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  • Deputado Marquinho Viana fecha o ano prestigiando os eventos da região

    Foto: Divulgação

    O Deputado Marquinho Viana chega ao fim de 2014, ano de muitas vitórias alcançadas, prestigiando os seus amigos e aliados políticos, participando de mais uma cavalgada em Sussuarana, município de Tanhaçu, onde esteve com o presidente da Câmara, Tôe Brito, o vereador Chicão, além dos vereador do município de Anagé, Rogério e Laizinho do município de Caetanos e o grande forrozeiro, Netinho do Forró.
    No último domingo (28/12/14), o deputado Marquinho foi a Ituaçu, onde participou com seus amigos: Zé Fausto, Vailsom, Luquinhas e sua esposa, Nil e sua esposa, Ronaldão, João Vaz e Marcolino Moura do município de Rio de Contas, da tradicional cavalgada que reuniu também outros amigos do Deputado residentes no município de Ituaçu.



  • Dilma anuncia Jaques Wagner, Cid Gomes e mais 11 novos ministros

    Foto Altier Souza /www.destaquebahia. com.br

    Após intensas negociações com partidos da base aliada, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (23), por meio de nota oficial, os nomes de 13 novos integrantes do primeiro escalão do governo federal. Entre os ministros que atuarão no segundo mandato da petista estão os governadores da Bahia, Jaques Wagner (PT), do Ceará, Cid Gomes (PROS), e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD).

