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  • Neto se irrita com movimento de deputado para se colocar como opção de vice de Alckmin

    O discreto movimento do deputado federaç Mendonça Filho (DEM-PE), ex-ministro da Educação, para se colocar como opção de vice do pré-candidato a presidente da República Geraldo Alckmin (PSDB) irritou o presidente do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto, que não autorizou o processo, de acordo com a Coluna do Estadão. Nesta terça (15), o gestor deve se encontrar com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, para garantir apoio da legenda a Rodrigo Maia, presidenciável pelo DEM.(BahiaNotícia)



  •  Ministro do STF Edson Fachin rejeita outro recurso de Lula

    O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta quinta-feira (10) um outro recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde o início de abril em Curitiba. Em 19 de abril, o vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, encaminhou para análise da Corte Suprema um recurso da defesa do petista contra uma decisão do STJ que negou em março habeas corpus a Lula. O pedido, negado por unanimidade pela Quinta Turma do STJ em 6 de março, era para que o ex-presidente Lula não começasse a cumprir a pena de prisão de 12 anos e um mês de prisão no processo do caso triplex. Na época, o pedido era preventivo. No despacho de abril, o ministro Humberto Martins fez uma leitura de que um recurso contra decisão de mérito de habeas corpus no STJ pode ser remetido diretamente ao Supremo, sem que o próprio STJ faça uma análise sobre se o pedido deve ser admitido ou não. O recurso foi autuado nesta quinta-feira no sistema da Corte Suprema, e distribuído por prevenção ao ministro Edson Fachin.



  • Ministro do STF envia inquérito contra Aécio Neves para primeira instância

    Foto: Reprodução

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou um dos oito inquéritos contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) na Corte para a primeira instância da Justiça de Minas Gerais.

    Trata-se da investigação sobre desvios nas obras da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro. O inquérito foi aberto com base na delação premiado de executivos da empresa Odebrecht, que relataram o repasse de R$ 5,2 milhões em propina ao parlamentar. O senador Aécio Neves ainda é alvo de outros sete inquéritos no STF e figura como réu em uma ação penal desdobramento da Lava Jato.

    Os crimes de corrupção teriam ocorrido a partir de 2007, quando Aécio era governador de Minas. Moraes aplicou a interpretação mais restrita do foro privilegiado que foi firmada na pelo plenário do STF.

     

    Na semana passada, o plenário da Cortedeterminou que somente deveriam ser julgados no Supremo casos contra deputados e senadores envolvendo suspeitas de crimes cometidos durante e em relação com o mandato.

    Por meio de nota, o senador disse que "jamais" participou da formação de cartel por conta das obras da Cidade Administrativa e que elas foram auditadas "em tempo real" por uma empresa independente. Segundo ele, o edital do empreendimento foi previamente apresentado ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Tribunal de Contas do Estado. "A licitação foi objeto de ampla investigação por parte do Ministério Público Estadual que concluiu pelo arquivamento de falsas denúncias após constatar a regularidade de todos os procedimentos", escreveu a defesa do parlamentar. Informações da Agência Brasil.

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  • Magistrado diz que hoje é impossível Geddel Vieira Lima sair da cadeia, diz coluna

    Um magistrado ouvido pela Coluna do Estadão informou que a situação de Geddel Vieira Lima não é fácil. De acordo com a publicação, hoje é impossível o ex-ministro sair da cadeia "considerando a possibilidade concreta de outros atos terem sido praticados que não foram descobertos". Ele foi pego com R$ 51 milhões em dinheiro vivo, em um bunker, instalado em Salvador. Geddel foi preso por ordem do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília.



  • Após restrição de foro, Toffoli baixa sete processos contra deputados

    Ministro Dias Toffoli remeteu para instâncias inferiores 6 ações penais e um inquérito envolvendo parlamentares no exercício do mandato (José Cruz/Agência Brasil)

    Menos de 24 horas após o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ter restringido o foro privilegiado para deputados federais e senadores, o ministro Dias Toffoli, do STF, enviou para instâncias inferiores seis ações penais e um inquérito envolvendo parlamentares no exercício do mandato.

