BUSCA PELA CATEGORIA "POLÍTICA"

  • Gilmar Mendes solta Laurence Casagrande, ex-secretário de Alckmin

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira soltar Laurence Casagrande Lourenço, ex-secretário de Transportes do governo Geraldo Alckmin (PSDB) e ex-presidente da Dersa, estatal de engenharia de SP. Ele foi preso em 21 de junho na Operação Pedra no Caminho, que apura desvios de 600 milhões de reais no trecho norte das obras do Rodoanel.

    Na decisão, Gilmar substituiu a prisão preventiva de Laurence por medidas cautelares, como a proibição de acesso ou frequência aos prédios e dependências da Dersa e a outros prédios do governo do Estado de São Paulo que possam ter relação com os fatos apurados na investigação. O ministro também proibiu o ex-secretário de manter contato com outros investigados e deixar o país, devendo entregar o passaporte em até 48 horas.

    No fim de julho, Laurence foi acusado pelo Ministério Público Federal pelos crimes de fraude à licitação, falsidade ideológica e organização criminosa. A denúncia aponta que o esquema “operou fraudes no trecho norte do Rodoanel entre outubro de 2014 até a deflagração da operação”. Segundo a Procuradoria da República, os crimes envolveram aditivos contratuais superfaturados. O ex-secretário nega qualquer irregularidade.

    Alckmin

     

    Na semana passada, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, Alckmin defendeu seu ex-funcionário e o classificou como um “homem sério e correto”. “Eu acho que o Laurence está sendo injustiçado. Espero que amanhã, quando ele for inocentado, tenha o mesmo espaço para fazer justiça a uma pessoa de vida simples, uma pessoa séria, uma pessoa correta, e pode estar havendo uma grande injustiça”, ressaltou o candidato do PSDB à Presidência da República.(VEJA.com )

    CONTINUE LENDO


  • Em 308 municípios brasileiros, registro de eleitores é maior do que de habitantes

    Em todo o brasil, 308 municípios possuem mais eleitores do que habitantes. Essas cidades são de pequeno porte e a maioria está situada em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em Goiás, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

    Segundo informações da Agência Brasil, o município com menor número de eleitores é também o menor do país em número de habitantes. Serra da Saudade, em Minas, possui 941 eleitores para 786 habitantes registrados.

    A maior diferença entre esses índices está em Canaã, no Pará. A cidade possui 3.805 eleitores a mais do que habitantes. Cidades como Severino Melo, no Rio Grande do Norte, Maetinga, na Bahia, e Cumaru, em Pernambuco, também possuem mais de 3,2 mil eleitores em comparação com o número de habitantes.

    Na outra ponta, o município que possui menos eleitores diante do número de habitantes é Balbinos, em São Paulo, com 5.532 habitantes e eleitorado de apenas 1.488. Outras cidades com proporção abaixo de 30% são Água Azul do Norte, São Félix do Xingu e Ulianópolis, todas no Pará.

    De acordo com a publicação, o levantamento da confederação evidencia que essas disparidades ocorrem por conta da distinção entre os domicílios eleitoral e civil. "Morar numa cidade e votar na outra é possível, não é fraude. Não tem má-fé aí. São várias situações. São todos municípios de pequeno porte", esclareceu o presidente da CNM, Glademir Aroldi.

    O que também contribui para essa diferença é a concentração de eleitores em locais com maior atividade econômica e migração constante de grupos populacionais, a exemplo de ciganos e assentados. Além disso, outro motivo apresentado por Aroldi é o fato de que algumas cidades têm seu número real de habitantes subestimado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cuja última atualização do censo foi feita em 2010.



  • TSE manda tirar do Facebook vídeo pró-Bolsonaro de dono da Havan

    A coligação do candidato tucano Geraldo Alckmin (PSDB) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para retirar do Facebook um vídeo pró-Jair Bolsonaro publicado pelo empresário Luciano Hang. A representação por propaganda ilícita contra o candidato do PSL foi feita depois que uma reportagem do EL PAÍS revelou que o dono da rede de varejo Havan pagou à rede social para que a mensagem alcançasse mais pessoas, o que fere a lei eleitoral. O TSE acatou o pedido da campanha de Alckmin e removeu o conteúdo.

