BUSCA PELA CATEGORIA "MUNDO"

  • Coreia do Norte aproxima o mundo da guerra, diz EUA

    A embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, afirmou nesta quarta-feira (29), durante uma reunião de emergência no Conselho de Segurança, que o lançamento de um novo míssil intercontinental pela Coreia do Norte "aproxima o mundo de uma guerra".

    Apesar de ressaltar que Washington não busca um conflito, Haley acrescentou que, caso haja de fato um confronto aberto, o regime de Kim Jong-un seria "completamente destruído". A reunião foi convocada após o teste balístico feito por Pyongyang nesta quarta, para discutir formas de aumentar a pressão internacional sobre o país asiático.

    "A Coreia do Norte deve respeitar as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e adotar medidas para frear a escalada da tensão", declarou o vice-representante da China na ONU, Wu Haitao. Pequim é acusada pelos EUA de não ser firme o suficiente com Kim Jong-un, de quem é a principal parceira comercial.

    O chefe de Assuntos Políticos das Nações Unidas, Jeffrey Feltman, também subiu o tom e acusou a Coreia do Norte de ser a maior ameaça para a paz no mundo atualmente. "Não há nada mais perigoso para a paz e a segurança neste momento do que aquilo que está acontecendo na Península Coreana", disse. Com informações da Ansa.(Ansa)

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  • Piso de boate desaba e fere 40 pessoas em ilha na Espanha

    O piso de uma casa noturna em Tenerife, nas ilhas Canárias, na Espanha, cedeu no fim da noite deste sábado (25) e ao menos 40 pessoas ficaram feridas, informam as autoridades.

    Os feridos tiveram fraturas nas pernas e machucados por todo o corpo. O buraco no local da festa tem quase quatro metros quadrado de comprimento e as causas do colapso estão sendo investigadas.

    Tenerife é uma das cidades mais turísticas da Espanha, atraindo milhares de pessoas todos os anos tanto no inverno como no verão. Com informações da ANSA.

     



  • “Não há rastros”, diz Marinha sobre paradeiro de submarino

    A Marinha da Argentina descartou mais um ‘alarme falso’ que poderia apontar a localização doARA San Juan, submarino tripulado por 44 militares e que desde a última quarta-feira perdeu o contato com as bases de controle do continente. Umanova peça encontrada, assim como uma suposta “mancha de calor” situada a 70 metros de profundidade nas áreas de busca, “não apresentaram resultados favoráveis” sobre o paradeiro da embarcação, informaram em comunicado os militares nesta quarta-feira.

    “Não há rastros, nenhum tipo de contato detectado, nem indícios”, declarou o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi, sobre o submarino no Atlântico. O militar destacou o fato de, caso o submarino esteja submerso desde seu desaparecimento há sete dias, “estamos em uma fase crítica de oxigênio”.

    Caso a embarcação esteja sem condições de emergir, o estoque de oxigênio disponível seria suficiente para manter a tripulação viva por até sete dias — nesta hipótese, não restaria mais oxigênio para os tripulantes, entre eles,a primeira oficial submarinista da América do Sul. Agravando ainda mais a situação, a Marinha argentina prevê que as condições meteorológicas “irão piorar” nesta quinta-feira.

    Os militares divulgaram que o navio norueguês Skandi Patagonia,equipado com quatro submarinos autônomos não-tripulados da Marinha americanaque serão utilizados para auxiliar nas buscas do ARA San Juan, chegaria nesta tarde à área de operações. A embarcação carrega uma cápsula capaz de alcançar uma profundidade de até 260 metros, que pode ser acoplada à escotilha do submarino para ser usada no resgate dos tripulantes.

    Outra frente de operações pode começar com o auxílio da Rússia. De acordo com o jornal argentino La Nación, o presidente 

    russo Vladimir Putin conversou por 20 minutos com seu par argentino, Mauricio Macri, e se dispôs a colaborar com as buscas do ARA San Juan. O gabinete da presidência da Argentina confirmou a ligação, mas não deu detalhes e nem prazos sobre a possível ajuda de Moscou nas operações referentes à embarcação desaparecida.