    O inquérito, que corre em segredo de Justiça, envolve o deputado Wladimir Costa (SD-PA), processado por tráfico de influência. Na semana passada, o nome do parlamentar apareceu nas manchetes de jornais após ele ter sido filmado dando um soco em um homem em meio a um comício no Pará.

    Segundo a Agência Brasil, as ações penais envolvem os deputados Alberto Fraga (DEM-DF), Roberto Góes (PDT-AP), Marcos Reátegui (PSD-AP), Cícero Almeida (PHS-AL), Helder Salomão (PT-ES) e Hidekazu Takayama (PSC-PR).

    Na sessão plenária de ontem (4), o Supremo aprovou a restrição do foro por prerrogativa de função para deputados e senadores. Por 7 votos a 4, os ministros decidiram que os parlamentares só podem responder a um processo no STF se as infrações penais ocorreram em razão da função e cometidas durante o mandato.



  • PF deflagra nova fase da Lava Jato que tem doleiros como alvo

    Em mais um desdobramento da operação Lava Jato, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) estão nas ruas para cumprir cerca de 45 mandados de prisão, informa O Globo.

    A ação visa os doleiros que integravam um sistema chamado Bank Drop e os mandados estão sendo efetuados no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Distrito Federal e também no Paraguai e Uruguai, noticia o G1.

    A operação tem como princípio a delação do doleiro Vinícius Vieira Barreto Claret, o "Juca Bala", e Cláudio Fernando Barbosa, o "Tony". Conforme apontam as investigações da PF, eram 3 mil offshore em 52 países, que movimentava mais de US$ 1,6 bilhão. O principal alvo da ação é o doleiro Dario Messer, visto como "o doleiro dos doleiros" no Brasil.

    Ainda segundo a polícia, o grupo usava softwares para unir doleiros do mundo todo, conhecida como "dólar-cabo", e que o MPF chama de instituição financeira clandestina. Por meio deste sistema, era possível que os criminosos monitorassem o dinheiro entre quem está no exterior e quem está no Brasil.



  • Laudo vê transação financeira entre suspeito e prima de José Serra

    Os investigadores da Lava Jato identificaram transações financeiras entre o empresário José Amaro Pinto Ramos e uma prima do senador José Serra (PSDB-SP), Vicencia Talan - casada com Gregório Marin Preciado, suspeito de intermediar pagamentos indevidos a políticos.

    Pinto Ramos é apontado pelo ex-presidente da Odebrecht Pedro Novis como intermediário de repasse de R$ 4,5 milhões ao senador entre 2006 e 2007. O tucano nega qualquer relação comercial com os citados.

    O Estado apurou que dados sobre as transações financeiras entre a empresa da prima de Serra e a de Pinto Ramos serão requeridos pelos investigadores em Brasília no inquérito que investiga se o senador paulista recebeu propina da Odebrecht.

    As informações constam de um laudo pericial produzido pela Polícia Federal no inquérito que apura a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobrás. O marido da prima de Serra é suspeito de operar o pagamento de propina na compra de Pasadena.

    A perícia analisou a quebra de sigilo das empresas de Preciado. Os dados foram enviados pela Espanha por meio de um acordo de cooperação. Conforme a PF, as transações foram da conta da Iberbrás Integracion no banco espanhol La Caixa para uma conta da Hexagon Technical Co. no Corner Bank na Suíça.

    A offshore Iberbrás está em nome de Vicencia Talan, mas é administrada por Preciado. Segundo informações obtidas na Espanha pela Operação Lava Jato, há transferências que somam 572 mil euros e outros US$ 258 mi, entre 2007 e 2008. Em valores atualizados o valor alcança R$ 3,2 milhões. A Hexagon é uma offshore panamenha e gerida na Suíça por Pinto Ramos. É a primeira vez que a PF identifica uma relação entre uma pessoa próxima ao senador tucano e o empresário.

