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  • Em debate presidencial morno, candidatos evitam confrontos

    No primeiro debate presidencial das eleições 2018, os candidatos evitaram, na maior parte do tempo, o confronto direto. O encontro entre os presidenciáveis, promovido na noite desta quinta-feira pela TV Bandeirantes, 9, durou cerca de 3 horas e meia, e transcorreu em temperatura morna. A expectativa de que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, fosse o principal alvo de questionamentos dos adversários não se confirmou. Dono da maior coalizão partidária, o tucano Geraldo Alckmin foi alvo de provocações dos rivais. 

    Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, mesmo preso e condenado na Lava Jato, foi oficializado como candidato do PT no fim de semana passado. A defesa tentou garantir sua presença no debate, mas os pedidos foram negados pela Justiça.

    Além de Bolsonaro e Alckmin, participaram do debate Marina Silva (Rede),Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota).

    Com um discurso mais técnico, candidato do PSDB, na maior parte das respostas, procurou citar dados de suas gestões em São Paulo, mas foi associado ao governo Michel Temer. Marina Silva criticou a aliança do PSDB com o Centrão, que integra a base da gestão do MDB. A ex-ministra disse que o governo é responsável pelas “mazelas e tem assaltado o povo”. “Isso é fazer mudança?”, questionou ela ao tucano.

    Alckmin afirmou que, para sair do “marasmo”, é preciso aprovar reformas e que isso depende de uma “maioria” no Congresso. “Alianças são por tempo de TV, para se manter no poder. É a governabilidade com base no exercício puro e simples do poder”, disse Marina. “Política é um caminho 

    para mudanças e alianças são necessárias para implementar mudanças”, respondeu o tucano.

    O Bolsa Família, marca de gestões petistas, foi elogiado por Meirelles e por Alckmin, que prometeram aprimorar o programa de distribuição de renda. O tucano aproveitou o tema para dizer que vai investir na área social, principalmente no Nordeste, levando “água ao semiárido”.

    O ex-ministro da Fazenda questionou o tucano ao dizer que o PSDB chamou o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” e que o DEM, partido do Centrão que apoia Alckmin, afirmou que o programa “escraviza as pessoas”. O tucano afirmou que vai ampliar o programa com dinheiro do “Bolsa Banqueiro”

    Bolsonaro, que permaneceu sentado durante o primeiro bloco, foi orientado no intervalo a se levantar.

    O debate foi aberto com uma questão única para todos os candidatos: como combater o desemprego. Alvaro Dias gastou o tempo concedido se apresentando aos telespectadores e foi interrompido quando citava novamente a sua intenção de, se eleito, convidar o juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça.

    Na rodada de perguntas entre os candidatos, o momento mais quente ocorreu quando Boulos começou perguntando para Bolsonaro, a quem chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico”. O líder o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) questionou o deputado sobre uma suposta funcionária fantasma mantida por Bolsonaro em Angra dos Reis. “Quem é a Wal”, disse Boulos. Bolsonaro afirmou que ela é uma funcionária em situação legal e retrucou: “Pensei que fosse discutir política.”

    O candidato do PSL questionou uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a funcionária. “Eles foram lá e não acharam nada.” Na tréplica, Boulos afirmou: “Wal é funcionária fantasma, que cuida dos cachorros do Bolsonaro em Angra dos reis. Wal é vítima. Bolsonaro é a velha política corrupta. O senhor não tem vergonha?”, questionou Boulos. “Teria vergonha se invadisse casa dos outros”, respondeu o deputado.

    Ciro e Alckmin divergiram em relação à reforma trabalhista, aprovada em 2017. O candidato do PDT perguntou ao tucano se ele iria manter a reforma trabalhista, que, na avaliação do ex-ministro, introduziu insegurança jurídica e é uma “aberração”.
    Alckmin defendeu a reforma, que ele classificou como “avanço”. “Mantenho a posição, reforma trabalhista vai estimular mais emprego", afirmou.

