BUSCA PELA CATEGORIA "POLÍTICA"

  • Renan Calheiros é reeleito presidente do Senado Federal

    Renan Calheiros durante discurso no plenário do Senado neste domingo (1º) (Foto: GloboNews)

    O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi reeleito neste domingo (1º), por 49 votos de 81, para mais dois anos à frente do cargo mais alto do Legislativo. Ele venceu o colega de partido Luiz Henrique (PMDB-SC), que se lançou na disputa sem apoio do PMDB.

    Renan presidirá a Casa em 2015 e 2016 juntamente com a nova Mesa Diretora, que será escolhida na próxima terça-feira (3). Luiz Henrique obteve 31 votos e houve um nulo.

    A votação, que é secreta, foi feita em cédulas de papel e depositadas em uma urna. A apuração dos votos foi feita em voz alta pelo líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE).

    Este será o quarto mandato de Renan Calheiros na presidência do Senado. O primeiro foi em fevereiro de 2005. Foi reconduzido em 2007, mas acabou renunciando ao cargo em meio a denúncias de que usou dinheiro de lobista para pagar pensão de uma filha fora do casamento. Reeleito senador, foi escolhido novamente para a presidência em 2013.

    Nos últimos dois anos em que esteve à frente do Senado, Renan teve confrontos com o Supremo Tribunal Federal (STF), ao qual acusou de interferir nos trabalhos do Legislativo, e ajudou o Palácio do Planalto a garantir a aprovação de projetos importantes, como a Lei dos Portos e a alteração da meta de superávit de 2014.



  • Eleito, Cunha diz que deputados reagiram a 'interferência' do governo

    Eleito em primeiro turno presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDBRJ), afirmou, em seu primeiro discurso no cargo, que a Casa “reagiu no voto a uma tentativa de interferência do governo” na eleição.

    Ele disse, porém, que não haverá “retaliações” e pregou “serenidade”. “Passada a disputa, a palavra agora é de serenidade. Não terá qualquer tipo de sequela”, afirmou.

    O peemedebista reforçou sua bandeira de campanha, de que garantirá “independência” ao Legislativo face ao Executivo.

    “A gente deixou muito claro que ia buscar altivez e independência do parlamento. Aqui é palco de exercer os grandes debates que a Casa precisa e vai fazer. Nunca em nenhum momento falamos que seríamos oposição. Não falamos também que seríamos submissos. Não há aqui da nossa parte nenhum jogo de retaliação”, afirmou.



  • Marquinhos Viana e todos os prefeitos do PV podem deixar partido

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Brigado com a nova direção estadual do PV, o deputado estadual Marquinhos Viana pode deixar a legenda junto com os sete prefeitos que o partido tem na Bahia e mais 12 membros. Em contato com o Bahia Notícias, o parlamentar disse que “não tem mais clima no partido”. “Ajudei o partido a crescer e não tem nenhum lugar do Brasil como Barra da Estiva, onde o partido tem tantos filiados”, afirmou, ao lembrar da cidade que o lançou à vida política. Segundo Viana, um documento com as insatisfações do grupo PV Democrático foi enviado à presidência nacional da agremiação e, caso não tenha as queixas atendidas, o grupo vai procurar "saídas legais". “O documento diz da insatisfação com o Luiz Penna (presidente nacional) e com Ivanilson (Gomes, residente estadual). Se não formos atendidos, vamos pedir desfiliação na justiça”, relatou Marquinhos. Na aba da indignação do verde, sobrou até para o secretário da Cidade Sustentável, André Fraga - fiel a Penna. De acordo com o deputado, a “Cidade Sustentável é para cabide de empregos e não faz nada que preste”. “Penna é ditador e tem medo de perder o controle do partido que recebe, todo ano, mais de R$ 2 milhões de fundo partidário”, acusou. Além de Viana, Célia Sacramento, vice-prefeita de Salvador, já deu sinais de que vai deixar a sigla em um futuro próximo. O destino de Célia, segundo ventila-se, é o Partido Ecológico Nacional (PEN).
     



  • Rompimento de Rui Costa com PDT mostra antecipação por 2016

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    O rompimento do governador Rui Costa (PT) com o PDT, anunciado ontem pela manhã, foi o auge da crise interna que levou o partido a uma disputa fratricida e à demissão da secretária de Agricultura, Fernanda Mendonça, apenas 20 dias depois da posse. Além de expor a queda de braço entre os dois principais líderes da legenda na Bahia - o presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, e o deputado federal Félix Mendonça Júnior, que comanda a sigla no estado -, o fim das relações de Rui com o PDT mostra claramente a disposição do petista em antecipar os movimentos no xadrez eleitoral de 2016.

