BUSCA PELA CATEGORIA "REFLEXÃO"

  • Greve fecha 873 agências e cresce movimento em lotéricas e Correios

    Foto: Reprodução

    Com 873 agências fechadas em todo o estado da Bahia, a greve dos bancários completa uma semana nesta terça-feira (13). De acordo com o sindicato da categoria, são 257 unidades paradas em Salvador e 616 nas cidades do interior. Por causa da paralisação, o movimento em lotéricas e agências dos Correios aumentou. Uma nova reunião de negociação da categoria e Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) deve acontecer às 14h desta terça, em São Paulo. Na capital baiana, segundo funcionários da agência dos Correios do bairro do Comércio, cresceu o número de pessoas à procura dos serviços de banco postal. "Os horários de maior movimento são no começo da tarde e no meio da tarde. As pessoas começam a aparecer por volta das 12h, pois aproveitam o horário de almoço para pagar as contas", disse um dos funcionários. O mesmo acontece em uma lotérica da Avenida Sete, também em Salvador. Segundo atendentes, o movimento cresceu após a greve e o horário de pico é sempre por volta das 12h, assim como em outra lotérica no bairro da Piedade. "Aqui [Piedade], o número de clientes começa a crescer a partir das 11h. A greve contribuiu para esse aumento", disse uma funcionária. Informações do G1 Bahia.



  • Justiça Federal no DF suspende

    Foto: Reprodução

    A Justiça Federal no Distrito Federal decidiu hoje (2) suspender a Lei 13.290/2016, conhecida como “Lei do Farol Baixo”, que obrigava condutores de todo o país a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias. Na decisão, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias. O juiz atendeu pedido liminar da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVA). A associação citou o caso específico de Brasília, onde existem várias rodovias dentro do perímetro urbano. “Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável", isse a entidade. 

    A lei  foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril.  A multa para quem descumprisse a regra, considerada infração média,  era de R$ 85,13, com a perda de quatro pontos na carteira de habilitação. O objetivo da medida foi aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos indicam que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia.

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  • Rock in Rio lança projeto em Manaus para plantar 1 milhão de árvores

    O projeto socioambiental Amazônia Live, do Rock in Rio, foi lançado neste sábado (27) em Manaus. O Amazônia Live pretende plantar mais de 1 milhão de árvores em 400 hectares de área desmatada da floresta amazônica nas cabeceiras do Rio Xingu. As sementes serão adquiridas com indígenas da região, para ajudar a fomentar a economia local, além de promover reflorestamento. A estimativa do Rock in Rio é gerar aproximadamente R$ 700 mil em renda para as famílias coletoras de sementes e 50 empregos diretos nas atividades de assistência, preparação do solo e plantio.



  • Revitalizar o Velho Chico é mudar as atividades produtivas, dizem pesquisadores

    Revitalizar o rio São Francisco passa por mudar as atividades produtivas, apontam pesquisadores Chesf/Divulgação

    A continuidade do modelo econômico atual na Bacia do Rio São Francisco, com atividades que consomem muita água e provocam devastação dos biomas, e a falta de informações sobre a real necessidade por água podem atrapalhar ou mesmo inviabilizar a revitalização do manancial.

    A opinião é compartilhada pelo engenheiro agrônomo João Suassuna, pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), e pelo sociólogo Adriano Martins, que participou de uma peregrinação pelas cidades cortadas pelo rio na década de 1990.

    Especialista em convivência com o semiárido, Suassuna se diz incrédulo com o plano Novo Chico, lançado pelo governo do presidente interino Michel Temer. Ele relata que o Rio São Francisco praticamente não tem mais mata ciliar, o que provoca assoreamento e, em consequência, a baixa reprodução de peixes. Além disso, ele cita que é urgente solucionar o problema dos esgotos que são lançados sem tratamento na calha do rio. O novo programa prevê ações para  proteção e recuperação das nascentes, controle de processos erosivos e recuperação de áreas degradadas. Na primeira fase, terão prioridade as obras de abastecimento de água e de esgotamento sanitário que estão em andamento, com investimento total de R$ 1,162 bilhão. 

