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  • Impeachment de Dilma perde apoio de senadores após crises no governo Temer

    Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado

    As crises que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) enfrenta tem enfraquecido o apoio de senadores ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). De acordo com a Folha, o cenário considerado imprevisível pelos congressistas aumenta a expectativa por novas eleições, inclusive, que a própria Dilma sinalizar a convocação do novo pleito. A especulação é que o aceno ajudaria indecisos a optarem por garantir seu mandato. "A volta dela assusta todo mundo, pela inconsequência, pela irresponsabilidade. E se ela propuser eleição direta, o que já devia ter feito uma ano atrás? E se ela acenar para a oposição? O jogo não está decidido, não", observou o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que aprovou a abertura do processo, mas sem declarar posição final. Acir Gurgacz (PDT-RO), cujo voto foi favorável ao impeachment, agora admite reavaliar a posição, graças à crise do governo Temer. Segundo ele, as turbulências influenciarão a opinião da maioria, de modo a "quase se inverter" o placar da admissibilidade. "Estamos em cima do fio da navalha. A inclinação é mínima de um lado ao outro, vai se decidir com uma diferença de dois votos", analisa Lasier Martins (PDT-RS). Em 21 dias, dois ministros de Temer caíram após publicização de gravações com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, além das críticas constantes pela falta de diversidade no alto escalão do governo e de desmentidos que Temer fez. 



  • Governo Temer está preocupado com possibilidade de novos áudios

    Foto: Reprodução / Diário do Brasil

    O Palácio do Planalto está preocupado com a possibilidade do Ministério Público ter mais gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que envolvam a cúpula do PMDB. De acordo com a Folha de S. Paulo, assessores do presidente interino Michel Temer relatam que existe um clima de apreensão no governo de que novos áudios apontem que o partido tentaria interferir na Operação Lava Jato. Segundo informações obtidas por assessores do presidente interino, os áudios divulgados pela imprensa são apenas parte do material entregue por Machado à Procuradoria-Geral da República. Até o momento, já foram publicados áudios de conversas com o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá, e o ex-presidente José Sarney. Para evitar dores de cabeça, auxiliares de Temer sugerem que ele afaste em até 30 dias ministros citados no escândalo de desvios na Petrobras ou que respondam a outras acusações judiciais, como Maurício Quintella (Transportes), suspeito de participação em desvios de verba destinados ao pagamento de merenda escolar em Alagoas. O temor da equipe presidencial é de que novas denúncias causem debandadas na base aliada às vésperas de votações de medidas econômicas no Congresso. Na segunda-feira (23), o PV anunciou posição de independência no Congresso, o que pode ser seguido por DEM e PSDB.



  • Governo inicia grupo de trabalho para discutir a Previdência

    Foto:Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

    O governo federal inicia nesta quarta-feira (18) uma rodada de negociações com as centrais sindicais do grupo de trabalho para debater as alterações da Previdência Social. De acordo com informações da Agência Brasil, o GT, criado pelo presidente interino Michel Temer para discutir as mudanças, terá um representante do Congresso Nacional. A conclusão dos trabalhos está prevista para ocorrer em 30 dias, quando deve ser apresentada uma proposta de reforma da Previdência. A expectativa é de que ao menos a idade mínima ou o tempo de contribuição sejam modificados. Temer Já recebeu membros de entidades de classe, com exceção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). As centrais se queixaram da já cogitada fixação da idade mínima, que pode ser estabelecida em 65 anos.



  • Mesmo afastado, Cunha articula para André Moura virar líder do governo na Câmara

    Foto: Agência Brasil

    Mesmo afastado da presidência da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), continua dando as cartas sobre as principais decisões da Casa. O peemedebista está diretamente envolvido nas articulações para a escolha do líder do governo de Michel Temer, papel importante para a nova gestão se comunicar com o Legislativo. Na disputa não oficial, estão André Moura (PSC-SE) e Rodrigo Maia (DEM-RJ). Apesar de Cunha ser próximo dos dois, Moura é quem deve assumir o cargo. Na noite desta quinta-feira, inclusive, Cunha esteve reunido com alguns líderes partidários na residência oficial da presidência da Câmara, como Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF), para definir o tema. Alguns participantes do encontro dizem que agora "só falta André assinar os papéis". Alguns parlamentares consideram que esta seria uma forma de Temer "compensar" o grupo de Cunha por não ter sido contemplado por nenhum ministério. "Isso daria mais articulação na Casa para o Cunha e sabemos como ele trabalha", opinou um deputado. O mesmo valeria para o PSC, que também ficou fora da distribuição das pastas. Para Rosso, Moura tem um estilo "apaziguador, transita bem entre todos os partidos". Segundo ele, alguns partidos fizeram, de "forma espontânea" um "manifesto" pelo parlamentar no cargo. Jovair acredita que cerca de 250 deputados apoiam a escolha por Moura, num total de 12 legendas. Seriam elas: PMDB, PTB, PRB, PP, PR, PSD, Solidariedade, PSC, PSL, PROS, PHS e PTdoB. "Não vetaríamos ninguém, mas temos essa preferência pelo jeito de Moura. Com a situação atual é preciso um cara bem jeitoso, com boa fluência, bom relacionamento, fácil acesso, e o André tem isso", disse Jovair. Moura é considerado pelos parlamentares como uma pessoa com "habilidade política".