    “Fomos ao presidente nacional, Carlos Lupi, explicitamos a ele a posição política do novo governo, de que era preciso escolher um lado. Nós somos abertamente adversários do prefeito de Salvador (ACM Neto, do DEM) e avisamos que não dá para estar com os dois ao mesmo tempo”, afirmou o secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, que comunicou a ruptura a Félix Júnior em um telefonema ontem pela manhã. “Eles queriam algo mais que a gente não pode dar”, disse Félix, ao se referir à imposição de Rui para que o PDT deixasse os cargos na prefeitura.

    Costura por fora
    Tanto Josias Gomes quanto Félix Júnior admitem que o corte nas relações entre Rui Costa atingirá somente o PDT em nível institucional e a ala ligada ao presidente da sigla no estado. Daí a demissão relâmpago de Fernanda Mendonça, prima de Félix, e a manutenção de Nestor Duarte, ligado a Marcelo Nilo, na Secretaria de Administração Prisional. Quase que imediatamente ao anúncio, os cinco deputados estaduais eleitos e reeleitos foram chamados para reafirmar aliança com Rui e escolher quem ocupará os cargos que eram da cota de Félix. Aposta-se alto que a pasta de Agricultura será controlada pelo deputado Paulo Câmara.

    Caso de polícia
    Ao mesmo tempo, a guerra entre Félix Júnior e Marcelo Nilo caminha para os tribunais, com direito a ação penal e boletim de ocorrência. Irmã de Félix, a ex-vereadora Andréa Mendonça, secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Renda de ACM Neto, contratou o renomado criminalista Gamil Föppel para processar Nilo com base na Lei Maria da Penha. Andréa o acusa de tê-la agredido com palavras de baixo calão durante a tumultuada reunião de anteontem na sede do partido, na Mouraria, quando o PDT decidiu manter-se ao lado de Neto em Salvador. O episódio foi confirmado à Satélite por três testemunhas presentes ao encontro.

    Moinho político
    Félix Júnior não esconde a decepção com a ofensiva deflagrada por Rui Costa, parte da operação petista contra a base de alianças de ACM Neto. “Agora, que já não precisam mais do apoio e do tempo de televisão do partido, de que tanto precisaram para a eleição do ano passado, fica fácil nos descartar. Mas vamos arrumar as coisas e ver como elas ficam. Como disse Carlos Lupi, após saber da decisão, é seguir em frente, tem muita água para correr debaixo da ponte”, afirmou. (Fonte: Correio24hora)

    CONTINUE LENDO


  • Racha no PV: dissidentes procuram saída jurídica para retirar Ivanilson da presidência

    Fotos: Divulgação e Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

    A volta de Ivanilson Gomes à presidência do PV na Bahia provocou um racha dentro da sigla que não deve ser resolvido nem com uma aproximação com o governador Rui Costa (PT). De acordo com o deputado estadual Marquinhos Viana, uma dissidência formada pelo ex-presidente Alan Lacerda, os sete prefeitos da sigla no estado e o próprio deputado, dentre outros, se reunirá nesta quarta-feira (14) para buscar uma saída jurídica que desfaça a nomeação de Ivanilson. “Tentamos contatar o deputado Marcell Moraes e a vice-prefeita de Salvador Célia Sacramento também. Célia ainda não se posicionou. A nomeação de Ivanilson foi de encontro ao estatuto do partido”, afirmou Viana. O parlamentar disse que o diretório nacional interferiu diretamente para Ivanilson voltasse ao posto máximo da sigla no estado, apenas porque ele é amigo pessoal de José Luiz de França Penna, presidente nacional do partido.



  • Projeto exige diploma superior para cargos no Executivo e Legislativo

    O deputado Irajá Abreu (Foto: Alexandra Martins/Agência Câmara)

    Tramita no Congresso uma emenda à Constituição que exige diploma de curso superior para presidente, vice, governadores, prefeitos e parlamentares. O autor é o deputado Irajá Abreu (PSD-TO), filho de Kátia Abreu, ministra da Agricultura. (FELIPE PATURY)



  • Sobe audiência de Aécio nas redes sociais

    Aécio Neves (Foto: AP Photo/Andre Penner)