    Em depoimento à PF no dia 31 de janeiro, o próprio Pinto Ramos confirmou ser proprietário da Hexagon e das contas no Corner Bank. O empresário também assumiu não ter declarado a empresa e as contas para a Receita Federal do Brasil.

    COM A PALAVRA, JOSÉ SERRA

    Serra afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que conhece os personagens citados na investigação, "mas jamais manteve relações comerciais ou políticas com eles". Sobre a delação de Pedro Novis, da Odebrecht, o senador disse que jamais recebeu vantagens indevidas de empresa.

    COM A PALAVRA, EDUARDO CARNELÓS, DEFENSOR DE JOSÉ AMARO PINTO RAMOS

    Equipamentos para as Usinas Termoelétricas de Candiota e Jacuí foram adquiridos pela então companhia de eletricidade do Rio Grande do Sul (CEEE) nos anos 1980 e, por não terem tido os seus financiamentos pagos, ficaram retidos na França. José Ramos, à época conselheiro do Banco Francês do Comércio Exterior, responsável pelo financiamento desses equipamentos, trabalhou para tentar resolver o imbróglio, cujo desfecho só se concretizou nos anos 90, com os acordos de recomposição da dívida externa brasileira no Clube de Paris.

    Quando os equipamentos foram, enfim, liberados, o Governo gaúcho anunciou um edital para privatizar a concessão de operação daquelas usinas.

    Ramos e outros interessados, inclusive os fabricantes dos equipamentos, formaram um grupo para participar. Ramos contratou profissionais para montar o projeto, tanto na parte de engenharia, como, no que era o mais complexo e valioso, para calcular as tarifas que poderiam ser oferecidas no certame. Porém, o Governo mudou de ideia e as usinas acabaram sendo entregues a operadores chineses, que abandonaram boa parte do equipamento comprado e importaram os deles. Portanto, equipamentos, estudos e projetos valiosos sobraram sem uso.

    Anos depois, em 2005, o Uruguai, com problemas para abastecer com energia suas futuras fábricas de celulose, buscava soluções, e uma pessoa de inteira confiança 

    Laudo vê transação financeira entre suspeito e prima de José Serra

    de Ramos, o sr. Maurício Sorhuet, uruguaio, lhe disse que teria um grupo de investidores, sobretudo espanhóis, interessados no projeto de termoelétrica no país, e que ele, conhecendo o envolvimento de Ramos com os frustrados projetos das Usinas de Candiota e Jacuí, poderia aproximá-los para uma consultoria. Assim sendo, Ramos transferiu a Maurício o cabedal de conhecimentos e projetos e acesso aos equipamentos restantes.

    Todas as tratativas foram feitas com o Sr. Sorhuet. Os valores recebidos foram todos utilizados pessoalmente por Ramos, ou por suas empresas nos seus demais projetos de consultoria.

    Ramos jamais conheceu Gregório Marin Preciado (de quem somente ouviu falar por matérias jornalísticas), nem sua esposa, e não tinha conhecimento de qualquer ligação entre esse senhor e a empresa Iberbras, responsável pelos pagamentos recebidos.

    É fundamental frisar que esses pagamentos não têm relação com José Serra, cuja ligação com Marin Preciado Ramos veio a saber também por meio da imprensa. Tampouco aqueles pagamentos guardam relação com os fatos relatados por delatores da Odebrecht, sobre os quais Ramos já prestou depoimento e demonstrou que as remessas que recebeu igualmente não se destinavam a campanha do senador Serra.

    COM A PALAVRA, GREGÓRIO MARIN PRECIADO E VICENCIA TALAN

    O Estado ligou para um número de telefone residencial em nome de Gregório Marin Preciado. Uma pessoa que não quis se identificar atendeu e disse que pediria para ele retornar a ligação. Até a publicação deste texto, nem Preciado nem Vicencia Talan responderam. O espaço está aberto.(Estadão )

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  • Sem Lula, Bolsonaro lidera corrida eleitoral, diz pesquisa

    São Paulo –  A pesquisa DataPoder360 divulgada neste sábado (21) aponta que o deputado Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto para presidente da República. O candidato do PSL tem entre 20% e 22%.

