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  • Terremoto de magnitude 6 na escala de Richter atinge o sul do México

    Um terremoto de magnitude 6 na escala de Richter com epicentro no estado de Oaxaca, no sul do México, surpreendeu os mexicanos na madrugada desta segunda-feira (19). Na última sexta-feira (16), o país sofreu com um tremor de 7,2.

    O Serviço Sismológico Nacional informou através do Twitter que o terremoto foi registrado à 0h57 no hora local (03:57 em Brasília) tem epicentro localizado a 40 quilômetros a leste de Pinotepa Nacional e a 10 quilômetros de profundidade.

    O Presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, informou que a Proteção Civil "ativou os protocolos e está em contato com as autoridades locais".

    Na sexta-feira (16), o tremor de magnitude 7,2 na escala de Richter sacudiu o México e teve pelo menos 150 réplicas. O incidente não causou danos graves nem vítimas.

    Segundo informação do Serviço Sismológico Nacional, o tremor de magnitude 7,2 foi sentido às 17h39 locais (21h39 em Brasília) no centro e sul do país, e teve epicentro a 11 quilômetros a sul de Pinotepa Nacional, no estado de Oaxaca.

    Uma hora depois, um novo abalo, de magnitude 5,9, teve epicentro a 14 quilômetros ao sul de Pinotepa Nacional. Às 20h30 locais, três horas após o primeiro tremor, havia notícia de 150 réplicas.

    O forte abalo de 7,2 fez com que os mexicanos revivessem as imagens dos edifícios destruídos e das pessoas soterradas nos escombros originados pelos terremotos de setembro de 2017, que fizeram 471 vítimas mortais, nos estados de México, Oaxaca, Guerrero, Chiapas, Morelos, Puebla e na capital do país. Com informações da Lusa.(Notícias ao Minuto )



  • Sem fogos de artifícios, chineses celebram o ano do cachorro

    Os próximos meses não serão um mar de rosas para os líderes do planeta, essa é a previsão dos mestres do feng shui de Hong Kong sobre o “Ano do Cão” no calendário lunar chinês, que começa na noite desta quinta-feira (15).

    Com Heike Schmidt, correspondente da RFI na China

    Para este ano do cão, os especialistas no assunto preveem muitos conflitos políticos e mais tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte.

    Apesar das previsões pessimistas para a política mundial, os chineses vão comemorar nesta quinta-feira à noite o início do Ano Novo, o "Chunjie" ou o "Festival da Primavera", em meio a um grande frenesi consumista.

    Em 2017, os chineses gastaram quase R$ 500 bilhões na maior festa culinária do ano. O Ministério do Comércio do país estima que esse valor será largamente superado neste ano.

    Em um mercado de Pequim, a correspondente da RFI, Heike Schmidt, ouve o clamor de um vendedor que se encontra sob luzes vermelhas e guirlandas de ouro: "Venha, venha! Compre minhas últimas laranjas porque vou para minha cidade para celebrar o Ano Novo ".

    Liang Zi, um dos clientes, detalha suas compras: "Já tenho camarão, carnes, nozes. Vou dar presentes a amigos e as crianças receberão um envelope com dinheiro. Vou gastar cerca de R$ 3 mil", diz ele.(RFI )



  • Ex-aluno problemático, autor de tiroteio na Flórida avisou sobre massacre nas redes

    O autor do tiroteio, que deixou 17 mortos na Flórida, Nikolas Cruz, 19 anos, era um ex-aluno problemático e tinha dado sinais de que cometeria o massacre nas redes sociais.

    Nikolas Cruz havia sido expulso por problemas de disciplina da escola Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland. Ele foi detido perto da cidade Coral Springs, com um fuzil AR15 e várias munições, pouco depois do massacre.

    De acordo com o jornal The New York Times, ele começou a atirar nas redondezas da escola, matando três pessoas. Doze foram atingidas na porta do estabelecimento e duas morreram no hospital. As vítimas, que incluem um técnico de futebol e o filho de um policial, foram identificadas nesta quarta-feira (14).