    O PSDB avalia o sucesso do senador Aécio Neves (MG) nas redes sociais como um elemento que o consolida diariamente como líder da oposição. Desde o fim da eleição presidencial, a audiência do perfil de Aécio no Facebook saltou 66% e alcançou 4,5 milhões de seguidores. No mesmo período, a página da presidente Dilma Rousseff cresceu 53% e chegou a 2,3 milhões de seguidores. (Fonte: época)



  • Desautorizado pela presidente Dilma, Barbosa recua de mudança no mínimo

    Desautorizado pela presidente Dilma, Barbosa recua de mudança no mínimo

    Após um telefonema, ele divulgou uma nota esclarecendo que o critério de correção seguirá o que está em vigor

    Um dia depois de anunciar que o governo proporia uma nova regra de reajuste do salário mínimo, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, recuou. Ele foi desautorizado pela presidente Dilma Rousseff, que descansa na Base Naval de Aratu, na Bahia.
     

    Após um telefonema na manhã de sexta-feira, 2, ele divulgou uma nota esclarecendo que o critério de correção seguirá o que está em vigor. É um giro de 180 graus em relação ao que havia afirmado. “O cálculo do salário mínimo, nós vamos enviar ao Congresso em momento oportuno. A regra atual ainda vale para 2015. Vamos propor uma nova regra para 2016-2019 ao Congresso nos próximos meses”, disse.

    Ele ainda garantiu que, qualquer que fosse o novo critério, o piso seguiria tendo aumentos acima da inflação. Hoje, o mínimo é corrigido conforme a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, acrescida do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Essa política de valorização do salário mínimo vigorou até 2015, e foi com base nela que o piso deste ano foi fixado em R$ 788,00.

    Especialistas em contas públicas, porém, defendem que essa regra seja alterada para que as despesas obrigatórias do governo tenham um crescimento mais próximo do das receitas. O próprio Barbosa, que até o final do ano passado estava na Fundação Getulio Vargas, defendia uma regra diferente, que associaria o mínimo aos ganhos de produtividade da economia brasileira.

    Assim, uma mudança no critério de correção seria um ingrediente importante do ajuste fiscal que Barbosa e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, preparam para implantar este ano. Há, no entanto, compromissos políticos a observar.

    No dia 8 de dezembro, Dilma já havia garantido, durante reunião com dirigentes de centrais sindicais, que neste ano enviaria ao Congresso projeto de lei renovando a atual política de reajuste do salário mínimo, da forma como está. “Essa será uma briga de foice no escuro”, previu Dilma no encontro com os sindicalistas, ao avisar que enviará o novo projeto ao Congresso, no primeiro trimestre.

    A presidente prevê resistências à proposta. Os ganhos reais do salário mínimo foram, inclusive, ressaltados por Dilma em seu discurso de posse. “No novo mandato vamos criar, por meio de ação firme e sóbria na economia, um ambiente ainda mais favorável aos negócios, à atividade produtiva, ao investimento, à inovação, à competitividade e ao crescimento sustentável”, disse Dilma.

    “Tudo isso voltado para o que é mais importante e mais prioritário: a manutenção do emprego e a valorização, muito especialmente a valorização do salário mínimo, que continuaremos assegurando.”



  • Deputado Marquinho Viana fecha o ano prestigiando os eventos da região

    Foto: Divulgação

    O Deputado Marquinho Viana chega ao fim de 2014, ano de muitas vitórias alcançadas, prestigiando os seus amigos e aliados políticos, participando de mais uma cavalgada em Sussuarana, município de Tanhaçu, onde esteve com o presidente da Câmara, Tôe Brito, o vereador Chicão, além dos vereador do município de Anagé, Rogério e Laizinho do município de Caetanos e o grande forrozeiro, Netinho do Forró.
    No último domingo (28/12/14), o deputado Marquinho foi a Ituaçu, onde participou com seus amigos: Zé Fausto, Vailsom, Luquinhas e sua esposa, Nil e sua esposa, Ronaldão, João Vaz e Marcolino Moura do município de Rio de Contas, da tradicional cavalgada que reuniu também outros amigos do Deputado residentes no município de Ituaçu.



  • Dilma anuncia Jaques Wagner, Cid Gomes e mais 11 novos ministros

    Foto Altier Souza /www.destaquebahia. com.br

    Após intensas negociações com partidos da base aliada, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (23), por meio de nota oficial, os nomes de 13 novos integrantes do primeiro escalão do governo federal. Entre os ministros que atuarão no segundo mandato da petista estão os governadores da Bahia, Jaques Wagner (PT), do Ceará, Cid Gomes (PROS), e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD).

