colegas. Outros membros da direção estavam preocupados com seu comportamento. Eles contaram à polícia que ele era obcecado por uma estudante e a perseguia de maneira doentia.

    Por conta desses detalhes, a escola proibiu o jovem de circular no estabelecimento com uma mochila, como medida de prevenção. Para muitos colegas, a tragédia era previsível. Eles declararam que Nikolas era solitário, comentava que tinha armas em casa e que pretendia utilizá-las. Em um episódio, quebrou uma janela de vidro de uma sala de aula.

    Outro estudante contou que ele deixou a escola porque pretendia mudar-se para o norte do país, depois da morte de sua mãe. Ele também já havia feito um treinamento militar. Este é o 18° tiroteio ocorrido em escolas americanas desde o início do ano.(RFI )



  • Acidente entre dois aviões causa caos em aeroporto de Londres

    Um acidente envolvendo duas aeronaves aconteceu na manhã desta quarta-feira (14) no Aeroporto de Heathrow, em Londres, no Reino Unido. Por meio de um comunicado, a administração do local informou que 'está trabalhando com as forças de emergência para apurar o que aconteceu".

    Sabe-se até o momento que avião teria voltado ao lugar de partida, no terminal 5. Os passageiros foram retirados da aeronave. Segundo o 'Telegraph', o acidente envolveu dois aviões.

    “Estamos lidando com um acidente grave, que envolveu dois aviões. Estamos trabalhando de perto com as equipes de emergência e daremos mais informações assim que possível. O Aeródromo continua funcionando e tentaremos minimizar os efeitos nas viagens dos nossos passageiros”, consta no comunicado.

    Um homem de 40 anos teve de ser transportado para o Hospital de Londres em condições ainda desconhecidas. Outra pessoa foi assistida no local, mas sofreu apenas ferimentos leves.

    Nesta manhã, mais de 20 voos foram cancelados.(Notícias ao Minuto )



  • Presidente polonês sanciona lei polêmica sobre Holocausto

    O presidente da Polônia, Andrzej Duda, sancionou na terça-feira a polêmica lei sobre o Holocausto, destinada a proteger a imagem do país no exterior e que virou fonte de tensão entre o país europeu e Israel, Estados Unidos e Ucrânia.

    A nova norma prevê multas e até três anos de prisão pelo uso do termo “campos de concentração poloneses” ou a menção de crimes efetuados pela nação polonesa durante o Holocausto.

    Andrzej Duda também anunciou que enviará a nova lei ao Tribunal Constitucional, para que verifique se o conteúdo viola a liberdade de expressão, como denunciaram as autoridades israelenses, que acreditam que a lei dificultará a investigação de historiadores e a informação publicada por meios de comunicação.

    “É uma solução que, por um lado, preserva os interesses da Polônia, nossa dignidade e a verdade histórica, para que os julgamentos a nosso respeito no mundo sejam honestos, que se abstenham de nos difamar”, afirmou Duda.

    “Mas, por outro lado, leva em conta a sensibilidade das pessoas para as quais a questão da memória histórica do Holocausto continua sendo excepcionalmente importante, principalmente para os que sobreviveram e, enquanto puderem, devem contar ao mundo seu passado e sua experiência”, acrescentou.

     

    Críticas

     

    O governo israelense, o Museu do Holocausto em Jerusalém e membros de todo o círculo político da Knesset –o parlamento de Israel– condenaram a lei por considerar que ela tenta “desafiar a verdade histórica” e que pode “esvanecer a cumplicidade, direta ou indireta, de setores 

    da sociedade polonesa nos crimes contra os judeus”.

    “Esta lei é sem fundamento. Não podemos mudar a História, e o Holocausto não pode ser negado”, protestou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

    Os Estados Unidos expressaram sua preocupação com as “consequências” do projeto, pedindo à Varsóvia que reconsiderasse a decisão. “Concordamos que expressões como ‘campos da morte poloneses’ são imprecisas, suscetíveis de induzir a erros e causar feridas”, declarou a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, em um comunicado. “Mas nos preocupa que esse projeto de lei, se for promulgado, afete a liberdade de expressão e o debate histórico”, acrescentou.