    O tema “mulheres” foi citado por Alvaro Dias, que fez uma pergunta a Bolsonaro. Dias falou sobre a questão da diferença de salário entre homens e mulheres e da violência contra a mulher. Segundo Bolsonaro, a questão da misoginia foi um “rótulo que botaram” na minha conta”. Disse que valoriza as mulheres e que, em breve, os homens é que vão querer ganhar igual às mulheres. Citou ainda seu projeto de castração química de estupradores que quiserem reduzir suas penas. “Mas as mulheres de esquerda são contra.”/ PEDRO VENCESLAU, MARIANNA HOLANDA, GILBERTO AMENDOLA, MATEUS FAGUNDES, DANIEL GALVÃO

    Confira imagens dos candidatos durante o primeiro debate à Presidência(Estadão)

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  • Oito candidatos a presidente participam de debate da TV Band

    Os candidatos à Presidência da República participarão nesta 5ª feira (9.ago.2018) do 1º debate das eleições de 2018. A partir das 22 horas os presidenciáveis apresentarão suas propostas nos estúdios da TV Band, em São Paulo.

    A transmissão será dia 09 de agosto (5ª feira), às 22 horas

    Participantes: Alvaro Dias (Pode), Cabo Daciolo (Patri), Ciro Gomes (PDT), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (Psol), Marina Silva (Rede);

    Mediador: Ricardo Boechat;

    Quem vai fazer perguntas: leitores do jornal Metro e jornalistas da Band;

    A primeira parte da transmissão da Band começa com pergunta feita por leitores do jornal Metro, depois candidato pergunta para candidato.

    No 2º bloco, jornalistas da Band farão perguntas para todos os candidatos e escolherão quem vai replicar. Quem for questionado terá direito à tréplica.

    No 3º bloco, novamente candidato pergunta para candidato. O sorteio definiu que quem iniciará os questionamentos será Álvaro Dias e quem perguntará por último será Ciro Gomes. Neste bloco cada candidato poderá ser perguntado até duas vezes.

    No 4º bloco, jornalistas da Band voltam a perguntar para candidato e escolher quem fará a réplica.

    No ?último bloco os candidatos terão 1 minuto 1 meio para as considerações finais, começando com Ciro Gomes e fechando com Henrique Meirelles.

    Com Lula preso em Curitiba, o PT pediu à Justiça que seu candidato participasse do debate por videoconferência ou por vídeos gravados previamente. Mas o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) negou o pedido.

    O candidato a vice Fernando Haddad (PT) afirmou que, caso o ex-presidente seja impedido de participar, o partido vai fazer 1 debate paralelo.

    Debate Poder360/Revista Piauí

    O Poder360 e a revista Piauí realizarão, em 18 de setembro, 1 debate com 5 candidatos à Presidência da República (Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin, Marina Silva e 1 representante do PT). O evento será realizado no YouTube Space, no Rio de Janeiro, a partir de 10h da manhã.

    A transmissão será feita pelos canais dos Poder360 e da revista Piauí no YouTube. O sinal estará aberto para que sites de notícias, dos candidatos ou de quem se interessar também reproduzam o vídeo simultaneamente, ao vivo.

    A responsabilidade editorial do debate está 100% a cargo de Poder360 e da revista Piauí. O YouTube será apenas a plataforma na qual o evento será apresentado.

    Próximos debates:

    • RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
    • TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
    • Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
    • Veja (19.set, 9h) – streaming;
    • TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
    • SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
    • Record (30.set, 22h) – televisão;
    • Globo (4.out, 21h30) – televisão.(Poder360 )
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  • Partidos já aprovaram sete candidatos a presidente da República

    Na reta final das convenções nacionais, os partidos políticos confirmaram sete candidatos a presidente da República, e mais oito nomes devem ser aprovados neste sábado (4). A escolha dos candidatos à vice-presidência ainda mobiliza os esforços das principais legendas: até esta sexta-feira (3), cinco chapas estão completas.

    O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB, anunciou que terá como companheira de chapa a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que disputaria a reeleição. A definição da chapa do Pode tirou da disputa presidencial o economista Paulo Rabello de Castro (PSC), que já havia sido aprovado na convenção nacional, no último dia 20 de julho. No início desta semana, a cúpula dos dois partidos fechou uma aliança, e Rabello será o candidato a vice do senador paranaense Álvaro Dias.

    A Rede acertou uma coligação com o PV. A candidata Marina Silva terá como vice o ex-deputado Eduardo Jorge, que disputou a eleição presidencial de 2014. O PSOL e o PSTU saíram das convenções nacionais com a chapa completa. O PSOL vai disputar a eleição presidencial com Guilherme Boulos e Sonia Guajajara, em uma aliança com o PCB. Já o PSTU lançou uma chapa puro-sangue: Vera Lúcia e Hertz Dias.