    Em segundo lugar aparece Joaquim Barbosa (PSB) com 13% a 16% das intenções de voto. Já no terceiro aparecem praticamente empatados Ciro Gomes (PDT) com 8,4% e Marina Silva (Rede), com 8,2%.

    O estudo aponta ainda Fernando Haddad (PT), com 7,4% das intenções de voto e  Álvaro Dias (Podemos), com 6,3%.

    Outros 17,3% responderam que votariam branco ou nulo e 8,2% não responderam.

    A pesquisa DataPoder360 foi realizada nos dias 16 a 19 de abril, por meio de ligações telefônicas (para aparelhos celulares e fixos), e teve 2.000 entrevistas em 278 cidades brasileiras. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O estudo está registrado no TSE sob o número BR-06596/2018.

    O estudo considerou um cenário no qual fossem testados apenas os políticos cuja exposição indicasse taxas acima de 5% e também 1 nome do PT –considerando-se que a tendência é que o Partido dos Trabalhadores possa ter 1 nome próprio em substituição ao de Luiz Inácio Lula da Silva, no momento preso e cumprindo pena de 12 anos e 1 mês em Curitiba (PR).

    Cenário 2

    Em um segundo cenário testado pelo DataPoder360, considerando 12 nomes de possíveis candidatos a presidente. Os resultados indicam a liderança de Jair Bolsonaro, com 20%.

    No segundo lugar está Joaquim Barbosa, com 12,9%, seguido por Marina Silva (10,0%); Ciro Gomes (9,0%); Geraldo Alckmin (8,0%); Alvaro Dias (6,0%); Fernando Haddad (3,9%); Manuela D’Ávila (2,0%); Fernando Collor (1,0%); Guilherme Afif (1,0%); Guilherme Boulos (1,0%); João Amoêdo (0,5%).(Exame.com )

    Já 16,8% responderam branco ou nulo e 7,9% não sabe ou não respondeu (7,9%).

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  • Lula recebe visita de parentes, mas Nobel e teólogo são barrados

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a receber a visita de parentes na manhã desta quinta (19) na sede da Polícia Federal em Curitiba, onde está preso desde o dia 7.

    Familiares do petista entraram por volta das 9h25 no prédio da carceragem. Dois homens -um deles seu filho Fábio Luís da Silva- e duas mulheres, além de uma criança, entraram pelos fundos do prédio e passaram a pé pela entrada principal da PF, até acessar o prédio.

    Esta é a segunda vez que Lula recebe familiares. O dia de visitas para o ex-presidente é diferente do dos demais presos no local, para evitar que seus parentes cruzem com familiares de seus delatores Antônio Palocci, Léo Pinheiro e Renato Duque - que podem ter visitas às quartas-feiras.

    Ganhador do Nobel da Paz, o argentino Adolfo Peréz esteve no local, mas não foi autorizado a ver Lula. Conforme justificativa de decisão do Juízo da Execução Penal, a visita não ocorreu porque o pedido deve ser apreciado em momento oportuno, inviabilizando a data estipulada por Peréz.

    O teólogo Leonardo Boff também tentou integrar a comitiva de Esquivel, mas não foi autorizado a entrar pelos policiais. Segundo ele, sua intenção era dar assistência religiosa à Lula, o que seria previsto como direito do preso. Com informações da Folhapress.



  • PGR abre investigação sobre vídeo de Gleisi para TV Al-Jazira

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) instaurou procedimento preliminar para analisar a possibilidade de abrir inquérito sobre um vídeo gravado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), para a TV Al-Jazira (veja aqui), de acordo com a Coluna do Estadão. Na gravação, ela diz que o ex-presidente Lula é um preso político e acusa a Justiça brasileira. “Lula foi condenado por juízes parciais num processo ilegal. Não há nenhuma prova de culpa, apenas acusações falsas”, afirmou. A petista termina convocando “todos e todas [do mundo árabe] a se juntarem na luta” para libertar Lula.  A instauração da Notícia de Fato é o primeiro passo antes de a PGR instaurar um inquérito. A determinação partiu da titular da Secretaria Penal da PGR, subprocuradora Raquel Branquinho. No plenário do Senado, a presidente do PT reiterou sua fala à TV Al-Jazira e classificou as críticas como xenofobia.



