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  • Salário de vereadores passará de R$ 15 mil para R$ 18,9 mil a partir de 2017

    Proposta foi aprovada com o voto contrário de apenas um vereador

    A Câmara Municipal de Salvador aprovou nesta quarta-feira, 29, um trecho do novo regimento interno com a "vinculação automática" do salário dos vereadores a 75% do vencimento dos deputados estaduais.

    Isso quer dizer que, no próximo reajuste da Câmara soteropolitana - que valerá a partir de 2017 - os vereadores passarão a receber R$ 18,9 mil, já que o atual subsídio dos deputados estaduais é de R$ 25,3 mil. Atualmente, um vereador da capital baiana recebe R$ 15 mil. O aumento, portanto, será de 26%.

    Único a votar contra o novo texto, o vereador Hilton Coelho (PSOL) afirmou não concordar com uma "situação de reajuste automático a partir da Câmara, nesse contexto de corte de salários e empregos dos trabalhadores".

    Responsável por conduzir a elaboração do novo regimento, o vereador Edvaldo Brito (PTB) disse que apenas adequou o texto à Constituição Federal. "Ele (Hilton) tem que reclamar dos constituintes de 88, que dizem que a Constituição é a lei maior e que qualquer norma menor que não se submeta a ela é inconstitucional", declarou Brito.

    Segundo a Constituição, em municípios com mais de 500 mil habitantes - o que é o caso de Salvador - os vencimentos dos vereadores corresponderão, no máximo, a 75% do que ganham os deputados estaduais, que, por sua vez, podem receber até 75% do subsídio pago aos deputados federais.

    O antigo texto do regimento, no entanto, já fazia menção às normas constitucionais. "O mandato do vereador é remunerado dentro dos limites e critérios fixados em Lei, observadas as normas constitucionais aplicáveis", diz o artigo 10º do atual regimento. Já o novo regimento acrescenta uma "vinculação percentual automática ao subsídio dos deputados da Assembleia Legislativa".

    O posicionamento de Hilton, que discursou em plenário contra o novo texto, causou, inclusive, um mal-estar com outros vereadores, que criticaram o fato de o socialista não ter se manifestado antes sobre o ponto em questão, durante as discussões do novo regimento.

    Além de rebater Hilton, Brito ainda questionou o fato de o colega opinar sobre o tema sem "receber pela Câmara", e sim como servidor da Justiça Federal. Em relação ao novo regimento, a Câmara aprovou nesta quarta apenas o primeiro capítulo, no qual consta a parte referente à remuneração.

    Fim da reeleição

    Outra mudança significativa já aprovada nesta primeira parte do novo regimento é o fim da reeleição para presidente da Câmara - e demais cargos da Mesa Diretora  - dentro de uma mesma legislatura.

    Além disso, será criado na Câmara de Salvador um recesso parlamentar no meio de ano, assim como já acontece na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa da Bahia.

    De acordo com Brito, o recesso do meio de ano será entre 17 de julho e 1º de agosto. No entanto, para entrar em recesso, os vereadores terão que votar obrigatoriamente a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

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  • Conselho do MP vai investigar procurador que abriu inquérito contra Lula

    Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é suspeito de ter beneficiado empreiteira - Fernando Donasci / Agência O Globo

    BRASÍLIA - O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) abriu investigação sobre a conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado, responsável pela abertura de inquérito no âmbito da Procuradoria da República do Distrito Federal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O corregedor do Conselho, Alessandro Tramujas Assad, afirmou que a reclamação disciplinar feita por advogados do ex-presidente atende aos requisitos de admissibilidade e abriu prazo de dez dias para que Furtado se manifeste. Assad, porém, negou pedido da defesa de Lula para que a decisão relativa ao inquérito fosse revogada.

    O inquérito aberto por Furtado visa investigar a prática de tráfico de influência internacional pelo ex-presidente. Ele não é o titular da apuração, que é conduzida pela procuradora MirellaAguiar. Furtado determinou a abertura do inquérito durante as férias de Mirella e antes de ter sido encerrado o prazo da investigação preliminar que estava em andamento. Para a defesa do ex-presidente, a medida tomada pelo procurador violou deveres funcionais. O Instituto Lula afirma ainda que os investigadores que atuavam no caso não tinham encontrado indício de crime.