    A Ucrânia também denunciou o projeto de lei, que permite estabelecer ações legais contra quem negar os crimes de nacionalistas ucranianos cometidos entre 1925 e 1950, inclusive dos que colaboraram com a Alemanha nazista.

     

    Divergências internas

     

    Os principais partidos da oposição criticaram a decisão de Duda, que qualificaram de “erro diplomático”, e disseram que a lei abrirá uma “crise diplomática” com Israel e outras nações.

    Os próprios conservadores nacionalistas apoiadores de Duda estavam diante de um dilema, pois temiam serem acusados de ceder à pressão estrangeira se não aprovassem a lei, porém também não queriam prejudicar as relações com os Estados Unidos e Israel.(VEJA.com )



  • Índia envia sonda à Lua em busca de água

    Achou que a moda, agora, era ir a Marte? Achou errado. Embora o planeta cor de ferrugem seja um alvo cobiçado pelos líderes da exploração espacial – a Nasa e a Agência Espacial Europeia –, a Lua ainda é a menina dos olhos de países em desenvolvimento, que não tem verba para apostar mais longe.

    A Índia marcou para março o lançamento da missão não-tripulada Chandrayaan-2 – que enviará um rover (em bom português, um jipinho de controle remoto muito chique) para explorar o polo sul da Lua. Ele será lançado em um foguete de fabricação própria chamado GSLV– que já colocou satélites artificiais em órbita mais de dez vezes com sucesso, mas nunca foi usado em expedições mais ambiciosas. A missão custará 91 milhões dólares.

    Não é a primeira vez da Índia no único satélite natural da Terra. Em 2008, a missão Chandrayaan-1, que também visitou o polo sul, recolheu evidências bastante convincentes de que há água no astro. Chandrayaan-1 durou pouco: perdeu contato com a Terra após 300 dias, bem abaixo dos dois anos de vida útil planejados. Mas, de acordo com a Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO), cumpriu 95% de seus objetivos

    O extremo sul da Lua é uma região relativamente inexplorada, e a comunidade internacional leva os esforços da Índia a sério. “Antes da primeira missão, era meio ciência maluca dizer que há água na Lua”, afirmou à Science o cosmoquímico James Greenwood. Agora, nós já estamos especulando quanta água há – se há água ou não é uma questão do passado.”

    O rover de Chandrayaan-2 passará duas semanas coletando amostras do solo e fazendo análises químicas. Enquanto o veículo de 20 kg e seis rodas explora a superfície, um módulo com cinco instrumentos científicos, chamado orbiter, ficará na órbita do astro. Ele vai gerar 

    imagens tridimensionais do relevo lunar, usará uma câmera de alta definição para fotografar o local do pouso e terá um espectômetro infravermelho, usado para verificar a abundância de moléculas de água.

    O pouso do rover será feito com o auxílio de um terceiro veículo, o lander. Mas sua função não é apenas fazer o jipinho chegar à superfície em segurança, em um pouso cuidadosamente calculado. Ele também carrega instrumentos científicos, como um detector de atividade sísmica. Se o lander sobreviver a alguns dias na superfície, pode dar a sorte de colher dados sobre um terremoto – fornecendo dados valiosos sobre a geologia lunar.

    Se tudo der certo, a Índia será o único país além dos EUA e da URSS a ter levado um veículo motorizado à superfície do astro por meio de uma aterrisagem controlada. Mesmo que Chandrayaan-2  não sobreviva aos 14 dias previstos de missão, ainda será um marco histórico.(Superinteressante )



  • Filho mais velho de Fidel Castro comete suicídio

    Fidel Castro Díaz-Balart, o "Fidelito", filho mais velho do falecido presidente cubano Fidel Castro, se matou na quinta-feira aos 68 anos, depois de sofrer de depressão. A morte comoveu o país, onde era muito conhecido, apesar de nunca ter ocupado cargos políticos.

