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  • Bombardeiros dos EUA sobrevoaram Península Coreana na terça, diz Coreia do Sul

    Reuters

    As Forças Armadas dos Estados Unidos sobrevoaram a Península Coreana (área que se estende pelas duas Coreias) com dois bombardeiros B-1B Lancer da Força Aérea no final da terça-feira (horário local), em meio às elevadas tensões por contas dos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, disseram as Forças Armadas da Coreia do Sul.

    Os dois bombardeiros B-1B foram escoltados por dois caças F-15K da Coreia do Sul depois de deixarem sua base em Guam, disse o Estado-Maior Conjunto sul-coreano em divulgação à imprensa na quarta-feira (horário local).

    Depois de entrar no espaço aéreo sul-coreano, os dois bombardeiros realizaram exercícios ar-terra nas águas da costa leste da Coreia do Sul, depois voaram para águas entre a Coreia do Sul e a China para repetir o exercício, disseram os militares da Coreia do Sul.

    As Forças Armadas da Coreia do Sul disseram que as manobras foram parte de um exercício para impulsionar a defesa militar e também uma forma de demonstrar a aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul.(Reuters)



  • 'O Trump serve de exemplo para mim', diz Bolsonaro em visita aos EUA

    "O Trump serve de exemplo para mim", disse o pré-candidato à Presidência, deputado Jair Bolsonaro (PSC), que participa de eventos nos Estados Unidos durante esta semana. "Sei da distância minha para o Trump, mas, havendo possibilidade, pretendo me aproximar dele para o bem do Brasil e dos Estados Unidos. Serve para levar muitos exemplos daqui para o Brasil."

    Bolsonaro também se esforçou para espelhar a ideia de patriotismo do americano, dizendo que pretendia "botar a garotada para cantar o Hino Nacional" nas escolas do país e "pôr um ponto final na doutrinação e sexualização das crianças" do ensino público brasileiro.

    Debaixo de chuva, Bolsonaro desceu do carro num estacionamento vazio em Boston, a segunda parada de sua turnê pelo país, e foi direto para um encontro com líderes evangélicos, que o esperavam de mãos dadas, para uma oração, num estúdio fotográfico em cima de uma barbearia de subúrbio. Não houve gritos de "mito".

    Muitos dos 60 pastores reunidos ali se diziam ex-militares e exigiram do deputado do PSC que mostrasse como criaria um governo "firme".

    DITADURA

    Bolsonaro, que evitou chamar de ditadura o "período de presidentes militares", dizendo apenas que "houve excessos, porque em guerras morrem inocentes", prometeu nomear um militar para o Ministério da Defesa e disse que convocaria outros membros das Forças Armadas para integrar o governo.

    Em três horas de conversa, com os religiosos de Massachusetts, Estado americano onde vive uma das maiores comunidades brasileiras, o deputado contou que foi a um clube de tiro durante a viagem e defendeu o porte de armas para todos no Brasil, seguindo o exemplo dos EUA, mesmo no rastro do último massacre em Las Vegas.

    "O que aconteceu aqui foi uma fatalidade, mais uma", disse. "Mas, no Brasil, só tem arma quem não presta. Você não consegue ter paz dentro de casa. O povo clama por segurança, pela posse de armas de fogo dentro das residências. Quem quer cometer atos insanos comete. Povo desarmado é povo manipulado."

    Nos momentos em que soou mais agressivo, Bolsonaro parecia conquistar a plateia de religiosos, que acenavam dizendo "yeah" ou "amém" a cada afirmação.

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    NOS EUA

    Bolsonaro, que posou para selfies entre bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos, também aproveita sua viagem de oito dias pelo país -ele esteve em Miami e, depois de Boston, visita ainda Nova York e Washington- para tentar vincular sua imagem à do presidente Donald Trump.

    Quando questionado sobre populações indígenas, o deputado defendeu a integração dos índios por meio do contato com o Exército para evitar que as nações e tribos se separem do Brasil e se tornem países que seriam colonizados por outras potências.