    O MDB confirmou ontem (2) a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles a presidente da República. Após a convenção do MDB, Meirelles disse ter preferência por uma mulher na composição da sua chapa. Na última quarta-feira (1º), o PCdoB aprovou a candidatura de Manuela D'Ávila à Presidência da República, mas a deputada estadual gaúcha é o nome desejado pelo PT para compor a chapa na corrida presidencial. O PT se reunirá em São Paulo, nesta sábado. A tendência é que o partido formalize a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na Superintedência da Polícia Federal, em Curitiba, desde abril.

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  • TSE quer impedir que Lula apareça como candidato do PT em propaganda de TV

    Mesmo sem a conclusão do julgamento sobre a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve impedir que ele apareça na TV como candidato do partido. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ministros acreditam que até o início da propaganda eleitoral, em 31 de agosto, a candidatura de Lula deve ter sido impugnada. Apesar da possibilidade de recursos, os ministros podem considerar que não há efeito suspensivo. Dessa forma, Lula seria proibido de aparecer na propaganda de TV. Por outro lado, a defesa do petista argumenta que o artigo 16-A da Lei Eleitoral permite a participação de "todos os atos" de campanha para candidatos "cujo registro esteja sob judice".



  • Bolsonaro diz que as eleições deste ano estão 'sob suspeição'

    O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, colocou em dúvida, nesta segunda-feira (30), a lisura do processo eleitoral de outubro.

    "As eleições, de qualquer forma, estão sob suspeição", disse ele, durante entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura.

    O argumento, segundo ele, é que o sistema eletrônico de votação é suscetível a fraudes. Ele criticou decisão do STF de anular dispositivo da lei eleitoral que previa a impressão do voto, após pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

    "Eu lamento que a senhora Raquel Dodge tenha prestado um desserviço à sociedade há poucas semanas. Por intermédio de uma ação dela, o Supremo derrubou a possibilidade do voto impresso nessas eleições. Ou seja, vamos continuar sob a suspeição da fraude, e o voto é uma coisa sagrada da democracia", afirmou.

    Questionado sobre o motivo de disputar eleições que ele acredita serem passíveis de fraude, o político afirmou que não tinha outra escolha.

    "Qual outro caminho eu tenho, entregar para o PT ou para o PSDB? Eu vou estar na luta de qualquer maneira. Todos nós desconfiamos."

    Durante a entrevista, ele afirmou que sente que "tem mais votos que Lula".

    "Eu sou recebido de uma forma completamente diferente do que o Lula foi em suas caravanas. E isso é em qualquer lugar que eu vá, em qualquer canto do Brasil. A aceitação é enorme para com o meu nome. O que o povo está vendo em mim é confiança, é credibilidade."

    Pesquisa realizada pelo Datafolha em junho mostra que o capitão reformado mantém a liderança da corrida presidencial nos cenários em que Lula está ausente, com 19% das preferências.

    Durante a entrevista, Bolsonaro voltou a elogiar o regime militar, negando que tenha ocorrido um golpe em 1964.

    "Não foi golpe, golpe é quando é pé na porta", disse o candidato, com o argumento de que o presidente derrubado, João Goulart, abandonou o país e que seu cargo foi declarado vago pelo Congresso da época.

    Ao mesmo tempo, disse que a tortura, comum durante o período militar, é algo que "abomina".

    Como vem fazendo, ele negou que seja homofóbico, racista e misógino.

    Também disse que recebe auxílio moradia da Câmara mesmo tendo apartamento próprio porque tem direito ao benefício.



  • Jair Bolsonaro é o entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira

    O Roda Viva desta segunda-feira (30) entrevista o candidato à Presidência da República pelo Partido Social Liberal (PSL), Jair Bolsonaro, que fala sobre seus planos para a presidência, caso venha a ser eleito. Com apresentação de Ricardo Lessa e desenhos do cartunista Paulo Caruso, a atração vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, no site da emissora, no Facebook, no Twitter, no YouTube, no aplicativo Cultura Digital e no MSN Brasil. 