    "O doutor em Ciências Fidel Castro Díaz-Balart, que vinha sendo atendido por um grupo de médicos há vários meses por um estado depressivo profundo, atentou contra sua vida na manhã de hoje, primeiro de fevereiro", comunicou o jornal oficial Granma.

    Muitos lembram dele ainda menino, vestido com o uniforme verde oliva, quando entrou em Havana ao lado de seu pai em 8 de janeiro de 1959 como parte da Caravana da Vitória, que levou Fidel do leste ao oeste da ilha.

    O filho mais velho de Fidel sempre foi um fiel adepto da revolução de seu pai.

    A notícia do suicídio, também divulgada no telejornal nacional durante a noite, pegou de surpresa os cubanos e acontece apenas 15 meses após a morte de seu pai, que faleceu em 25 de novembro de 2016 aos 90 anos.

    De acordo com a imprensa oficial cubana, como parte de seu tratamento por depressão, "Fidelito" - como era conhecido no país - "pediu inicialmente um regime de hospitalização e depois se manteve em acompanhamento ambulatorial durante sua reintegração social".

    "No momento de seu falecimento ele era Assessor Científico do Conselho de Estado e vice-presidente da Academia de Ciências de Cuba", segundo a imprensa.

    Muito parecido com o pai, inclusive na altura e barba, "Fidelito" foi filho do casamento do líder da revolução cubana com Mirtha Díaz-Balart, sua primeira mulher, da qual se 

    separou após o triunfo de 1959. Mirtha Díaz-Balart mora na Espanha.

    Nascido em 1 de setembro de 1949, formado em Física na ex-União Soviética, "Fidelito" ocupou o cargo de Secretário Executivo da Comissão de Assuntos Nucleares de 1983 até 1992.

    Em seu primeiro casamento, com Olga Smirnov, teve dois filhos: Fidel Antonio, de 37 anos, doutor em Ciências e Tecnologia nuclear, e Mirta María, de 34, doutora em Matemática.

    No enterro do pai foi visto ao lado dos cinco meio-irmãos - Antonio, Angel, Alex, Alexis e Alejandro - que Fidel Castro teve em seu casamento com Dalia Soto del Valle, a viúva oficial.

    Outra filha de Fidel Castro, Alina Fernández, mora nos Estados Unidos, de onde criticava as políticas e o governo de seu pai. Alina é filha de uma relação extraconjugal de Fidel com Natalia Revuelta.

    Por parte de mãe, "Fidelito" era primo dos políticos republicanos americanos Lincoln e Mario Díaz-Balart, de longa trajetória política anticastrista.

    Em suas últimas aparições públicas, "Fidelito" discursou sobre a nanociência, tema que estudava pelo interesse demonstrado na questão pelo governo de seu tio Raúl Castro.

    O funeral será organizado pela família, ou seja, sem um tratamento oficial, em uma data que ainda será definida.(AFP) 



  • Irã prende 29 mulheres por protesto contra véu islâmico

    A polícia iraniana anunciou nesta sexta-feira (02/02) a prisão de 29 mulheres que protestavam em Teerã contra a lei que obriga o uso do véu islâmico em público, em vigor desde a revolução de 1979. Segundo as autoridades, elas foram presas sob acusação de "perturbar a ordem social".

    O procurador-geral da República do Irã, Mohammad Jafar Montazeri, tentou minimizar os protestos contra o uso do véu islâmico, o hijab, classificando-os como "fúteis" e "infantis" e possivelmente incentivados por estrangeiros.

    Montazeri diz se tratar de um fenômeno relacionado às redes sociais e garante que no país há mais de 80 milhões de mulheres não veem qualquer problema em usar o véu islâmico.

    Nos últimos dias, várias fotografias postadas nas redes sociais mostraram mulheres com a cabeça descoberta. Muitas seguravam o hijab na ponta de um galho e o agitavam como uma bandeira, em sinal de desafio.

    A jovem Vida Movahed foi presa em 27 de dezembro passado ao manifestar publicamente sua rejeição ao uso compulsório da vestimenta islâmica. Ela acabou se tornando um símbolo dos protestos que se alastraram recentemente pelo país.