    Mas o presidenciável, agora empatado com Marina Silva, da Rede, no segundo lugar das pesquisas de intenção de voto atrás de Lula, que chamou de "inimigo que ainda não é carta fora do baralho", tentou ainda se mostrar menos radical.Disse que há cinco anos "teria rachado no meio" o sujeito que o alvejou com um ovo numa viagem a Ribeirão Preto, no interior paulista.

    E reconheceu ter "perdido a linha" ao dizer que não estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela não merecia, arrancando risos dos pastores. Ele ainda afirmou a uma pastora no encontro que "não teria problema nenhum" com a ideia de chamar mulheres para compor seu eventual ministério.Sem entrar em detalhes na recente polêmica envolvendo ataques a exposições de arte acusadas de fazer apologia à pedofilia, o deputado desviou o assunto para a economia, dizendo que acabaria com a Lei Rouanet para criar leis de pesquisa e fundar o "Vale do Silício brasileiro".

    COMPETITIVIDADE

    Também voltou a criticar brasileiros que abrem empresas no Paraguai e atacou as leis trabalhistas. "O trabalhador vai ter de escolher menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego", disse. "A gente não consegue fabricar um prego e colocar de forma competitiva no Paraguai, que tem uma CLT bem menos rígida que a nossa."Seus ataques mais duros tiveram como alvo o PT e partidos mais alinhados à esquerda, numa tentativa de se firmar como conservador.

    Lembrando a ideia de "cura gay", ele evitou atacar homossexuais, mas disse ter "fé em Deus" que para os esquerdistas "há uma cura".

    Nesse ponto, o presidenciável se queixou de ser chamado de "xenófobo, racista e homofóbico". "Esses rótulos eu sofro há cinco anos", disse.

    "Mas o Trump também, e ele reverteu isso na campanha dele. A grande mídia brasileira já não faz mais a cabeça do público. As 'fake news' já chegaram e, se quiser mesmo sobreviver, a grande mídia vai ter que começar a vender verdades, não factoides." Com informações da Folhapress.

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  • Companheira do atirador de Las Vegas chega aos Estados Unidos

    Marilou Danley, apontada como companheira deStephen Paddock, o atirador responsável pelomassacre em Las Vegas que deixou 59 mortos e centenas de feridos, chegou aos Estados Unidos na noite desta terça-feira. Ela estava nas Filipinas, e desembarcou no Aeroporto Internacional de Los Angeles.

    Uma autoridade da polícia de Manila, capital das Filipinas de onde Danley partiu, e um oficial dos Estados Unidos disseram que a mulher, de 62 anos, foi recebida por agentes do FBI, segundo informações da agência de notícias Reuters. A fonte americana revelou que Marilou não foi presa, mas que o FBI espera que ela aceite ser interrogada voluntariamente.

    À agência de notícias EFE, as autoridades filipinas divulgaram que Danley estava há pelo menos 15 dias fora dos Estados Unidos quando ocorreu o ataque em Las Vegas. Um porta-voz do Escritório de Imigração do país disse que ela chegou a Manila no dia 15 de setembro, em um voo da Japan Airlines procedente de Tóquio. Durante sua estadia na Ásia, Marilou fez uma viagem de curta duração a Hong Kong, de onde retornou para a capital filipina.

    De origem filipina e nacionalidade australiana, Danley foi inicialmente considerada “suspeita” logo após o ataque a tiros em Las Vegas, mas sua participação no caso é pouco provável, de acordo com as autoridades. Uma transferência de 100 mil dólares feita por Paddock a uma conta nas 

    Filipinas fez com que o seu nome voltasse a ficar em evidência. O porta-voz da Polícia Federal filipina, Nick Suárez, disse à EFE que “por enquanto, não podemos confirmar o destinatário da transferência”. O oficial desmentiu informações que afirmam que a conta que recebeu o montante está no nome de Marilou.

    “Ela não sabe de nada”

    Em entrevista ao canal australiano 7 News,  irmãs de Marilou Danley afirmaram que Paddock incentivou a namorada a deixar os Estados Unidos antes que o ataque fosse realizado. “Sei que, assim como nós, ela não sabe de nada. Ela foi mandada para longe para que não estivesse lá para interferir nos planos dele”, falou uma das irmãs, que não teve sua identidade revelada pela emissora. “Por esse lado, eu agradeço a ele por poupar a vida da minha irmã”, disse.