    Segundo o Palácio do Planalto, Jaques Wagner assumirá o Ministério da Defesa, Cid Gomes ficará no comando do Ministério da Educação e Kassab administrará a pasta das Cidades. O Palácio do Planalto também confirmou a permanência no primeiro escalão do ministro do Turismo, Vinicius Lages, indicado pelo PMDB. A presidente também definiu os nomes dos novos titulares de outros nove ministérios: Agricultura, Aviação Civil, Ciência e Tecnologia, Controladoria-Geral da União (CGU), Esportes, Igualdade Racial, Minas e Energia, Pesca e Portos. (veja no final desta reportagem a lista de ministros indicados nesta terça pela presidente). Com esse último anúncio, Dilma Rousseff já definiu os chefes de 17 pastas do seu segundo mandato. A expectativa em Brasília é que a presidente divulgue os nomes dos titulares dos 22 ministérios que ainda estão sem definição na próxima segunda-feira (29), dia em que ela retornará de um curto período de descanso com a família no litoral da Bahia. A presidente deve embarcar nesta quinta (25) com a filha, Paula, e o neto, Gabriel, para a Base Naval de Aratu, localizada na península São Tomé de Paripe, no subúrbio ferroviário de Salvador. Neste novo lote de ministros, Dilma contemplou o PMDB, seu principal sócio no governo. O partido comandado pelo vice-presidência da República, Michel Temer, teve sua reivindicação atendida pela chefe do Executivo e passará a comandar seis pastas a partir de 2015. No primeiro mandato, a legenda aliada esteve à frente de cinco ministérios. Os peemedebistas deixarão a gestão do Ministério da Previdência, porém, passarão a administrar as secretarias da Pesca e dos Portos, que também têm status de ministério. Além disso, o partido permanecerá à frente das pastas da Agricultura, das Minas e Energia, da Aviação Civil e do Turismo. Já estavam confirmados desde o final de novembro os futuros titulares da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central) e Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio). Mesmo sem terem sido empossados, os quatro futuros ministros da área econômica já vinham trabalhando no processo de transição. Segundo o comunicado do Palácio do Planalto, todos os novos ministros assumirão os cargos somente no dia 1º de janeiro, após a posse da presidente reeleita. Negociações Envolvida pessoalmente com os últimos ajustes para anunciar nesta terça-feira parte de seus futuros ministros, Dilma passou a maior parte do dia no Palácio do Planalto. Por volta das 13h, ela fez uma rápida pausa nas articulações da reforma ministerial para participar de um almoço de confraternização de fim de ano com ministros e congressistas da base governista no Palácio da Alvorada. Entre os convidados estavam os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Justiça), Aldo Rebelo (Esportes) e Thomas Traumann (Comunicação Social), além do futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Também compareceram à confraternização natalina da Presidência os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), e do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). O almoço na residência oficial da Presidência durou cerca de 40 minutos. Tão logo acabou a celebração, a presidente retornou ao Planalto para mais uma série de conversas e reuniões que definiriam os futuros integrantes do governo federal. Minutos antes de anunciar os 13 novos ministros, a petista estava reunida, a portas fechadas, com Mercadante, e com o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, para o ajuste fino da reforma ministerial. Mapa dos partidos As indicações anunciadas por Dilma nesta terça-feira contemplam seis partidos que a apoiaram na campanha pela reeleição: PT, PMDB, PROS, PSD, PCdoB e PTB. No entanto, nesta última etapa da reforma ministerial, apenas PMDB e PTB ganharam espaço na Esplanada dos Ministérios. Além do partido do vice-presidente Michel Temer, que aumentará de cinco para seis o número de ministros, o PTB também assegurou um assento no primeiro escalão. O senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), administrará o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. No primeiro mandato de Dilma, o PTB não administrou nenhuma pasta. Mulheres na Esplanada Primeira mulher eleita para a Presidência da República, Dilma anunciou, em 2011, nove mulheres para seu primeiro escalão. Porém, ela fechou o primeiro mandato com sete mulheres na Esplanada dos Ministérios. Até o momento, dos 17 ministros anunciados para integrar a equipe ministerial a partir de 2015, apenas duas são mulheres: Kátia Abreu (Agricultura) e Nilma Lino Gomes (Igualdade Racial). Presidente da Câmara Cotado para assumir uma pasta na Esplanada dos Ministérios, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), divulgou nota oficial nesta terça na qual informou ter solicitado ao vice-presidente da República, Michel Temer, que seu nome não fosse incluído na reforma ministerial. Na última sexta-feira (19), reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" afirmou que o nome de Henrique Alves faz parte de uma lista de 28 políticos supostamente mencionados na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. No comunicado, o presidente da Câmara diz que antes de ter seu nome analisado para o primeiro escalão, quer esclarecer o que o antigo dirigente da estatal declarou ao Ministério Público Federal. Nesta terça, um dia após Dilma informar que consultaria o Ministério Público para verificar se políticos cotados para o primeiro escalão haviam mesmo sido citado pelo ex-diretor da Petrobras, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, negou repassar ao governo federal qualquer informação sobre políticos citados nas delações premiadas de investigados pela Operação Lava Jato. De acordo com o titular da Justiça, Janot informou que o conteúdo das delações premiadas está sob sigilo. Veja abaixo a lista completa de ministros anunciados nesta terça pela presidente: Agricultura: Kátia Abreu (PMDB-TO) Senadora de Tocantins, Kátia Abreu, 52 anos, é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Ela foi a primeira mulher a assumir a presidência da entidade. Em 1998, foi eleita pelo antigo PFL primeira suplente na Câmara dos Deputados. Assumiu a cadeira por dois anos, tendo comandado a bancada ruralista na Casa. A aproximação com a presidente Dilma ocorreu nos primeiros meses do primeiro governo da petista. Aviação Civil: Eliseu Padilha (PMDB-RS) O ex-deputado federal Eliseu Padilha é um dos políticos mais próximos ao vice-presidente da República e presidente do PMDB, Michel Temer. Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso e tem histórico de confronto político com o PT no Rio Grande do Sul. Apesar de ter apoiado o PSDB nas campanhas presidenciais de 2002 e 2006, ele aderiu à base aliada da presidente Dilma Rousseff por orientação da cúpula do PMDB. Por conta do histórico de alinhamento ao PSDB, a indicação de seu nome enfrentou resistência no Planalto. Cidades: Gilberto Kassab (PSD-SP) O novo ministro Gilberto Kassab já foi opositor do governo do PT na época em que integrava o DEM. Kassab assumiu a prefeitura da cidade de São Paulo em 2006, quando José Serra deixou o cargo para disputar o governo paulista. Em 2008, foi eleito para mais um mandato. Em 2011, criou o PSD e se tornou um dos nomes mais influentes da política nacional. Ao deixar a legenda oposicionista, conseguiu enfraquecer a oposição – na época, o DEM perdeu 11 de seus então 46 deputados federais – e se aproximar do Palácio do Planalto. Atualmente, o PSD de Kassab tem 45 deputados federais, a quarta maior bancada da Câmara. Ciência e Tecnologia: Aldo Rebelo (PCdoB-SP) Ex-presidente da Câmara dos Deputados, o alagoano Aldo Rebelo, 55 anos, será deslocado para o Ministério de Ciência e Tecnologia a partir de 2015. Ele estava no comando do Ministério dos Esportes há quatro anos. No período em que esteve à frente da pasta, coordenou as obras públicas federais da Copa do Mundo e os preparativos para a Olimpíada de 2016, que será sediada no Rio. Entre 2004 e 2005, durante o governo Lula, Aldo chefiou a Secretaria de Relações Institucionais. Controladoria Geral da União (CGU): Valdir Simão (sem partido) Escolhido pela presidente Dilma Rousseff para substituir Jorge Hage no comando da CGU, Valdir Simão é auditor de carreira da Receita Federal, mas nos últimos anos ocupou posições estratégicas em ministérios, secretarias e na Previdência Social. Conhecido por ser um "gestor eficiente", ele ocupa hoje o cargo de secretário-executivo da Casa Civil. Defesa: Jaques Wagner (PT-BA) Governador da Bahia desde 2007, Jaques Wagner foi um dos principais coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à reeleição. Um dos fundadores do PT, o político foi ministro do Trabalho no governo do ex-presidente Lula. Em 2005, no momento mais delicado do governo do ex-presidente – quando se revelou o esquema do mensalão – assumiu a Secretaria de Relações Institucionais (SRI). É tido como um político “conciliador” pelo Planalto. Educação: Cid Gomes (PROS-CE) Filho de prefeito, irmão de um ex-ministro de Estado e de um deputado estadual, Cid Gomes é governador do Ceará desde 2007. Sobral, a cidade natal de Cid, inspirou programas nacionais de educação. O Programa de Alfabetização na Idade Certa, desenvolvida inicialmente em Sobral, foi a base para a criação do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa, do Governo Federal. O programa foi criado quando Cid era prefeito de Sobral e executada a partir de 2007. Esportes: George Hilton (PRB-MG) Líder do PRB na Câmara, o deputado federal George Hilton, 43 anos, está em seu terceiro mandato por Minas Gerais. Ele assumirá o Ministério do Esporte no lugar de Aldo Rebelo (PCdoB), que ficará com a pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação. Hilton foi indicado na cota do PRB, partido da base aliada do governo federal. Igualdade Racial: Nilma Lino Gomes (sem partido) Sem filiação partidária, a futura ministra é graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Educação pela UFMG, Nilma tem doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado, em Sociologia, pela Universidade de Coimbra (Portugal). Ela fará parte da cota pessoal de Dilma no primeiro escalão. Em 2013, Nilma se tornou a primeira mulher negra a assumir a direção de uma universidade federal, quando foi empossada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Minas e Energia: Eduardo Braga (PMDB-AM) Líder do governo no Senado, Eduardo Braga governou o Amazonas entre 2003 e 2010, ano em que renunciou para concorrer a uma vaga no Senado. Nas eleições deste ano, tentou eleger-se novamente ao governo do Amazonas, mas foi derrotado por José Melo (PROS). Como líder do governo, foi um dos articuladores políticos do novo Código Florestal no Congresso. Em sua trajetória política, também foi vereador, deputado estadual, deputado federal, vice-prefeito e prefeito de Manaus. Pesca: Helder Barbalho (PMDB-PA) Indicado para a Secretaria da Pesca e Aquicultura na cota do PMDB, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Natural de Belém, Helder tem 35 anos. Até então, o cargo público mais alto que havia exercido era o de prefeito de Ananindeua, município do interior do Pará. Neste ano, ele disputou o governo paranaense, mas perdeu a eleição para Simão Jatene (PSDB). Portos: Edinho Araújo (PMDB-SP) Ex-prefeito de São José do Rio Preto (SP) e de Santa Fé do Sul (SP), Edinho Araújo foi filiado à Arena – partido que apoiou o regime militar – e ao PPS antes de ingressar no PMDB. Em 2014, ele se elegeou para seu quarto mandato na Câmara dos Deputados. No Legislativo, Araújo relatou o projeto de lei que criou a Comissão Nacional da Verdade. Turismo: Vinicius Lages (PMDB-AL) Antes de assumir o Ministério do Turismo, em março deste ano, Vinicius Lages, 57 anos, ocupava o cargo de gerente da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa). Neste ano, Lages coordenou o programa do Sebrae de apoio e preparação de empresas para a Copa do Mundo. O ministro do Turismo fez doutorado em Economia do Desenvolvimento na França. Ele também tem especialização em Economia de Serviços, Turismo e Desenvolvimento de Negócios.