    Segundo o senador da Flórida, Bill Nelson, que conversou com o FBI, o ataque foi preparado meticulosamente. Ao chegar ao estabelecimento, Nikolas Cruz usava uma máscara de gás e acionou o alarme de incêndio para que os alunos deixassem a sala de aula. Alguns estudantes ouvidos pela polícia acharam o procedimento estranho, já que um exercício em caso de incêndio já havia sido realizado mais cedo.

    Polícia pede monitoramento de redes sociais

    Segundo o chefe da polícia de Broward, Scott Israel, o jovem vinha publicando mensagens sobre seus planos nas redes sociais. Ele insistiu na necessidade de denunciar esse tipo de publicação para prevenir que outras tragédias ocorram.

    Nikolas Cruz era conhecido em seu liceu como um aluno problemático. De acordo com o professor de Matemática Jim Gard, o 

    estudante parecia “calmo’”, mas já tinha ameaçado outros colegas. Outros membros da direção estavam preocupados com seu comportamento. Eles contaram à polícia que ele era obcecado por uma estudante e a perseguia de maneira doentia.

    Por conta desses detalhes, a escola proibiu o jovem de circular no estabelecimento com uma mochila, como medida de prevenção. Para muitos colegas, a tragédia era previsível. Eles declararam que Nikolas era solitário, comentava que tinha armas em casa e que pretendia utilizá-las. Em um episódio, quebrou uma janela de vidro de uma sala de aula.

    Outro estudante contou que ele deixou a escola porque pretendia mudar-se para o norte do país, depois da morte de sua mãe. Ele também já havia feito um treinamento militar. Este é o 18° tiroteio ocorrido em escolas americanas desde o início do ano.(RFI )



  • Acidente entre dois aviões causa caos em aeroporto de Londres

    Um acidente envolvendo duas aeronaves aconteceu na manhã desta quarta-feira (14) no Aeroporto de Heathrow, em Londres, no Reino Unido. Por meio de um comunicado, a administração do local informou que 'está trabalhando com as forças de emergência para apurar o que aconteceu".

    Sabe-se até o momento que avião teria voltado ao lugar de partida, no terminal 5. Os passageiros foram retirados da aeronave. Segundo o 'Telegraph', o acidente envolveu dois aviões.

    “Estamos lidando com um acidente grave, que envolveu dois aviões. Estamos trabalhando de perto com as equipes de emergência e daremos mais informações assim que possível. O Aeródromo continua funcionando e tentaremos minimizar os efeitos nas viagens dos nossos passageiros”, consta no comunicado.

    Um homem de 40 anos teve de ser transportado para o Hospital de Londres em condições ainda desconhecidas. Outra pessoa foi assistida no local, mas sofreu apenas ferimentos leves.

    Nesta manhã, mais de 20 voos foram cancelados.(Notícias ao Minuto )



  • Presidente polonês sanciona lei polêmica sobre Holocausto

    O presidente da Polônia, Andrzej Duda, sancionou na terça-feira a polêmica lei sobre o Holocausto, destinada a proteger a imagem do país no exterior e que virou fonte de tensão entre o país europeu e Israel, Estados Unidos e Ucrânia.

    A nova norma prevê multas e até três anos de prisão pelo uso do termo “campos de concentração poloneses” ou a menção de crimes efetuados pela nação polonesa durante o Holocausto.

    Andrzej Duda também anunciou que enviará a nova lei ao Tribunal Constitucional, para que verifique se o conteúdo viola a liberdade de expressão, como denunciaram as autoridades israelenses, que acreditam que a lei dificultará a investigação de historiadores e a informação publicada por meios de comunicação.

    “É uma solução que, por um lado, preserva os interesses da Polônia, nossa dignidade e a verdade histórica, para que os julgamentos a nosso respeito no mundo sejam honestos, que se abstenham de nos difamar”, afirmou Duda.