    Quase 25 anos atrás, as condições da bacia do rio São Francisco já chamavam a atenção de estudiosos e ambientalistas. Em 1992, quatro pessoas, entre elas o hoje bispo de Barra (BA), dom Luiz Cappio, e o sociólogo Adriano Martins, realizaram uma peregrinação por cidades da bacia desde a nascente até a foz, para dialogar com as populações ribeirinhas sobre a degradação do manancial e buscar soluções para os problemas.

    À época, segundo Martins, a situação mais visível era o desmatamento das matas ciliares, das regiões de nascentes e das encostas, o que gerava o carreamento de terra para o leito do rio. Os impactos dos grandes barramentos, a exemplo da represa de Sobradinho, também foram notados pelos peregrinos. De acordo com o sociólogo, as obras alteraram o ciclo de vazão e cheia, fazendo com que as águas cheguem à foz sem força e provocando o avanço do mar rio adentro.

    A falta de gestão do uso das águas também foi verificada na década de 1990 e, de acordo com Martins, o problema persiste e se agrava a partir do avanço do agronegócio. “Há uma busca maior da água para fins produtivos. Existe um esforço do comitê de bacias [Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco] para mediar esses conflitos, minorá-los, mas na hora da disputa, quem tem mais peso político e mais poder econômico acaba levando vantagem.”



  • Mulheres representam apenas 14,48% dos postulantes às prefeituras da Bahia

    Foto: Agência Brasil

    Apenas 14,48% dos postulantes às prefeituras do estado nas eleições deste ano são mulheres, de acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número considera todos as candidaturas registradas junto à Justiça Eleitoral. No caso dos ocupantes da vice nas chapas, o número é ligeiramente maior: 16,27%. Os índices expressam a baixa mobilização das mulheres na concorrência a cargos eletivos – neste sentido, a legislação prevê inclusive um dispositivo que determina uma cota de 30% nas chapas – o número foi alcançado levando em consideração as candidaturas a vereador e o cômputo geral: 30,78% dos candidatos a todos os cargos são mulheres. A prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria, reeleita em 2012 e presidente da União de Municípios da Bahia (UPB), foi uma exceção e aponta que, para além do machismo, as dificuldades de gestão e custeio podem estar influenciando na baixa adesão de mulheres na disputa. “Infelizmente, o cenário político hoje e o descrédito, principalmente com relação a prefeitos. Temos vivido muitos problemas de gestão por causa da falta de autonomia que os municípios estão vivendo por conta da concepção dos programas do governo federal, os prefeitos perderam o poder de decisão”, avalia, pontuando que as mulheres tem um “nível de comprometimento maior” e por isso pensaria mais antes de se lançar à corrida eleitoral. “Como ser prefeita de uma cidade se você não vai poder resolver ou tentar resolver os problemas”. De acordo com Quitéria, por essa razão, várias mulheres atuantes na política resolveram deixar suas carreiras eletivas em modo de espera.