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  • veja os 7 nomes com maior chance de chegar a alto escalão do governo Rui

    Levantamento feito pela Satélite junto a líderes de partidos da base aliada aponta os sete nomes com maiores chances de ocupar o alto escalão do futuro governo de Rui Costa (PT). Quatro deles são petistas: Carlos Martins (Secretaria da Casa Civil), Jerônimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural) e os deputados federais Josias Gomes (Agricultura) e Nelson Pelegrino (Direitos Humanos e Desenvolvimento Social). Da cota pessoal de Rui, estão o jornalista André Curvello (Comunicação Social) e Manoel Vitório, que deve permanecer na pasta da Fazenda. Já Marcus Cavalcanti, ligado ao senador eleito Otto Alencar (PSD), deve continuar no comando da pasta de Infraestrutura. O governador eleito já escolheu o próximo secretário da Saúde e está prestes a definir quem vai chefiar a Segurança Pública e a Educação, mas mantém segredo sobre os três indicados.

    Negativas de Pedro Outro nome alvo de especulações, o presidente do Convention Bureau, Pedro Costa, enviou nota em que contesta sua indicação para a Secretaria Estadual de Turismo (Setur), conforme publicado ontem pela coluna. “A notícia não retrata a realidade. Nunca estive no Palácio (de Ondina) tratando qualquer assunto com o governador eleito da Bahia, Rui Costa. Nunca fui procurado, nem procurei ninguém”, assegurou. Calma na espera Fora da Bahia, permanece o suspense em relação ao futuro de Jaques Wagner (PT) no segundo governo Dilma Rousseff. Segundo um dos aliados mais próximos a Wagner, ele ainda não sabe qual seu assento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Segundo a fonte, apesar da expectativa, o governador tem demonstrado tranquilidade sobre o assunto. No sábado, ele volta a Salvador para reiniciar as conversas com Dilma. Bandeira branca Prestes a assumir oficialmente o cargo, Rui Costa garantiu a dois fiéis interlocutores que não tem o menor interesse em tensões com o prefeito ACM Neto (DEM). “Em uma conversa recente que tivemos a sós, Rui deixou claro que pretende manter uma relação de respeito e cordialidade com Neto, e disse estar totalmente aberto a trabalhar em conjunto com ele pelo bem de Salvador”, confidenciou um colaborador do staff do petista. “Rui deixou claro que Neto é adversário apenas no campo político e que isso não vai interferir no andamento de projetos para a cidade. Pode apostar que, depois da posse, o diálogo será iniciado”, assinalou outro integrante da equipe do governador eleito. Pé de guerra O clima pesou entre os caciques do PTN e o vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente do Legislativo municipal, com direito a acusações, disse me disse e trocas de farpas via imprensa. Os nervos andam tão à flor da pele que parlamentares recomendam abaixar a cabeça nas sessões para evitar bala perdida. Bala de festim Vereadores da base aliada ao prefeito evitam tomar partido publicamente, mas avaliam que as lideranças do PTN sofrerão desgaste desnecessário. Com pelo menos nove dos 11 votos da bancada de oposição, mais o apoio dos independentes, Paulo Câmara nem precisa dos governistas para se reeleger.
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  • Vitória de Dilma cria expectativa nos brumadenses e unem antigos opositores