    As manifestações, que tiveram inicialmente como alvo a inflação e o desemprego, logo se voltaram contra o presidente Hassan Rohani e o regime como um todo. Confrontos violentos durante os dez dias de protestos deixaram cerca de 25 mortos. Movahed foi libertada no início desta semana.

    A lei em vigor desde a Revolução Islâmica de 1979 impõe às mulheres o uso do véu e de vestimentas que escondam as formas do corpo. O rigor da polícia ao cumprir a lei parece diminuir à medida que aumentam os protestos contra o hijab.

    A chamada polícia da moralidade costumava ser bastante rígida no cumprimento da lei, mas a as ações repressivas se tornaram mais escassas desde que Rohani assumiu o poder, em 2013, prometendo maiores liberdades civis.

    Até mesmo alguns iranianos adeptos do conservadorismo religioso expressaram apoio aos protestos das mulheres contra o véu islâmico. Muitos defendem que as regras religiosas devem ser uma escolha pessoal.

    A ativista Azar Mansouri, membro do partido político reformista União do Povo Islâmico Iraniano, ressalta que as tentativas de controlar as vestimentas femininas fracassaram repetidas vezes nas últimas décadas.

    "As mulheres demonstram sua oposição a essas imposições forçadas através de suas próprias roupas, não cobrindo suas cabeças ou usando botas longas ou leggings", exemplificou a ativista no Twitter.(dw.com )



  • Morre aos 113 anos o homem mais velho do mundo

    O espanhol Francisco Núñez Olivera tinha dez anos quando começou a Primeira Guerra Mundial. Sua longevidade é atribuída a uma dieta de vegetais que ele próprio plantava e a uma taça diária de vinho.

    O homem mais velho do mundo morreu nesta segunda-feira (29/01) aos 113 anos em Bienvenida, mesma cidade em que nasceu, na província de Badajoz, no sudoeste da Espanha.

    Francisco Núñez Olivera morreu durante a noite em casa, ao lado de sua filha Antonia, de 82 anos. O prefeito da cidade, Antonio Carmona, lamentou a morte afirmando que 

    foi "uma pena para todo o povo e todo o mundo".

    Após a morte do israelense Yisrael Kristal em agosto do ano passado, Francisco passou a ser considerado o homem mais velho do mundo. Ele completou 113 anos no último dia 13 de dezembro, "satisfeito" em sua alma, segundo ele próprio costumava dizer. Segundo sua filha, o idoso não sentia dores e não sofria de nenhuma doença. Ele era viúvo desde 1988.

    Nascido em 13 de dezembro de 1904, Francisco tinha dez anos de idade quando a Primeira Guerra Mundial começou. Ele combateu na guerra entre a Espanha e tribos berberes na montanha do Rife, no Marrocos, e sobreviveu à ditadura do general Francisco Franco, entre 1936 e 1975.

    Seus familiares atribuíam sua longevidade a uma dieta de vegetais que ele próprio cultivava e ao consumo diário de uma taça de vinho. Todas as manhãs ele comia um bolo feito de óleo de oliva e tomava um copo de leite. Até os 107 anos de idade, ainda saía todos os dias para caminhar.

    A cidade de Bienvenida, com 2,3 mil habitantes, possui outros 30 moradores com idades acima dos 90 anos. Entre ele, um irmão de Francisco, com 97 anos, e sua irmã, com 93.

    Apesar de a imprensa espanhola descrevê-lo como o homem mais velho do mundo, seu nome não chegou a constar na lista do Grupo de Pesquisas de Gerontologia, que valida as idades das pessoas mais velhas do planeta.

    O grupo, sediado nos Estados Unidos, menciona o japonês Masazou Nonaka de 112 anos como o homem mais velho do mundo, mas o prefeito Carmona afirma que existem documentos que comprovam que o espanhol seria, de fato, ainda mais velho. Segundo o grupo de pesquisas, a pessoa mais velha do mundo é uma japonesa de 117 anos.

    A Espanha possui uma das expectativas de vida mais altas em todo o mundo, atribuída por muitos médicos à dieta mediterrânea.

    (dw.com)