    Uma outra irmã revelou que a viagem para as Filipinas foi uma surpresa para Marilou. “Ela não sabia que iria viajar até Steve falar, ‘Marilou, encontrei uma passagem barata para as Filipinas”. A familiar disse que a irmã “era realmente apaixonada por Steve”. “Se ela estivesse lá, talvez isso tudo não tivesse acontecido, porque ela não deixaria acontecer”, comentou.

    “Sem respostas”

    Em entrevista coletiva nesta terça-feira, Kevin McMahill, vice-prefeito do condado de Las Vegas, reconheceu que as autoridades têm ainda “mais perguntas” que respostas sobre os motivos que levaram Paddock a realizar o ataque. As autoridades revelaram que foram apreendidas 47 armas de fogo em três localizações diferentes frequentadas pelo atirador – o hotel Mandalay Bay e duas residências. Elas foram adquiridas em quatro estados diferentes.

    (Com EFE e Reuters)

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  • Suspeito de integrar esquema da Odebrecht, vice-presidente do Equador é preso

    Foto: Arquivo / El Universal

    Suspeito de corrupção no caso Odebrecht, o vice-presidente do Equador, Jorge Glas, foi detido em Guaiaquil e levado para uma prisão no norte de Quito. A informação é da agência EFE. Glas chegou à capital equatoriana em um avião da Força Aérea do país. O voo durou apenas 50 minutos e eles estava acompanhado por seu tio, Ricardo Rivera, que também é investigado. O avião aterrissou no Aeroporto Internacional Mariscal Sucre, a cerca de 20 quilômetros de Quito – lá ele foi levado em comboio composto por veículos com vidros escuros chegou à Prisão 4 por volta das 23h (hora local). Ao chegar ao presídio, um grupo de seguidores cantavam músicas em sua defesa, com bandeiras do movimento de esquerda Alianza País. O local foi cercado pela polícia para impedir que os apoiadores de Glas se aproximassem. A ordem de prisão preventiva foi determinada em audiência realizada em Quito, após a apresentação de novas provas apresentadas ao tribunal pela Promotoria Geral, que recebeu recentemente nova informação dos Estados Unidos sobre o caso Odebrecht, indicando que Glas e seu tio Rivera podem ser acusados de dois novos crimes, incluindo o de propina. Glas se entregou à polícia ainda nesta segunda-feira (3), em sua residência, mas nega relação com o esquema de corrupção da empreiteira. Segundo informações do jornal El Universo, Glas continua sendo vice-presidente, apesar de sua situação legal -- o cargo só ficará vago se ele renunciar ou se, após três meses da prisão, a Assembleia decidir por sua saída, com votação favorável de 75% da Casa. A Alianza País tem, no entanto, maioria, com 74 dos 137 deputados.



  • Ataque em Las Vegas: o que se sabe sobre tiroteio em festival

    Pelo menos 20 pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas em um tiroteio durante um show em Las Vegas.

     

    Um atirador abriu fogo na plateia de um festival de música no hotel Mandalay Bay. 

    O som do que parecia ser prolongados disparos de arma automática foi registrado em vídeos amadores postados nas redes sociais. 

    Ataque em Las Vegas: o que se sabe sobre tiroteio em festival

    A polícia de Las Vegas informou que o atirador estava no 32° andar do hotel. Ele disse que policiais mataram o suspeito a tiros.

    Segundo o porta-voz da polícia, Joe Lombardo, a polícia acredita que o atirador agiu como "lobo solitário" - como são chamados ataques planejados e executados individualmente.

    O Centro Médico Universitário, um dos hospitais que receberam feridos, informou que 14 pessoas estão em estado grave.

    O tiroteio ocorreu por volta de 22h (horário local). Testemunhas relataram que centenas de tiros foram disparados.

    Alguns voos foram desviados do aeroporto Las Vegas McCarran, quando surgiram as primeiras notícias sobre o tiroteio. 