    Vereador Zé Ribeiro, Prefeito Aguiberto, Zé Luiz Ataíde e Fredinho. Foto: Divulgação

    Ver o Prefeito de Brumado Aguiberto Lima Dias (SDD), dividindo o mesmo espaço com Zé Ribeiro, Fredinho e José Luiz Ataíde (PT) em um ato comemorativo parece ser estranho, no entanto, cenas como estas também aconteceram em alguns momentos dessa eleição. Ao que parece (ao menos nas imagens), a vitória de Dilma reatou de vez um elo que estava partido, tirando de Cena a imagem de Eduardo Vasconcelos, braço direito na vitória do atual prefeito nas eleições de 2012.
     

    Ver Zé Ribeiro e Zé Luiz (PT) comemorando a vitória de Dilma ao lado do prefeito, é como se fosse possível enxergar também o Casal Pereira, com quem até poucos dias havia uma luta ferrenha nos tribunais, porém, o clima atual parece ser de reconciliação.

    Todos os candidatos apoiados por Aguiberto saíram vitoriosos, a vitória de Dilma veio a consagrar este feito, como também os candidatos apoiados pelo casal pereira, que com exceção do candidato a deputado estadual José Ribeiro, teve os demais candidatos apoiados vitoriosos.

    Uma expetativa muito grande começa a tomar conta dos corações dos brumadenses, que vê em tudo isso, a grande oportunidade de Brumado sair do “marasmo” em que se encontra. Com UTI ainda sem funcionar, violência com um índice avassalador, desemprego aumentando a cada dia, além de obras como: saneamento, pavimentação dentre outras que praticamente não existiram na atual administração.

    Com apoio e representação total na esfera municipal, estadual e federal, não há mais justificativa para que as coisas deixem de acontecer, portanto, cabe agora ao Executivo, mostrar que realmente, os candidatos os quais teve o seu apoio, tenham também compromisso com Brumado.
     



  • Aécio Neves vota em Belo Horizonte acompanhado da mulher

    Candidato posou para fotos e levou menos de 10 segundos para votar. Presidenciável criticou o que chamou de 'terrorismo' na eleição.

    O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, votou neste domingo (26) às 10h30 em escola do bairro de Lourdes, na região central de Belo Horizonte. O presidenciável compareceu ao local acompanhado da mulher, Letícia Weber.

    Aécio cumprimentou eleitores e mesários na sala de votação e posou para fotos fazendo um "45" com as mãos e sinalizando um "V", de "vitória". Ele levou menos de 10 segundos para votar.

    Durante a passagem de Aécio pelo local de votação, um vidro da janela da sala onde ele votou foi quebrado. Um cinegrafista teve a mão ferida. Na chegada do candidato a presidente, houve grande concentração de eleitores que gritavam pelo nome dele, e de jornalistas que acompanham a votação, causando certo tumulto.

    Em entrevista coletiva concedida em hotel após Aécio votar, o candidato voltou a criticar a campanha de Dilma Rousseff (PT), classificando de “terrorismo” as acusações feitas por adversários. “Eu, se vencer estas eleições, a primeira grande missão que terei é da unificação do país. E vamos fazer isso demonstrando que as acusações que nos faziam os partidários da candidata oficial nada mais eram que o terrorismo para se manterem no poder”, disse.

    Ele também reafirmou a promessa de manter programas sociais do governo de Dilma. "Nós vamos mostrar que os programas sociais vão ser mantidos e aprimorados.  Vamos cumprir cada um dos compromissos que assumimos com os brasileiros, do ponto de vista da formação de uma equipe de qualidade extraordinária, um comportamento ético irrepreensível. E vou governar para os que mais precisam, vou governar para os mais pobres", disse.

    Aécio comentou, ainda, a internação do doleiro Alberto Youssef, que está preso em Curitiba e foi levado para o hospital na tarde sábado  (25) após passar mal. “Espero que [Youssef] continue bem para dizer aos brasileiros, até o final, tudo que sabe em relação a esse vergonhoso esquema de corrupção, que, de forma continuada, atuou, quase que institucionalizada, dentro da Petrobras”, declarou.

    O presidenciável vota na Escola Estadual Governador Milton Campos, conhecida como Estadual Central. O colégio é o mesmo onde sua adversária, Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, estudo em sua juventude, quando morava na capital mineira. Aécio deve passar o domingo em Belo Horizonte, onde acompanhará a apuração dos votos.







  • Ao lado de Tarso Genro, Dilma Rousseff vota em Porto Alegre

    Dilma tomou chimarrão da cuia de mesário antes de votar em Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)

    Presidente chegou por volta das 8h43 à seção eleitoral na Zona Sul.
    A candidata à reeleição retorna a Brasília, onde acompanha a apuração.

    A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff(PT) , votou às 8h43 deste domingo (26) na Escola Estadual Santos Dumont, na Zona Sul de Porto Alegre. Acompanhada do governador do Rio Grande do Sul e também candidato à reeleição, Tarso Genro (PT), a presidente levou poucos segundos para registrar seus votos na urna.