    Há cerca de 15 dias, Hang foi às redes sociais anunciar seu apoio a Jair Bolsonaro e investiu usando a ferramenta de anúncios do próprio Facebook para aumentar o alcance e a visibilidade de conteúdos pedindo votos para o candidato. Apesar da expressa proibição à terceirização de propaganda eleitoral não identificada, os conteúdos de apoio a Bolsonaro publicados pelo proprietário da Havan permaneceram turbinados com dinheiro durante todo o final de semana entre os dias 17 e 19 de agosto e o impacto foi significativo. Enquanto esteve no ar, a transmissão ao vivo declarando apoio ao candidato do PSL acumulou mais de 1.324.483 de visualizações, além de 100.176 reações, 49 mil comentários e 28 mil compartilhamentos.

    A decisão que ordenou a retirada do vídeo foi assinada pelo ministro do TSE Og Fernandes no dia 24 de agosto. O magistrado ressaltou que a Lei das Eleições veda expressamente qualquer tipo de veiculação de propaganda eleitoral paga na Internet, com o objetivo de evitar a interferência do poder econômico e a introdução de interesses comerciais no debate eleitoral. 

    anunciar seu apoio a Jair Bolsonaro e investiu usando a ferramenta de anúncios do próprio Facebook para aumentar o alcance e a visibilidade de conteúdos pedindo votos para o candidato. Apesar da expressa proibição à terceirização de propaganda eleitoral não identificada, os conteúdos de apoio a Bolsonaro publicados pelo proprietário da Havan permaneceram turbinados com dinheiro durante todo o final de semana entre os dias 17 e 19 de agosto e o impacto foi significativo. Enquanto esteve no ar, a transmissão ao vivo declarando apoio ao candidato do PSL acumulou mais de 1.324.483 de visualizações, além de 100.176 reações, 49 mil comentários e 28 mil compartilhamentos.

    A decisão que ordenou a retirada do vídeo foi assinada pelo ministro do TSE Og Fernandes no dia 24 de agosto. O magistrado ressaltou que a Lei das Eleições veda expressamente qualquer tipo de veiculação de propaganda eleitoral paga na Internet, com o objetivo de evitar a interferência do poder econômico e a introdução de interesses comerciais no debate eleitoral. Pela legislação, só os candidatos e coligações podem pagar para promover suas mensagens no Facebook ou no Google. O Facebook informou, por meio de sua assessoria, que cumpriu a ordem judicial e indisponibilizou o anúncio considerado irregular pelo TSE.

    Além do vídeo, no entanto, havia outra publicação de Hang que promovia Bolsonaro e aplicava dinheiro para que fosse vista por mais pessoas que segue no ar. A fotografia do empresário com Jair Bolsonaro obteve mais de 190 mil reações (que reúne curtidas e outras respostas), 11 mil comentários e 30 mil compartilhamentos.(EL PAÍS )

    CONTINUE LENDO


  • Eleições 2018: Justiça Eleitoral defere candidatura de Márcio Moreira

    A Justiça Eleitoral está agindo de forma rigorosa no processo eleitoral deste ano; muitos candidatos, podem não ter as suas candidaturas deferidas devidos aos critérios levados em conta pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral). No entanto; o brumadense Márcio Moreira, candidato a deputado estadual pelo Patriota, não tem porque se preocupar, já que a justiça o considerou apto para concorrer as eleições deste ano ao divulgar o deferimento da sua candidatura. Márcio Moreira que é empresário e ex - vereador, tem o apoio do prefeito Eduardo Vasconcelos, que teve quase 70% dos votos dos brumadenses nas eleições de 2016. 

    Eleições 2018: Justiça Eleitoral defere candidatura de Márcio Moreira

    Márcio Moreira vem conquistando apoio de várias lideranças regionais e tem grandes chances de conquistar uma vaga na ALBA (Assembléia Legislativa da Bahia.)
     



  • TSE abre debate sobre proibição de campanha em templos religiosos

    A pouco mais de um mês das eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abre o debate sobre a possível punição de candidatos que se utilizam de espaços religiosos para campanhas políticas.