    Segundo o Palácio do Planalto, Jaques Wagner assumirá o Ministério da Defesa, Cid Gomes ficará no comando do Ministério da Educação e Kassab administrará a pasta das Cidades. O Palácio do Planalto também confirmou a permanência no primeiro escalão do ministro do Turismo, Vinicius Lages, indicado pelo PMDB. A presidente também definiu os nomes dos novos titulares de outros nove ministérios: Agricultura, Aviação Civil, Ciência e Tecnologia, Controladoria-Geral da União (CGU), Esportes, Igualdade Racial, Minas e Energia, Pesca e Portos. (veja no final desta reportagem a lista de ministros indicados nesta terça pela presidente). Com esse último anúncio, Dilma Rousseff já definiu os chefes de 17 pastas do seu segundo mandato. A expectativa em Brasília é que a presidente divulgue os nomes dos titulares dos 22 ministérios que ainda estão sem definição na próxima segunda-feira (29), dia em que ela retornará de um curto período de descanso com a família no litoral da Bahia. A presidente deve embarcar nesta quinta (25) com a filha, Paula, e o neto, Gabriel, para a Base Naval de Aratu, localizada na península São Tomé de Paripe, no subúrbio ferroviário de Salvador. Neste novo lote de ministros, Dilma contemplou o PMDB, seu principal sócio no governo. O partido comandado pelo vice-presidência da República, Michel Temer, teve sua reivindicação atendida pela chefe do Executivo e passará a comandar seis pastas a partir de 2015. No primeiro mandato, a legenda aliada esteve à frente de cinco ministérios. Os peemedebistas deixarão a gestão do Ministério da Previdência, porém, passarão a administrar as secretarias da Pesca e dos Portos, que também têm status de ministério. Além disso, o partido permanecerá à frente das pastas da Agricultura, das Minas e Energia, da Aviação Civil e do Turismo. Já estavam confirmados desde o final de novembro os futuros titulares da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central) e Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio). Mesmo sem terem sido empossados, os quatro futuros ministros da área econômica já vinham trabalhando no processo de transição. Segundo o comunicado do Palácio do Planalto, todos os novos ministros assumirão os cargos somente no dia 1º de janeiro, após a posse da presidente reeleita. Negociações Envolvida pessoalmente com os últimos ajustes para anunciar nesta terça-feira parte de seus futuros ministros, Dilma passou a maior parte do dia no Palácio do Planalto. Por volta das 13h, ela fez uma rápida pausa nas articulações da reforma ministerial para participar de um almoço de confraternização de fim de ano com ministros e congressistas da base governista no Palácio da Alvorada. Entre os convidados estavam os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça), Aldo Rebelo (Esportes) e Thomas Traumann (Comunicação Social), além do futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Também compareceram à confraternização natalina da Presidência os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), e do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). O almoço na residência oficial da Presidência durou cerca de 40 minutos. Tão logo acabou a celebração, a presidente retornou ao Planalto para mais uma série de conversas e reuniões que definiriam os futuros integrantes do governo federal. Minutos antes de anunciar os 13 novos ministros, a petista estava reunida, a portas fechadas, com Mercadante, e com o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, para o ajuste fino da reforma ministerial. Mapa dos partidos As indicações anunciadas por Dilma nesta terça-feira contemplam seis partidos que a apoiaram na campanha pela reeleição: PT, PMDB, PROS, PSD, PCdoB e PTB. No entanto, nesta última etapa da reforma ministerial, apenas PMDB e PTB ganharam espaço na Esplanada dos Ministérios. Além do partido do vice-presidente Michel Temer, que aumentará de cinco para seis o número de ministros, o PTB também assegurou um assento no primeiro escalão. O senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), administrará