    Pessoas fugindo dos tiros encontraram abrigo em hotéis, restaurantes e no aeroporto.O festival de música teve início na sexta-feira, com shows nos terrenos de diferentes hotéis Las Vegas.(BBC Brasil )

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  • Ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte diz que Trump declarou guerra ao país

    O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, afirmou nesta segunda-feira (25) que o presidente americano Donald Trump declarou guerra ao país. Durante o final de semana, ambos trocaram insultos, com Ri chamando o republicano de "um transtornado mental repleto de megalomania" neste sábado (23), ao que Trump reagiu. Neste domingo (24), o americano disse que se ele faz eco aos pensamentos do "homenzinho do foguete", em referência a Kim Jong Un, "eles não estarão aí por muito mais tempo". Ri Yong Ho interpretou as palavras de Trump como declaração de guerra. "O mundo inteiro deve claramente se lembrar que foram os Estados Unidos queprimeiro declararam guerra ao nosso país. (...) Temos todo o direito de adotar contramedidas, incluindo o direito de derrubar bombardeios estratégicos dos Estados Unidos, mesmo que eles não estejam dentro do espaço aéreo do nosso país", ameaçou Ri, de acordo com o G1. O clima de tensão entre os dois países só crese. Na última sexta-feira (22), a Coreia do Norte ameaçou testar uma bomba nuclear de hidrogênio de escala sem precedentes sobre o Pacífico. A ameaça foi uma reação à fala de Trump, que prometeu destruir o país caso não tivesse escolha.



  • Kim Jong-un diz que Trump é desequilibrado e pagará por ameaças

    O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é “desequilibrado” e “pagará caro” por suas ameaças aos norte-coreanos. As declarações foram feitas em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal, em reposta às últimas declarações dadas pelo americano na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    “Suas declarações … me convenceram, ao invés de me assustar ou me parar, de que o caminho que eu escolhi está correto e que é esse o que tenho que seguir até o final”, disse Kim em declaração rara divulgada pela KCNA.

    O líder norte-coreano afirmou que estava “pensando muito” em sua resposta, mas que o presidente americano “pagará caro por seu discurso pedindo a total destruição” da Coreia do Norte.

    Kim Jong-un afirmou que as ameaças de Trump foram “a declaração mais feroz de uma guerra na história” e disse ainda que o republicano não está apto para “o supremo comando de um país” e que é “mentalmente perturbado”. Ele também descreveu o líder americano como um “desonesto e um gângster louco para brincar com fogo”.

    Na terça-feira, Donald Trump ameaçou destruir totalmente” a Coreia do Norte, durante seu discurso para outros líderes mundiais. “Se os muitos que são justos não enfrentam os poucos que são perversos, então o mal triunfará”, disse o americano, 

    que afirmou que seu país está pronto para o ataque, mas espera resolver o conflito com os norte-coreanos por meio da diplomacia.

    O presidente também agradeceu à China e à Rússia por ter votado a favor das sanções contra a Coreia do Norte no Conselho de Segurança da ONU, apesar de destacar que é preciso fazer “muito mais” contra as ameaças de Pyongyang.

    Nesta sexta, os Estados Unidos aprovaram um novo decreto que amplia as sanções contra empresas e bancos que fazem comércio com os norte-coreanos.“Nosso novo decreto cortará as fontes de receita que financiam os esforços da Coreia do Norte para desenvolver as armas mais letais que a humanidade conhece”, disse Trump após assinar a nova medida.(VEJA.com )

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  • Coreia do Norte diz que Trump apenas late

    O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, declarou nesta quarta-feira, em Nova York, que as declarações do presidente americano, Donald Trump, de que vai "destruir totalmente" seu país são ameaças de quem apenas "late".

    Leia a cobertura completa da crise na Coreia

    "Há o ditado de que a caravana passa e os cães ladram", declarou Ri Yong-ho na entrada de seu hotel. "Se querem nos ameaçar com um latido, estão tendo claramente um sonho de cachorro". 

    Trump usou todo o seu arsenal retórico na terça-feira, na Assembleia Geral das Nações Unidas, ao declarar que "se os Estados Unidos forem forçados a se defender ou a seus aliados, não haverá outro remédio que destruir totalmente a Coreia do Norte".