    “Mas, por outro lado, leva em conta a sensibilidade das pessoas para as quais a questão da memória histórica do Holocausto continua sendo excepcionalmente importante, principalmente para os que sobreviveram e, enquanto puderem, devem contar ao mundo seu passado e sua experiência”, acrescentou.

     

    Críticas

     

    O governo israelense, o Museu do Holocausto em Jerusalém e membros de todo o círculo político da Knesset –o parlamento de Israel– condenaram a lei por considerar que ela tenta “desafiar a verdade histórica” e que pode “esvanecer a cumplicidade, direta ou indireta, de setores 

    da sociedade polonesa nos crimes contra os judeus”.

    “Esta lei é sem fundamento. Não podemos mudar a História, e o Holocausto não pode ser negado”, protestou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

    Os Estados Unidos expressaram sua preocupação com as “consequências” do projeto, pedindo à Varsóvia que reconsiderasse a decisão. “Concordamos que expressões como ‘campos da morte poloneses’ são imprecisas, suscetíveis de induzir a erros e causar feridas”, declarou a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, em um comunicado. “Mas nos preocupa que esse projeto de lei, se for promulgado, afete a liberdade de expressão e o debate histórico”, acrescentou.

    A Ucrânia também denunciou o projeto de lei, que permite estabelecer ações legais contra quem negar os crimes de nacionalistas ucranianos cometidos entre 1925 e 1950, inclusive dos que colaboraram com a Alemanha nazista.

     

    Divergências internas

     

    Os principais partidos da oposição criticaram a decisão de Duda, que qualificaram de “erro diplomático”, e disseram que a lei abrirá uma “crise diplomática” com Israel e outras nações.

    Os próprios conservadores nacionalistas apoiadores de Duda estavam diante de um dilema, pois temiam serem acusados de ceder à pressão estrangeira se não aprovassem a lei, porém também não queriam prejudicar as relações com os Estados Unidos e Israel.(VEJA.com )



  • Índia envia sonda à Lua em busca de água

    Achou que a moda, agora, era ir a Marte? Achou errado. Embora o planeta cor de ferrugem seja um alvo cobiçado pelos líderes da exploração espacial – a Nasa e a Agência Espacial Europeia –, a Lua ainda é a menina dos olhos de países em desenvolvimento, que não tem verba para apostar mais longe.

    A Índia marcou para março o lançamento da missão não-tripulada Chandrayaan-2 – que enviará um rover (em bom português, um jipinho de controle remoto muito chique) para explorar o polo sul da Lua. Ele será lançado em um foguete de fabricação própria chamado GSLV– que já colocou satélites artificiais em órbita mais de dez vezes com sucesso, mas nunca foi usado em expedições mais ambiciosas. A missão custará 91 milhões dólares.

    Não é a primeira vez da Índia no único satélite natural da Terra. Em 2008, a missão Chandrayaan-1, que também visitou o polo sul, recolheu evidências bastante convincentes de que há água no astro. Chandrayaan-1 durou pouco: perdeu contato com a Terra após 300 dias, bem abaixo dos dois anos de vida útil planejados. Mas, de acordo com a Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO), cumpriu 95% de seus objetivos

    O extremo sul da Lua é uma região relativamente inexplorada, e a comunidade internacional leva os esforços da Índia a sério. “Antes da primeira missão, era meio ciência maluca dizer que há água na Lua”, afirmou à Science o cosmoquímico James Greenwood. Agora, nós já estamos especulando quanta água há – se há água ou não é uma questão do passado.”

    O rover de Chandrayaan-2 passará duas semanas coletando amostras do solo e fazendo análises químicas. Enquanto o veículo de 20 kg e seis rodas explora a superfície, um módulo com cinco instrumentos científicos, chamado orbiter, ficará na órbita do astro. Ele vai gerar 

    imagens tridimensionais do relevo lunar, usará uma câmera de alta definição para fotografar o local do pouso e terá um espectômetro infravermelho, usado para verificar a abundância de moléculas de água.

