BUSCA PELA CATEGORIA "POLÍTICA"

  • Vereador Alessandro Lôbo recebe comenda de Presidente Destaque do estado da Bahia

    Foto divulgação

    A Câmara Municipal de Vereadores de Brumado tem trabalhado de forma incansável a fim de exercer com o maior primor a função de representante da população brumadense, quer seja ela residente na zona rural ou urbana.

    Como timoneiro deste trabalho está o vereador Alessandro Lôbo e Silva, que em sua primeira gestão à frente da presidência da Casa, gerenciou suas ações sempre na busca da transparência e da valorização do legislativo como representante de toda comunidade. Várias causas foram abraçadas no intuito de demonstrar que juntos todos se tornam mais fortes.

    Eleito pela segunda vez Alessandro Lôbo e Silva tem mantido o compromisso de ser – o legislativo - um elo entre a população e as demais instituições. Demonstrando seu empenho podemos citar obras importantes como a biblioteca e o infocentro, que foram entregues à população, oferecendo serviços essenciais e efetivando o compromisso com o conhecimento e a inclusão social, além da rede de Wi-Fi, uma das primeiras ações de sua gestão, disponibilizada para que todos possam ter acessos às redes sociais, de vital importância na atualidade.

    O reconhecimento desse trabalho veio com a premiação ocorrida na manhã desta quinta-feira, 19 de março na cidade de Salvador, quando o vereador Alessandro Lôbo e Silva, em uma cerimônia bastante concorrida, realizada pelo Instituto Capacitar, foi agraciado com a Comenda Presidente Destaque, recebida honrosamente das mãos do presidente da União Brasileira de Câmaras Municipais, Dr. Clesio Drumond.

    “É muito satisfatório receber uma premiação desta natureza, pois nos dá a certeza de que estamos trabalhando de forma correta, sempre primando pela transparência de nossos atos e a apropriada utilização dos recursos públicos, sempre revertendo em obras de utilidade pública. Temos a convicção que fomos escolhidos para receber a Comenda por ser o legislativo brumadense um exemplo a ser seguido, tendo todos nós vereadores o compromisso de sermos os verdadeiros representantes de nossa população. Divido com todos os vereadores esta premiação. Estaremos, com a maior certeza, continuando nosso trabalho na defesa dos direitos de nosso povo”, salientou o presidente.



  • Após demissão, Cid Gomes diz que combate à corrupção afasta Dilma de aliados

    Da tribuna, Cid Gomes aponta para o presidente da Câmara (à direita): ataques e bate-boca no plenário (Foto: Estadão Conteúdo)

    Crise entre o governo Dilma Rousseff e o Congresso chegou ao auge na tarde de quarta-feira (18) provocou a demissão do ministro da Educação.

    A crise entre o governo Dilma Rousseff e o Congresso chegou ao auge na tarde desta quarta-feira (18) e fez a primeira vítima no primeiro escalão. Minutos depois de o PMDB ameaçar deixar a coalizão governista, o ministro da Educação, Cid Gomes, foi demitido do cargo pela presidente Dilma. Tensa, a relação entre Executivo e Legislativo registrou o nível máximo de desgaste depois que Cid, dedo em riste em direção à Mesa Diretora da Câmara, afirmou preferir “ser acusado por ele de mal-educado”, o presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), “do que ser como ele, acusado de achaque”.

    Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Cid Gomes afirmou a jornalistas ao deixar o Palácio do Planalto, já após a demissão, que a crise entre Dilma e o Legislativo é por sua atitude em combater a corrupção instalada na Câmara e no Senado. "É isso que fragiliza sua relação com boa parte dos partidos, que querem isso [corrupção]".

    Ao deixar o gabinete presidencial, Cid disse que estava "tranquilo" a jornalistas que o aguardavam. "Tem muito discurso de oposição, muita gente que fala em corrupção. Parece uma coisa intrínseca ao governo, mas o que Dilma está fazendo é exatamente limpar o governo de corrupção que aconteceu no passado. É isso que ela está fazendo. É por isso que a gente vive uma crise."

    Bate-boca na Câmara

    Em tom de enfrentamento na Câmara, Cid disse não concordar com a postura de quem “mesmo estando no governo, os seus partidos participando do governo, têm uma postura de oportunismo”. “Partidos de oposição têm o dever de fazer oposição. Partidos de situação têm o dever de ser situação ou então larguem o osso, saiam do governo”, afirmou.