  • Geddel Vieira Lima ministro mexe no cenário político local

    Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

    O ministro Geddel Vieira Lima, que passa a ocupar a Secretaria de Governo do presidente Michel Temer, volta à cena política baiana da qual, na verdade, nunca esteve ausente, mas agora como um personagem de maior importância para o Estado. Não só por ser ministro, mas pelo cargo que ocupa e que o leva, no dia-a-dia, a estar muito próximo de Temer, do qual é amigo de há longo tempo. Aliás, ele foi um dos três primeiros ministros escolhidos pelo presidente e, em consequência, sua força política na Bahia passará a ser grande. Ele próprio dissera, quando lhe perguntado, “que a Bahia jamais será esquecida por ele”, ou coisa semelhante. 

    Daí porque Vieira Lima passará a ser uma força, não somente em relação aos projetos do governador Rui Costa, que tem obras contratadas com o Governo Federal, dentre outras o metrô, em fase adiantada na Av. Paralela, hospitais, dentre outras. Enfim, Geddel Viera Lima passará a ficar em evidência até em razão dos seus projetos políticos futuros. Com a Prefeitura Municipal, que está em dificuldades para receber recursos federais - que chegam em forma de pinga-pinga- provavelmente não haverá dificuldade de relacionamento, até porque ACM Neto tem facilidades com o presidente Michel Temer e também relações com o novo ministro Secretário de Governo, que se ocupará, basicamente, da agenda política com os parlamentares - deputados e senadores.(Fonte:Bahia Notícia).

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  • Rui Costa presta solidariedade a Dilma e aponta que houve 'atentado à democracia'

    Foto: Pedro Moraes/GOVBA

    O governador Rui Costa se pronunciou na manhã desta quinta-feira (12) sobre a decisão do Senado de afastar a Dilma Rousseff. Ele manifestou solidariedade à petista e disse que houve um "atentado à democracia". Rui também voltou a afirmar que não houve crime de responsabilidade que justificasse o processo. "O que aconteceu hoje foi mais um atentado à democracia. Uma violência contra a escolha de milhões de brasileiros", destacou. Ele ainda disse que vai seguir defendendo "a democracia e os legítimos interesses da Bahia".



  • Supremo abre inquérito para investigar Aécio Neves

    Foto: Lula Marques/ Agência PT

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quarta-feira (11) a abertura de inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG),  requerida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. No site do STF, o acompanhamento processual do pedido, do qual Mendes é o relator, traz registrado um despacho do ministro. O texto diz ainda que foi determinado o desarquivamento de outra ação que citava o senador. O trecho do texto registrado no acompanhamento processual aponta que foi “determinada a remessa dos autos à Corregedoria-Geral de Polícia Federal para providenciar as inquirições e diligências requisitadas na representação, [com] prazo de noventa dias”. De acordo com manifestação de Janot enviada ao STF no pedido de abertura de inquérito contra Aécio, além das acusações contra o senador feitas pelo doleiro Alberto Yousseff em delação premiada, surgiram “fatos novos” a partir da delação do senador cassado Delcídio do Amaral, ex-líder do governo no Senado Federal. Quando o processo foi redistribuído na última terça (10) a pedido do ministro Teori Zavascki, a assessoria de imprensa de Aécio Neves disse que ele estava convicto de que as investigações comprovarão a falsidade das citações feitas e considerou natural e necessário que investigações sejam feitas.



  • ‘Eles podem ir para o céu, o Papa ou o diabo’, diz Gilmar Mendes sobre recurso do governo

    Foto: José Cruz/Agência Brasil

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ironizou o recurso do governo na Corte para tentar anular o processo de impeachment. A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com mandado de segurança nesta terça-feira (10) alegando que o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou a denúncia contra Dilma Rousseff por vingança, configurando um desvio de finalidade. "Ah, eles podem ir para o céu, o Papa ou o diabo!", disse Gilmar, segundo o jornal O Globo. Ele ainda comentou a atuação do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a votação do impeachment na Casa e voltou atrás menos de um dia depois. "É interessante, né (risos)? Hoje eu vi uma notícia dizendo que isso foi regado a muita pinga, vinho. Isso até explica um pouco, né? É, está muito engraçado isso. Muito estranho", criticou.