    Para o corregedor, os questionamentos são suficientes para que se busque investigar a conduta de Furtado no caso.

    “A reclamação disciplinar apresentada pelo ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, formulada por intermédio dos advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, atende aos requisitos de admissibilidade previstos”, afirma Assad em seu despacho.

    O pedido para que fosse também suspendida a abertura de inquérito foi negado porque não cabe ao CNMP controlar a “atividade fim” dos procuradores. As investigações do órgão tratam apenas de caráter disciplinar.

    O inquérito contra o ex-presidente tem como base reportagem do GLOBO que revelou em abril uma viagem de Lula a Cuba, República Dominicana e Estados Unidos, realizada em 2013, paga pela construtora Odebrecht. Em ao menos um dos deslocamentos estava presente Alexandrino Alencar, um dos dirigentes da empresa que foi preso na Lava-Jato. O inquérito apura se Lula teria atuado junto ao BNDES ou agentes públicos estrangeiros para que a empresa obtivesse contratos.

    O GLOBO revelou no último domingo, por meio de telegramas diplomáticos do Itamaraty, que o ex-presidente teria feito lobby a favor da mesma empreiteira junto ao primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho no processo de privatização em andamento naquele país. O Instituto Lula nega que o ex-presidente atue para beneficiar qualquer empresa e afirma que as remunerações recebidas por ele tratam da realização de palestras.

     
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  • 'Eu, formalmente, estou rompido com o governo', anuncia Cunha após depoimento da Lava Jato vazar

    Anúncio acontece um dia após delator afirmar ter sido pressionado por Cunha para fazer um pagamento de US$ 5 milhões ao deputado Luis Macedo/17.07.2015/Câmara dos Deputados

    Ontem, delator afirmou que presidente da Câmara havia cobrado US$ 5 milhões de propina

    O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou na manhã desta sexta-feira (17) o rompimento definitivo com o governo da presidente Dilma Rousseff. Cunha está na lista de políticos a serem investigados após os desdobramentos da Operação Lava Jato pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    — Eu, formalmente, a partir de hoje estou rompido com o governo. Saibam que o presidente da Câmara a partir de hoje está rompido com o governo.

    O anúncio acontece um dia após a divulgação da delação premiada de Júlio Camargo à Justiça Federal em Curitiba (PR), em que o lobista afirma ter sido pressionado por Cunha para fazer um pagamento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 16 milhões) ao deputado.

     

    Júlio Camargo está preso em Curitiba (PR), onde presta depoimentos a investigadores da Operação Lava Jato. Cunha, porém, chamou a responsabilidade de rompimento com o governo para si e isentou o PMDB, principal partido da base aliada.

    — Eu vou, como político, como deputado do PMDB, e não como presidente da Câmara romper com o governo. Eu vou pregar no congresso do PMDB em setembro que o PMDB rompa com o governo.

    Ainda sobre Julio Camargo, delator que o citou, Cunha disparou: "Você acha que eu vou acreditar num pilantra que fala quatro vezes uma coisa e depois na quinta fala outra coisa?". Em seguida, chamou o delator de "bandido, réu confesso e lobista" e avisou que não vai pautar a vida politica dele baseada em depoimentos de bandidos.

    — Eu vou tentar que meu partido vá para a oposição.

    O presidente da Câmara também atacou o juiz Sérgio Moro, que conduz os desdobramentos da Lava Jato na Justiça Federal de Curitiba (PR): "Sérgio Moro atuou ontem com aquilo que ele não tinha competência para atuar".

     

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  • Rosinha e o vice de Campos, no RJ, têm direitos cassados por oito anos

    A prefeita de Campos Rosinha Garotinho e o vice têm direitos cassados pela Justiça Eleitoral (Foto: Reprodução GloboNews)

    Eles são acusados de abuso de poder político nas eleições de 2012. Ainda cabe recurso contra a decisão da Justiça Eleitoral. A Justiça Eleitoral cassou os mandatos da prefeita de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, Rosinha Garotinho, do PR, e de seu vice, Doutor Chicão, do PP, por abuso de poder político. No entanto, eles permanecem no cargo porque ainda podem recorrer. Rosinha e Doutor Chicão são acusados de contratar mais de 1.100 servidores temporários para a Prefeitura de Campos às vésperas das eleições municipais de 2012, o que é proibido pela lei. Além de Rosinha e Chicão, oito secretários de Campos foram condenados na ação, que cassou os direitos políticos de todos pelo período de oito anos, contado a partir de 2012. A produção do Bom Dia Rio tentou contato com os advogados de Rosinha e Doutor Chicão, mas não tinha conseguido retorno até o horário da publicação desta reportagem.