    Ao todo, dez países participam das operações de busca pelo submarino – entre eles o Brasil, que enviou à Argentina dois aviões e três embarcações, Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha. Especialistas consultados pelo La Nación indicam que a zona marítima onde o veículo aquático pode ter desaparecido tem cerca de 700 metros de profundidade.(VEJA.com )

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  • Rússia proíbe a importação de carne bovina e suína do Brasil

    A Rússia decidiu suspender a partir de 1o. de dezembro a importação de carne bovina e suína oriunda do Brasil depois da descoberta de várias substâncias proibidas, informaram os serviços veterinários.

    Em um comunicado, a agência de regulação de produtos agrícolas Rosselkhoznadzor disse ter detectado ractopamina e outros hormônios de crescimento na carne brasileira.

    A ractopamina é um aditivo alimentar utilizado para aumentar a massa muscular dos animais, o que é proibido na Rússia por seus possíveis efeitos negativo na saúde dos consumidores.

    A agência russa informou ainda que foi preciso tomar "medidas severas para a proteção dos consumidores russos" impondo, a partir de 1o. de dezembro, restrições temporárias à importação de carne bovina e suína.

    O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, não considerou a medida como um fechamento do mercado russo. Segundo ele, medidas desse tipo acontecem permanentemente em fiscalizações e apenas "três ou quatro empresas" em que a ractopamina foi detectada foram mencionadas.

    O uso de ractopamina é permitida no Brasil, mas não na Rússia e na Europa, detalhou.

    A Rússia é uma grande importadora de carne brasileira. Em 2016 importou produtos suínos por 513 milhões de dólares, valor que aumentou para 612,3 milhões nos primeiros 10 meses deste ano, segundo dados do Ministério de Agricultura.

    As importações russas de carne bovina brasileira somaram 389,7 milhões de dólares em 2016 e passaram para 392,8 milhões entre janeiro e outubro de 2017.

    Esta decisão tomada por Moscou restringe ainda mais as fontes de importação de carne para a Rússia.

    A importação na Rússia de produtos da União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Austrália, entre outros países ocidentais, está proibida pelo embargo imposto em 2014 em respostas às sanções pela crise ucraniana.

    Em fevereiro, a Rússia decidiu suspender a importação de carne bovina neozelandesa também por utilização de ractopamina.(AFP )

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  • Morre aos 83 anos Charles Manson, um dos mais famosos assassinos do mundio

    Foto: California Department of Corrections and Rehabilitation/ Divulgação

    O assassino em série Charles Manson morreu na noite deste domingo (19) em um hospital do condado de Kern, na Califórnia, aos 83 anos, de causas naturais. Manson estava preso desde 1971 por ter sido o mentor intelectual da morte da atriz Sharon Tate e de outras seis pessoas em 1969. Os assassinatos foram cometidos em Los Angeles por membros da "Família Manson", uma seita que o tinha como líder máximo. A morte a facadas de Tate, então grávida do diretor Roman Polanski, teve repercussão mundial. Inicialmente, Manson foi condenado à morte, mas teve sua punição convertida em prisão perpétua quando a pena capital foi abolida na Califórnia. 



  • Militares tomam o controle no Zimbábue e Mugabe é detido

    O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, conversou por telefone com seu homólogo da África do Sul, Jacob Zuma, e confirmou que é mantido “encarcerado em sua casa”, mas afirmou que “está bem”, segundo informou nesta quarta-feira a emissora de televisão pública sul-africana SABC.

    Em comunicado, Zuma anunciou que enviará ao Zimbábue o ministro da Defesa, Nosiviwe Mapisa-Nqakula, e o titular de Segurança, Bongani Bongo, para se reunir com Mugabe e com os comandantes das forças armadas.

    A intervenção militar que começou ontem à tarde no país alimentou os rumores de um possível golpe de Estado, embora um porta-voz do exército tenha negado em mensagem televisionada na noite da terça-feira, na qual garantiu que Mugabe e sua família se encontram “a salvo”.