  • Rui Costa pode deixar o PT e teria PSD como destino

    Foto: Montagem/ Bahia Notícias

    Tentando manter certa distância do PT, acossado por denúncias investigadas pela Operação Lava Jato, o governador Rui Costa estaria avaliando, segundo informações de bastidores, deixar o partido e migrar para uma legenda com posicionamento mais ao centro. Nos últimos dias, ganhou força a tese de que Rui estaria mantendo conversas próximos com o senador Otto Alencar para uma eventual migração para o PSD, legenda presidida pelo ex-carlista. Apesar de defender a presidente Dilma Rousseff (PT) e tentar fazer coro com o argumento do golpe, o governador baiano evitou levantar a bandeira petista ferrenhamente como no processo eleitoral de 2014 – a onda vermelha que elegeu e reelegeu Jaques Wagner teve uma reedição naquele ano e, além de eleger Rui em primeiro turno, deu ampla margem à Dilma na disputa com Aécio Neves (PSDB) na Bahia. O tom mais incisivo em público favorável a presidente aconteceu pouco depois da admissibilidade do impeachment na Câmara dos Deputados com a presença de Dilma em inauguração de unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida em Salvador. Desde então, o discurso arrefeceu. Outro sinal do distanciamento foi o convite ao ex-petista Walter Pinheiro para comandar a Secretaria de Educação, anteriormente ocupada por um militante histórico do partido, Osvaldo Barreto. Apesar dos indícios, nem o próprio governador, nem interlocutores ligados a ele confirmam a análise de uma saída de Rui do PT – idem para a aproximação com o PSD. A questão é que, longe do Palácio do Planalto com o iminente impeachment de Dilma, ou Rui se aproxima de uma sigla mais próxima do PMDB e que, inclusive, pode continuar no comando do Ministério das Cidades, com Gilberto Kassab, ou governar em tempos de torneiras fechadas fica ainda mais complicado.(Fonte:Bahianoticia)



  • ‘Não é impossível tornar Wagner secretário de Rui’, afirma Josias, após especulações

    Foto: Reprodução / Agravo

    O secretário de Relações Institucionais da Bahia (Serin), Josias Gomes, afirmou que “não é impossível” que o ex-governador Jaques Wagner assuma uma pasta no governo do seu sucessor, Rui Costa. “Eu desconheço essas negociações, mas Wagner já deu provas da sua liderança. Ele é um homem que agrega, que faz bem em qualquer situação. Não é impossível ter ele no governo de Rui”, afirmou. 

    Ainda segundo Gomes, a decisão de abrigar Wagner em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff caberá ao governador e ao ainda ministro. “Eles dois [Wagner e Rui] são amigos da época do sindicato. A discussão sobre isso não aconteceu ainda, mas, se acontecer, tenho certeza que vai ter toda aceitação”, pontuou. Neste domingo (1º), o colunista de O Globo, Lauro Jardim, afirmou que Jaques Wagner assumiria uma pasta estadual para garantir foro privilegiado. Caso Wagner seja investigado pela Operação Lava Jato, o julgamento caberia ao Tribunal de Justiça da Bahia e não à Justiça Federal do Paraná, com o juiz Sergio Moro.(Fonte: Bahia Notícia)

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  • José de Abreu defende Dilma ao vivo na TV: “O Brasil é muito machista”

    Reprodução / Globo

    Um dos maiores defensores do governo petista, o ator José de Abreu esteve no “Domingão do Faustão” na noite deste domingo (14) e falou sobre impeachment. O artista mais uma vez reforçou sua opinião contrária ao impedimento de Dilma Rousseff (PT) e disparou contra os inimigos de Dilma, Michel Temer (PMDB) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vice-presidente da República e presidente da Câmara dos Deputados, respectivamente.

    “A corrupção começou a aparecer no Brasil porque pela primeira vez ela é combatida. Pela primeira vez os maiores empreiteiros do Brasil estão na cadeia. É isso que as pessoas precisam entender. Michel Temer pela quarta vez foi citado na quarta Lava Jato. Existem denúncias contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cunha é ladrão, ele não pode tirar a Dilma. Isso é absurdo. Estão pedindo 130 anos de prisão pra esse cara”, disse.

    Abreu ainda citou machismo contra Dilma como uma das justificativas para parte da população pedir a saída da presidente. Para o ator, a petista não fez lobby com políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estava acostumado a fazer.