  • 'Eu não vou cair. Isso é moleza, é luta política', afirma Dilma a jornal

    A presidente Dilma Rousseff (Foto: Reprodução)

    Presidente disse que não há base para um pedido de impeachment.
    Oposicionistas afirmaram que governo Dilma poderia acabar antes de 2018.

    A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, publicada nesta terça-feira (7), que não vai deixar o cargo e desafiou os que defendem seu afastamento  a provar que está envolvida em corrupção. “Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou”, disse a presidente . “Vão provar que algum dia peguei um tostão? Vão? Quero ver algum deles provar. Todo mundo neste país sabe que não. Quando eles corrompem, eles sabem quem é corrompido”.

    Dilma disse que não há base para um pedido de impeachment e que não teme essa possibilidade.

    “Não tem base para eu cair, e venha tentar. Se tem uma coisa que não tenho medo é disso”, afirmou.

    Em convenção do PSDB no domingo (5), diversos tucanos e políticos de outros partidos de oposição fizeram ataques à gestão Dilma e disseram estar “preparados” para assumir o governo. Os oposicionistas disseram ainda que o governo Dilma pode acabar "talvez mais breve do que imaginam".

    Na entrevista, a presidente respondeu às declarações e disse que há um setor da oposição "um tanto quanto golpista".

    "Não vou terminar [o governo] por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real. Não acho que toda a oposição seja assim. Assim como tem diferenças na base do governo, tem dentro da oposição”. E desafiou: “Alguns podem até tentar. Não é necessário apenas querer, é necessário provar”.

     

    PMDB e Operação Lava Jato

    De acordo com Dilma, o PMDB não está entre as forças que tentam miná-la. “O PMDB é ótimo”, disse. “Quem quer me tirar não é o PMDB. De jeito nenhum. As derrotas que tivemos podem ser revertidas. Aqui tudo vira crise”.

    Dilma falou sobre a operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras. “Falam coisas do arco da velha de mim. Óbvio que não [tenho nada a ver com o esquema]. Mas não estou falando que paguei conta nenhuma também. O Brasil merece que a gente apure coisas irregulares. Não vejo isso como pagar conta. É outro approach. Muda o país para melhor. Ponto. Agora excesso, não [aceito]. Comprometer o Estado democrático de direito, não. Foi muito difícil conquistar. Garantir direito de defesa para as pessoas, sim. Impedir que as pessoas sejam de alguma forma ou de outra julgadas sem nenhum processo, também não [é possível]”.

    A presidente afirmou que achou “estranho” a prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez. “Não costumo analisar ação do Judiciário. Agora, acho estranho. Eu gostaria de maior fundamento para a prisão preventiva de pessoas conhecidas. Acho estranho só. Não gostei daquela parte [da decisão do juiz Sergio Moro] que dizia que eles deveriam ser presos porque iriam participar no futuro do programa de investimento e logística e, portanto, iriam praticar crime continuado. Ora, o programa não tinha licitação. Não tinha nada”.

    Dilma disse que não entende a razão de doações à sua campanha estarem ligadas a alguma propina. “É uma coisa estranha. Porque, para mim, no mesmo dia em que eu recebo doação, em quase igual valor o candidato adversário recebe também. O meu é propina e o dele não?”.

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  • Deputados são flagrados assistindo filme pornô na Câmara durante votação

    (Foto: Reprodução/Facebook)

    Deputados federais foram flagrados por uma equipe de televisão do SBT assistindo a um vídeo pornô enquanto os membros da Câmara votavam itens da Reforma Política. Os parlamentares - que não tiveram os nomes divulgados durante a reportagem - foram flagrados na quarta-feira (27). 

    Em entrevista ao Buzzfeed, o deputado flagrado João Rodrigues (PSD-SC) se defendeu dizendo que tem “cerca de 30 prefeitos e uns 150 vereadores em grupos de WhatsApp. Tem alguns que postam coisas e eu abro para ver”.