    De acordo com o militar, a atuação é contra o establishment político do país, mas não há intenção de depor Mugabe, no poder desde 1987. “Nós queremos deixar muito claro que essa não é uma tomada militar do governo”, afirmou o general Sibusiso Moyo no estúdio, em roupas de combate. “O que as Forças de Defesa do Zimbábue fazem é pacificar uma situação política, social e econômica degenerada em nosso país.”

    Analistas políticos dizem que, apesar das declarações dos militares, o tempo de Mugabe no poder está perto do fim. “Pelos rumores, é o fim para Mugabe”, afirmou Derek Matyszak, analista sediado na capital Harare do Institute for Securities Studies. “Eu não sei como ele pode recuar disso.”

    Aliados presos

    No meio do dia (hora local), soldados haviam assumido o controle do aeroporto da capital, dos prédios do Parlamento, da televisão 

    estatal e da residência presidencial. Veículos militares bloquearam interseções estratégicas nos distritos central e comercial, enquanto a emissora estatal de rádio tocava apenas canções patrióticas.

    Importantes aliados de Mugabe, entre eles o ministros das Finanças, Ignatius Chombo, foram detidos. Chombo e os outros políticos presos fariam parte do grupo conhecido como G40, uma facção do partido governista que, segundo os analistas, procura expulsar aos veteranos da guerra de independência – como o vice-presidente Emmerson Mnangagwa, destituído na semana passada. Mnangagwa fugiu para a África do Sul e, em comunicado, sustentou: “Em breve controlaremos as molas do poder no nosso belo partido e país”.a

    Medidas corretivas

    A tensão no Zimbábue começou a aumentar na tarde de ontem, quando vários tanques foram vistos em direção a Harare. O movimento militar teve início apenas um dia depois de o chefe das Forças Armadas, Constantine Chiwenga, dizer que poderia tomar “medidas corretivas” em resposta à perspectiva de uma possível dinastia Mugabe. A destituição do vice Mnangagwa foi vista como um passo para Mugabe, de 93 anos, apontar mulher dele, Grace, de 52 anos, como sua sucessora.

    A ZANU-PF respondeu afirmando que as palavras de Chiwenga sugeriam uma “conduta de traição” destinada a “incitar a insurreição e ao desafio violento da ordem constitucional”.

    (com EFE e Estadão Conteúdo)

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  • Terremoto na fronteira entre Irã e Iraque deixa ao menos 328 mortos

    Ao menos 328 pessoas morreram e 2.530 ficaram feridas no Irã no terremoto que sacudiu uma zona montanhosa na fronteira com o Iraque, de acordo com um balanço atualizado divulgado pelas autoridades iranianas. O balanço anterior registrava 207 mortos e 1.700 feridos. No Iraque, o terremoto provocou a morte de sete pessoas, de acordo com o novo balanço oficial.

    Terremoto na fronteira entre Irã e Iraque deixa ao menos 328 mortos

    No Irã, as cidades mais afetadas foram Qasr-e Shirin, na fronteira com o Iraque, na província de Kermanshah, e Azgaleh, 40 km ao nordeste, segundo informações da imprensa estatal.

    "Estamos instalando três acampamentos de emergência na região", afirmou o vice-governador de Kermanshah.

    Quase 30 equipes de resgate do Crescente Vermelho foram enviadas para as áreas afetadas, segundo a agência estatal Irna. 

    Entrevistado pela televisão pública quando estava a caminho de Qasr-e Shirin, Pir Hosein Koolivand, diretor do Serviço Nacional de Emergências, afirmou que "é difícil enviar equipes de socorro às localidades porque as estradas foram cortadas e aconteceram deslizamentos de terra".

    De acordo com o site da rádio e televisão estatal, as escolas permanecerão fechadas nas províncias de Kermanshah e Ilam.