    O discurso de Trump ocorreu após meses de tensão entre os dois países devido ao programa nuclear e balístico de Pyongyang, que tem desafiado as sanções da ONU com testes atômicos e o disparo de mísseis que sobrevoam o Japão. (AFP - ‎quinta-feira‎, ‎21‎ de ‎setembro‎ de ‎2017)



  • Após terremoto, presidente do México anuncia três fases para reconstrução

    Foto: Reprodução / Twitter @EPN

    O presidente do México, Enrique Peña Nieto, anunciou nesta quarta-feira (20) o planejamento de ações para gerir os danos causados pelo terremoto ocorrido na última terça-feira (19) e pediu aos voluntários que apoiem o trabalho de auxílio às vítimas. "Somos todos um quando se trata de salvar uma vida", disse. De acordo com informações da Agência EFE, Pieña Nieto informou que o governo realizará três ações: apoio à população afetada, elaboração de um censo amplo de danos materiais, e por fim, reconstrução – esta última etapa, segundo o presidente, "exigirá inicialmente a demolição de edifícios com danos estruturais irreparáveis e a remoção de detritos". "Nessa etapa, será necessária a participação ativa do setor privado e da sociedade como um todo durante as próximas semanas", completou. Foram registradas até agora 230 mortes por causa do terremoto, de magnitude 7,1 na escala Richter – entre as vítimas, 100 eram na Cidade do México, 69 no estado de Morelos, 43 em Puebla, 13 no Estado do México, 4 em Guerrero e 1 em Oaxaca. O presidente agradeceu também, em nome da nação, "as milhares de mensagens de solidariedade e incentivo de todas partes do mundo". "O México aceitou a ajuda técnica e especializada que nos ofereceram diversos países, em particular a Espanha, os Estados Unidos, Israel, o Japão e outras países latino-americanos que têm reconhecida experiência em resposta a desastres naturais como os que enfrentamos", acrescentou. 



  • Número de mortos após terremoto no México chega a 226

    Foto: Reprodução / UOL

    A agência de defesa civil do México informou na madrugada desta quarta-feira (20) que já foram confirmadas 226 mortes após o terremoto de 7,1 pontos que atingiu o país na véspera. Dezenas de prédios ruíram na Cidade do México e em Estados próximos. O chefe da agência, Luis Felipe Puente, informou pelo Twitter que há 117 vítimas fatais confirmadas na Cidade do México, 55 no Estado de Morelos (que fica ao sul da capital do país), e 39 no Estado de Puebla - onde o abalo teve seu epicentro. Outras 12 pessoas morreram no Estado do México (que circunda a capital) e três no Estado de Guerrero. O número da Defesa Civil não incluiu uma morte no Estado de Oaxaca, anunciada por autoridades locais. O epicentro do tremor foi na cidade de Raboso, em Puebla, a 123 quilômetros a sudeste da Cidade do México.(Bahia Notícias)



  • ONU esgotou opções para Coreia do Norte, diz embaixadora

    A embaixadora dos Estados Unidos para a Organização das Nações Unidas (ONU), Nikki Hayley, afirmou neste domingo que as ameaças de “fogo e fúria” do presidente americano, Donald Trump, sobre a Coreia do Norte não eram palavras vazias.

    Leia a cobertura completa da crise na Coreia

    Segundo ela, o Conselho de Segurança da ONU “praticamente esgotou” todas as opções diplomáticas para a Coreia do Norte. “Estou prontamente feliz em dar esta tarefa para o secretário de Defesa, James Mattis, que tem um leque de opções militares para a questão”, afirmou Hayley, ao “State of the Union”, da emissora americana CNN.

     

    “Se os EUA esgotarem as opções diplomáticas, o Exército cuidará da questão. Queríamos ser responsáveis e tentar todas as alternativas para ganhar a atenção deles [Coreia do Norte]”, declarou.”Mas, se a Coreia do Norte continuar com esse comportamento imprudente, se os Estados Unidos tiverem que se defender ou defender seus aliados de qualquer maneira, a Coreia do Norte será destruída. E todos sabemos disso. E nenhum de nós quer isso. Nenhum de nós quer guerra”, disse.