    Nascido em 1955, em Campinas, Bolsonaro estudou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Em 1977, formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro. No ano de 1986, Jair liderou um protesto contra os baixos salários dos militares. Por causa dessa ação, foi preso e acusado de infringir o regulamento disciplinar do Exército. Em 1988, foi eleito vereador e atuou na Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão (PDC). Dois anos depois, em 1990, participou da fundação do Partido Progressista Reformador (PPR).

    O deputado teve dois projetos de sua autoria transformados em lei, em 27 anos de atividade no Congresso Nacional. Um deles estende o benefício de isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para produtos de informática. Já o outro autoriza o uso da chamada fosfoetanolamina sintética, a "pílula do câncer". Desde que chegou ao parlamento, em 1991, apresentou 171 projetos; entre eles, de decreto legislativo, lei complementar e proposta de emenda à Constituição – as chamadas PECs. Em 2014, Bolsonaro foi reeleito pela 7ª vez como deputado federal.

    Na bancada de entrevistadores estão Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal Folha de S.Paulo; Thaís Oyama, redatora-chefe da revista Veja; Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico; Leonencio Nossa, repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo; e Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo.

    Jair Bolsonaro é o décimo entrevistado do Roda Viva na série de pré-candidatos à Presidência da República. Já passaram pelo programa Marina Silva, Guilherme Boulos, João Amoêdo, Ciro Gomes, Alvaro Dias, Henrique Meirelles, Manuela D’Ávila, Guilherme Afif e Geraldo Alckmin.(TV Cultura )



  • POLÍTICA

    MDB pode eleger o menor número de governadores da sua história em 2018

    MDB pode eleger o menor número de governadores da sua história em 2018

    O MDB corre, em 2018, o risco de eleger o número mais baixo de governadores da sua história. Segundo o Jornal Folha de S.Paulo, o partido tem 11 candidatos nos estados, o menor número desde 1982. 

    Além da queda de candidatos, apenas dois nomes da legenda têm alianças fortes nos: Renan Filho (AL) e Helder Barbalho (PA). Na Bahia, o pré-candidato João Santana (MDB) ainda conversa com outros partidos para fechar alguma coligação.

    O isolamento de outros partidos é um dos problemas que afetam a força do MDB, mas o desgaste por suspeitas de corrupção e gestões mal avaliadas, além de brigas internas, são apontados como outros pontos fracos.



  • Veja os candidatos a presidente definidos nas convenções partidárias

    Foto: Divulgação

    No primeiro fim de semana de convenções nacionais, os partidos políticos confirmaram cinco candidatos a presidente da República: Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL), Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Vera Lúcia (PSTU). As convenções têm de ser realizadas até 5 de agosto, e o prazo para pedir o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral encerra-se em 15 de agosto.

    A lei eleitoral permite, a partir da homologação das convenções, a formalização de contratos para instalação física e virtual dos comitês dos candidatos e dos partidos. O pagamento de despesas, porém, só pode ser feito após a obtenção do CNPJ do candidato e a abertura de conta bancária específica para movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais.

    Segundo o calendário das eleições de 2018, a partir de quarta-feira (25), a Justiça Eleitoral poderá encaminhar à Secretaria da Receita Federal os pedidos para inscrição de candidatos no CNPJ. A partir dessa data, os partidos políticos e os candidatos devem enviar à Justiça Eleitoral, para divulgação na internet, os dados de arrecadação para financiamento da campanha eleitoral, observado o prazo de 72 horas após o recebimento dos recursos.

     

    Nas convenções nacionais, o PSL, o PDT e o PSC não escolheram os candidatos a vice. Caberá à direção nacional do PDT articular as alianças para o primeiro turno das eleições e o vice de Ciro Gomes. O PSC vai buscar um vice que agregue apoios, mas o candidato demonstrou disposição de ter uma mulher na sua chapa. No PSL, o nome forte para compor a chapa de Bolsonaro é o da advogada Janaina Paschoal, que participou da convenção ao lado do candidato a presidente.

    O PSOL formou uma chapa puro sangue: Sônia Guajajara será a candidata a vice de Boulos. O partido, no entanto, disputará as eleições de outubro coligado com o PCB, que realizou convenção na última sexta-feira e aprovou a aliança. O PSTU optou por não fazer coligações. O vice de Vera Lúcia será Hertz Dias.