    As autoridades iraquianas solicitaram aos moradores de Darbandajan que durmam fora de suas casas. O mesmo cenário registrado 

    na província iraniana de Ilam, onde alguns habitantes foram aconselhados a deixar a região por precaução.

    Em algumas áreas dos dois países foram registrados cortes de energia elétrica.

    O tremor também foi sentido no sudeste da Turquia, perto da fronteira com Irã e Iraque. Na cidade de Diyarbakir, os habitantes saíram de suas casas durante o terremoto, mas retornaram pouco depois.

    Em 2003, um terremoto na cidade de Bam, província de Kerman (sudeste do Irã) matou 31.000 pessoas e a cidade ficou praticamente destruída.

    Em abril de 2013, dois terremotos foram registrados no Irã, com poucos dias de intervalo, de magnitude 6,6 e 7,7, o mais forte no país desde 1957.

    Os tremores deixaram 40 mortos no Irã e um número similar no Paquistão.

    Em junho de 1990, um terremoto de 7,4 graus no Irã, perto do mar Cáspio (norte), deixou 40.000 mortos e mais de 300.000 feridos, além de meio milhão de desabrigados. Em poucos segundos, uma superfície de 2.100 quilômetros quadrados, onde ficavam 27 cidades e 1.871 vilarejos nas províncias de Ghilan e Zandjan, ficou devastada.(AFP )

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  • Igreja palco de massacre no Texas será demolida

    O pastor da Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, Frank Pomeroy, afirmou nesta quinta-feira (09/11) que o templo que foi palco do pior massacre da história do Texas será demolido. Um atirador invadiu o local e matou 26 pessoas.

    Pomeroy afirmou que a demolição é necessária pois seria "doloroso demais" continuar a utilizar o local para o culto. O pastor perdeu a filha Anabelle, de 14 anos, no tiroteio em massa protagonizado por um jovem de 26 anos no último domingo.

    O porta-voz da Convenção Batista do Sul, a maior entidade batista do mundo, Sing Oldham, disse que Pomeroy expressou o desejo de transformar o lugar onde agora se encontra a igreja num monumento em homenagem às vítimas e de construir um novo templo em um dos terrenos que pertencem à própria igreja.

    O massacre foi cometido pelo jovem Devin Kelley, que tirou a vida de 26 fiéis e deixou outros 20 feridos com um fuzil semiautomático que utilizou para atacar a igreja. As vítimas tinham idade entre 17 meses e 77 anos.

    Kelley trabalhou no departamento de logística de uma base militar no Novo México entre 2010 e 2014, quando foi afastado da corporação por má conduta, após agressões à esposa e ao filho. Ele chegou a passar 12 meses em confinamento.

    O massacre na igreja texana aparenta ter sido motivado por uma situação doméstica. Investigadores revelaram que Kelley havia enviado mensagens ameaçadoras à sogra. Ela é membro da Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, mas não estava no local durante o ataque.

    Com base nas evidências, os investigadores acreditam que Kelley se suicidou após ser perseguido por civis armados. Ele chegou a telefonar para o pai dizendo que estava ferido e que achava que não iria sobreviver.(dw.com )

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  • Conta de Trump no Twitter foi desativada por alguns minutos por funcionário da rede social

    Um funcionário do Twitter que estava em seu último dia de trabalho na empresa foi o responsável por desativar na quinta-feira a conta do presidente americano Donald Trump, que foi restabelecida em poucos minutos, anunciou a rede social.

    Às 23H00 GMT (21H00 de Brasília), as pessoas que tentavam acessar a página da conta @realDonaldTrump recebiam a mensagem: "Desculpe, esta página não existe".

    O Twitter já havia informado que a conta de Trump havia sido desativada "inadvertidamente" por um funcionário da empresa.

    "Mais cedo, a conta @realDonaldTrump foi inadvertidamente desativada pelo erro humano de um funcionário do Twitter", indicou a empresa.

    "A conta permaneceu desativada por 11 minutos e desde então foi restabelecida", completou a rede social, que anunciou uma investigação interna sobre o incidente e prometeu "medidas para prevenir que isto não aconteça de novo".