    A cassação dos mandatos do deputado federal Franklin Roberto Souza (PP-MG) e do deputado estadual Márcio José Oliveira (PR-MG), confirmada pelo TSE, levantou a discussão sobre abuso do poder religioso, que não está previsto na legislação, mas é suscitado na esteira do abuso do poder econômico.

    No julgamento dos parlamentares mineiros, o ministro Jorge Mussi citou a decisão de abril do ano passado, que proíbe campanha em eventos religiosos. Na ocasião, o relator foi ex-ministro Henrique Neves, que ressaltou que a liberdade religiosa não pode ser utilizada para fins políticos.

    Diz a decisão de Henrique Neves que, "em nenhuma hipótese, a proteção constitucional à livre manifestação de crença e à liberdade religiosa permite que tais celebrações convertam-se em propaganda, seja mediante pedido de voto, distribuição de material de campanha, uso de sinais, símbolos, logotipos ou ainda manifestações contra ou a favor de candidatos".

    Além de perder o mandato por abuso do poder econômico, praticado nas eleições de 2014, os dois deputados foram punidos com inelegibilidade por oito anos.

    Os ministros determinaram a imediata execução da decisão, com o afastamento dos políticos cassados e a posse dos suplentes, sendo desnecessário aguardar o trânsito em julgado da decisão.

    CONTINUE LENDO


  •  Escolaridade de candidatos ao governo e Senado na Bahia cai pela 2ª eleição seguida

    Pela segunda eleição geral consecutiva o nível de escolaridade dos postulantes ao governo da Bahia e ao Senado Federal pelo estado apresentou queda. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o número de candidatos ao cargo de governador com ensino superior completo caiu de 83%, em 2014, para 71% neste ano.

    A quantidade de candidatos que anseiam por cadeiras no Senado e que possuem diploma universitário caiu de 80% para 72%. Esta redução foge ao padrão de grau de escolaridade que as candidaturas ao cargo vinham apresentando. De 1998 até 2010, foi registrado crescimento nesse quesito.

    Em 2018 o número de candidatos à bancada baiana na Câmara dos Deputados com formação acadêmica representa mais da metade do total pela primeira vez desde 2002, 51%. Aqueles que frequentaram a universidade ou pelo menos iniciaram um curso superior e não chegaram a concluir representam aproximadamente 9%.

    O nível de escolaridade daqueles que pretendem ocupar lugares na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas Eleições 2018 cresceu após uma série de recuos observados desde as eleições de 2010. Conforme os registros eleitorais feitos junto ao TSE, neste ano 43% dos postulantes concluíram o nível superior.



  • Partidos receberam R$ 1,3 bilhão para financiar campanha eleitoral

    Do total de R$ 1,7 bilhão do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mandou pagar cerca de R$ 1,3 bilhão para 22 dos 35 partidos políticos que têm direito aos recursos. Segundo o tribunal, DEM, Avante, PRB, Pros, PSC, PT, PTC, MDB, Patri, PHS, PMN, Pode, PPS, PR, PRP, PRTB, PSD, PSDB, PSL, PSOL, PV e SD receberam a verba para financiar a campanha eleitoral.

    Mais 12 legendas – PSTU, PDT, PMB, PP, PTB, Rede, PCB, PCdoB, DC, PCO, PPL e PSB – tiveram o processo aprovado, e o TSE deve emitir as ordens de pagamento nos próximos dias. O partido Novo ainda não indicou ao TSE os critérios de distribuição do fundo para receber sua quota.

    Para receber os recursos do fundo, os partidos têm de formalizar o pedido no TSE e mandar a ata da reunião do diretório nacional que definiu os parâmetros de distribuição da verba. Entre os critérios, obrigatoriamente está a destinação de 30% do total para o custeio das campanhas das candidatas de cada partido.

    O FEFC foi criado no ano passado, como parte da reforma política aprovada pelo Congresso Nacional. Os recursos estão previstos no Orçamento Geral da União e são a principal fonte de custeio das campanhas eleitorais, após a proibição das doações de empresas.