    O pouso do rover será feito com o auxílio de um terceiro veículo, o lander. Mas sua função não é apenas fazer o jipinho chegar à superfície em segurança, em um pouso cuidadosamente calculado. Ele também carrega instrumentos científicos, como um detector de atividade sísmica. Se o lander sobreviver a alguns dias na superfície, pode dar a sorte de colher dados sobre um terremoto – fornecendo dados valiosos sobre a geologia lunar.

    Se tudo der certo, a Índia será o único país além dos EUA e da URSS a ter levado um veículo motorizado à superfície do astro por meio de uma aterrisagem controlada. Mesmo que Chandrayaan-2  não sobreviva aos 14 dias previstos de missão, ainda será um marco histórico.(Superinteressante )



  • Filho mais velho de Fidel Castro comete suicídio

    Fidel Castro Díaz-Balart, o "Fidelito", filho mais velho do falecido presidente cubano Fidel Castro, se matou na quinta-feira aos 68 anos, depois de sofrer de depressão. A morte comoveu o país, onde era muito conhecido, apesar de nunca ter ocupado cargos políticos.

    "O doutor em Ciências Fidel Castro Díaz-Balart, que vinha sendo atendido por um grupo de médicos há vários meses por um estado depressivo profundo, atentou contra sua vida na manhã de hoje, primeiro de fevereiro", comunicou o jornal oficial Granma.

    Muitos lembram dele ainda menino, vestido com o uniforme verde oliva, quando entrou em Havana ao lado de seu pai em 8 de janeiro de 1959 como parte da Caravana da Vitória, que levou Fidel do leste ao oeste da ilha.

    O filho mais velho de Fidel sempre foi um fiel adepto da revolução de seu pai.

    A notícia do suicídio, também divulgada no telejornal nacional durante a noite, pegou de surpresa os cubanos e acontece apenas 15 meses após a morte de seu pai, que faleceu em 25 de novembro de 2016 aos 90 anos.

    De acordo com a imprensa oficial cubana, como parte de seu tratamento por depressão, "Fidelito" - como era conhecido no país - "pediu inicialmente um regime de hospitalização e depois se manteve em acompanhamento ambulatorial durante sua reintegração social".

    "No momento de seu falecimento ele era Assessor Científico do Conselho de Estado e vice-presidente da Academia de Ciências de Cuba", segundo a imprensa.

    Muito parecido com o pai, inclusive na altura e barba, "Fidelito" foi filho do casamento do líder da revolução cubana com Mirtha Díaz-Balart, sua primeira mulher, da qual se 

    separou após o triunfo de 1959. Mirtha Díaz-Balart mora na Espanha.

    Nascido em 1 de setembro de 1949, formado em Física na ex-União Soviética, "Fidelito" ocupou o cargo de Secretário Executivo da Comissão de Assuntos Nucleares de 1983 até 1992.

    Em seu primeiro casamento, com Olga Smirnov, teve dois filhos: Fidel Antonio, de 37 anos, doutor em Ciências e Tecnologia nuclear, e Mirta María, de 34, doutora em Matemática.

    No enterro do pai foi visto ao lado dos cinco meio-irmãos - Antonio, Angel, Alex, Alexis e Alejandro - que Fidel Castro teve em seu casamento com Dalia Soto del Valle, a viúva oficial.

    Outra filha de Fidel Castro, Alina Fernández, mora nos Estados Unidos, de onde criticava as políticas e o governo de seu pai. Alina é filha de uma relação extraconjugal de Fidel com Natalia Revuelta.

    Por parte de mãe, "Fidelito" era primo dos políticos republicanos americanos Lincoln e Mario Díaz-Balart, de longa trajetória política anticastrista.

    Em suas últimas aparições públicas, "Fidelito" discursou sobre a nanociência, tema que estudava pelo interesse demonstrado na questão pelo governo de seu tio Raúl Castro.