    Pouco depois, a rede social anunciou que descobriu em sua investigação que o "corte foi provocado por um funcionário do Twitter 

    que fez isto no que foi seu último dia de trabalho".

    Trump não reagiu imediatamente à situação, mas depois do incidente tuitou sobre seu plano de reforma fiscal.

    O presidente americano tem 41,7 milhões de seguidores no Twitter, plataforma que utiliza com frequência para divulgar informações de seu interesse e fazer comentários, muitas vezes polêmicos.

    A conta oficial da Casa Branca @POTUS, que tem 20,9 milhões de seguidores, aparentemente não foi afetada no incidente.(AFP)

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  • Depois de atentado em NY, Trump quer mais controle na entrada de estrangeiros

    O presidente Donald Trump anunciou nesta terça-feira (31) um reforço do programa de verificação de estrangeiros que desejam se instalar no país. A declaração foi dada poucas horas depois do atentado terrorista que deixou oito mortos e 11 feridos em Nova York.

    Depois de atentado em NY, Trump quer mais controle na entrada de estrangeiros

     

    O autor, Sayfullo Habibullaevic Saipov, seria um uzbeque de 29 anos, chegou ao país em 2010 e trabalhou seis meses como motorista no Uber. Depois de atropelar pedestres com uma caminhonete e bater em um ônibus escolar, ele tentou fugir mas foi ferido e detido pela polícia. De acordo com a rede de TV CNN, ele deixou um bilhete dizendo pertencer ao grupo Estado Islâmico.

    Segundo Trump, o controle aplicado pelo Ministério da Segurança Interna aos imigrantes já é considerado “extremo”. O comentário, como de costume, foi feito pelo presidente em sua conta no Twitter. Ele ainda acrescentou que ser politicamente correto é bom, mas “não em casos como esse”.

    O presidente americano tentou proibir diversas vezes por decreto a entrada nos Estados Unidos de estrangeiros de vários países, principalmente muçulmanos, e de refugiados. As decisões foram sistematicamente bloqueadas pela justiça americana. Em junho, a Corte Suprema dos EUA autorizou aos serviços de imigração americanos uma revisão dos procedimentos e métodos de verificação dos viajantes.

    Na semana passada, a Casa Branca anunciou que voltaria a aceitar a entrada de refugiados no território, depois de quatro meses de suspensão. A medida, entretanto, não se aplica a cidadãos de 11 países considerados de “alto risco”:

    Egito, Irã, Iraque, Líbia, Mali, Coreia do Norte, Somália, Sudão do Sul, Sudão, Síria e Iemên.

    Controle de voos

    Os Estados Unidos também pediram na semana passada às companhias aéreas que operam no país um reforço do controle nas fronteiras, que inclui um interrogatório mais aprofundado aos passageiros que desembarcam em território americano.(RFI) 

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  • Corte bloqueia veto de Trump a transgêneros nas Forças Armadas

    Uma juíza federal em Washington bloqueou nesta segunda-feira a decisão do presidente Donald Trumpde proibir transgêneros de servirem nas Forças Armadas americanas.

    A juíza Colleen Kollar-Kotelly ordenou um “retorno ao status quo”, isto é, a continuidade de uma medida adotada pelo ex-presidente Barack Obama, que determinava que transgêneros podiam ser aceitos em fileiras militares a partir de julho de 2017.

    O governo americano havia anunciado em junho um adiamento de seis meses na aplicação deste decreto e, em julho, o presidente surpreendeu seus próprios comandos militares ao anunciar no Twitter o veto à incorporação de soldados transgêneros às Forças Armadas. Trump também paralisou o uso de fundos do governo para cirurgias de adequação sexual para membros ativos.

    Um grupo de membros transgêneros das forças militares entrou com processo em agosto para tentar bloquear a restrição. Kollar-Kotelly decidiu que os autores da ação têm direito a uma injunção, pausando o cumprimento da restrição até que seus casos sejam resolvidos.