    “Tenho 80 grupos de WhatsApp e não consigo controlar tudo o que é compartilhado neles”, disse ao Buzzfeed.

    Durante a votação, um deputado colocou o celular debaixo da mesa, chamou um colega que, rapidamente, avisou aos demais. A equipe do SBT flagrou o ocorrido e compartilhou o momento nas redes sociais.



  • Câmara aprova fim da reeleição para presidente, governador e prefeito

    Eduardo Cunha (PMDB-RJ), à direita, comanda sessão de votação da PEC 182/2007 sobre a Reforma Política

    Em votação na noite desta quarta-feira (27), a Câmara Federal aprovou, por 452 votos a favor e 19 contra, o fim da reeleição para mandatos executivos - presidente da República, governadores e prefeitos. Houve ainda uma abstenção. A votação faz parte do pacote de reforma política em discussão no Legislativo, a PEC 182/2007.

    O texto aprovado é de autoria de Rodrigo Maia (DEM-RJ), e prevê transição. O fim da reeleição não se aplicará aos governadores eleitos em 2014 e aos prefeitos eleitos em 2012, nem a quem os suceder ou substituir nos seis meses anteriores à eleição seguinte. Dilma Rousseff, reeleita em 2014, já não poderia se candidatar ao cargo em 2018.

    Todos os partidos votaram em maioria a favor da emenda que acaba com a reeleição. O partido com maior número de votos contra o fim da reeleição foi o Democratas, com cinco votos 'não' de um total de 20 parlamentares. PT e PMDB, principal aliado na bancada governista, tiveram três votos contra a emenda cada um. Outros três votos contra vieram de deputados do PTB.

    A única abstenção também veio do PT, com Weliton Prado (MG). Confira a lista completa de como votou cada parlamentar.

    O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou ser favorável à medida mais pelo efeito em cidades pequenas, onde, segundo ele, prefeitos acabam governando para se reelegerem. No entanto, ele diz duvidar do efeito em governos estaduais e na Presidência.

    "Já tive momentos com uma posição favorável e momentos com uma posição desfavorável, mas hoje estou consciente de que é melhor para o Brasil o fim da reeleição", disse Cunha. "A gente vê muitos problemas em prefeituras, especialmente as menores, em que o prefeito acaba, na realidade, fazendo o mandato em função da reeleição. Isso de uma certa forma impede a renovação dos quadros políticos, mas para as prefeituras, não sei se nos Estados e até na União tem o mesmo impacto", completou.

    A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da reforma política começou a ser votada nesta semana. Na última terça-feira (26), o plenário rejeitou uma proposta que incluía na Constituição a permissão para que empresas fizessem doações para candidatos e partidos. Após a votação, a Ordem do Dia foi encerrada. Nesta quinta-feira, a partir das 12 horas, os deputados continuam a votar a reforma política por temas. O texto da emenda deverá agora ser votada em segundo turno, e segue para o Senado caso aprovada.

    Legado de FHC

    A reeleição para cargos do Executivo foi aprovada pelo Congresso Nacional em 1997 sob o comando do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que queria disputar um novo mandato no ano seguinte. Na época, a proposta sofreu oposição do PT.

    O partido, que chegou ao governo federal em 2003, já disputou e venceu por duas vezes a reeleição, com Luiz Inácio Lula da Silva (em 2006) e Dilma Rousseff (2014).

    "O modelo não se mostrou produtivo para o país, houve muitas distorções", reforçou o líder da bancada do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).

    Embora os petistas tenham sido discretos na sessão, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que não vê problema na decisão. "Quem criou a reeleição foi o PSDB, ou seja, quem pariu Mateus que o embale. Defendo o fim da reeleição, com mandato de cinco anos." (Com Estadão Conteúdo)

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  • Políticos divergem sobre entrada de Nilo Coelho na política conquistense