    O funeral será organizado pela família, ou seja, sem um tratamento oficial, em uma data que ainda será definida.(AFP) 



  • Irã prende 29 mulheres por protesto contra véu islâmico

    A polícia iraniana anunciou nesta sexta-feira (02/02) a prisão de 29 mulheres que protestavam em Teerã contra a lei que obriga o uso do véu islâmico em público, em vigor desde a revolução de 1979. Segundo as autoridades, elas foram presas sob acusação de "perturbar a ordem social".

    O procurador-geral da República do Irã, Mohammad Jafar Montazeri, tentou minimizar os protestos contra o uso do véu islâmico, o hijab, classificando-os como "fúteis" e "infantis" e possivelmente incentivados por estrangeiros.

    Montazeri diz se tratar de um fenômeno relacionado às redes sociais e garante que no país há mais de 80 milhões de mulheres não veem qualquer problema em usar o véu islâmico.

    Nos últimos dias, várias fotografias postadas nas redes sociais mostraram mulheres com a cabeça descoberta. Muitas seguravam o hijab na ponta de um galho e o agitavam como uma bandeira, em sinal de desafio.

    A jovem Vida Movahed foi presa em 27 de dezembro passado ao manifestar publicamente sua rejeição ao uso compulsório da vestimenta islâmica. Ela acabou se tornando um símbolo dos protestos que se alastraram recentemente pelo país.

    As manifestações, que tiveram inicialmente como alvo a inflação e o desemprego, logo se voltaram contra o presidente Hassan Rohani e o regime como um todo. Confrontos violentos durante os dez dias de protestos deixaram cerca de 25 mortos. Movahed foi libertada no início desta semana.

    A lei em vigor desde a Revolução Islâmica de 1979 impõe às mulheres o uso do véu e de vestimentas que escondam as formas do corpo. O rigor da polícia ao cumprir a lei parece diminuir à medida que aumentam os protestos contra o hijab.

    A chamada polícia da moralidade costumava ser bastante rígida no cumprimento da lei, mas a as ações repressivas se tornaram mais escassas desde que Rohani assumiu o poder, em 2013, prometendo maiores liberdades civis.

    Até mesmo alguns iranianos adeptos do conservadorismo religioso expressaram apoio aos protestos das mulheres contra o véu islâmico. Muitos defendem que as regras religiosas devem ser uma escolha pessoal.

    A ativista Azar Mansouri, membro do partido político reformista União do Povo Islâmico Iraniano, ressalta que as tentativas de controlar as vestimentas femininas fracassaram repetidas vezes nas últimas décadas.

    "As mulheres demonstram sua oposição a essas imposições forçadas através de suas próprias roupas, não cobrindo suas cabeças ou usando botas longas ou leggings", exemplificou a ativista no Twitter.(dw.com )



  • Morre aos 113 anos o homem mais velho do mundo

    O espanhol Francisco Núñez Olivera tinha dez anos quando começou a Primeira Guerra Mundial. Sua longevidade é atribuída a uma dieta de vegetais que ele próprio plantava e a uma taça diária de vinho.

    O homem mais velho do mundo morreu nesta segunda-feira (29/01) aos 113 anos em Bienvenida, mesma cidade em que nasceu, na província de Badajoz, no sudoeste da Espanha.

    Francisco Núñez Olivera morreu durante a noite em casa, ao lado de sua filha Antonia, de 82 anos. O prefeito da cidade, Antonio Carmona, lamentou a morte afirmando que 

    foi "uma pena para todo o povo e todo o mundo".

    Após a morte do israelense Yisrael Kristal em agosto do ano passado, Francisco passou a ser considerado o homem mais velho do mundo. Ele completou 113 anos no último dia 13 de dezembro, "satisfeito" em sua alma, segundo ele próprio costumava dizer. Segundo sua filha, o idoso não sentia dores e não sofria de nenhuma doença. Ele era viúvo desde 1988.

    Nascido em 13 de dezembro de 1904, Francisco tinha dez anos de idade quando a Primeira Guerra Mundial começou. Ele combateu na guerra entre a Espanha e tribos berberes na montanha do Rife, no Marrocos, e sobreviveu à ditadura do general Francisco Franco, entre 1936 e 1975.