    A sessão transformou-se em um intenso bate-boca que culminou com o abandono da sessão pelo então ministro. O PMDB ameaçou retaliar o governo, retirando seu apoio no Congresso, e Cid seguiu ao Palácio do Planalto, de onde saiu demitido pela presidente. Sua demissão foi anunciada por Eduardo Cunha a partir de informação do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

    Ainda ministro, Cid foi convocado ao plenário da Câmara para explicar declaração, feita há três semanas, em Belém, de que haveria na Casa “de 300 a 400 achacadores” que se aproveitam da fragilidade do governo para obter vantagens. Cunha chamou o ministro de “mal-educado” e garantiu a convocação, proposta por Mendonça Filho (DEM-PE), para que Cid esclarecesse suas afirmações.


    Sob alegação de estar doente, Cid internou-se em um hospital de São Paulo e não compareceu à Câmara na semana passada. Hoje, insistiu nas críticas e escolheu Cunha, desafeto do Planalto, como principal alvo. Sem nenhum gesto de apoio nem intervenções de lideranças do governo ou do PT, deputados de partidos de oposição e independentes se revezaram ao microfone pedindo a demissão de Cid.

    “Vossa excelência apontou o dedo para o presidente Eduardo Cunha e o ofendeu. Este é o momento mais constrangedor que já passei ao longo de toda minha história”, afirmou o líder do Solidariedade, Arthur Maia (BA).

    O líder do PSC, André Moura (SE), disse que Cid “é mal- educado, não tem moral, não tem decência e é um achacador do Estado do Ceará e de sua gente”. Ao retornar à tribuna, foi duramente criticado por Sérgio Zveiter (PSD-RJ), que o acusou de “estar fazendo papel de palhaço”. “O senhor me respeite”, reagiu Cid. “O senhor nem parlamentar é para falar desta forma”, disse Cunha, cortando o microfone do ministro. Cid deixou o plenário antes do fim da sessão.

    Logo que o ministro saiu da Câmara, o PMDB ameaçou deixar a base e Cunha anunciou que votaria o projeto que estende às aposentadorias o critério de reajuste do salário mínimo, pauta prejudicial ao Planalto. Com a notícia da demissão, o partido aceitou o apelo do governo e liderou um acordo para adiar a votação. Cid ficou pouco tempo no Planalto.


    O governo distribuiu nota oficial informando que ele “entregou seu pedido de demissão à presidenta”. A nota diz ainda que Dilma “agradeceu a dedicação dele à frente da pasta”.

    CONTINUE LENDO


  • Em três meses do novo mandato, 62% reprovam o governo de Dilma

    Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

    á a avaliação dos que consideram o governo petista ótimo ou bom caiu de 23% no mês passado para 13% agora

    A avaliação ruim/péssima do governo de Dilma Rousseff subiu de 44% em fevereiro para 62% após as manifestações do último domingo. É o que mostra a pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta quarta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo. Já a avaliação dos que consideram o governo petista ótimo ou bom caiu de 23% no mês passado para 13% agora.Segundo o instituto, essa é a mais alta taxa de reprovação de um mandatário desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor. À época, a reprovação de Collor era de 68%. As taxas mais altas de rejeição estão nas regiões Centro-Oeste (75%) e Sudeste (66%). A região Norte é que tem a maior taxa de aprovação (21%). A pesquisa Datafolha foi feita com 2.842 entrevistados em 172 municípios entre segunda-feira (16) e terça-feira (17). A margem de erro do levantamento é de 2 pontos porcentuais. CongressoO instituto ouviu também a opinião dos brasileiros a respeito do Congresso. A pesquisa mostra que somente 9% consideram ótimo ou bom o desempenho dos deputados e senadores. Para metade da população (50%), a atuação dos congressistas é ruim ou péssima. (Fonte: Estadão Conteúdos)



  • Quem tá com a Razão, vereador Welinton ou o prefeito Gil Rocha?

    Foto: Composição Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    A pergunta só será respondida pela justiça, pois, se depender do vereador Weliton Lopes, as suas palavras não voltarão atrás, palavras estas proferidas no último dia 02 e que atingiu em cheio os municípios vizinhos [Guajeru, Rio do Antônio e Aracatú], sendo que apenas o prefeito de Guajeru, Gil Rocha , se “inflamou”  com as declarações, e exigiu retratação por parte do parlamentar brumadense, além de repudiar as declarações do último dia 02, onde, segundo Lopes, Pessoas de Guajeru, Rio do Antônio e Aracatu estão sendo atendidas com base na mentira; sobrecarregando o Hospital Magalhães Neto e desrespeitando a cota do Sus.