o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. No primeiro mandato de Dilma, o PTB não administrou nenhuma pasta. Mulheres na Esplanada Primeira mulher eleita para a Presidência da República, Dilma anunciou, em 2011, nove mulheres para seu primeiro escalão. Porém, ela fechou o primeiro mandato com sete mulheres na Esplanada dos Ministérios. Até o momento, dos 17 ministros anunciados para integrar a equipe ministerial a partir de 2015, apenas duas são mulheres: Kátia Abreu (Agricultura) e Nilma Lino Gomes (Igualdade Racial). Presidente da Câmara Cotado para assumir uma pasta na Esplanada dos Ministérios, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), divulgou nota oficial nesta terça na qual informou ter solicitado ao vice-presidente da República, Michel Temer, que seu nome não fosse incluído na reforma ministerial. Na última sexta-feira (19), reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" afirmou que o nome de Henrique Alves faz parte de uma lista de 28 políticos supostamente mencionados na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. No comunicado, o presidente da Câmara diz que antes de ter seu nome analisado para o primeiro escalão, quer esclarecer o que o antigo dirigente da estatal declarou ao Ministério Público Federal. Nesta terça, um dia após Dilma informar que consultaria o Ministério Público para verificar se políticos cotados para o primeiro escalão haviam mesmo sido citado pelo ex-diretor da Petrobras, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou repassar ao governo federal qualquer informação sobre políticos citados nas delações premiadas de investigados pela Operação Lava Jato. De acordo com o titular da Justiça, Janot informou que o conteúdo das delações premiadas está sob sigilo. Veja abaixo a lista completa de ministros anunciados nesta terça pela presidente: Agricultura: Kátia Abreu (PMDB-TO) Senadora de Tocantins, Kátia Abreu, 52 anos, é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Ela foi a primeira mulher a assumir a presidência da entidade. Em 1998, foi eleita pelo antigo PFL primeira suplente na Câmara dos Deputados. Assumiu a cadeira por dois anos, tendo comandado a bancada ruralista na Casa. A aproximação com a presidente Dilma ocorreu nos primeiros meses do primeiro governo da petista. Aviação Civil: Eliseu Padilha (PMDB-RS) O ex-deputado federal Eliseu Padilha é um dos políticos mais próximos ao vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer. Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso e tem histórico de confronto político com o PT no Rio Grande do Sul. Apesar de ter apoiado o PSDB nas campanhas presidenciais de 2002 e 2006, ele aderiu à base aliada da presidente Dilma Rousseff por orientação da cúpula do PMDB. Por conta do histórico de alinhamento ao PSDB, a indicação de seu nome enfrentou resistência no Planalto. Cidades: Gilberto Kassab (PSD-SP) O novo ministro Gilberto Kassab já foi opositor do governo do PT na época em que integrava o DEM. Kassab assumiu a prefeitura da cidade de São Paulo em 2006, quando José Serra deixou o cargo para disputar o governo paulista. Em 2008, foi eleito para mais um mandato. Em 2011, criou o PSD e se tornou um dos nomes mais influentes da política nacional. Ao deixar a legenda oposicionista, conseguiu enfraquecer a oposição – na época, o DEM perdeu 11 de seus então 46 deputados federais – e se aproximar do Palácio do Planalto. Atualmente, o PSD de Kassab tem 45 deputados federais, a quarta maior bancada da Câmara. Ciência e Tecnologia: Aldo Rebelo (PCdoB-SP) Ex-presidente da Câmara dos Deputados, o alagoano Aldo Rebelo, 55 anos, será deslocado para o Ministério de Ciência e Tecnologia a partir de 2015. Ele estava no comando do Ministério dos Esportes há quatro anos. No período em que esteve à frente da pasta, coordenou as obras públicas federais da Copa do Mundo e os preparativos para a Olimpíada de 2016, que será sediada no Rio. Entre 2004 e 2005, durante o governo Lula, Aldo chefiou a Secretaria de Relações Institucionais. Controladoria