    Veja a quanto cada partido tem direito:

     

    MDB                                                                                             

     

    R$ 230.974.290,08

     

    PT                                                                                                

     

    R$ 212.244.045,51

    PSDB

     

    R$ 185.868.511,77

     

    PP

     

    R$ 131.026.927,86

     

    PSB

     

    R$ 118.783.048,51

     

    PR

     

    R$ 113.165.144,99

     

    PSD

     

    R$ 112.013.278,78

     

    DEM

     

    R$ 87.503.080,78

     

    PRB

     

    R$ 66.983.248,93

     

    PTB

     

    R$ 62.260.585,97

     

    PDT

     

    R$ 61.475.696,42

     

    SD

     

    R$ 40.127.359,42

     

    Pode

    R$ 36.112.917,34

     

    PSC

     

    R$ 35.913.889,78

     

    PCdoB

     

    R$ 30.544.605,53

     

    PPS

     

    R$ 29.203.202,71

     

    PV

     

    R$ 24.640.976,04

     

    PSOL

     

    R$ 21.430.444,90

     

    PROS

     

    R$ 26.124.350,14

     

    PHS

    R$ 18.064.589,71

     

    Avante

    R$ 12.438.144,67

     

    Rede

    R$ 10.662.556,58

     

    Patri

    R$ 9.936.929,10

     

    PSL

     

    R$ 9.203.060,51

     

    PTC

     

    R$ 6.334.282,12

     

    PRP

     

    R$ 5.471.690,91

     

    DC

    R$ 4.140.243,38

     

    PMN

     

    R$ 3.883.339,54

     

    PRTB

    R$ 3.794.842,38

     

    PSTU

     

    R$ 980.691,10

     

    PPL

    R$ 980.691,10

     

    PCB

     

    R$ 980.691,10

     

    PCO

     

    R$ 980.691,10

     

    PMB

     

    R$ 980.691,10

     

    Novo

    R$ 980.691,10

     

    CONTINUE LENDO


  • Dos 27,4 mil registros de candidaturas, 8,4 mil são de mulheres

    Foto: Reprodução

    As candidaturas femininas nas eleições de outubro chegam a 30,7%, o equivalente a 8.435, do total de 27.485 pedidos de registros encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Centro-Oeste é a região com maior percentual 31,14%, depois o Sudeste (31,02%), Sul (30,84%), Nordeste (30,30%) e Norte (29,75%).

    Pela legislação, 30% é o percentual mínimo de candidaturas do sexo feminino por partido. Em 2014, as mulheres representavam 8,1 mil, ou 31,1% das candidaturas. Apesar da baixa evolução, analistas políticos consideram positivo o percentual registrado e observam mudanças na forma como as eleitoras devem escolher seus candidatos.

    De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, a maioria das candidatas se declara branca (51,7%) e parda (33,4%). A maior parte tem entre 45 e 49 anos e nível superior completo. A quantidade de casadas e solteiras é praticamente igual: 40%.

    Pelos dados, 61,7% das candidaturas são para vagas de deputadas estaduais, enquanto 30% para federais. Há apenas duas candidatas à Presidência da República – Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU) - e 29 para governos dos estados.



  • Dodge pede que Justiça proíba Lula de concorrer horas depois de petista virar candidato

    Tudo como esperado. Poucas horas depois da inscrição da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a primeira flecha do mundo legal contra ela foi lançada. A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, apresentou no início da noite desta quarta-feira com o pedido de impugnação do registro de Lula, que concorre pelo PT. A petição foi encaminhada ao relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso. Dodge repetiu o que já tinha dito: o petista não é elegível. Em janeiro de 2018, o ex-presidente foi condenado criminalmente em segunda instância, no âmbito da  Operação Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do triplex no Guarujá. Segundo a Lei da Ficha Limpa, esse fato retirou dele sua prerrogativa de concorrer.

    Dodge — ou até mesmo qualquer cidadão — tinha cinco dias corridos para apresentar sua Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, mas ela preferiu se manifestar ainda na noite desta quarta-feira. A partir de agora, os advogados de defesa do ex-presidente terão sete dias para se manifestar. Com as alegações finais, o julgamento no TSE poderia acontecer por volta de 7 de setembro. Com a possibilidade de se convocar testemunhas, o julgamento poderia ocorrer no dia 17 de setembro, prazo final para que a Justiça eleitoral julgue todos os pedidos de candidaturas.