    Em entrevista para a rede americana CBA, Rex Tillerson, secretário de Estado dos Estados Unidos, mostrou que o discurso do governo está alinhado ao da ONU e afirmou que, se esforços diplomáticos contra a Coreia do Norte não funcionarem, a opção militar será a única a ter sobrado.

    “Que fique claro, buscamos uma solução pacífica para a questão, mas eles [Coreia do Norte] não estão captando a mensagem”.

    Segundo o secretário, as sanções contra o regime de Pyongyang têm o objetivo de levar os países a um “diálogo construtivo e produtivo”.

    Força militar coreana

    Em um momento em que os líderes mundiais se dirigem para a sede das Nações Unidas em Nova York para a reunião anual da Assembleia Geral nesta semana, os comentários de Haley indicam que os Estados Unidos não estão recuando da ameaça de ação militar contra a Coreia do Norte.

    A Coreia do Norte lançou um míssil sobre o Japão no Oceano Pacífico na quinta-feira, desafiando as novas sanções do Conselho de Segurança da ONU, que proibiram as exportações de têxteis e limitaram as importações de petróleo bruto.

    A China pediu aos EUA que se abstenham de ameaçar a Coreia do Norte. Pyongyang tem lançado dezenas de mísseis à medida que acelera um programa de armas projetado para fornecer a capacidade de atingir os Estados Unidos com um poderoso míssil nuclear.

    A Coreia do Norte disse no sábado que pretende atingir um “equilíbrio” de força militar com os Estados Unidos.

    (Com Reuters e Estadão Conteúdo)

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  • OTAN: Novo míssil norte-coreano 'exige resposta global'

    O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, frisou para a comunidade internacional a importância de reação global ao mais recente lançamento de míssil balístico disparado pela Coreia do Norte.

    "O lançamento de míssil pela Coreia do Norte é mais uma violação grave das resoluções da ONU, bem como ameaça séria à paz e à estabilidade internacionais, que exige uma resposta global", escreveu Stoltenberg no Twitter.

    Pyongyang lançou nesta sexta-feira (15), mais um míssil balístico. De acordo com os militares japoneses e sul-coreanos, o míssil alcançou uma atitude de cerca de 800 quilômetros e sobrevoou uma distância de 3.700 quilômetros, caindo a 2,2 mil quilômetros da ilha japonesa de Hokkaido. Com informações do Sputnik News. 



  • Coreia do Norte ameaça Estados Unidos com 'maior dos sofrimentos'

    Kim Jong Un acompanha lançamento de míssil de médio alcance em foto divulgada em 30 de agosto pela agência estatal norte-coreana KCNA (Foto: Reuters/KCNA)

    A Coreia do Norte advertiu nesta segunda-feira (11, horário local) aos Estados Unidos que lhe infligirá "o maior dos sofrimentos" se Washington prosseguir exortando a ONU a endurecer suas sanções contra Pyongyang após seu sexto teste nuclear.

    Em comunicado reproduzido pela agência oficial KCNA, o ministério norte-coreano das Relações Exteriores adverte que se Washington "aplicar esta resolução ilegal sobre um endurecimento das sanções, a Coreia do Norte garantirá que os Estados Unidos paguem o preço".

    "As medidas que adotarão vão causar aos Estados Unidos o maior dos sofrimentos e dores de toda a sua história".

    "O mundo será testemunha de como a Coreia do Norte dobra os gângsteres americanos lançando uma série de ações mais duras do que se possa imaginar".

    Os Estados Unidos pediram formalmente na sexta-feira que o Conselho de Segurança da ONU vote na próxima segunda novas sanções contra a Coreia do Norte.

    O projeto de resolução americano prevê um embargo sobre o petróleo, impedir a importação têxtil norte-coreana, congelar bens do líder Kim Jong-Un, expulsar cidadãos norte-coreanos que vivem no exterior e inspecionar navios suspeitos em alto mar.

    O último teste nuclear norte-coreano ocorreu em 3 de setembro, após Pyongyang lançar 14 mísseis balísticos no decorrer de 2017, dois deles intercontinentais.(g1)



  • Forte terremoto sacode costa sul do México, deixa 15 mortos e gera alerta de tsunami na América Central

    As ruínas de uma casa em Oaxaca, após forte tremor (Foto: Luis Alberto Cruz / AP Photo)

    Forte terremoto de magnitude 8,1 atingiu a costa sul do México no final da noite desta quinta-feira (7), informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que registra sismos em todo o mundo. Chegam a 15 o número de mortes confirmadas nos estados de Chiapas e Tabasco.