Geral da União (CGU): Valdir Simão (sem partido) Escolhido pela presidente Dilma Rousseff para substituir Jorge Hage no comando da CGU, Valdir Simão é auditor de carreira da Receita Federal, mas nos últimos anos ocupou posições estratégicas em ministérios, secretarias e na Previdência Social. Conhecido por ser um "gestor eficiente", ele ocupa hoje o cargo de secretário-executivo da Casa Civil. Defesa: Jaques Wagner (PT-BA) Governador da Bahia desde 2007, Jaques Wagner foi um dos principais coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à reeleição. Um dos fundadores do PT, o político foi ministro do Trabalho no governo do ex-presidente Lula. Em 2005, no momento mais delicado do governo do ex-presidente – quando se revelou o esquema do mensalão – assumiu a Secretaria de Relações Institucionais (SRI). É tido como um político “conciliador” pelo Planalto. Educação: Cid Gomes (PROS-CE) Filho de prefeito, irmão de um ex-ministro de Estado e de um deputado estadual, Cid Gomes é governador do Ceará desde 2007. Sobral, a cidade natal de Cid, inspirou programas nacionais de educação. O Programa de Alfabetização na Idade Certa, desenvolvida inicialmente em Sobral, foi a base para a criação do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa, do Governo Federal. O programa foi criado quando Cid era prefeito de Sobral e executada a partir de 2007. Esportes: George Hilton (PRB-MG) Líder do PRB na Câmara, o deputado federal George Hilton, 43 anos, está em seu terceiro mandato por Minas Gerais. Ele assumirá o Ministério do Esporte no lugar de Aldo Rebelo (PCdoB), que ficará com a pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação. Hilton foi indicado na cota do PRB, partido da base aliada do governo federal. Igualdade Racial: Nilma Lino Gomes (sem partido) Sem filiação partidária, a futura ministra é graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Educação pela UFMG, Nilma tem doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado, em Sociologia, pela Universidade de Coimbra (Portugal). Ela fará parte da cota pessoal de Dilma no primeiro escalão. Em 2013, Nilma se tornou a primeira mulher negra a assumir a direção de uma universidade federal, quando foi empossada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Minas e Energia: Eduardo Braga (PMDB-AM) Líder do governo no Senado, Eduardo Braga governou o Amazonas entre 2003 e 2010, ano em que renunciou para concorrer a uma vaga no Senado. Nas eleições deste ano, tentou eleger-se novamente ao governo do Amazonas, mas foi derrotado por José Melo (PROS). Como líder do governo, foi um dos articuladores políticos do novo Código Florestal no Congresso. Em sua trajetória política, também foi vereador, deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito e prefeito de Manaus. Pesca: Helder Barbalho (PMDB-PA) Indicado para a Secretaria da Pesca e Aquicultura na cota do PMDB, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Natural de Belém, Helder tem 35 anos. Até então, o cargo público mais alto que havia exercido era o de prefeito de Ananindeua, município do interior do Pará. Neste ano, ele disputou o governo paranaense, mas perdeu a eleição para Simão Jatene (PSDB). Portos: Edinho Araújo (PMDB-SP) Ex-prefeito de São José do Rio Preto (SP) e de Santa Fé do Sul (SP), Edinho Araújo foi filiado à Arena – partido que apoiou o regime militar – e ao PPS antes de ingressar no PMDB. Em 2014, ele se elegeou para seu quarto mandato na Câmara dos Deputados. No Legislativo, Araújo relatou o projeto de lei que criou a Comissão Nacional da Verdade. Turismo: Vinicius Lages (PMDB-AL) Antes de assumir o Ministério do Turismo, em março deste ano, Vinicius Lages, 57 anos, ocupava o cargo de gerente da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa). Neste ano, Lages coordenou o programa do Sebrae de apoio e preparação de empresas para a Copa do Mundo. O ministro do Turismo fez doutorado em Economia do Desenvolvimento na França. Ele também tem especialização em Economia de Serviços, Turismo e Desenvolvimento de Negócios.