    O cenário descrito acima é, ao menos publicamente, o preferido do PT, que aposta por manter a candidatura de Lula até o último momento - isso sem falar na possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal, num cenário que, se levado adiante, poderia deixar o partido com uma candidatura sub judice.

    Diante da impossibilidade de lançar o ex-presidente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que atualmente ocupa o posto de vice na chapa, deve assumir seu lugar. Mas ele é pouco conhecido fora de São Paulo, principalmente no Nordeste, o que levanta dúvidas sobre se será capaz de receber a maior parte dos votos de Lula. Nesse sentido, a estratégia do partido passa por desde já colocar Haddad como uma espécie de porta-voz do ex-presidente, vinculando os dois, para que no último momento essa transferência de votos massiva ocorra.

    Publicamente, os advogados de Lula prometem que apelarão a todas as instâncias possíveis para que sua candidatura seja possível. "Com meu nome aprovado na convenção, a Lei Eleitoral garante que só não serei candidato se eu morrer, renunciar ou for arrancado pelo Justiça Eleitoral. Não pretendo morrer, não cogito renunciar e vou brigar pelo meu registro até o final", disse o ex-presidente nesta quarta em nova Carta aos Brasileiros.

    A questão agora é se todo esse percurso no TSE de fato vai acontecer. Isso porque, segundo avaliam especialistas, existe a possibilidade de que o ministro Barroso, responsável por analisar a candidatura petista, pode também decidir de forma monocrática que Lula não será candidato. Seria uma decisão administrativa baseada condenação pela 8ª turma do TRF-4.

    Ao registrar a candidatura de Lula nesta quarta,o PT aproveitou uma brecha na própria legislação eleitoral, que requer a apresentação de certidões criminais emitidas pela 1ª e 2ª instâncias de onde "o candidato tenha o seu domicílio eleitoral". Lula tem seu domicílio eleitoral em São Bernardo do Campo (SP), mas suas condenações ocorreram em Curitiba e Porto Alegre. Não está claro se isso impediria Barroso de apresentar uma decisão monocrática, mas analistas opinam que a manobra petista pode não fazer diferença uma vez que é pública e notória a condenação do ex-presidente — como inclusive sinalizou Rosa Weber, que preside o TSE.(EL PAÍS )

    CONTINUE LENDO


  • Em debate presidencial morno, candidatos evitam confrontos

    No primeiro debate presidencial das eleições 2018, os candidatos evitaram, na maior parte do tempo, o confronto direto. O encontro entre os presidenciáveis, promovido na noite desta quinta-feira pela TV Bandeirantes, 9, durou cerca de 3 horas e meia, e transcorreu em temperatura morna. A expectativa de que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, fosse o principal alvo de questionamentos dos adversários não se confirmou. Dono da maior coalizão partidária, o tucano Geraldo Alckmin foi alvo de provocações dos rivais. 

    Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, mesmo preso e condenado na Lava Jato, foi oficializado como candidato do PT no fim de semana passado. A defesa tentou garantir sua presença no debate, mas os pedidos foram negados pela Justiça.

    Além de Bolsonaro e Alckmin, participaram do debate Marina Silva (Rede),Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota).

    Com um discurso mais técnico, candidato do PSDB, na maior parte das respostas, procurou citar dados de suas gestões em São Paulo, mas foi associado ao governo Michel Temer. Marina Silva criticou a aliança do PSDB com o Centrão, que integra a base da gestão do MDB. A ex-ministra disse que o governo é responsável pelas “mazelas e tem assaltado o povo”. “Isso é fazer mudança?”, questionou ela ao tucano.

    Alckmin afirmou que, para sair do “marasmo”, é preciso aprovar reformas e que isso depende de uma “maioria” no Congresso. “Alianças são por tempo de TV, para se manter no poder. É a governabilidade com base no exercício puro e simples do poder”, disse Marina. “Política é um caminho 

    para mudanças e alianças são necessárias para implementar mudanças”, respondeu o tucano.

    O Bolsa Família, marca de gestões petistas, foi elogiado por Meirelles e por Alckmin, que prometeram aprimorar o programa de distribuição de renda. O tucano aproveitou o tema para dizer que vai investir na área social, principalmente no Nordeste, levando “água ao semiárido”.