    Herzem, Coelho e Falcão | Foto: Montagem/ Bahia Notícias

    A notícia da possível entrada do ex-governador Nilo Coelho na disputa pela prefeitura de Vitória da Conquista, em 2016, deixou os políticos da cidade alvoroçados. Principal nome da oposição, Herzem Gusmão (PMDB) disse que “será uma honra tê-lo conosco”. Gusmão, em 2012, foi ao segundo turno contra o atual prefeito e perdeu, elegendo-se, em 2014, deputado estadual. “Ele é uma liderança importante para unir a oposição e ele será muito bem recebido. Agora, em conversa com ele, sem que ele colocasse o seu nome ou eu colocasse o meu, o pensamento que a gente tem é que a gente venha debater o quadro político, a sucessão, sem posição sobre um nome. Mas acredito que a vinda é um grande reforço”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias, nesta quinta-feira (7). Também deputado estadual e pré-candidato ao executivo conquistense, Fabrício Falcão (PCdoB) acredito no oposto a Herzem. “Ele vai desunir a oposição”, aposta. Apesar de reconhecer a importância de Coelho no cenário político, Falcão diz que o ex-governador “não tem expressão política na cidade”. “Ele é liderança em Guanambi, mas não em Conquista. Acho que não será candidato de maneira alguma”, apostou. Segundo a coluna Tempo Presente, o ex-deputado Raimundo Sobreira disse que Nilo “cedeu aos apelos de amigos”, que avaliaram o cenário como “favorável” por causa do desgaste do PT. Segundo o colunista, a expectativa era que ele se candidatasse para Guanambi, onde já foi prefeito por três vezes, e não em Conquista, terceiro maior colégio eleitoral do estado. O efeito na cidade, contudo, teria tido um impacto “bombástico”. Fonte: Bahia Notícias



  • Comissão de vereadores se reúne com secretário de saúde para falar sobre implantação do curso de medicina em Brumado

    Foto divulgação

    Na manhã desta quarta-feira (22.04) uma comissão formada pelos vereadores Alessandro Lôbo, José Carlos dos Reis e Weliton Lopes esteve em reunião com o secretário municipal de Saúde, Cláudio Feres a fim de conversarem a respeito do andamento do processo relativo ao chamamento público de municípios para implantação de curso de graduação em Medicina.

    Brumado foi pré-selecionado por atender a diversos requisitos determinados pelo Ministério da Educação e para que possa dar andamento ao processo de implantação do curso será necessário o atendimento dos itens que constam no Edital nº 001/01/abril de 2015.

    O legislativo brumadense sabendo da grande importância da implantação do curso no município constituiu uma comissão de vereadores para que possam colaborar de forma direta na conclusão de todas as fases necessárias para essa importante conquista.

    Na reunião o secretário Cláudio Feres informou que toda a documentação exigida na fase de adesão dos municípios pré-selecionados já está concluída e será encaminhada a Seres – Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, órgão do Ministério da Educação, que será responsável por todo o processo. Declarou estar muito confiante por ser Brumado um município referência na região. “Estamos trabalhando para que ao final de todas as etapas constantes no Edital sejamos contemplados com a instalação do curso”

    Os vereadores ficaram bastante satisfeitos com as informações do secretário e observaram que a Comissão estará acompanhando todo o processo, assim como buscando junto aos representantes de Brumado - deputados estaduais e federais - a colaboração necessária para que o município obtenha êxito e seja contemplado com a implantação do curso de medicina. “Sabemos da real importância da implantação do curso de medicina na cidade, pois representará um grande avanço em todas as áreas, em especial na educação”, pontuaram os vereadores.



  • Dilma aprova proposta que triplica verbas destinadas aos partido

    A presidente Dilma Rousseff sancionou o Orçamento Geral da União de 2015 sem vetar a proposta que triplicou os recursos destinados ao fundo partidário, uma das principais fontes de receita dos partidos políticos, hoje com dificuldades de financiamento por causa da Operação Lava Jato. Em seu projeto original, o governo destinava R$ 289,5 milhões para o fundo, mas o valor foi elevado para R$ 867,5 milhões pelo relator do Orçamento no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR). Em um momento de ajuste fiscal para reequilibrar as contas públicas, o caminho natural seria o veto da proposta. Mas politicamente a recomendação foi de manter o novo valor para não desagradar a base aliada da presidente no Congresso.