    CONTINUE LENDO


  • veja os 7 nomes com maior chance de chegar a alto escalão do governo Rui

    Levantamento feito pela Satélite junto a líderes de partidos da base aliada aponta os sete nomes com maiores chances de ocupar o alto escalão do futuro governo de Rui Costa (PT). Quatro deles são petistas: Carlos Martins (Secretaria da Casa Civil), Jerônimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural) e os deputados federais Josias Gomes (Agricultura) e Nelson Pelegrino (Direitos Humanos e Desenvolvimento Social). Da cota pessoal de Rui, estão o jornalista André Curvello (Comunicação Social) e Manoel Vitório, que deve permanecer na pasta da Fazenda. Já Marcus Cavalcanti, ligado ao senador eleito Otto Alencar (PSD), deve continuar no comando da pasta de Infraestrutura. O governador eleito já escolheu o próximo secretário da Saúde e está prestes a definir quem vai chefiar a Segurança Pública e a Educação, mas mantém segredo sobre os três indicados.

    Negativas de Pedro Outro nome alvo de especulações, o presidente do Convention Bureau, Pedro Costa, enviou nota em que contesta sua indicação para a Secretaria Estadual de Turismo (Setur), conforme publicado ontem pela coluna. “A notícia não retrata a realidade. Nunca estive no Palácio (de Ondina) tratando qualquer assunto com o governador eleito da Bahia, Rui Costa. Nunca fui procurado, nem procurei ninguém”, assegurou. Calma na espera Fora da Bahia, permanece o suspense em relação ao futuro de Jaques Wagner (PT) no segundo governo Dilma Rousseff. Segundo um dos aliados mais próximos a Wagner, ele ainda não sabe qual seu assento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Segundo a fonte, apesar da expectativa, o governador tem demonstrado tranquilidade sobre o assunto. No sábado, ele volta a Salvador para reiniciar as conversas com Dilma. Bandeira branca Prestes a assumir oficialmente o cargo, Rui Costa garantiu a dois fiéis interlocutores que não tem o menor interesse em tensões com o prefeito ACM Neto (DEM). “Em uma conversa recente que tivemos a sós, Rui deixou claro que pretende manter uma relação de respeito e cordialidade com Neto, e disse estar totalmente aberto a trabalhar em conjunto com ele pelo bem de Salvador”, confidenciou um colaborador do staff do petista. “Rui deixou claro que Neto é adversário apenas no campo político e que isso não vai interferir no andamento de projetos para a cidade. Pode apostar que, depois da posse, o diálogo será iniciado”, assinalou outro integrante da equipe do governador eleito. Pé de guerra O clima pesou entre os caciques do PTN e o vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente do Legislativo municipal, com direito a acusações, disse me disse e trocas de farpas via imprensa. Os nervos andam tão à flor da pele que parlamentares recomendam abaixar a cabeça nas sessões para evitar bala perdida. Bala de festim Vereadores da base aliada ao prefeito evitam tomar partido publicamente, mas avaliam que as lideranças do PTN sofrerão desgaste desnecessário. Com pelo menos nove dos 11 votos da bancada de oposição, mais o apoio dos independentes, Paulo Câmara nem precisa dos governistas para se reeleger.
    CONTINUE LENDO


  • Vitória de Dilma cria expectativa nos brumadenses e unem antigos opositores

    Vereador Zé Ribeiro, Prefeito Aguiberto, Zé Luiz Ataíde e Fredinho. Foto: Divulgação

    Ver o Prefeito de Brumado Aguiberto Lima Dias (SDD), dividindo o mesmo espaço com Zé Ribeiro, Fredinho e José Luiz Ataíde (PT) em um ato comemorativo parece ser estranho, no entanto, cenas como estas também aconteceram em alguns momentos dessa eleição. Ao que parece (ao menos nas imagens), a vitória de Dilma reatou de vez um elo que estava partido, tirando de Cena a imagem de Eduardo Vasconcelos, braço direito na vitória do atual prefeito nas eleições de 2012.
     

    Ver Zé Ribeiro e Zé Luiz (PT) comemorando a vitória de Dilma ao lado do prefeito, é como se fosse possível enxergar também o Casal Pereira, com quem até poucos dias havia uma luta ferrenha nos tribunais, porém, o clima atual parece ser de reconciliação.

    Todos os candidatos apoiados por Aguiberto saíram vitoriosos, a vitória de Dilma veio a consagrar este feito, como também os candidatos apoiados pelo casal pereira, que com exceção do candidato a deputado estadual José Ribeiro, teve os demais candidatos apoiados vitoriosos.

    Uma expetativa muito grande começa a tomar conta dos corações dos brumadenses, que vê em tudo isso, a grande oportunidade de Brumado sair do “marasmo” em que se encontra. Com UTI ainda sem funcionar, violência com um índice avassalador, desemprego aumentando a cada dia, além de obras como: saneamento, pavimentação dentre outras que praticamente não existiram na atual administração.

    Com apoio e representação total na esfera municipal, estadual e federal, não há mais justificativa para que as coisas deixem de acontecer, portanto, cabe agora ao Executivo, mostrar que realmente, os candidatos os quais teve o seu apoio, tenham também compromisso com Brumado.
     



  • Aécio Neves vota em Belo Horizonte acompanhado da mulher

    Candidato posou para fotos e levou menos de 10 segundos para votar. Presidenciável criticou o que chamou de 'terrorismo' na eleição.

    O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, votou neste domingo (26) às 10h30 em escola do bairro de Lourdes, na região central de Belo Horizonte. O presidenciável compareceu ao local acompanhado da mulher, Letícia Weber.

    Aécio cumprimentou eleitores e mesários na sala de votação e posou para fotos fazendo um "45" com as mãos e sinalizando um "V", de "vitória". Ele levou menos de 10 segundos para votar.

    Durante a passagem de Aécio pelo local de votação, um vidro da janela da sala onde ele votou foi quebrado. Um cinegrafista teve a mão ferida. Na chegada do candidato a presidente, houve grande concentração de eleitores que gritavam pelo nome dele, e de jornalistas que acompanham a votação, causando certo tumulto.