    Segundo a juíza, a proibição instaurada por Trump “não aparenta ser apoiada por nenhum fato”, o que deve garantir uma provável vitória dos militares no processo. Além disso, Kollar-Kotelly afirmou que “as circunstâncias incomuns acerca do anúncio do presidente” sobre a restrição pesaram em sua decisão.

    Para ela, o anúncio repentino do presidente pelo Twitter veio “sem qualquer formalidade ou processo deliberativo que geralmente acompanha o desenvolvimento e anúncio de grandes mudanças em políticas que vão afetar gravemente a vida de muitos americanos”.

    As estimativas sobre o número de militares transgêneros atualmente nas Forças Armadas americanas oscila, porém acredita-se que seja algo entre 1.320 e 15.000 de um total de 1,5 milhão de soldados.((Com AFP e Reuters))

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  • NEOM, a gigantesca cidade que a Arábia Saudita construirá do zero

    Getty ImagesRiad, capital da Arábia Saudita

    O lançamento de um megaprojeto para a construção de uma cidade entre a fronteira com o Egito e a Jordânia, batizado de NEOM, é visto por economistas como uma porta para a Arábia Sauditamostrar ao mundo que é um país moderno e aberto. A ideia, anunciada em 24 de outubro pelo príncipe saudita Mohammed bin Salman, pretende adequar o reino ultraconservador a um novo período, conforme o próprio herdeiro à coroa já adiantou em numa conferência de investidores realizada em Riad, afirmou o analista econômico saudita Ibrahim al Motua.

    A iniciativa, que contará com financiamento de meio bilhão de dólares – a maior parte bancada pelo Fundo de Investimentos Públicos da Arábia Saudita – e que se enquadra no plano econômico 2030, “não é a primeira tentativa de superar os obstáculos das leis locais”. Em agosto, a Arábia Saudita anunciou um grande projeto turístico nas ilhas do Mar Vermelho, que terá a própria legislação, conforme “as práticas e experiências mundiais”, disse à época o príncipe, sem dar mais detalhes.

    Essas pinceladas de abertura do reino, onde vigoram leis rígidas, principalmente para as mulheres, se mostram por meio destes megaprojetos desde que foi o jovem Bin Salman, de 32 anos, foi nomeado herdeiro à coroa. Na terça-feira passada, o príncipe afirmou em uma conferência com cerca de 2.500 investidores – incluindo representantes estrangeiros -, que o país começou um processo de retorno ao “islã moderado e aberto ao mundo e às religiões“, e mostrou o

    seu desejo de acabar com o extremismo. “Não vamos perder outros 30 anos tratando ideias radicais. Queremos conviver com o mundo e acabar com os resquícios do extremismo”, afirmou.

    O jovem herdeiro se referia ao ataque que grupos extremistas fizeram na Masjid al-Haram, em 1979, e que foi chamado de Tomada da Grande Mesquita, quando a Arábia Saudita abandonou o islã “moderado” e se aprofundou nas correntes religiosas. “É um estranho paradoxo que o príncipe volte aos anos 70 para avançar”, comentou o analista, lembrando que antes dessa data as mulheres não eram obrigadas a usar as tradicionais túnicas pretas – as abayas – e as apresentações de música eram permitidas, por exemplo.

    Segundo o príncipe, esse projeto transformará o reino num modelo pioneiro e global em todos os aspetos, com o objetivo de atrair cadeias de valor às indústrias e tecnologias.

    Para Abdulrahman Yarala, membro da Câmara de Comércio e Indústria da Arábia Saudita, grandes projetos urbanísticos começam no pensamento e se tornam realidade com a energia depositada pelo homem. “A Arábia Saudita tem capacidade material e logística para atrair especialistas e profissionais e tem orçamento suficiente para realizar este projeto, que se estenderá por 26.500 quilômetros quadrados, junto ao Mar Vermelho e o Golfo de Aqaba”, destacou.