    Mulheres representam apenas 14,48% dos postulantes às prefeituras da Bahia

    Foto: Cláudia Cardozo/ Bahia Notícias

    O machismo estrutural, no entanto, dificulta o caminho das mulheres que resolvem entrar na concorrência. Uma vez eleita, elas enfrentam diversas dificuldades até firmar seu nome entre os pares. “A mulher tem que provar duas vezes que ela competente, tem que provar diariamente”. No atual cenário político, a relação com os aliados políticos é ambígua: ao mesmo tempo em que eles são necessários, a necessidade de se desvincular dos padrinhos políticos é ainda maior. “Você tem dificuldade de conseguir recursos se não tem relações políticas, verbas por emendas parlamentares”, ressalta. “Sempre brinco que fui a minha deputada do meu município, muitos recursos consegui por meio de projetos”. A idade, associada ao gênero, pode ser um fator complicador. “Por ser mulher e ainda jovem, pior ainda. Pensam: “ah, é a menina bonitinha, mas não sabe de nada. Foi o marido, o pai, alguém que colocou na politica”, cita. Ela mesmo já recebeu, sobre si, a menção como uma “surpresa boa”. “Quantas vezes ouvi: 'essa menina ganhou eleição, nem acreditava nela. Sabia que ela tinha vontade, mas não que iria ser assim”, exemplifica. No seu caso, além da juventude – hoje a socialista tem 38 anos – a beleza pesou na hora de ter sua atuação colocada à prova. “Na verdade, desde o início do meu mandato colocaram isso, um foco não no meu trabalho, não na minha competência. Isso não deixou de ser um desafio, para mostrar mesmo que isso era secundário, mostrar meu trabalho, minha competência, minha capacidade”, afirma ela, que ganhou posição de destaque ao assumir a  UPB, para qual foi reeleita com 70% dos votos. “Às vezes tive que ser grossa para sair de algumas situações. Graças a Deus, as pessoas me respeitam muito, Com meu jeito de brincalhão, sou amiga de todo mundo, não fiquei inimiga de ninguém. Não tem coitadinha. As mulheres são dignas, são corretas. Escolheram suas profissões porque sabiam o que queriam, por isso estão nos lugares onde estão”.

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  • 'Perguntar se suicídio passa pela cabeça é importante', diz psiquiatra

    O ator Robin Williams em foto de 15 de junho de 2007 (Foto: Reed Saxon/AP)

    Ator Robin Williams se enforcou com um cinto nesta segunda-feira (11).
    Psiquiatra afirma que abordar o assunto dá espaço para tratamento.

    O histórico de depressão e de dependência de álcool, características apresentadas pelo ator Robin Williams, são dois importantes fatores de risco para o suicídio. O ator de 63 anos morreu nesta segunda-feira (11) depois de se enforcar com um cinto, de acordo com a polícia local. Segundo a agente do ator, Mara Buxbaum, ele estava lutando contra uma depressão severa e já tinha sido internado várias vezes em clínicas de reabilitação por problemas com drogas e álcool. A última internação tinha sido em julho.

    O psiquiatra Geraldo Possendoro, professor convidado de Medicina Comportamental da Unifesp, diz que, em mais de 90% dos casos de suicídio, a pessoa já tinha alguma doença psiquiátrica. “Quando a pessoa não se trata e começa a usar os ‘remédios ruins’ para tratar a depressão, como drogas e álcool, ela está acumulando fatores de risco para suicídio”, explica.

    Ele acrescenta que não é incomum que pessoas com depressão e que não são tratadas adequadamente recorram a drogas e álcool para aliviar o sofrimento da depressão. O contrário também pode acontecer, de acordo com a psiquiatra Maíra Della Monica Machado. “A pessoa que faz uso abusivo de álcool e drogas também pode cair em um quadro depressivo.”

    A médica enfatiza os riscos da combinação desses fatores: “Uma pessoa que está deprimida e faz uso de substâncias acaba tendo um rebaixamento da crítica, do nível de consciência e fica com mais coragem para cometer suicídio. Por isso orientamos total abstinência para pacientes com pensamentos suicidas e ideias de morte.”

    Para Possendoro, pensar em suicídio é mais comum do que se possa imaginar e é importante que amigos e familiares conversem sobre o assunto com a pessoa. “Existe o mito de que conversar sobre o assunto pode induzir alguém a tentar. Isso é falso, ninguém comete suicídio por ter conversado sobre isso. Muito pelo contrário, abordar o assunto, perguntar se a ideia de suicídio passa pela cabeça dela é importante porque pode dar espaço para que a pessoa seja tratada e que o suicídio não aconteça”, diz.

    Período crítico
    A psicóloga Karen Scavacini, cofundadora do Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção do Suicídio, avalia que o ator estava em um período que pode ser considerado crítico: logo após ter alta de uma clínica de dependência e depois de um período de recaída no consumo de álcool e drogas. “Nesses momentos, a família precisa ficar mais atenta”, diz.

    Ela observa que a idade do ator também é mais propensa a tentativas de suicídio. "Começa uma fase de muitas perdas, perda da saúde, com a aposentadoria tem a perda do trabalho. Como a sociedade não aceita o envelhecimento, isso deixa as pessoas muito mais isoladas, elas perdem o lugar a que pertenceram."