  • POLÍTICA

    Nota de Repúdio

    Nota de Repúdio

    O Ranking dos Políticos, amplamente divulgado ontem (15), é tendencioso e não representa o povo brasileiro, uma vez que mede o desempenho de deputados e senadores a partir de princípios afinados com as políticas neoliberais. Por esse motivo, esse "ranking" tem o nosso repúdio, até porque premia o trabalho daqueles que apoiaram o golpe e continuam atacando os direitos da classe trabalhadora.

    Trata-se de uma manipulação grosseira contra o trabalho de parlamentares que lutam por um Brasil melhor e mais justo. A população brasileira, em especial a baiana, sabe reconhecer o nosso trabalho.

    O Ranking não avalia o desempenho dos deputados de forma isenta, ao contrário, o site pontua positivamente as votações a favor do impeachment da presidenta Dilma, contra as investigação de Temer e a favor da reforma trabalhista, da terceirização e outras projetos que atacam os direitos trabalhistas e sociais.

    Nós, parlamentares do campo progressista nos orgulhamos de termos votado contra o impeachment, pelas investigações contra Temer, reforma trabalhista, o congelamento dos investimentos públicos e todas as matérias que prejudicam os trabalhadores brasileiros.

    O povo baiano tem apoiado nosso trabalho, este é o melhor termômetro e vamos seguir representando aqueles que mais precisam e não empresários como o dono deste site e que apoiam o governo ilegítimo de Temer.

     

    Lídice da Mata - Senadora (PSB)

    Afonso Florence - Deputado Federal (PT)

    Daniel Almeida - Deputado Federal  (PC do B)

    Luiz Caetano - Deputado Federal (PT)

    Pelegrino - Deputado Federal (PT)

    Valmir Assunção – Deputado Federal (PT)

    Waldenor - Deputado Federal (PT)



  • STF retoma hoje julgamento de habeas corpus de Palocci

    O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma na tarde desta quinta-feira, 12, o julgamento do pedido de habeas corpus do ex-ministro Antonio Palocci, preso preventivamente desde setembro de 2016. Relator do caso, o ministro Edson Fachin já votou hoje para não conceder o pedido ao ex-ministro, e foi acompanhado por Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Alexandre de Moraes.

    Para Fachin, a liberdade de Palocci pode comprometer a ordem pública. Ele também disse que não vê ilegalidades na prisão. “O cenário revela a periculosidade concreta do agente e o risco de reiteração do crime e prática de futuras infrações”, disse o relator sobre Palocci, preso em Curitiba (PR) no âmbito da Operação Lava Jato.

    Os ministros passaram a tarde decidindo questões preliminares sobre o processo de Palocci. A primeira votação analisou se Fachin, como relator, poderia ter retirado o caso da Segunda Turma da Corte, a qual compõe, e submeter o habeas corpus para análise do plenário, com os 11 ministros. Depois, os ministros decidiram que não poderiam analisar o habeas corpus porque Palocci foi condenado em primeira instância enquanto aguardava tramitar no STF o pedido de liberdade contra a prisão preventiva.

    A defesa de Palocci entrou com o pedido no Supremo em abril de 2017, e sua condenação em primeira instância ocorreu em junho do mesmo ano. O juiz federal Sergio Moro, de Curitiba, sentenciou Palocci a 12 anos, 2 meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Seu caso ainda não foi julgado em segunda instância.

    Apesar da maioria de os ministros decidir que o habeas corpus estava prejudicado em função desses fatos, Fachin optou por 

    analisar o processo de “ofício”. Isso acontece quando o ministro entende que, apesar de não poder aceitar o habeas corpus por problemas processuais, é necessário avaliar se existe alguma ilegalidade na prisão do réu.