    O prefeito de Guajerú, Gil Rocha, emitiu uma nota à Câmara de Vereadores de Brumado e que provavelmente será lida no dia 16, já que na sessão do último dia 09, um tumulto produzido por parentes de um dos vereadores, fez com que a sessão terminasse antes do tempo previsto, deixando assim, alguns do materiais para o próximo dia 16, como a leitura da nota enviada a Casa em repúdio as declarações de Welinton Lopes, o qual promete rebater a nota enviada por Gil Rocha e ainda, reforçar as suas declarações.



  • PT diz que 'panelaço' da noite de domingo fracassou

    Vice-presidente do partido e secretário de comunicação comentaram o ato. Para eles, há indícios de financiamento de partidos de oposição.

    O secretário nacional de Comunicação do PT, José Américo Dias, e o vice-presidente do partido, Alberto Cantalice, disseram em entrevista ao site oficial da sigla que o "panelaço" da noite deste domingo (8), realizado em algumas cidades do país em protesto contra a presidente Dilma Rousseff, "fracassou em seu objetivo".
     
     

    Os protestos ocorreram durante discurso de Dilma em cadeia nacional de rádio e TV. A presidente admitiu dificuldades econômicas no país e pediu paciência aos brasileiros, porque a "situação é passageira". Veja aqui a íntegra do pronunciamento.

    Gritos, vaias, panelas batendo e buzinas foram ouvidos em algumas cidades, como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Goiânia.

    "Foi um movimento restrito, que não se ampliou como queriam seus organizadores”, afirmou o secretário José Américo.

    Ele diz ainda que há indícios de que o movimento é financiado pela oposição. “Tem circulado clipes eletrônicos sofisticados nas redes, o que indica a presença e o financiamento de partidos de oposição a essa mobilização”.

    Cantalice criticou o movimento. “Existe uma orquestração com viés golpista que parte principalmente dos setores da burguesia e da classe média alta”, afirmou o petista.

    Protestos
    O "panelaço" registrado neste domingo foi uma resposta à convocação para protestos que circulou neste domingo nas redes sociais. Ele ocorreu em cidades como:

    - São Paulo, em bairros como Aclimação, Pinheiros, Santana, Vila Leopoldina, Brooklin, Vila Mariana, Perdizes, Moema, Itaim Bibi e Morumbi.
    - Brasília, em Águas Claras, no Sudoeste, em Guará, nas Asas Norte e Sul e Eixo Monumental.
    - Rio de Janeiro, no Recreio dos Bandeirantes e em Ipanema.
    - Goiânia, no Jardim Goiás, no Alto da Glória, em Bueno, em Bela Vista, em Pedro Ludovico e Marista.
    - Curitiba, no Batel, Água Verde e Bigorrilho.
    - Vitória, na Praia do Canto e Mata da Praia.
    - Vila Velha (ES), na Praia da Costa e Itapuã.
    - Belo Horizonte, nas regiões Centro-Sul, Noroeste e Oeste. (G1)

    CONTINUE LENDO


  • Deputado Roberto Brito aparece na lista dos investigados do 'Lava Jato'

    Foto reprodução

    Leão, Negromonte, Luiz Argôllo e Roberto Brito são os quatro da Bahia que serão investigados.

    O rastreamento de correspondências eletrônicas do doleiro e de aliados já havia mostrado que deputados do PP são citados como beneficiários de transferências. Nelson Meurer (PR) foi beneficiário de R$ 500 mil, Roberto Teixeira (PE) recebeu R$ 250 mil e o parlamentar baiano Roberto Britto ficou com R$ 100 mil. Todos declararam esses valores ao Tribunal Superior Eleitoral.

    A Bahia foi contemplada com quatro políticos na lista divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) com 47 nomes que serão investigados como suspeitos de participação no esquema de corrupção da Petrobras revelado pela Operação Lava Jato. São eles o atual vice-governador João Leão, o ex-ministro das Cidades e atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Mário Negromonte, Roberto Brito, deputado federal (PP) e o ex-deputado Federal Luis Argôllo (ex-PP e Solidariedade).