    Além disso, tecnicamente só era possível vetar toda verba destinada ao fundo, e não apenas o montante extra. Segundo um assessor, isso iria gerar uma “guerra” com a base aliada e comprometeria a votação do ajuste fiscal. Os presidentes dos partidos governistas chegaram a enviar uma carta a Dilma solicitando a sanção da verba. Todos trabalham com a redução de doações de empresas privadas após a Operação Lava Jato. Empreiteiras já informaram a dirigentes partidários que não devem doar recursos na eleição municipal do próximo ano. Autor da emenda, Jucá justifica a medida como uma “necessidade dos partidos” e “início da discussão do financiamento público das campanhas”. Se o financiamento eleitoral for exclusivamente público, como defende o PT (sem apoio do PMDB), seriam necessários de R$ 5 bilhões a R$ 7 bilhões para bancar as campanhas, diz Jucá. O fundo partidário é usado para custear gastos dos partidos. Cada sigla define como utilizará o dinheiro. Muitas aplicam em campanhas, somado a doações privadas. Agora, após a sanção do Orçamento Geral da União, que será enviada ao Congresso amanhã, Dilma vai definir com sua equipe econômica o tamanho do bloqueio de verbas para garantir o cumprimento da meta de superávit primário de 2015. Provisoriamente, o governo editará um decreto mantendo o corte temporário de 33% das verbas de cada ministério, que ficará em vigor até a definição final, que deve ocorrer em maio. Um assessor da presidente diz que o corte será “forte” e “expressivo” para reequilibrar as contas públicas e ajudar o Banco Central no combate à inflação, permitindo, inclusive, que os juros comecem a cair ainda neste ano.

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  • Atos anti-Dilma reúnem 700 mil em 24 estados e no DF, segundo a polícia

    Manifestantes na Orla de Maceió (Foto: Lucas Leite/G1)

    Ao menos 218 cidades do país registraram protestos.
    Número de manifestantes é menor do que no dia 15 de março.

    Manifestantes fizeram protestos contra o governo de Dilma Rousseff e contra a corrupção em mais de 200 cidades em 24 estados e no Distrito Federal neste domingo (12).

    Os números de manifestantes – 700 mil, segundo a polícia, ou 1,5 milhão, segundo os organizadores – foram menores do que nos atos de 15 de março.

    Há pouco mais de um mês, 2,4 milhões de pessoas, segundo a polícia, ou 3 milhões, segundo os organizadores, protestaram em 252 cidades de todos os estados do país e no DF.

    Em São Paulo, o cofundador do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri, comentou a baixa nas estimativas de público: "Ainda que tenha tido menos pessoas, para a gente, é mais importante fazer protestos localizados do que reunir todo mundo em um só lugar".

    As palavras de ordem de hoje foram as mesmas do último grande protesto: contra a corrupção, o governo e o PT. Mas desta vez todos os principais movimentos, entre eles o Vem Pra Rua, pediram a saída da presidente Dilma Rousseff. Em 15 de março, nem todos falavam em impeachment

    "Nós não éramos a favor [do impeachment] naquele momento porque não achávamos que havia argumento jurídico suficiente ainda. [...] De lá para cá várias teorias jurídicas novas surgiram, inclusive algumas usando a ação de crime comum para investigação da presidente", disse Rogerio Chequer, representante do Vem Pra Rua em São Paulo, ao jornal "Valor Econômico".

    Também foram registrados atos em outros países, como na Alemanha, Irlanda e em Portugal.

    Ao longo de todo o dia, ao menos 218 cidades registraram atos contra Dilma e a corrupção em 24 estados e no DF.

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  • Weliton Lopes comemora liberação de recursos para construção do Parque da Cidade   em Brumado

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    A conquista dos frutos de um trabalho que é realizado com empenho e determinação é com certeza uma das maiores satisfações. Essa alegria está sendo vivida pelo vereador Weliton Lopes que foi informado através do Ofício n° 377/2015/SR da Caixa Econômica Superintendência Regional Sudoeste da Bahia da liberação dos recursos para construção do parque da Cidade em Brumado.