    Em entrevista coletiva concedida em hotel após Aécio votar, o candidato voltou a criticar a campanha de Dilma Rousseff (PT), classificando de “terrorismo” as acusações feitas por adversários. “Eu, se vencer estas eleições, a primeira grande missão que terei é da unificação do país. E vamos fazer isso demonstrando que as acusações que nos faziam os partidários da candidata oficial nada mais eram que o terrorismo para se manterem no poder”, disse.

    Ele também reafirmou a promessa de manter programas sociais do governo de Dilma. "Nós vamos mostrar que os programas sociais vão ser mantidos e aprimorados.  Vamos cumprir cada um dos compromissos que assumimos com os brasileiros, do ponto de vista da formação de uma equipe de qualidade extraordinária, um comportamento ético irrepreensível. E vou governar para os que mais precisam, vou governar para os mais pobres", disse.

    Aécio comentou, ainda, a internação do doleiro Alberto Youssef, que está preso em Curitiba e foi levado para o hospital na tarde sábado  (25) após passar mal. “Espero que [Youssef] continue bem para dizer aos brasileiros, até o final, tudo que sabe em relação a esse vergonhoso esquema de corrupção, que, de forma continuada, atuou, quase que institucionalizada, dentro da Petrobras”, declarou.

    O presidenciável vota na Escola Estadual Governador Milton Campos, conhecida como Estadual Central. O colégio é o mesmo onde sua adversária, Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, estudo em sua juventude, quando morava na capital mineira. Aécio deve passar o domingo em Belo Horizonte, onde acompanhará a apuração dos votos.







  • Ao lado de Tarso Genro, Dilma Rousseff vota em Porto Alegre

    Dilma tomou chimarrão da cuia de mesário antes de votar em Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)

    Presidente chegou por volta das 8h43 à seção eleitoral na Zona Sul.
    A candidata à reeleição retorna a Brasília, onde acompanha a apuração.

    A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff(PT) , votou às 8h43 deste domingo (26) na Escola Estadual Santos Dumont, na Zona Sul de Porto Alegre. Acompanhada do governador do Rio Grande do Sul e também candidato à reeleição, Tarso Genro (PT), a presidente levou poucos segundos para registrar seus votos na urna.

    Dilma chegou sorridente à seção eleitoral, cumprimentou jornalistas, eleitores e mesários. A presidente também tirou fotos com admiradores. Antes de votar, ela tomou chimarrão oferecido por um dos mesários. Enquanto esperava o voto de Tarso, ainda tomou outro chimarrão antes de deixar a  escola.

    Em seguida, a presidente seguiu até a casa do ex-marido, Carlos Araújo, onde  encontrou o neto Gabriel. Dilma apareceu no quintal da residência para cumprimentar e tirar fotos com eleitores que gritavam o nome da candidata. Ela se aproximou do portão e agradeceu o apoio.

    "Vim até aqui para agradecer todos vocês", resumiu Dilma. "Olha, não vim aqui dar entrevista", respondeu ao G1, ao ser questionada sobre a expectativa da apuração dos votos.

     

    Mais cedo, antes de votar, Dilma tomou café da manhã com Tarso Genro e outros integrantes do partido no Hotel Plaza São Rafael, no Centro de Porto Alegre. No local, concedeu uma rápida entrevista e disse que a campanha eleitoral foi "cheia de mudanças". Ela também comentou o nível de acirramento do tom da disputa entre os candidatos e afirmou que houve momentos "lamentáveis".

     "Houve momentos em que o nível não foi muito alto. Teve momentos lamentáveis, com uso de formas de tratamento indevidas. Isso foi rejeitado pela população. Acho que teve oportunidades de se confrontar opiniões, fazer debates", disse.

    "Eu tenho certeza que o Brasil é e continuará sendo uma das maiores nações democráticas deste planeta. Acho que foi uma campanha extremamente diferente, cheia de momentos de mudança", afirmou.

    Dilma retornou para Brasília ainda na manhã do domingo. Ela ficará no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, até o final da apuração dos votos.

    CONTINUE LENDO


  • Maetinguenses prestigiaram visita de Dilma em Petrolina

    Fotos: A.Souza / Destaquebahia

    Na última terça-feira (22), maetinguenses prestigiaram a visita da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff que esteve acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os maetinguenses participaram do evento em Petrolina, onde a petista discursou para cerca de 50 mil pessoas. O ato foi organizado por movimentos sociais em parceria com (ASA) "Articulação do Semiárido Brasileiro". Em seguida, eles participarão de um ato público no centro do munícipio. No final da tarde foi realizada uma caminhada pelas ruas do centro da capital pernambucana.