    O PMN e o Avante realizaram ontem convenções nacionais e decidiram não lançar candidatos a Presidência da República. Na convenção, o Avante decidiu dar prioridade à eleição de deputados federais: terá uma chapa com cerca de 80 nomes e pretende eleger pelo menos cinco. O Avante não definiu se apoiará algum candidato a presidente no primeiro turno. O PMN decidiu dar apoio a nenhuma chapa nas eleições presidenciais.

    No próximo sábado (28), devem reunir-se SD, PTB, PV, PSD e DC.

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  • TSE vai fiscalizar uso de dinheiro vivo nas eleições

    Foto: Reprodução

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com outros órgãos de fiscalização, vai analisar suspeitas de uso de dinheiro vivo para caixa 2 nas eleições deste ano, a condição financeira das pessoas físicas doadoras e a capacidade operacional dos fornecedores de bens e serviços destinados à campanha.

    “O foco não é apenas dinheiro vivo, é muito além disso. O que o TSE busca com outros órgãos de fiscalização do Estado é, a partir das informações declaradas nas prestações de contas dos candidatos/partidos, analisar a capacidade financeira das pessoas físicas no aporte das doações e a capacidade operacional dos fornecedores na entrega de bens e serviços destinados à campanha eleitoral”, disse o tribunal, em nota.

    A fiscalização da Justiça Eleitoral será feita a partir das informações declaradas pelos candidatos nas suas prestações de contas. Além disso, como ocorrido no último pleito, haverá um compartilhamento de informações da Justiça Eleitoral com outros órgãos do Estado, como a Receita Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Ministério Público.

    No caso específico do TSE, serão analisadas as contas dos candidatos à Presidência da República. Candidatos aos demais cargos terão suas prestações de contas analisadas pelos juízes eleitorais e respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

    A suspeita com relação a dinheiro vivo é de que candidatos façam declaração falsa de valores guardados em casa à Justiça Eleitoral e ao Fisco. O objetivo seria, após a eleição, transformar o dinheiro em sobra de campanha ou incluir recursos de origem ilícita nos gastos eleitorais.

    Nas últimas eleições gerais, em 2014, foram declarados R$ 300 milhões em dinheiro por 26.259 candidatos (7,6% do total). Nas eleições para prefeitos e vereadores, em 2016, 497.697 candidatos (12,28%) declararam possuir R$ 1,679 bilhão em espécie.

    Neste ano, os recursos para a campanha virão dos fundos Eleitoral, com R$ 1,7 bilhão, e Partidário, com R$ 888,7 milhões, além das doações de pessoas físicas e recursos próprios dos candidatos (autofinanciamento).

    Procurada, a Receita Federal disse que não irá comentar o assunto.

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  • TSE pode decidir sobre inelegibilidade de Lula ainda neste mês

    O pedido feito por dois coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja declarado inelegível desde já, pode ser julgado durante o recesso da Corte, neste mês de julho.

    Na ação, Kim Kataguiri e Rubens Nunes solicitam que, em decisão liminar, seja declarada "desde já a incontroversa inelegibilidade", antes mesmo do prazo para registro das candidaturas, em 15 de agosto.

    Lula está preso na superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba (PR), condenado a 12 anos e um mês de prisão no caso do triplex no Guarujá (SP), pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), nos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Por causa da condenação em segunda instância, ele foi enquadrado na lei da Ficha Limpa e sua candidatura dependerá da Corte Eleitoral.

    Após sorteio no TSE, o caso foi parar nas mãos do ministro Admar Gonzaga mas, devido ao recesso, que vai até o próximo dia 31, a ação pode ser analisada pelos ministros plantonistas. Até o dia 20, Rosa Weber, vice-presidente do tribunal, é quem ocupa a função, sendo substituída pelo presidente do TSE em seguida. Eles podem decidir ainda aguardar o fim do recesso, a fim de que a questão seja analisada pelo relator.

    De acordo com informações do portal G1, na ação, o MLB ainda pede a proibição do registro de candidatura, de atos de campanha e a citação do nome de Lula em pesquisas.

    Os advogados do petista se pronunciaram sobre o assunto e afirmaram se tratar de um "questionamento precoce", já que a candidatura depende ser formalizada em convenção partidária. Dizem também que a iniciativa é "meramente midiática" e que o o pedido é "um mal concebido manifesto político travestido de ação".(Notícias ao Minuto )

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  • Crivella agradece  Deus e a aliados por rejeição do impeachment

    Pouco depois de ter o seu pedido de impeachment barrado na Câmara dos Vereadores, nessa quinta-feira (12), por 29 votos contra e 16 favoráveis, o prefeito do Rio Marcelo Crivella fez um post no Twitter agradecendo a Deus e aos seus aliados: "A verdade e a justiça sempre prevalecerão".