    Lá será o ponto de partida da futura Ponte Rei Salman, que pretende ligar a Arábia Saudita com a Península do Sinai, no Egito e que, de acordo com o príncipe saudita, será “maior do que a Grande Muralha da China, mas com placas solares” e onde haverá “mais robôs do que pessoas”.

    Diante desses projetos, Yarala lembrou o caso de Cingapura, que há décadas era uma ilha “deserta e atrasada”, e agora, “é um exemplo de avanço e prosperidade”. Para ele, a Arábia Saudita tem inclusive condições melhores, já que é um país rico, com localização estratégica, terrenos amplos e capacidades diversas.

    Conforme explicou, o país carecia de “administração, insistência e valentia”, mas agora o novo príncipe veio para defender esses valores e apostar na “nova geração saudita”. “NEOM transformará o reino num país de primeiro mundo, com muitas ofertas de emprego e que permitirá ser um lugar inovador e acessível, como disse o príncipe herdeiro”, defendeu Yarala.(VEJA.com)

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  • Depois dos Estados Unidos, Israel anuncia que vai deixar Unesco

    Foto: Casa Rosada / Fotos Públicas

    Pouco depois dos Estados Unidos, o governo Israel também anunciou que vai deixar a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O motivo é o mesmo: ambos criticam a postura anti-israelense da entidade. Segundo informações da AFP, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu "deu a instrução ao Ministério das Relações Exteriores para preparar a retirada de Israel da organização, paralelamente aos Estados Unidos". "A Unesco se tornou o teatro do absurdo, onde se deforma a história, em vez de preservá-la", diz um trecho da nota de seu gabinete. Essa não é a primeira vez que a relação entre o país e a entidade é abalada. De acordo com a AFP, no passado, Israel suspendeu sua cooperação com a Unesco depois de uma votação sobre um local sagrado de Jerusalém. No entendimento dos israelenses, a decisão seria uma negação do vínculo milenar entre os judeus e a cidade. Já os EUA alegaram ainda que a saída reflete as preocupações do país com as crescentes contas atrasadas da organização e a necessidade de reformas



  • Bombardeiros dos EUA sobrevoaram Península Coreana na terça, diz Coreia do Sul

    Reuters

    As Forças Armadas dos Estados Unidos sobrevoaram a Península Coreana (área que se estende pelas duas Coreias) com dois bombardeiros B-1B Lancer da Força Aérea no final da terça-feira (horário local), em meio às elevadas tensões por contas dos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, disseram as Forças Armadas da Coreia do Sul.

    Os dois bombardeiros B-1B foram escoltados por dois caças F-15K da Coreia do Sul depois de deixarem sua base em Guam, disse o Estado-Maior Conjunto sul-coreano em divulgação à imprensa na quarta-feira (horário local).

    Depois de entrar no espaço aéreo sul-coreano, os dois bombardeiros realizaram exercícios ar-terra nas águas da costa leste da Coreia do Sul, depois voaram para águas entre a Coreia do Sul e a China para repetir o exercício, disseram os militares da Coreia do Sul.

    As Forças Armadas da Coreia do Sul disseram que as manobras foram parte de um exercício para impulsionar a defesa militar e também uma forma de demonstrar a aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul.(Reuters)



  • 'O Trump serve de exemplo para mim', diz Bolsonaro em visita aos EUA

    "O Trump serve de exemplo para mim", disse o pré-candidato à Presidência, deputado Jair Bolsonaro (PSC), que participa de eventos nos Estados Unidos durante esta semana. "Sei da distância minha para o Trump, mas, havendo possibilidade, pretendo me aproximar dele para o bem do Brasil e dos Estados Unidos. Serve para levar muitos exemplos daqui para o Brasil."

    Bolsonaro também se esforçou para espelhar a ideia de patriotismo do americano, dizendo que pretendia "botar a garotada para cantar o Hino Nacional" nas escolas do país e "pôr um ponto final na doutrinação e sexualização das crianças" do ensino público brasileiro.