    Mário Negromonte era deputado federal pelo PP e foi ministro das Cidades no primeiro mandato de Dilma. Aliado do ex-governador Jaques Wagner, foi nomeado conselheiro do TCM em julho de 2014 e colocou seu filho Mário Negromonte para disputar uma vaga na Câmara. Foi o segundo federal mais votado da Bahia. João Leão e Negromonte são velhos amigos. Leão foi o escolhido para compor a chapa que elegeu Rui Costa (PT) governador da Bahia. É o atual vice-governador e secretário de Planejamento da Bahia.



  • Em rede social, Joaquim Barbosa ataca ministro da Justiça e adversários

    Ex-presidente do STF disse que José Eduardo Cardozo não deveria receber advogados de empreiteiras da Lava Jato

    O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa criticou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por ter recebido em audiência advogados de defesa das empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato. 

    Segundo o ministro aposentado, "se você é advogado num processo criminal e entende que a polícia cometeu excessos/deslizes, você recorre ao juiz. Nunca a políticos!", enfatizou em publicação no Twitter.

    Barbosa argumentou que quando os advogados procuram a autoridade política, o objetivo é tentar corrompê-la. "Os que recorrem à política para resolver problemas na esfera judicial nao buscam a Justiça. Buscam corrompê-la. É tão simples assim", opinou Barbosa.

    O ministro aposentado, que relatou o processo do mensalão do PT - a Ação Penal 470 - que condenou lideranças importantes do partido, também disparou contra seus críticos.

    "Meus críticos fingem não saber que hoje sou um cidadão livre. Cidadão livre: livre das amarras do cargo público. Cidadão na plenitude dos seus direitos, pronto para opinar sobre as questões da 'Pólis'".

    Num recado às "plumes-à-gage", expressão usada para ironizar pessoas que escrevem a favor de outras, Barbosa aconselhou: "experimentem ser livres! Sei que isso seria extremamente penoso e 'custoso' para vocês".

    Em resposta, José Eduardo Cardozo disse que não há nenhuma ilegalidade no fato de o ministro da Justiça receber advogados.

    Barbosa pretende retomar a carreira de advogado. Em outubro do ano passado, a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) concedeu o registro profissional. 
    (Fonte: Portal IG)



  • Dilma Rousseff é criticada pela base aliada e por integrantes de seu próprio partido

    Jorge William / Agência O Globo

    A queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff, com avaliação negativa do governo, terá reflexo direto nas votações do Congresso. Já com problemas para controlar sua base de apoio, a presidente enfrentará sérias dificuldades para aprovar medidas "impopulares" e , como as mudanças nas leis trabalhistas, e a votação do Orçamento para 2015, desde o ano passado pendente. Essa é avaliação de integrantes da cúpula dos partidos que apoiam Dilma.

    — Claro que isso torna difícil para o governo a aprovação de medidas impopulares, como as mudanças no seguro desemprego e no abono salarial — diz um cacique peemedebista.

    O líder do PDT, André Figueiredo (CE), afirma que Dilma precisará aumentar a negociação com sua base aliada para sair desse momento difícil.

    — Vai ter que negociar muito. Terça mesmo vou fazer pronunciamento contra essas medidas (trabalhistas). Infelizmente a equipe econômica se orienta por um viés do sistema financeiro. E ela tem que abrir diálogo com Congresso — disse Figueiredo.

    As medidas do governo na área trabalhista ampliaram o prazo para que os trabalhadores possam acessar o seguro desemprego e reduziram os valores a serem pagos a título de abono salarial. Há ainda mudanças em relações a pensões. Os temas são alvo de Medida Provisória e terão de ser votados pelo Congresso a partir do mês de março. Orçamento pode ser votado nas próximas semanas. (OGlobo)



  • Renan Calheiros é reeleito presidente do Senado Federal

    Renan Calheiros durante discurso no plenário do Senado neste domingo (1º) (Foto: GloboNews)

    O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi reeleito neste domingo (1º), por 49 votos de 81, para mais dois anos à frente do cargo mais alto do Legislativo. Ele venceu o colega de partido Luiz Henrique (PMDB-SC), que se lançou na disputa sem apoio do PMDB.