    Dilma chegou sorridente à seção eleitoral, cumprimentou jornalistas, eleitores e mesários. A presidente também tirou fotos com admiradores. Antes de votar, ela tomou chimarrão oferecido por um dos mesários. Enquanto esperava o voto de Tarso, ainda tomou outro chimarrão antes de deixar a  escola.

    Em seguida, a presidente seguiu até a casa do ex-marido, Carlos Araújo, onde  encontrou o neto Gabriel. Dilma apareceu no quintal da residência para cumprimentar e tirar fotos com eleitores que gritavam o nome da candidata. Ela se aproximou do portão e agradeceu o apoio.

    "Vim até aqui para agradecer todos vocês", resumiu Dilma. "Olha, não vim aqui dar entrevista", respondeu ao G1, ao ser questionada sobre a expectativa da apuração dos votos.

     

    Mais cedo, antes de votar, Dilma tomou café da manhã com Tarso Genro e outros integrantes do partido no Hotel Plaza São Rafael, no Centro de Porto Alegre. No local, concedeu uma rápida entrevista e disse que a campanha eleitoral foi "cheia de mudanças". Ela também comentou o nível de acirramento do tom da disputa entre os candidatos e afirmou que houve momentos "lamentáveis".

     "Houve momentos em que o nível não foi muito alto. Teve momentos lamentáveis, com uso de formas de tratamento indevidas. Isso foi rejeitado pela população. Acho que teve oportunidades de se confrontar opiniões, fazer debates", disse.

    "Eu tenho certeza que o Brasil é e continuará sendo uma das maiores nações democráticas deste planeta. Acho que foi uma campanha extremamente diferente, cheia de momentos de mudança", afirmou.

    Dilma retornou para Brasília ainda na manhã do domingo. Ela ficará no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, até o final da apuração dos votos.

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  • Maetinguenses prestigiaram visita de Dilma em Petrolina

    Fotos: A.Souza / Destaquebahia

    Na última terça-feira (22), maetinguenses prestigiaram a visita da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff que esteve acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os maetinguenses participaram do evento em Petrolina, onde a petista discursou para cerca de 50 mil pessoas. O ato foi organizado por movimentos sociais em parceria com (ASA) "Articulação do Semiárido Brasileiro". Em seguida, eles participarão de um ato público no centro do munícipio. No final da tarde foi realizada uma caminhada pelas ruas do centro da capital pernambucana.

     



  • Aécio e Marina aparecem juntos pela primeira vez após anúncio de apoio

    Aécio Neves e Marina Silva apareceram pela primeira juntos em São Paulo (Foto: Nelson Almeida/AFP)

    A candidata terceiro lugar no primeiro turno das eleições, Marina Silva (PSB), apareceu ao lado de Aécio Neves (PSDB) pela primeira vez após anunciar apoio à candidatura tucana. Os dois tiveram uma conversa em São Paulo e devem atender à imprensa para uma entrevista coletiva. Marina foi à reunião sem o tradicional coque no cabelo, que marcou o visual da candidata durante a campanha.

    "Estive gripada esses dias e vocês sabem que uma pessoa gripada não pode prender o cabelo molhado, e por isso fiz assim", disse Marina. "Está muito bonita", sentenciou Aécio.

    Conforme informou nesta quinta (16) o porta-voz da Rede Sustentabilidade, grupo político de Marina Silva, Walter Feldman, o encontro desta sexta servirá para que a ex-senadora e Aécio possam tratar de vários assuntos que julgam necessários para o segundo turno.

    Estiveram no encontro desta sexta o candidato a vice-presidente na chapa de Aécio, Aloysio Nunes, Beto Albuquerque, que disputou o primeiro turno como vice na chapa de Marina, e Walter Feldman, porta-voz da Rede Sustentabilidade, grupo político da ex-senadora.

    A expectativa do encontro desta sexta é que sejam gravadas imagens para a propaganda eleitoral, discutir ações que serão adotadas na reta final da campanha e decidir sobre se a ex-ministra subirá em palanques ao lado do tucano nos últimos dias da corrida eleitoral.

    Apoio de Marina
    Após se reunir com Marina Silva, Aécio concedeu entrevista a jornalistas e agradeceu o apoio do PSB, da Rede Sustentabilidade e de outras forças políticas e sociais. Ao falar sobre o significado da presença da ex-senadora em sua campanha, o tucano voltou a afirmar que há um movimento em  favor de um país democrático, socialmente justo e preocupado com a sustentabilidade.
     

    O candidato do PSDB disse também que sua aliança com Marina é baseada em três aspectos centrais, que são “o respeito à democracia, consolidação e institucionalização das políticas sociais e desenvolvimento sustentável”.

    "Este é um momento histórico da vida nacional. Estamos construindo uma aliança em favor do Brasil, da transformação real da vida daqueles que menos têm. Todo esse esforço foi coroado pelo gesto de generosidade de uma mulher que o Brasil respeita e admira. Marina não apoia um candidato, ela apoia um projeto de Brasil, dela e de todos os brasileiros. Agradeço esse gesto de patriotismo em me ajudar, não só a vencer as eleições, mas de me ajudar a construir um projeto que faça valer a pena vencer as eleições", disse o presidenciável.