    Debaixo de chuva, Bolsonaro desceu do carro num estacionamento vazio em Boston, a segunda parada de sua turnê pelo país, e foi direto para um encontro com líderes evangélicos, que o esperavam de mãos dadas, para uma oração, num estúdio fotográfico em cima de uma barbearia de subúrbio. Não houve gritos de "mito".

    Muitos dos 60 pastores reunidos ali se diziam ex-militares e exigiram do deputado do PSC que mostrasse como criaria um governo "firme".

    DITADURA

    Bolsonaro, que evitou chamar de ditadura o "período de presidentes militares", dizendo apenas que "houve excessos, porque em guerras morrem inocentes", prometeu nomear um militar para o Ministério da Defesa e disse que convocaria outros membros das Forças Armadas para integrar o governo.

    Em três horas de conversa, com os religiosos de Massachusetts, Estado americano onde vive uma das maiores comunidades brasileiras, o deputado contou que foi a um clube de tiro durante a viagem e defendeu o porte de armas para todos no Brasil, seguindo o exemplo dos EUA, mesmo no rastro do último massacre em Las Vegas.

    "O que aconteceu aqui foi uma fatalidade, mais uma", disse. "Mas, no Brasil, só tem arma quem não presta. Você não consegue ter paz dentro de casa. O povo clama por segurança, pela posse de armas de fogo dentro das residências. Quem quer cometer atos insanos comete. Povo desarmado é povo manipulado."

    Nos momentos em que soou mais agressivo, Bolsonaro parecia conquistar a plateia de religiosos, que acenavam dizendo "yeah" ou "amém" a cada afirmação.

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    NOS EUA

    Bolsonaro, que posou para selfies entre bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos, também aproveita sua viagem de oito dias pelo país -ele esteve em Miami e, depois de Boston, visita ainda Nova York e Washington- para tentar vincular sua imagem à do presidente Donald Trump.

    Quando questionado sobre populações indígenas, o deputado defendeu a integração dos índios por meio do contato com o Exército para evitar que as nações e tribos se separem do Brasil e se tornem países que seriam colonizados por outras potências.

    Mas o presidenciável, agora empatado com Marina Silva, da Rede, no segundo lugar das pesquisas de intenção de voto atrás de Lula, que chamou de "inimigo que ainda não é carta fora do baralho", tentou ainda se mostrar menos radical.Disse que há cinco anos "teria rachado no meio" o sujeito que o alvejou com um ovo numa viagem a Ribeirão Preto, no interior paulista.

    E reconheceu ter "perdido a linha" ao dizer que não estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela não merecia, arrancando risos dos pastores. Ele ainda afirmou a uma pastora no encontro que "não teria problema nenhum" com a ideia de chamar mulheres para compor seu eventual ministério.Sem entrar em detalhes na recente polêmica envolvendo ataques a exposições de arte acusadas de fazer apologia à pedofilia, o deputado desviou o assunto para a economia, dizendo que acabaria com a Lei Rouanet para criar leis de pesquisa e fundar o "Vale do Silício brasileiro".

    COMPETITIVIDADE

    Também voltou a criticar brasileiros que abrem empresas no Paraguai e atacou as leis trabalhistas. "O trabalhador vai ter de escolher menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego", disse. "A gente não consegue fabricar um prego e colocar de forma competitiva no Paraguai, que tem uma CLT bem menos rígida que a nossa."Seus ataques mais duros tiveram como alvo o PT e partidos mais alinhados à esquerda, numa tentativa de se firmar como conservador.

    Lembrando a ideia de "cura gay", ele evitou atacar homossexuais, mas disse ter "fé em Deus" que para os esquerdistas "há uma cura".

    Nesse ponto, o presidenciável se queixou de ser chamado de "xenófobo, racista e homofóbico". "Esses rótulos eu sofro há cinco anos", disse.

    "Mas o Trump também, e ele reverteu isso na campanha dele. A grande mídia brasileira já não faz mais a cabeça do público. As 'fake news' já chegaram e, se quiser mesmo sobreviver, a grande mídia vai ter que começar a vender verdades, não factoides." Com informações da Folhapress.

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