    Renan presidirá a Casa em 2015 e 2016 juntamente com a nova Mesa Diretora, que será escolhida na próxima terça-feira (3). Luiz Henrique obteve 31 votos e houve um nulo.

    A votação, que é secreta, foi feita em cédulas de papel e depositadas em uma urna. A apuração dos votos foi feita em voz alta pelo líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE).

    Este será o quarto mandato de Renan Calheiros na presidência do Senado. O primeiro foi em fevereiro de 2005. Foi reconduzido em 2007, mas acabou renunciando ao cargo em meio a denúncias de que usou dinheiro de lobista para pagar pensão de uma filha fora do casamento. Reeleito senador, foi escolhido novamente para a presidência em 2013.

    Nos últimos dois anos em que esteve à frente do Senado, Renan teve confrontos com o Supremo Tribunal Federal (STF), ao qual acusou de interferir nos trabalhos do Legislativo, e ajudou o Palácio do Planalto a garantir a aprovação de projetos importantes, como a Lei dos Portos e a alteração da meta de superávit de 2014.



  • Eleito, Cunha diz que deputados reagiram a 'interferência' do governo

    Eleito em primeiro turno presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDBRJ), afirmou, em seu primeiro discurso no cargo, que a Casa “reagiu no voto a uma tentativa de interferência do governo” na eleição.

    Ele disse, porém, que não haverá “retaliações” e pregou “serenidade”. “Passada a disputa, a palavra agora é de serenidade. Não terá qualquer tipo de sequela”, afirmou.

    O peemedebista reforçou sua bandeira de campanha, de que garantirá “independência” ao Legislativo face ao Executivo.

    “A gente deixou muito claro que ia buscar altivez e independência do parlamento. Aqui é palco de exercer os grandes debates que a Casa precisa e vai fazer. Nunca em nenhum momento falamos que seríamos oposição. Não falamos também que seríamos submissos. Não há aqui da nossa parte nenhum jogo de retaliação”, afirmou.



  • Marquinhos Viana e todos os prefeitos do PV podem deixar partido

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Brigado com a nova direção estadual do PV, o deputado estadual Marquinhos Viana pode deixar a legenda junto com os sete prefeitos que o partido tem na Bahia e mais 12 membros. Em contato com o Bahia Notícias, o parlamentar disse que “não tem mais clima no partido”. “Ajudei o partido a crescer e não tem nenhum lugar do Brasil como Barra da Estiva, onde o partido tem tantos filiados”, afirmou, ao lembrar da cidade que o lançou à vida política. Segundo Viana, um documento com as insatisfações do grupo PV Democrático foi enviado à presidência nacional da agremiação e, caso não tenha as queixas atendidas, o grupo vai procurar "saídas legais". “O documento diz da insatisfação com o Luiz Penna (presidente nacional) e com Ivanilson (Gomes, residente estadual). Se não formos atendidos, vamos pedir desfiliação na justiça”, relatou Marquinhos. Na aba da indignação do verde, sobrou até para o secretário da Cidade Sustentável, André Fraga - fiel a Penna. De acordo com o deputado, a “Cidade Sustentável é para cabide de empregos e não faz nada que preste”. “Penna é ditador e tem medo de perder o controle do partido que recebe, todo ano, mais de R$ 2 milhões de fundo partidário”, acusou. Além de Viana, Célia Sacramento, vice-prefeita de Salvador, já deu sinais de que vai deixar a sigla em um futuro próximo. O destino de Célia, segundo ventila-se, é o Partido Ecológico Nacional (PEN).
     



  • Rompimento de Rui Costa com PDT mostra antecipação por 2016

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    O rompimento do governador Rui Costa (PT) com o PDT, anunciado ontem pela manhã, foi o auge da crise interna que levou o partido a uma disputa fratricida e à demissão da secretária de Agricultura, Fernanda Mendonça, apenas 20 dias depois da posse. Além de expor a queda de braço entre os dois principais líderes da legenda na Bahia - o presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, e o deputado federal Félix Mendonça Júnior, que comanda a sigla no estado -, o fim das relações de Rui com o PDT mostra claramente a disposição do petista em antecipar os movimentos no xadrez eleitoral de 2016.