    O ex-ministro da Fazenda questionou o tucano ao dizer que o PSDB chamou o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” e que o DEM, partido do Centrão que apoia Alckmin, afirmou que o programa “escraviza as pessoas”. O tucano afirmou que vai ampliar o programa com dinheiro do “Bolsa Banqueiro”

    Bolsonaro, que permaneceu sentado durante o primeiro bloco, foi orientado no intervalo a se levantar.

    O debate foi aberto com uma questão única para todos os candidatos: como combater o desemprego. Alvaro Dias gastou o tempo concedido se apresentando aos telespectadores e foi interrompido quando citava novamente a sua intenção de, se eleito, convidar o juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça.

    Na rodada de perguntas entre os candidatos, o momento mais quente ocorreu quando Boulos começou perguntando para Bolsonaro, a quem chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico”. O líder o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) questionou o deputado sobre uma suposta funcionária fantasma mantida por Bolsonaro em Angra dos Reis. “Quem é a Wal”, disse Boulos. Bolsonaro afirmou que ela é uma funcionária em situação legal e retrucou: “Pensei que fosse discutir política.”

    O candidato do PSL questionou uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a funcionária. “Eles foram lá e não acharam nada.” Na tréplica, Boulos afirmou: “Wal é funcionária fantasma, que cuida dos cachorros do Bolsonaro em Angra dos reis. Wal é vítima. Bolsonaro é a velha política corrupta. O senhor não tem vergonha?”, questionou Boulos. “Teria vergonha se invadisse casa dos outros”, respondeu o deputado.

    Ciro e Alckmin divergiram em relação à reforma trabalhista, aprovada em 2017. O candidato do PDT perguntou ao tucano se ele iria manter a reforma trabalhista, que, na avaliação do ex-ministro, introduziu insegurança jurídica e é uma “aberração”.
    Alckmin defendeu a reforma, que ele classificou como “avanço”. “Mantenho a posição, reforma trabalhista vai estimular mais emprego", afirmou.

    O tema “mulheres” foi citado por Alvaro Dias, que fez uma pergunta a Bolsonaro. Dias falou sobre a questão da diferença de salário entre homens e mulheres e da violência contra a mulher. Segundo Bolsonaro, a questão da misoginia foi um “rótulo que botaram” na minha conta”. Disse que valoriza as mulheres e que, em breve, os homens é que vão querer ganhar igual às mulheres. Citou ainda seu projeto de castração química de estupradores que quiserem reduzir suas penas. “Mas as mulheres de esquerda são contra.”/ PEDRO VENCESLAU, MARIANNA HOLANDA, GILBERTO AMENDOLA, MATEUS FAGUNDES, DANIEL GALVÃO

    Confira imagens dos candidatos durante o primeiro debate à Presidência(Estadão)

    CONTINUE LENDO


  • Oito candidatos a presidente participam de debate da TV Band

    Os candidatos à Presidência da República participarão nesta 5ª feira (9.ago.2018) do 1º debate das eleições de 2018. A partir das 22 horas os presidenciáveis apresentarão suas propostas nos estúdios da TV Band, em São Paulo.

    A transmissão será dia 09 de agosto (5ª feira), às 22 horas

    Participantes: Alvaro Dias (Pode), Cabo Daciolo (Patri), Ciro Gomes (PDT), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (Psol), Marina Silva (Rede);

    Mediador: Ricardo Boechat;

    Quem vai fazer perguntas: leitores do jornal Metro e jornalistas da Band;

    A primeira parte da transmissão da Band começa com pergunta feita por leitores do jornal Metro, depois candidato pergunta para candidato.

    No 2º bloco, jornalistas da Band farão perguntas para todos os candidatos e escolherão quem vai replicar. Quem for questionado terá direito à tréplica.

    No 3º bloco, novamente candidato pergunta para candidato. O sorteio definiu que quem iniciará os questionamentos será Álvaro Dias e quem perguntará por último será Ciro Gomes. Neste bloco cada candidato poderá ser perguntado até duas vezes.

    No 4º bloco, jornalistas da Band voltam a perguntar para candidato e escolher quem fará a réplica.