    Em vídeo, o prefeito salientou que o pedido de impedimento sequer tinha base jurídica e pediu que a base do governo supere esse episódio e siga adiante.

    "Terminou a sessão na Câmara dos Vereadores que rejeitou o pedido de impeachmento do prefeito. Quero agradecer a Deus e quero agradecer também aos vereadores da base, que com muita firmeza rejeitaram o pedido que não tinha nenhuma base jurídica, não tinha razão. Também quero aqui, neste momento, fazer um apelo à oposição e à base do governo para que nós possamos superar tudo isso que acaba de ser varrido para o lixo da história e pensarmos na cidade do Rio de Janeiro", disse.

    Por fim, o político afirma que Deus não o fez para desejar mal a ninguém e pede que todos foquem em trabalhar em prol da cidade "mais linda do Brasil".

    Deus não me fez para desejar o mal a inimigos e adversários, muito menos a cidade que tanto amo. Luto para que a gente possa superar essa crise de violência, de desemprego - o Rio perdeu mais de 310 mil empregos nos últimos três anos - e é preciso colocar acima de todas estas disputas o interesse da nossa gente sofrida e valente. É por isso que neste momento eu conclamo a todos, para que juntos possamos encontrar o caminho pacífico para a solução das mais duras controvérsias que nos atingem. E todos nós possamos erguer os olhos para o horizonte sem fim da esperaçança desta cidade tão linda que Deus nos deu. E mudar, para que ela não seja a cidade da da violência, da corrupção, mas sim a cidade maravilhosa de encantos mil, a mais linda do Brasil. Muito obrigado."

    Crivella foi acusado de oferecer vantagens a pastores e à Igreja Universal em uma reunião fora da agenda oficial no Palácio da Cidade, revelada pelo O Globo.

    Assista:

    Quero agradecer a Deus por mais uma vitória e aos vereadores da base pela determinação ao rejeitarem um pedido de impeachment sem base jurídica. A verdade e a justiça sempre prevalecerão. Não esmoreceremos, seguiremos firmes no propósito de governar para todos. #CrivellaPrefeitopic.twitter.com/hDAIe8aL5c

    — Marcelo Crivella (@MCrivella) 12 de julho de 2018(Notícias ao Minuto )

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  • Juiz absolve Lula e outros acusados em caso de obstrução de Justiça

    Foto: Reprodução

    A Justiça Federal absolveu hoje (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-senador Delcídio Amaral, o banqueiro André Esteves e outros acusados no processo que apura a suposta tentativa do ex-presidente de obstruir o andamento da Operação Lava Jato.

    Ao julgar o caso, o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília, entendeu que não há provas suficientes para condenar os acusados. Em setembro do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) também havia pedido a absolvição de Lula e de outros acusados.

    De acordo com a acusação, Lula teria feito esforços no sentido de impedir que o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró firmasse acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato. A suposta tentativa teria contado com ajuda do pecuarista José Carlos Bumlai, o banqueiro André Esteves, o ex-senador Delcídio do Amaral e mais três pessoas, todos acusados pelo Ministério Público Federal (MPF), que depois retificou a denúncia, de oferecer dinheiro em troca do silêncio de Cerveró. 

    Ao decidir o caso, o Juiz Ricardo Leite entendeu que a investigação não conseguiu reconstruir a realidade fática da acusação. "Há inúmeras possibilidades e circunstâncias do que realmente ocorreu, incluindo a possibilidade real de que os pagamentos foram solicitados por Bernardo e Cerveró de forma premeditada. Há, então, clara a intenção de preparar o flagrante para depois oferecer provas ao Ministério Público", entendeu o juiz.

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  • ACM Neto revela sonho de ser presidente do Brasil em nova ferramenta do Instagram

    Foto: Destaquebahia

    Através do Instagran, que agora disponibiliza de uma nova ferramenta para que o usuário faça perguntas a outros, o prefeito de Salvador, ACM Neto, disse que deseja ser presidente do Brasil, um dia.