    “Fomos ao presidente nacional, Carlos Lupi, explicitamos a ele a posição política do novo governo, de que era preciso escolher um lado. Nós somos abertamente adversários do prefeito de Salvador (ACM Neto, do DEM) e avisamos que não dá para estar com os dois ao mesmo tempo”, afirmou o secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, que comunicou a ruptura a Félix Júnior em um telefonema ontem pela manhã. “Eles queriam algo mais que a gente não pode dar”, disse Félix, ao se referir à imposição de Rui para que o PDT deixasse os cargos na prefeitura.

    Costura por fora
    Tanto Josias Gomes quanto Félix Júnior admitem que o corte nas relações entre Rui Costa atingirá somente o PDT em nível institucional e a ala ligada ao presidente da sigla no estado. Daí a demissão relâmpago de Fernanda Mendonça, prima de Félix, e a manutenção de Nestor Duarte, ligado a Marcelo Nilo, na Secretaria de Administração Prisional. Quase que imediatamente ao anúncio, os cinco deputados estaduais eleitos e reeleitos foram chamados para reafirmar aliança com Rui e escolher quem ocupará os cargos que eram da cota de Félix. Aposta-se alto que a pasta de Agricultura será controlada pelo deputado Paulo Câmara.

    Caso de polícia
    Ao mesmo tempo, a guerra entre Félix Júnior e Marcelo Nilo caminha para os tribunais, com direito a ação penal e boletim de ocorrência. Irmã de Félix, a ex-vereadora Andréa Mendonça, secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Renda de ACM Neto, contratou o renomado criminalista Gamil Föppel para processar Nilo com base na Lei Maria da Penha. Andréa o acusa de tê-la agredido com palavras de baixo calão durante a tumultuada reunião de anteontem na sede do partido, na Mouraria, quando o PDT decidiu manter-se ao lado de Neto em Salvador. O episódio foi confirmado à Satélite por três testemunhas presentes ao encontro.

    Moinho político
    Félix Júnior não esconde a decepção com a ofensiva deflagrada por Rui Costa, parte da operação petista contra a base de alianças de ACM Neto. “Agora, que já não precisam mais do apoio e do tempo de televisão do partido, de que tanto precisaram para a eleição do ano passado, fica fácil nos descartar. Mas vamos arrumar as coisas e ver como elas ficam. Como disse Carlos Lupi, após saber da decisão, é seguir em frente, tem muita água para correr debaixo da ponte”, afirmou. (Fonte: Correio24hora)

    CONTINUE LENDO


  • Racha no PV: dissidentes procuram saída jurídica para retirar Ivanilson da presidência

    Fotos: Divulgação e Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

    A volta de Ivanilson Gomes à presidência do PV na Bahia provocou um racha dentro da sigla que não deve ser resolvido nem com uma aproximação com o governador Rui Costa (PT). De acordo com o deputado estadual Marquinhos Viana, uma dissidência formada pelo ex-presidente Alan Lacerda, os sete prefeitos da sigla no estado e o próprio deputado, dentre outros, se reunirá nesta quarta-feira (14) para buscar uma saída jurídica que desfaça a nomeação de Ivanilson. “Tentamos contatar o deputado Marcell Moraes e a vice-prefeita de Salvador Célia Sacramento também. Célia ainda não se posicionou. A nomeação de Ivanilson foi de encontro ao estatuto do partido”, afirmou Viana. O parlamentar disse que o diretório nacional interferiu diretamente para Ivanilson voltasse ao posto máximo da sigla no estado, apenas porque ele é amigo pessoal de José Luiz de França Penna, presidente nacional do partido.



  • Projeto exige diploma superior para cargos no Executivo e Legislativo

    O deputado Irajá Abreu (Foto: Alexandra Martins/Agência Câmara)

    Tramita no Congresso uma emenda à Constituição que exige diploma de curso superior para presidente, vice, governadores, prefeitos e parlamentares. O autor é o deputado Irajá Abreu (PSD-TO), filho de Kátia Abreu, ministra da Agricultura. (FELIPE PATURY)



  • Sobe audiência de Aécio nas redes sociais

    Aécio Neves (Foto: AP Photo/Andre Penner)

    O PSDB avalia o sucesso do senador Aécio Neves (MG) nas redes sociais como um elemento que o consolida diariamente como líder da oposição. Desde o fim da eleição presidencial, a audiência do perfil de Aécio no Facebook saltou 66% e alcançou 4,5 milhões de seguidores. No mesmo período, a página da presidente Dilma Rousseff cresceu 53% e chegou a 2,3 milhões de seguidores. (Fonte: época)