    No ?último bloco os candidatos terão 1 minuto 1 meio para as considerações finais, começando com Ciro Gomes e fechando com Henrique Meirelles.

    Com Lula preso em Curitiba, o PT pediu à Justiça que seu candidato participasse do debate por videoconferência ou por vídeos gravados previamente. Mas o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) negou o pedido.

    O candidato a vice Fernando Haddad (PT) afirmou que, caso o ex-presidente seja impedido de participar, o partido vai fazer 1 debate paralelo.

    Debate Poder360/Revista Piauí

    O Poder360 e a revista Piauí realizarão, em 18 de setembro, 1 debate com 5 candidatos à Presidência da República (Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin, Marina Silva e 1 representante do PT). O evento será realizado no YouTube Space, no Rio de Janeiro, a partir de 10h da manhã.

    A transmissão será feita pelos canais dos Poder360 e da revista Piauí no YouTube. O sinal estará aberto para que sites de notícias, dos candidatos ou de quem se interessar também reproduzam o vídeo simultaneamente, ao vivo.

    A responsabilidade editorial do debate está 100% a cargo de Poder360 e da revista Piauí. O YouTube será apenas a plataforma na qual o evento será apresentado.

    Próximos debates:

    • RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
    • TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
    • Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
    • Veja (19.set, 9h) – streaming;
    • TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
    • SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
    • Record (30.set, 22h) – televisão;
    • Globo (4.out, 21h30) – televisão.(Poder360 )
    CONTINUE LENDO


  • Partidos já aprovaram sete candidatos a presidente da República

    Na reta final das convenções nacionais, os partidos políticos confirmaram sete candidatos a presidente da República, e mais oito nomes devem ser aprovados neste sábado (4). A escolha dos candidatos à vice-presidência ainda mobiliza os esforços das principais legendas: até esta sexta-feira (3), cinco chapas estão completas.

    O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB, anunciou que terá como companheira de chapa a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que disputaria a reeleição. A definição da chapa do Pode tirou da disputa presidencial o economista Paulo Rabello de Castro (PSC), que já havia sido aprovado na convenção nacional, no último dia 20 de julho. No início desta semana, a cúpula dos dois partidos fechou uma aliança, e Rabello será o candidato a vice do senador paranaense Álvaro Dias.

    A Rede acertou uma coligação com o PV. A candidata Marina Silva terá como vice o ex-deputado Eduardo Jorge, que disputou a eleição presidencial de 2014. O PSOL e o PSTU saíram das convenções nacionais com a chapa completa. O PSOL vai disputar a eleição presidencial com Guilherme Boulos e Sonia Guajajara, em uma aliança com o PCB. Já o PSTU lançou uma chapa puro-sangue: Vera Lúcia e Hertz Dias.

    O MDB confirmou ontem (2) a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles a presidente da República. Após a convenção do MDB, Meirelles disse ter preferência por uma mulher na composição da sua chapa. Na última quarta-feira (1º), o PCdoB aprovou a candidatura de Manuela D'Ávila à Presidência da República, mas a deputada estadual gaúcha é o nome desejado pelo PT para compor a chapa na corrida presidencial. O PT se reunirá em São Paulo, nesta sábado. A tendência é que o partido formalize a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na Superintedência da Polícia Federal, em Curitiba, desde abril.

    CONTINUE LENDO






  • TSE quer impedir que Lula apareça como candidato do PT em propaganda de TV

    Mesmo sem a conclusão do julgamento sobre a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve impedir que ele apareça na TV como candidato do partido. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ministros acreditam que até o início da propaganda eleitoral, em 31 de agosto, a candidatura de Lula deve ter sido impugnada. Apesar da possibilidade de recursos, os ministros podem considerar que não há efeito suspensivo. Dessa forma, Lula seria proibido de aparecer na propaganda de TV. Por outro lado, a defesa do petista argumenta que o artigo 16-A da Lei Eleitoral permite a participação de "todos os atos" de campanha para candidatos "cujo registro esteja sob judice".



  • Bolsonaro diz que as eleições deste ano estão 'sob suspeição'

    O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, colocou em dúvida, nesta segunda-feira (30), a lisura do processo eleitoral de outubro.