    Questionado sobre se Marina vai subir em palanques ao seu lado na reta final da campanha presidencial, Aécio disse que o assunto não foi discutido no encontro desta sexta. Na avaliação do candidato, a forma como a ex-senadora participou nos últimos dias "é a mais correta".

    A jornalistas, Aécio afirmou que caberá a Marina Silva decidir sobre como será a participação dela na campanha tucana. Indagado sobre se Marina fará parte de seu eventual governo, caso seja eleito, o presidenciável afirmou não estar pensando no assunto.

    "Ela já dá uma contribuição muito expressiva. [...] A presença da Marina aqui traz um simbolismo muito muito grande. Eu vejo, através do abraço e do beijo carinhoso que recebi da Marina, o abraço e o beijo carinhoso de milhões de brasileiros que querem mudar esse país", disse.

    Debates
    Aécio comentou também sobre os recentes debates com Dilma Rousseff na televisão. O candidato disse que lamenta o tom que tem sido usado nos programas. Para ele, a eleição não pode ser "uma guerra", um "vale-tudo".

    "Lamento profundamente o tom nos debates. Eu propus um debate em torno de temas, de segurança pública, de educação, mas a estratégia dela e de seu marqueteiro não foi essa. O desespero dos nossos adversário está fazendo com que eles percam a sensatez. A política não é uma guerra, não pode ser esse vale-tudo no caminho de querer destruir reputações para ganhar eleição.", afirmou.

    "Convoco a candidata Dilma Rousseff para que possamos fazer, nos próximos debates, nos programas, uma campanha de alto nível. Ninguém destrói alguém e vence, como disse aqui a Marina. É preciso vencer as eleições vencendo. E é isso que eu pretendo fazer", concluiu.

    Aécio e Lula
    Após o encontro com Aécio nesta sexta, Marina fez pronunciamento à imprensa no qual comparou Aécio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em razão de em 2002 o então candidato à Presidência pelo PT ter defendido alterância de poder, assim como faz o tucano nas eleições deste ano.

    "Há 12 anos, o candidato Lula disse que queria alternância de poder, que queria mudança e daria garantia da manutenção do real e, 12 anos depois, você [Aécio] faz o mesmo gesto, diz que vai recuperar o que se perdeu com esse governo, que é a estabilidade econômica, que vai institucionalizar em lei as políticas como o Bolsa Família. Isso é um passo significativo", disse.

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  • Candidatos centram fogo na Bahia e em mais quatro estados atrás dos votos de Marina

    Batalha pelas eleições busca a conquista de 13 milhões de votos. Apesar de o alvo ser comum, as estratégias variam

    Na reta final da campanha, os comandos da campanha de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) concentram esforços em cinco estados - Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo - onde Marina Silva teve praticamente 61% de seus votos.

    Dos 22 milhões 176 mil votos obtidos pela candidata do PSB no primeiro turno, 13 milhões 506 mil vieram dessas cinco unidades da federação - 60,91% do eleitorado marineiro, objeto de cobiça de Dilma e Aécio no segundo turno.

    Apesar de o alvo - eleitores de Marina - ser comum, as estratégias variam pois, nesse grupo prioritário, há dois estados em que houve vitórias folgadas - Dilma na Bahia e Aécio em São Paulo; dois onde houve equilíbrio, Minas e Rio, onde Dilma liderou por diferença de menos de 10 pontos percentuais; e o caso de Pernambuco, onde Marina foi a primeira colocada.

    “O voto em Marina foi um voto pela mudança. Da mesma forma que a candidata, seus eleitores vão entender assim”, disse o senador José Agripino Maia (DEM-RN), coordenador da campanha de Aécio, a jornalistas após o anúncio do apoio de Marina ao tucano.

    Na campanha de Dilma, a estratégia é atrair os votos dos marineiros que rejeitam o que chamam de “velha política” e que estaria, na visão petista, mais associada ao PSDB.

    Bahia e São Paulo

    Na batalha pelos marineiros, a estratégia é semelhante na Bahia e em São Paulo - apenas com sinais trocados porque, nos dois estados, os favoritos vão reforçar seus discursos para atrair os eleitores de Marina. Em São Paulo, Aécio teve mais de 4 milhões de votos de vantagem sobre Dilma e pretende aumentar a vantagem com o eleitorado de Marina.
     

    “Há um sentimento antipetista que, naturalmente, favorecerá Aécio”, comentou o ex-governador Alberto Goldman, um dos coordenadores da campanha tucana em São Paulo. O PT aposta no carisma do presidente Lula para tentar atrair os marineiros.

    Na Bahia, Dilma teve 3 milhões de votos a mais do que o candidato do PSDB.

    A campanha petista pretende ampliar essa vantagem enquanto Aécio prepara uma ofensiva em todo o Nordeste que inclui desde locutores e apresentadores da região nos programas no rádio e na TV a propostas específicas, a participação de aliados nos estados.

    Pernambuco

    Nessa estratégia, foi comemorado pelos tucanos o apoio da família do ex-governador Eduardo Campos. Pernambuco foi um dos dois estados - o outro foi o Acre - em que Marina foi a mais votada: teve 2,3 milhões de votos, apenas 175 mil a mais que Dilma.