    Seus familiares atribuíam sua longevidade a uma dieta de vegetais que ele próprio cultivava e ao consumo diário de uma taça de vinho. Todas as manhãs ele comia um bolo feito de óleo de oliva e tomava um copo de leite. Até os 107 anos de idade, ainda saía todos os dias para caminhar.

    A cidade de Bienvenida, com 2,3 mil habitantes, possui outros 30 moradores com idades acima dos 90 anos. Entre ele, um irmão de Francisco, com 97 anos, e sua irmã, com 93.

    Apesar de a imprensa espanhola descrevê-lo como o homem mais velho do mundo, seu nome não chegou a constar na lista do Grupo de Pesquisas de Gerontologia, que valida as idades das pessoas mais velhas do planeta.

    O grupo, sediado nos Estados Unidos, menciona o japonês Masazou Nonaka de 112 anos como o homem mais velho do mundo, mas o prefeito Carmona afirma que existem documentos que comprovam que o espanhol seria, de fato, ainda mais velho. Segundo o grupo de pesquisas, a pessoa mais velha do mundo é uma japonesa de 117 anos.

    A Espanha possui uma das expectativas de vida mais altas em todo o mundo, atribuída por muitos médicos à dieta mediterrânea.

    (dw.com)



  • Homem morre após ficar preso em máquina de ressonância magnética

    Rajesh Maru, de 32 anos, morreu no sábado após ficar preso em uma máquina de ressonância magnética. O indiano estava no Hospital Nair, em Mumbai, visitando um parente, quando entrou em uma sala de ressonância magnética segurando um cilindro de oxigênio.

    De acordo com a família, um funcionário teria dito que o equipamento estava desligado. Entretanto, a máquina estava ligada e a força magnética teria puxado o cilindro e Rajesh para dentro do equipamento. Em poucos minutos os funcionários perceberam o que tinha ocorrido, desligaram o equipamento e socorreram Rajesh, mas ele foi declarado morto assim que deu entrada na emergência.

    Uma investigação preliminar sugere que o homem teria morrido após inalar uma grande quantidade de oxigênio líquido que vazou quando o cilindro bateu na máquina de ressonância. De acordo com o jornal local Indian Express, a autopsia teria encontrado uma grande quantidade de oxigênio nos pulmões da vítima. No entanto, a investigação da causa da morte permanece.

     

    Super imã

    As máquinas de ressonância magnética funcionam por meio de imãs e ondas de rádio extremamente potentes que digitalizam o corpo e dão uma imagem de tecido interno. Quando uma máquina está ligada, todos os objetos metálicos devem ser mantidos afastados.

    Segundo a polícia de Mumbai, um médico e um funcionário do hospital foram presos e a família receberá uma indenização de 500.000 rúpias (cerca de 25.000 reais). Segundo o jornal americano The Washington Post, o acidente gerou preocupações sobre as condições caóticas e às vezes perigosas nos hospitais administrados pelo governo da Índia.(VEJA.com )



  • Trump propõe legalizar 1,8 milhão de

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, propôs nesta quinta-feira (25/01) ao Congresso uma reforma migratória que legalizaria a situação de 1,8 milhão de jovens imigrantes ilegais que foram levados aos EUA quando crianças. Em troca, republicano pediu a liberação de 25 bilhões de dólares para reforçar a segurança nas fronteiras do país.

    A proposta representa um revés para Trump, que chegou a prometer a eliminação do programa criado durante a presidência do seu antecessor, Barack Obama, que visava proteger os imigrantes ilegais que entraram no país crianças e que permaneceram em situação irregular.

    Segundo fontes, o número apresentado inclui os imigrantes protegidos pelo Programa de Ação Diferida para os Chegados na Infância (Daca), que acaba em março por ordem Trump, e também jovens que chegaram aos EUA quando crianças mas não puderam aderir ao programa por diferentes razões. Atualmente, o Daca beneficia cerca de 700 mil jovens.