    "As eleições, de qualquer forma, estão sob suspeição", disse ele, durante entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura.

    O argumento, segundo ele, é que o sistema eletrônico de votação é suscetível a fraudes. Ele criticou decisão do STF de anular dispositivo da lei eleitoral que previa a impressão do voto, após pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

    "Eu lamento que a senhora Raquel Dodge tenha prestado um desserviço à sociedade há poucas semanas. Por intermédio de uma ação dela, o Supremo derrubou a possibilidade do voto impresso nessas eleições. Ou seja, vamos continuar sob a suspeição da fraude, e o voto é uma coisa sagrada da democracia", afirmou.

    Questionado sobre o motivo de disputar eleições que ele acredita serem passíveis de fraude, o político afirmou que não tinha outra escolha.

    "Qual outro caminho eu tenho, entregar para o PT ou para o PSDB? Eu vou estar na luta de qualquer maneira. Todos nós desconfiamos."

    Durante a entrevista, ele afirmou que sente que "tem mais votos que Lula".

    "Eu sou recebido de uma forma completamente diferente do que o Lula foi em suas caravanas. E isso é em qualquer lugar que eu vá, em qualquer canto do Brasil. A aceitação é enorme para com o meu nome. O que o povo está vendo em mim é confiança, é credibilidade."

    Pesquisa realizada pelo Datafolha em junho mostra que o capitão reformado mantém a liderança da corrida presidencial nos cenários em que Lula está ausente, com 19% das preferências.

    Durante a entrevista, Bolsonaro voltou a elogiar o regime militar, negando que tenha ocorrido um golpe em 1964.

    "Não foi golpe, golpe é quando é pé na porta", disse o candidato, com o argumento de que o presidente derrubado, João Goulart, abandonou o país e que seu cargo foi declarado vago pelo Congresso da época.

    Ao mesmo tempo, disse que a tortura, comum durante o período militar, é algo que "abomina".

    Como vem fazendo, ele negou que seja homofóbico, racista e misógino.

    Também disse que recebe auxílio moradia da Câmara mesmo tendo apartamento próprio porque tem direito ao benefício.



  • Jair Bolsonaro é o entrevistado do Roda Viva desta segunda-feira

    O Roda Viva desta segunda-feira (30) entrevista o candidato à Presidência da República pelo Partido Social Liberal (PSL), Jair Bolsonaro, que fala sobre seus planos para a presidência, caso venha a ser eleito. Com apresentação de Ricardo Lessa e desenhos do cartunista Paulo Caruso, a atração vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, no site da emissora, no Facebook, no Twitter, no YouTube, no aplicativo Cultura Digital e no MSN Brasil. 

    Nascido em 1955, em Campinas, Bolsonaro estudou na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Em 1977, formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro. No ano de 1986, Jair liderou um protesto contra os baixos salários dos militares. Por causa dessa ação, foi preso e acusado de infringir o regulamento disciplinar do Exército. Em 1988, foi eleito vereador e atuou na Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão (PDC). Dois anos depois, em 1990, participou da fundação do Partido Progressista Reformador (PPR).

    O deputado teve dois projetos de sua autoria transformados em lei, em 27 anos de atividade no Congresso Nacional. Um deles estende o benefício de isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para produtos de informática. Já o outro autoriza o uso da chamada fosfoetanolamina sintética, a "pílula do câncer". Desde que chegou ao parlamento, em 1991, apresentou 171 projetos; entre eles, de decreto legislativo, lei complementar e proposta de emenda à Constituição – as chamadas PECs. Em 2014, Bolsonaro foi reeleito pela 7ª vez como deputado federal.

    Na bancada de entrevistadores estão Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal Folha de S.Paulo; Thaís Oyama, redatora-chefe da revista Veja; Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico; Leonencio Nossa, repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo; e Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo.

    Jair Bolsonaro é o décimo entrevistado do Roda Viva na série de pré-candidatos à Presidência da República. Já passaram pelo programa Marina Silva, Guilherme Boulos, João Amoêdo, Ciro Gomes, Alvaro Dias, Henrique Meirelles, Manuela D’Ávila, Guilherme Afif e Geraldo Alckmin.(TV Cultura )