    E foi onde Aécio teve a menor votação proporcional: 5,9% dos votos, apenas 287 mil. “Tenho certeza de que a maioria que votou em mim e Marina estará agora com Aécio”, afirmou o governador eleito Paulo Câmara (PSB), após o ato que marcou a adesão da família ao tucano.

    O PT, que venceu com folga no resto do Nordeste, pretende retomar a campanha focando nas políticas sociais do governo.

    Ontem, o ministro Gilberto Carvalho esteve em Recife e reiterou a importância de uma vitória no Nordeste e “em particular, em Pernambuco” e informou que no próximo dia 21 o ex-presidente Lula e a presidente Dilma estarão em Pernambuco - no sertão e na capital, Recife.

    Rio e Minas

    Se para o PT ganhar em Pernambuco, terra de Lula, é questão de honra, o mesmo vale para o PSDB em Minas, onde Aécio, duas vezes governador, ficou 400 mil votos atrás de Dilma.

    “Temos que reverter o resultado, até porque agora temos mais lideranças no apoio a Aécio e vamos puxar para a questão da mineiridade”, afirmou Júlio Delgado (PSB-MG), apostando que a maioria dos votos de Marina em Minas (1,5 milhão) virá agora para o tucano.

    Os petistas apostam no governador eleito Fernando Pimentel para ampliar essa vantagem e atrair os marineiros. “Estamos mantendo a mobilização para a campanha de Dilma”, garantiu Pimentel ao receber a visita da presidente em Contagem, no sábado.

    Dos cinco estados priorizados pelas campanhas, o Rio de Janeiro é o único em que há disputa do segundo turno também para governador. A campanha de Dilma está de olho em dois tipos de eleitores de Marina: os mais pobres e o eleitorado de esquerda.

    “Acho que o voto da Marina nas classes D e E não vai para o Aécio. Vamos reforçar a manutenção dos programas sociais”, disse o prefeito de Caxias, Alexandre Cardoso. Os petistas comemoraram o apoio dos deputados do Psol Jean Wyllys e Marcelo Freixo a Dilma.

    “Fica mais claro que há dois campos”, afirmou o petista Adilson Pires, coordenador no estado. 

    A estratégia dos tucanos é reforçar o voto Aezão (Aécio presidente, Pezão governador). “Vamos aproveitar 65% do eleitorado do Rio que se mostrou como oposição ao governo do PT”, afirmou o deputado eleito Jorge Picciani, do PMDB, coordenador do movimento Aezão, de olho nos 2,6 milhões de votos marineiros no Rio, onde Marina ficou em segundo lugar.

    Oposição e governo traçam estratégia para disputa na Bahia | Alexandre Galvão

    Com quase 1,3 milhão de votos, Marina Silva (PSB) ficou em segundo lugar na preferência do eleitorado baiano no primeiro turno. E oposição e governo já traçaram suas estratégias para ganhar a atenção dos “marineiros” e engordar o seu eleitorado.

    Os aliados de Dilma, que teve mais de 60% no primeiro turno na Bahia, querem ampliar a vantagem; o grupo de Aécio, que ficou com menos de 18%, precisa avançar sobre o eleitorado de Marina para reduzir a vantagem. O presidente do Democratas no estado, José Carlos Aleluia, acredita que o voto em Marina – pelo menos aqui na Bahia – é um voto anti-PT.

    “Os votos para Marina Silva foram contra a Dilma Rousseff e vão para Aécio. Isso vai refletir muito aqui na Bahia”, afirma. Do lado governista, a expectativa é outra. Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Zé Neto afirma que todos vão “trabalhar para aumentar o eleitorado” de Dilma. “A ideia é não perder a pegada do primeiro turno”, disse.

    Para o petista, o apoio do PSB baiano garante, sim, votos para a candidata petista. “O voto de Marina é um voto muito de esquerda. Está associado ao voto em Lídice (PSB). É um voto progressista”, afirmou. Ao contrário dos políticos, o historiador Ricardo Viana, professor em Ciência Política da Faculdade Ruy Barbosa, diz que o panorama está indefinido.

    “É difícil definir quem vai ganhar esses votos da Marina Silva, mas é importante ver que essas eleições estão fazendo o Brasil olhar mais para si. As mazelas sociais do país estão mais à mostra”, analisa. De acordo com o estudioso, existem dois votos relacionados à candidatura de Marina: o voto ideológico, ligado a questões ambientais, e o voto contrário ao PT.

    “Esse voto baseado na ideologia, claro, é mais fácil de ir para a Dilma até por uma questão de aproximação de pensamento. Mas alguns também seguirão Marina e vão para Aécio”, diz. Muitas vezes desprezados nas contas, os votos nos “nanicos” também podem ser decisivos. Na Bahia, eles representam quase 2% dos votos válidos no 1º turno.

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  • Marina Silva declara apoio a Aécio Neves no segundo turno

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Após uma semana de negociações com o PSDB, a candidata derrotada à Presidência pelo PSB, Marina Silva, anunciou ontem(12), que apoiará o candidato tucano Aécio Neves no segundo turno. A decisão foi divulgada, em São Paulo, um dia depois de o presidenciável do PSDB assumir, por meio de uma carta aberta, uma série de compromissos para a área social, entre os quais parte das condições impostas pela ex-senadora para apoiá-lo na reta final da corrida pelo Palácio do Planalto.