    Para ser beneficiado pelo Daca, esses jovens, conhecidos como "sonhadores", tinham que provar que chegaram aos EUA antes dos 16 anos e que tinham menos de 31 anos em 2012, quando o programa foi criado.

    Devido às restrições etárias, milhares de jovens não puderam se cadastrar, apesar de cumprirem outros requisitos do programa: não ter antecedentes penais e ter cursado ou estar matriculado no ensino médio ou na universidade.

    Em troca da legalização, Trump, porém, pede a liberação de 25 bilhões de dólares que serão investidos na construção do muro na fronteira com o México e no reforço da segurança na fronteira do país com o Canadá.

    Na quarta-feira, Trump disse estar disposto a conceder cidadania para parte dos "sonhadores", um assunto que desperta conflitos entre os republicanos. Alguns 

    membros do partido consideram o gesto como uma "anistia" aos imigrantes.

    Agora o Congresso deverá estudar as propostas do presidente e inclui-las em uma lei migratória. A sugestão deve encontrar resistência, principalmente, entre os republicanos. A Casa Branca espera que a decisão seja tomada em fevereiro.(dw.com) 



  • Incêndio em hospital da Coreia do Sul deixa pelo menos 41 mortos

    Um incêndio destruiu nesta sexta-feira um hospital da Coreia do Sul e deixou pelo menos 41 mortos e dezenas de feridos, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

    As chamas afetaram um edifício de seis andares, que abriga o hospital e um asilo na cidade meridional de Miryang.

    O balanço de mortos na catástrofe, a maior registrada no país em mais de uma década, aumentou durante a manhã. As chamas deixaram 41 mortos e mais de 80 feridos, de acordo com a Yonhap, que citou o Corpo de Bombeiros.

    Em vídeos publicados nas redes sociais é possível observar um paciente agarrado em uma corda lançada a partir de um helicóptero que sobrevoava o hospital. Outro paciente saiu por uma janela para alcançar uma escada.

    "Duas enfermeiras disseram ter visto o fogo entrar na sala de emergência", contou um funcionário dos bombeiros, Choi Man-Woo.

    Todos os pacientes foram retirados do hospital de Miryang e de uma residência de idosos do mesmo edifício, acrescentou. A transferência das 15 pessoas internadas no CTI, no terceiro andar, demorou mais tempo porque os bombeiros precisaram agir sob supervisão médica.

    "As vítimas procedem tanto do hospital como da residência de idosos. Algumas morreram a caminho do hospital", indicou Choi Man-Woo.

    Quase 200 pessoas estavam no prédio quando o incêndio começou, informou a polícia. 

    Vídeos e fotografias mostraram o hospital envolto por uma nuvem de fumaça e cercado por vários caminhões do Corpo de Bombeiros.

    Depois que as chamas foram controladas, os bombeiros começaram a procurar possíveis vítimas entre os escombros do edifício.

    O presidente sul-coreano Moon Jae-In organizou uma reunião de emergência com os conselheiros para determinas as medidas que devem ser adotadas.

    No mês passado, 29 pessoas morreram em um incêndio em um ginásio da cidade de Jecheon (norte), uma catástrofe atribuída às poucas saídas de emergências, aos materiais inflamáveis utilizados no edifício e aos carros que estavam mal estacionados e que bloquearam o acesso dos veículos de emergência.(AFP )

    Incêndio em hospital da Coreia do Sul deixa pelo menos 41 mortos


  • Papa compara freiras fofoqueiras a terroristas: 'Atira a bomba, destrói tudo e vai embora'