    Então, perto do fim da sessão plenária da quarta-feira, 11, Fachin respondeu a defesa e aos colegas do plenário que não vislumbrava ilegalidades na prisão preventiva de Palocci. Inicialmente, não estava decidido se os demais ministros também votariam o habeas corpus “de ofício”.

    Mas, depois de Barroso, Fux e Moraes anunciarem que acompanhariam o relator, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, anunciou que os votos dos demais ministros seriam colhidos na sessão desta quinta.

    Votaram para não admitir o habeas corpus de Palocci os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Rosa Weber e Cármen Lúcia. Foram contra Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.(Exame.com )

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  • Golpistas não passarão, diz Zé Raimundo

    Os defensores do golpe que destituiu a presidente Dilma Roussef, inconformados com a derrota eleitoral anterior, vão amargar nova derrota nas próximas eleições de outubro. Esta é a expectativa do deputado Zé Raimundo (PT) declarada ao protestar, hoje (10) no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia, contra a prisão de Lula, que considera inconstitucional, injusta e uma continuação do processo golpista para tentar impedir nova eleição do ex-presidente da República. 

    Em seu registro na sessão plenária, Zé Raimundo alertou os aliados de Temer: “O povo não é bobo. Está de olho em todo o processo golpista em nosso país e vai saber dar o troco nas eleições de outubro, quando tenho certeza que dará a resposta, delegando às forças progressistas o comando do país e derrotando os golpistas que promovem hoje a verdadeira contra-revolução democrática”, afirmou.

    O deputado citou juristas, sociólogos e outros teóricos que em suas análises e artigos constatam a falência do estado brasileiro e defendem uma reforma política. “Por isso, tenho dito que somente uma grande reforma, através de uma nova Constituinte para repensar toda a estrutura do estado, pode nos tirar da grave crise política que vivemos em nosso país”, concluiu.

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  • Após Lula, delegado e procurador falam em novos alvos

    Procurador Carlos Fernando dos Santos Lima e delegado Milton Fornazari. FOTOS: RODOLFO BUHRER/ESTADÃO e SINDPFSP.ORG.BR

    Após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado na Lava Jato, investigadores ligados à operação dizem que os próximos passos devem ser o aprofundamento das apurações contra líderes de outros partidos, assim como a aprovação de mudanças na legislação penal e o fim do foro privilegiado.

    O delegado da Polícia Federal Milton Fornazari Júnior, responsável pela Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros em São Paulo (Delecor), afirmou em uma rede social que "agora é hora de serem investigados, processados e presos os outros líderes de viés ideológico diverso, que se beneficiaram dos mesmos esquemas ilícitos que sempre existiram no Brasil (Temer, Alckmin, Aécio etc)."

    O Estado procurou no sábado as assessorias do presidente Michel Temer (MDB), do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas até a noite deste domingo, 8, nenhuma delas se havia manifestado.

    Temer foi denunciado duas vezes e é investigado em um inquérito pela Procuradoria-Geral da República. Aécio foi denunciado e é investigado na Lava Jato. Alckmin é investigado em inquérito por caixa 2 no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em razão da delação da Odebrecht.

    O texto de Fornazari foi publicado no sábado, 7, no momento em que Lula era levado pela PF para Curitiba (PR). A um amigo que lhe perguntou se podia compartilhar, ele respondeu: "Fique à vontade".

    Neste domingo, 8, porém, o policial o retirou do ar. E publicou novo texto: "Para você que gosta de me monitorar aqui, não adianta se articular, vamos continuar prendendo os corruptos de todos os gêneros".

    Experiente, o delegado tem em seu currículo a apuração sobre o cartel do Metrô de São Paulo. Também foi responsável pelo inquérito que apura desvios de recursos nas obras do Rodoanel, em São Paulo, que levou à prisão de Paulo Vieira de Souza, ex-diretor do Dersa, apontado como operador do PSDB paulista. Ele é ainda especialista em cooperação internacional para identificação de lavagem de dinheiro e ocultação de valores.

    Fornazari também comentou a situação de Lula. Ele escreveu que o ex-presidente "objetivamente recebeu bens, valores, favores e doações para seu partido indevidamente por empresas que se beneficiaram da corrupção em seu governo". "Por isso merece a prisão."