    "Tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro meu voto e o meu apoio a sua candidatura. Votarei em Aécio e o apoiarei. Votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos", disse Marina, ao final de um pronunciamento de cerca de meia hora, ao lado de seu candidato a vice na eleição presidencial, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS).

    "Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar. O que me move é a minha consciência, e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas", complementou.

    Entre as promessas assumidas pelo tucano no sábado, em resposta às condições apresentadas pela ex-senadora, está, caso seja eleito, adotar uma política ambiental sustentável, priorizar o ensino integral no país e a criar um fundo para tentar solucionar os conflitos entre índios e produtores rurais, além do compromisso de que irá trabalhar para que o Congresso Nacional aprove o fim da reeleição para cargos executivos. (Fonte: G1)



  • Zé Ribeiro agradece aos eleitores pelos votos recebidos

    Gostaria de agradecer imensamente a todos aqueles que confiaram a mim o seu valioso voto, agradeço também a todos que votaram e elegeu RUI COSTA Governador, OTTO ALENCAR Senador, WALDENOR PEREIRA Deputado Federal e aos que votaram em DILMA Presidenta, podem ter certeza que a nossa conquista foi vitoriosa e ainda será maior com a vitória de DILMA no segundo turno. Saímos fortalecidos e unidos em nosso ideal de fazer a Bahia Avançar cada vez mais. Temos a certeza que os brumadenses e os baianos souberam reconhecer quem verdadeiramente são seus representantes. Obrigado mais uma vez pela confiança e pelo carinho recebido durante nossa caminhada.
     
    Zé Ribeiro Neves



  • Brumado: Zé Ribeiro fará o encerramento de sua campanha na casa do casal Pereira

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Com a presença do candidato a deputado federal, Waldenor Pereira, e demais lideranças políticas e comunitárias, o candidato a deputado estadual Zé Ribeiro pretende encerrar hoje, a partir das 19 horas, os seus compromissos de campanha. O encerramento acontecerá na casa de Marizete Pereira, em uma reunião que contará com a presença de militantes e simpatizantes do candidato.
    Marizete Pereira e o esposo Edmundo Pereira, foram os braços fortes da campanha de Zé Ribeiro, talvez por isso, o encerramento se dará também na casa do casal.
     



  • Candidatos ao governo confrontam propostas em debate

    Foto reprodução

    Participaram DEM, PRTB, PSB, PSOL e PT. Encontro foi realizado na noite desta terça-feira (30), em Salvador.

    Cinco dos seis candidatos ao governo da Bahia participaram, na noite desta terça-feira (30), do debate realizado pela TV Bahia, emissora afiliada da Rede Globo. Dividido em quatro blocos, o encontro foi mediado pelo jornalista William Waack. Esse foi o quarto e último debate transmitido por uma emissora de televisão antes da votação do próximo domingo (5). 

    Participaram do debate os candidatos com representação na Câmara dos Deputados: Lídice da Mata (PSB), Marcos Mendes (PSOL), Paulo Souto (DEM), Rogério Tadeu da Luz (PRTB) e Rui Costa (PT). Há ainda a candidata Renata Mallet (PSTU).

    No primeiro e terceiro bloco, os candidatos fizeram perguntas entre eles com tema livre. No segundo e quarto blocos, os postulantes voltaram a fazer questões entre eles, desta vez com temas predeterminados. Foram discutidas em todas as etapas temas como educação, saúde, segurança, infraestrutura, programas sociais, privatizações, serviços públicos, agronegócio e denúncias de corrupção.  



  • O candidato a deputado Zé Ribeiro apresenta suas propostas  aos vizinhos

    Fotos: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    Pode se dizer que o candidato a deputado estadual, Zé Ribeiro, apresentou as suas propostas aos vizinhos; primeiro por que a reunião foi no bairro onde reside (São Félix), e segundo, por que o local foi exatamente na rua onde mora.

            

    A reunião que aconteceu na noite desta segunda - feira (29), contou com a presença de centenas de pessoas, grande parte residentes no Bairro São Félix e adjacência. Na companhia do vereador José Carlos de Jonas, Catoze, Dr. Dante, do empresário Alípio e dos braços fortes da sua campanha – Marizete e Edmundo, Zé Ribeiro falou da sua trajetória política, bem como das suas propostas caso eleito for. Ao término, muitos quiseram abraçar e desejar boa sorte ao candidato, o qual retribui de igual modo.

             

    Algumas lideranças comunitárias também estiveram na reunião confirmando o apoio a Zé Ribeiro, o empresário Alípio e a sua esposa também prestigiaram a reunião promovida pelo vereador.
     

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  • BRUMADO: Zé Ribeiro expõe suas propostas para a comunidade de Boi Morto e Ubiraçaba

    Foto divulgação

    Em companhia do Ex - vice-governador da Bahia, Edmundo Pereira, e da Ex deputada Marizete, o candidato a deputado estadual, Zé Ribeiro, esteve visitando as comunidade de Boi Morto e Ubiraçaba no último dia 25.
    O candidato expôs a sua proposta de governo e buscou o apoio das referidas comunidades, onde, a receptividade foi  bastante calorosa, tendo em vista a presença de Marizete e Edmundo que conquistou diversos benefícios quando em atuação para as localidades supracitadas e adjacências.
    Em reta final de campanha, os candidatos buscam com toda intensidade os apoios possíveis, tendo em vista que não são poucos os números de votos necessários para que se possa eleger.