    “A Dilma é mulher, o Brasil é muito machista, ainda tem essa questão também. Dilma não vai tomar whisky com político no final do dia, no famoso happy hour. Lula tinha saco pra essas coisas, ela não tem saco então não vai. Outra coisa. Aquela sessão do impeachment na Câmara… Dá pra Dilma conversar com aqueles deputados que apareceram naquele dia? Muitos falando que dedicaram o voto às mulheres, à família, às esposas, e depois mandavam mensagens pedindo desculpa às amantes”, falou.

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  • Senado elege nesta segunda-feira integrantes da comissão do impeachment

    Foto: Ana Volpe/Agência Senado

    O plenário do Senado vai eleger nesta segunda-feira (23) os 21 titulares e 21 suplentes que vão integrar a comissão especial para analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A votação está programada para acontecer às 14h. Na última semana, cada bloco partidário indicou os nomes para o colegiado (veja mais). Entre os parlamentares baianos, apenas Otto Alencar (PSD-BA) foi indicado. Ele entrou como suplente pelo Bloco Democracia Progressista, formado por PP e PSD. A instalação da comissão deve acontecer ainda hoje, dando início ao prazo de dez dias para o relator elaborar um parecer pela admissibilidade ou não do processo de impeachment. O relatório é votado primeiro no colegiado e deve chegar ao plenário entre os dias 11 e 15 de maio.



  • Dilma decide viajar para Nova York e Temer assumirá presidência interinamente

    Foto: Lula Marques / Agência PT

    A presidente Dilma Rousseff decidiu viajar para Nova York nesta quinta-feira (21) pela manhã para participar da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, na Organização das Nações Unidas (ONU). Ela vai ficar fora do país até domingo (24) e no período em que estiver ausente do país, o seu vice, Michel Temer, assume a presidência interinamente. Em entrevistas recentes, Dilma vem se referindo a Temer como traidor e golpista, por fazer parte da articulação da oposição do seu processo de impeachment. Nas últimas semanas, ela cancelou três viagens internacionais por conta da crise política. Ela deixou de ir para uma cúpula sobre segurança nuclear realizada em Washington no final de março. Nesta semana, a presidente não compareceu a Assembleia Geral da ONU Sobre Drogas na segunda-feira (18) e cancelou a participação na cerimônia de acendimento da tocha Olímpica, que acontece amanhã (21).Fonte:Bahianoticia.



  • Gestão Temer pode inverter lógica de repasses de recursos para prefeitura e governo

    Foto: Divulgação / Secom - BA

    Com o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) da Câmara para o Senado, as gestões dos Palácios de Ondina e Tomé de Souza já preveem uma mudança de cenário nos repasses dos recursos para as administrações. Governista, Rui Costa (PT) sofre de maneira mais branda os atrasos e cortes de recursos do governo federal e, desta forma, consegue tocar importantes obras no Estado. Já o prefeito da capital, ACM Neto (DEM), há muito se queixa da displicência do governo federal com os repasses de recursos. Um possível governo Temer (PMDB), segundo o chefe da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster, poderia fazer a Bahia “sofrer” um pouco mais. “Claro que já temos, desde o ano passado, um agravamento e problemas de recursos. Se o golpe passar, pode ser que a gente sofra, mas isso não pode nos impedir de dizer não ao golpe”, defendeu. Com a mudança de ventos, a nau que se fortalece é a do democrata. Para o chefe da Casa Civil municipal, Luiz Carrera, a aliança com o partido de Temer – o PMDB – poderia “possibilitar uma atenção maior”. “Claro que temos uma expectativa com o PMDB. A prefeitura tem uma aliança com o PMDB. Isso poderia possibilitar uma atenção maior ao que foi prometido e não foi cumprido pelo PT. Mas não estamos trabalhando isso agora”, garantiu, ao afirmar que, “por hora”, a prefeitura trabalha com recursos próprios.Fonte:Bahianoticia.



  • Impeachment: Geddel espera uma decisão rápida do Senado

    Foto: Tiago Melo/ Bahia Notícias

    Presidente estadual do PMDB e uma das figuras centrais para o rompimento do partido com o governo federal, Geddel Vieira Lima comentou o resultado da votação na Câmara dos Deputados, que encaminhou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) para o Senado. "O governo atual mostra uma inviabilidade completa. Mesmo com todos os instrumentos de gerações de recursos e nomeações, não conseguiu os 172 votos necessários para barrar o processo", disse Geddel ao Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18). O ex-ministro espera uma decisão rápida do Senado para "que o país não se aprofunde nessa crise" e acredita que não é hora de especular sobre um possível governo do vice-presidente Michel Temer. "É óbvio que ele tem ideias e compartilha conosco, mas vamos aguardar a decisão do Senado. Ainda não é hora de discutir isso", encerrou. Fonte:Bahianoticia.