    O Parque da Cidade foi objeto de proposição do parlamentar que solicitou do executivo municipal a construção de uma área de lazer para as famílias brumadenses, local este onde poderiam contar com equipamentos específicos para realização de diversas atividades e também de uma ampla área verde. Segundo o ofício foi celebrado o contrato de repasse entre o Ministério do Turismo e o Município estando disponibilizado o valor de R$ 1.940.250,00 (um milhão, novecentos e quarenta mil, duzentos e cinqüenta reais), tendo a contrapartida de 2,99% do valor do empreendimento, correspondendo ao valor de R$ 59.750,00 (cinqüenta e nove mil, setecentos e cinqüenta reais) da Prefeitura Municipal de Brumado.  “Estamos extremamente felizes com essa notícia, pois a construção do Parque da Cidade é uma obra de grande relevância para a cidade, já que oferecerá um local aprazível para as famílias. Hoje vivemos um tempo em que o trabalho, a vida corrida, os estudos e as outras diversas atividades que temos que desempenhar acaba por nos impossibilitar o desfrute de momentos de prazer e com certeza esse local oportunizará esse desfrute”, pontuou Weliton. “Agradecemos ao prefeito Aguiberto Lima Dias e ao deputado federal Arivelton Santana que tem direcionado todas sua atenção para nossa cidade, buscando a liberação de emendas para a concretização de obras tão importantes como essa do parque da Cidade”, finalizou o parlamentar.



  • Dilma diz que sua campanha eleitoral não teve dinheiro de corrupção da Petrobras

    A presidente Dilma Rousseff - André Coelho/7-4-2015 / Agência O Globo

    Em entrevista ao canal em espanhol da CNN, a presidente Dilma Rousseff afirmou ter “certeza” de que sua campanha eleitoral do ano passado não recebeu dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras. Segundo o portal G1, Dilma falou à emissora norte-americana na tarde desta terça-feira, no Palácio Guanabara, mas será levada ao ar nesta quarta-feira. A CNN dividiu a conversa com a presidente em três partes.

    Depois de a presidente explicar à entrevistadora que a corrupção na Petrobras foi descoberta por meio da investigação de doleiros que faziam transações ilegais e tinham relações com um ex-diretor da Petrobras, Dilma foi questionada sobre se parte do dinheiro da corrupção não financiou sua campanha eleitoral.

    - Tenho certeza que não - respondeu Dilma. - Estou segura de que minha campanha não tem dinheiro de suborno - completou.

    De acordo com Dilma, todas as contas da campanha eleitoral dela foram “auditadas” e “aprovadas”.

    - Agora, gostaria de dizer o seguinte: se alguma pessoa ganha dinheiro de suborno, esta pessoa será responsável. É assim que deve ser - afirmou a presidente.

     



  • Câmara de João Pessoa rejeita título de cidadão pessoense a Eduardo Cunha

    O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

    Vereadores de João Pessoa, capital da Paraíba, rejeitaram na tarde de hoje (8) a proposta de conferir ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) o título de cidadão pessoense. A ideia da honraria partiu da vereadora Eliza Virgínia (PSDB), parlamentar evangélica da Assembleia de Deus. A reação à proposta entre os vereadores foi veemente, principalmente nas bancadas do PT e do PSB, que apoiam o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT). O título seria entregue na sexta-feira (10), quando Cunha cumprirá agenda na capital paraibana.



  • Vereador Alessandro Lôbo destaca a importância da união para viabilização da implantação do curso de medicina

    Foto: Fabiano Neves / Destaquebahia.com.br

    O Município de Brumado foi selecionado pelo governo federal para estudo de viabilidade de implantação do Curso de Medicina. Este fato foi assunto de debate na sessão do legislativo brumadense na sessão desta segunda-feira, 06 de abril, devido a sua grande importância não só para a classe estudantil como para toda a população.

    O vereador Alessandro Lôbo e Silva em seu pronunciamento na Tribuna destacou a importância da notícia e tudo o que representará para o município a implantação do curso de medicina. “Será com certeza um grande marco para a história do Município, assim como também foram a conquista do IFBA e do Curdo de Direito”.

    Continua seu pronunciamento ressaltando que para a concretização deste sonho de muitos estudantes e também da população que presenciará um grande avanço não só na área educacional, mas em todo o município, será necessária a união de todos. “Sabemos que teremos um longo caminho a percorrer e por isso é necessário que estejamos conscientes do papel de cada um de nós nessa empreitada. Nós como vereadores nos colocamos à inteira disposição para junto com o Executivo buscarmos o que for necessário para preenchimento de todos os requisitos necessários para a implantação do Curso em nosso Município”, pontuou.

    Finalizou dizendo que “a partir desse momento já  estaremos indo em busca de informações e ações que precisaremos executar para que o curso seja implantado!”