    Para o papa Francisco, freiras que fofocam têm atitudes semelhantes as dos terroristas.  O pontífice fez o comentário durante reunião bem-humorada, neste domingo (21), com cerca de 500 freiras contemplativas no Santuário das Nazarenas, no centro de Lima, no Peru. "Sabem o que é uma freira fofoqueira? Terroristas. Pior que Ayacucho anos atrás. Porque a fofoca é como um demônio. Atira a bomba, destrói tudo e vai embora tranquila. Freiras terroristas, não. Sem fofocas", afirmou o papa, em referência ao grupo guerrilheiro Sendero Luminoso. Segundo a agência Reuters, Ayacucho foi o berço da luta do grupo contra as forças de segurança do Peru. Em uma guerra que durou duas décadas, pelo menos 69 mil pessoas foram mortas ou estão desaparecidas. "Já sabem que o melhor remédio para não fofocar é morder a língua. A enfermeira vai ter trabalho, porque a língua de vocês vai inflamar, porém não vão atirar a bomba. E lembrem-se dos terroristas de Ayacucho quando quiserem fazer uma fofoca", continuou o papa, o que fez a plateia rir. A reunião com as freiras acontece no último dia de Francisco no Peru. Ele encerra a viagem com uma missa para uma multidão.







  • EUA correm para instalar embaixada em Jerusalém até 2019, diz NYT

    O governo dos Estados Unidos está agilizando os processos para transferir sua embaixada em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém até 2019, informou o The New York Times.

    As autoridades americanas vinham insistindo que o processo de mudança não se completaria até o fim do mandato de Trump. Na última quarta-feira, contudo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a embaixada seria transferida “no decorrer do ano” de 2018.

    O New York Times confirmou a informação com fontes internas do governo do presidente Donald Trump. Segundo o jornal, o Departamento de Estado americano pretende estabelecer um plano mais modesto e, ao invés de construir novas instalações, reformar o consulado já instalado em Jerusalém e transformá-lo em embaixada.

    O israelense The Times of Israel também reforçou a previsão. O diário teve acesso a fontes internas do gabinete de Netanyahu, que afirmaram que os Estados Unidos estão considerando “medidas provisórias” para transferir a embaixada ao longo de um ano.

    Caso se provem verdadeiras, as informações comprovam que o governo americano não está mais preocupado em amortecer o choque internacional que seguiu o anúncio sobre o reconhecimento de Jerusalém. Protestos violentos em Israel e outros países árabes esquentaram o clima e deixaram mortos e centenas de feridos após a decisão americana.

    A transferência da representação diplomática de Tel-Aviv para Jerusalém foi uma das principais promessas de campanha de Trump. O estatuto da cidade é um tema-chave no conflito israelense-palestino, e ambas as partes reivindicam a cidade como sua capital.

    Em respeito às negociações entre palestinos e israelenses e ao protocolo internacional, todos os países mantêm atualmente suas embaixadas em Tel-Aviv, o principal centro comercial de Israel.(VEJA.com )



  • Fotógrafa exagera no Photoshop e faz álbum de família virar piada

    Normalmente as pessoas utilizam recursos digitais para aperfeiçoar as imagens. Mas essa família acabou virando piada por contratar uma fotógrafa pouco experiente, que acabou exagerando no Photoshop.

    O casal norte-americano Pam e Dave Zering decidiu contratar uma fotógrafa para atualizar seu álbum de família. Pagaram US$ 250 (aproximadamente R$ 800) pelo ensaio e retoques. E o resultado não saiu como o esperado.

    Assim que as fotos chegaram, eles resolveram publicar no Facebook. E viralizaram. Tudo porque a profissional fez tantas alterações que acabou deixando todos os membros irreconhecíveis.

    "Ok. Isso não é uma piada. Nós pagamos uma fotógrafa, que afirmou ser profissional, US$ 250 para uma sessão de fotos da família. Por favor, veja estas fotos que ela realmente enviou para nós", disse o casal no Facebook. "Ela nos disse que as sombras eram realmente ruins no dia bonito, claro e ensolarado, e que seu professor nunca a ensinou a retocar fotos. Fique livre para compartilhar. Eu, literalmente, não ria tão forte há anos! Novamente, isso não é uma piada, é o produto final", disse.

    O álbum foi compartilhado pela família na sexta-feira, 12, e já conta com mais de 360 mil compartilhamentos. Confira as imagens:(Estadão)

    Fotógrafa exagera no Photoshop e faz álbum de família virar piada