    O Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico emitiu alerta de possíveis ondas gigantes de até 4 metros de altura para México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e Equador.

    O sismo sacudiu quase todo o México e foi sentido em vários países da América Central.

    Forte terremoto sacode costa sul do México, deixa 15 mortos e gera alerta de tsunami na América Central

    Famílias deixam seus imóveis na Cidade do México após forte tremor (Foto: Pedro Pardo / AFP Photo)

    Mortes

     

    Ao menos três pessoas morreram no estado mexicano de Chiapas, informou o governador Manuel Velasco, todas soterradas dentro de uma casa na cidade de San Cristóbal. Ele também pediu aos moradores da região costeiras que deixem suas casas ante o risco de tsunami.

    O governador de Tabasco, Arturo Núñez, reportou a morte de dois menores de idade.

    O governador de Oaxaca, Alejandro Murat, afirmou que tremor deixou feridos em um hotel de Istmo de Tehuantepec.

    A agência de proteção civil do México informou que o terremoto foi o mais forte a atingir o país desde o devastador tremor de 1985 que derrubou edifícios e matou milhares.

    Presidente

     

    O presidente do México, Enrique Peña Nieto, advertiu a população que é provável que nas próximas 24 horas aconteça una forte réplica. “´Precisamos estar mais atentos, pois a réplica pode superar magnitude 7”, afirmou.

    Doze Réplicas de magnitudes - as mais fortes com magnitude 4,3, 4,5, 5,7 e 6 - ocorreram poucas horas depois na mesma região do terremoto principal.

     

    Cidade do México

     

    Na Cidade do México, moradores deixaram seus imóveis e correram para as ruas em pijamas. Alarmes soaram após o tremor.

    O chefe de governo da Cidade do México, Miguel Ángel Mancera, disse à “Televisa” que foi ativado protocolo antiterremoto pouco após o forte tremor e que falta energia elétrica em algumas regiões. O Metro e o Aeroporto Internacional estão em operação.

    O epicentro do terremoto foi localizado a 119 km de Três Picos, região de fronteira com a Guatemala, a uma profundidade de 33 km.

    Guatemala

     

    O tremor também foi sentido na vizinha Guatemala, onde autoridades informaram que o terremoto feriu pessoas e destruiu casas no departamento de San Marcos, fronteira com México. O governo está deslocando militares para a região.(G1)

     
     
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  • 'Terremoto' abala Sol após recente clarão extraordinário

    O último clarão solar, classificado como o mais forte dos últimos 12 anos, causou ondas sísmicas, que cientistas chamam de “terremoto solar”, disse à Sputnik o colaborador do Instituto russo de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia, Aleksei Struminsky.

    O clarão solar, que ocorreu na quarta-feira (6), é considerado o mais forte dos últimos 12 anos. O anterior clarão de potência igual foi detectado em 2005.

    "O interessante deste clarão é que, durante certas explosões, pode-se notar um terremoto solar, ou seja, quando ondas sísmicas — vistas nas imagens — se espalham pela superfície do Sol", comentou Struminsky.

    Segundo o cientista, o clarão não deve afetar a saúde da humanidade, tampouco o funcionamento das comunicações via rádio.

     No entanto, o dirigente do Clube Espacial de Moscou, Ivan Moiseev, acredita que o recente clarão possa provocar já hoje (7) uma forte tempestade geomagnética, capaz de interromper o funcionamento de aparelhos espaciais.

    "É possível que haja interrupções no funcionamento de aparelhos espaciais na órbita. Ainda não ocorreu nenhuma catástrofe, mas interrupções do funcionamento de máquinas já aconteceram, 

    é fato registrado. Forte aumento da atividade solar afeta bastante o funcionamento de equipamento especial", especificou Moiseev.

    Entretanto, o cientista sublinhou que por enquanto nenhum problema foi detectado no espaço após o clarão.

    Com informações do Sputnik News. 

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