    Ele conclui afirmando que se as investigações futuras do órgão chegarem aos outros líderes políticos que ele enumerou "teremos realmente evoluído muito como civilização". "Se não acontecer e só Lula ficar preso, infelizmente, tudo poderá entrar para a história como uma perseguição política."

    MPF. Neste domingo, foi a vez do procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, desmentir a acusação de "seletividade" da Lava Jato feita por petistas. Ele comentou uma reportagem de O Globo que mostrava investigações que envolviam além de Lula e o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), Temer e Aécio. "Mas ainda é preciso fazer mais por todo o Brasil. Lute pelo fim do foro privilegiado, de mudanças nas leis penais e no fortalecimento da democracia."

    Para a presidente do Sindicato dos Delegados Federais de São Paulo, Tânia Prado, a prisão de Lula cria condições para o

    fortalecimento do papel da PF. "Vemos uma investigação que começou há quatro anos dar resultado." Para ela, fica "evidente" pelas investigações feitas até agora que a PF não tem partido e que investiga independentemente da ideologia do acusado.

    "Vamos mostrar que o trabalho da Lava Jato vai continuar, não só em São Paulo, mas em outros Estados, com seus desdobramentos", disse. Segundo Tânia, os delegados querem procurar "a verdade" em seus inquéritos e determinar "quem é o autor e encontrar a materialidade dos delitos". "É o que sempre fizemos."

    Após a prisão de Lula, a Associação Nacional de Delegados Federais publicou uma nota na qual dizia que a PF "não tem cor, nem partido - tem missão! E exerce seu papel independentemente de quem seja o investigado, com equilíbrio, moderação e responsabilidade".

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  • Primo de Lula é assassinado no Agreste de Pernambuco

    Primo de primeiro grau do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Sandoval Ferreira de Melo, de 70 anos, foi baleado em um assalto em Garanhuns, Pernambuco, na madrugada deste sábado (7) – mesmo dia em que o petista foi preso pela Polícia Federal em São Bernardo do Campo. O parente de Lula morreu pela manhã, neste domingo (8), no Hospital Regional de Caruaru, cidade no Agreste pernambucano. O incidente ocorreu na mesma cidade onde Lula nasceu. Segundo a Polícia Militar, Sandoval estava bebendo em um bar quando dois homens armados anunciaram o assalto. 

    Outras duas vítimas tiveram os celulares levados, quando Sandoval reagiu à ação, lutou com os assaltantes e foi baleado no tórax e na barriga. O número de disparos efetuados ainda é incerto, devido a informações diferentes dadas pelas testemunhas, mas a polícia trabalha com a hipótese de dois ou três tiros. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, os suspeitos fugiram do local. Apesar de o crime ter ocorrido no mesmo dia em que o ex-presidente Lula foi preso, não existem indícios de que o crime teria qualquer relação com o político.Primo de primeiro grau do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Sandoval Ferreira de Melo, de 70 anos, foi baleado em um assalto em Garanhuns, Pernambuco, na madrugada deste sábado (7) – mesmo dia em que o petista foi preso pela Polícia Federal em São Bernardo do Campo. O parente de Lula morreu pela manhã, neste domingo (8), no Hospital Regional de Caruaru, cidade no Agreste pernambucano. O incidente ocorreu na mesma cidade onde Lula nasceu. Segundo a Polícia Militar, Sandoval estava bebendo em um bar quando dois homens armados anunciaram o assalto. Outras duas vítimas tiveram os celulares levados, quando Sandoval reagiu à ação, lutou com os assaltantes e foi baleado no tórax e na barriga. O número de disparos efetuados ainda é incerto, devido a informações diferentes dadas pelas testemunhas, mas a polícia trabalha com a hipótese de dois ou três tiros. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, os suspeitos fugiram do local. Apesar de o crime ter ocorrido no mesmo dia em que o ex-presidente Lula foi preso, não existem indícios de que o crime teria qualquer relação com o político.(BahiaNotícias)

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