    “Sempre sonhei em ser prefeito de Salvador e ser presidente é um outro sonho que tenho. Quem sabe um dia?”, disse. 

    Apesar do desejo em ser presidente do país, o prefeito foi "uma grande decepção" para aqueles que esperavam a sua candidatura para governador da Bahia. Neto alimentou em todo o tempo essa esperança, tanto que toda a mídia em torno do seu nome foi feita, mas em cima da hora acabou desistindo, deixando o caminho ainda mais aberto para que Rui Costa seja releito, tendo em vista que Neto, seria o nome mais forte a ter a chance de desbancar o petista.



  • Toffoli cassa decisão de Moro que impôs tornozeleira eletrônica a Dirceu

    O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), cassou nesta segunda-feira, 2, a decisão do juiz federal Sergio Moro, que determinou medidas cautelares alternativas à prisão ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT), solto por um habeas corpus da Segunda Turma do STF na semana passada.

    Na última sexta-feira, 29, Moro impôs a Dirceu, que deixara o presídio da Papuda, em Brasília, o uso de tornozeleira eletrônica e o impediu de deixar o país. Na decisão de hoje, Toffoli considerou que o magistrado “afrontou” o entendimento do Supremo.

    “Com efeito, o Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR, em decisão com extravasamento de suas competências, restabeleceu medidas cautelares diversas da prisão, outrora determinadas em desfavor do paciente, à míngua de qualquer autorização deste Supremo Tribunal Federal, que, em decisão colegiada da Segunda Turma, deferiu medida cautelar em habeas corpus de ofício, para assegurar a liberdade plena ao ora reclamante até a conclusão de julgamento da ação”, escreveu o ministro.

    Em seu despacho, Sergio Moro definiu que José Dirceu deveria ir até Curitiba para colocar a tornozeleira eletrônica até esta terça-feira, 3.

    Para Dias Toffoli, no entanto, questões relacionadas ao cumprimento da pena de trinta anos e nove meses imposta ao petista na Operação Lava Jato deveriam ser analisadas pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal. Além disso, o ministro sustenta que a prisão de Dirceu para cumprir 

    pena “não mais se reveste de natureza cautelar”.

    “Sendo assim, a suspensão da execução provisória da pena imposta ao paciente, não conduz automaticamente ao status quo ante, com quis fazer crer o Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR, salvo por ordem expressa do Supremo Tribunal Federal, o que, como visto do julgado da Segunda Turma, não ocorreu, pois se restabeleceu a liberdade plena do paciente”, relatou Toffoli.

    O ministro é o relator da reclamação ao STF em que os advogados do ex-ministro alegam que a possibilidade de detenção após condenações em segunda instância é apenas uma possibilidade — e não uma obrigatoriedade — e que, nestes casos, a prisão deve ser fundamentada, isto é, baseada em argumentos legais.

    Na sessão em que a Segunda Turma do STF analisaria a ação, o ministro Edson Fachin pediu vista, ou seja, mais tempo para analisá-la. Dias Toffoli, então, propôs a concessão de um habeas corpus ao petista, para que ele não fosse prejudicado pela não resolução do tema. Toffoli foi seguido pelos ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. 

    “Considerando que a decisão proferida pela Segunda Turma, por maioria de três votos a um, em nenhum momento restabeleceu a prisão provisória do reclamante (…) e, mais ainda, por não subsistir nenhuma esfera de competência do Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR — que sequer foi comunicado da decisão desta Corte —, CASSO, até posterior deliberação da Segunda Turma, a decisão do Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR que, agindo de ofício, impôs ao reclamante medidas cautelares diversas da prisão, em claro descumprimento de decisão desta Suprema Corte e usurpação da competência do Juízo da Vara de Execução Penal do Distrito Federal.”, concluiu Dias Toffoli.(VEJA.com) 

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  • Pré-candidatos estão proibidos de apresentar programas de rádio e TV

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    A partir de hoje (30), as emissoras de rádio e televisão não poderão transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos às eleições gerais deste ano. A data está prevista no calendário eleitoral, aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Segundo a Lei nº 9.504/1997, Artigo 45, Parágrafo 1º, a partir desta data, é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa à emissora e de cancelamento do registro da candidatura.

    O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 7 de outubro e o segundo turno, para 28 de outubro. Os eleitores vão às urnas para escolher presidente, governador, senador, deputados federais e estaduais/distritais.