    Além dos sinais diretos que a pessoa emite quando tem a intenção de se matar – falar explicitamente que quer morrer, por exemplo – alguns sinais indiretos também podem ser percebidos. “A pessoa começa a se despedir de parentes e amigos, pode apresentar muita irritabilidade, sentimento de culpa, choros frequentes. Também pode começar a colocar as coisas em ordem e ter uma aparente melhora de um quadro depressivo grave, de uma hora para outra. Muitas vezes, isso significa que já se decidiu pelo suicídio, por isso fica mais tranquila. É a falsa calmaria”, diz. Comportamentos de risco desnecessários também podem ser observados nesse período. (Do G1, em São Paulo)



  • Escritor brumadense demonstra preocupação com o desaparecimento das Abelhas

    Rui Lôbo: Poeta, escritor e membro do movimento Abracadabra de Brumado. Foto reprodução

    Por Rui Lôbo.

    Uma reportagem na televisão me deixou deveras preocupado: As abelhas estão desaparecendo do planeta terra. Segundo cientistas que estudam o fenômeno, se continuar neste ritmo, em menos de 100 anos elas estarão extintas.
    As abelhas são responsáveis pela polinização das plantas, incluindo aí quase todos os alimentos que consumimos, inclusive o mel, o mais completo de todos.
    A polinização é quando as abelhas na busca dos ingredientes para produzir o mel, espalham o pólen, contribuindo assim para o fenômeno da fecundação da flor que irá gerar o fruto, simples assim.
    De quem é a culpa pela diminuição em todo o mundo de todas espécies de abelhas existentes? Segundo os estudos até aqui realizados, são os agrotóxicos. As abelhas resistem temperaturas adversas,bactérias e pragas diversas, mas sucumbem frente aos poderosos venenos inventados pelo homem, que no caminho da evolução se esqueceu das operárias escolhidas por Deus para fazer o "trabalho limpo" para a manutenção da vida, da nossa vida na terra!.



  • REFLEXÃO

    O PODER DO VOTO

    O PODER DO VOTO

    Foto: Reprodução

    Por  Henrique Menezes.

     

    Votar não é apenas ter a oportunidade de escolher aqueles, que por premissa, devem lutar pelos interesses do povo. Vai muito além. Na verdade, é a possibilidade de se ter progresso ou atraso, vitória ou derrota, alegria ou tristeza, saúde ou doença, paz ou guerra, luz ou escuridão, educação ou ignorância, enfim, é algo tão poderoso que pode levar ao sucesso ou a ruína.

     

    O que vemos no dia a dia é que as pessoas não dimensionam a importância da cidadania. O poder de mudar o mundo pela ação do seu voto consciente. Infelizmente, o voto é moeda de troca por um saco de cimento, uma cerveja gelada, uma cesta básica, um remédio, uma bola, um jogo de camisa, dentre outras coisas.

     

    Não se pensa mais no coletivo, e sim naquilo que imediatamente lhe trará retorno, esquecendo-se de planejar o amanhã, o que virá depois, o futuro. O tempo passa, quatro anos, reclamações, decepções, frustrações, indignações, tempo perdido. As pessoas se esquecem facilmente dos políticos metidos com falcatruas e escândalos.

     

    Diante disso, é imprescindível que se esclareça ao povo, a necessidade de se votar com o máximo de cuidado, e com extrema razão, pois só desta forma se conseguirá construir um amanhã melhor, no qual nossos filhos, netos, amigos, enfim todas as pessoas possam viver com uma perspectiva positiva, com mais saúde, mais educação, mais segurança, mais alegria e felicidade.

     

    Assim, deixo meu apelo àqueles que gostam não só de seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país, mas, para todos aqueles que gostam de viver e tornar o mundo um lugar melhor – o que acredito seja a maioria da população – que vote com maturidade, sem pressa, com critério, pesquisando e esmiuçando cada possibilidade de seu candidato. Pode ter certeza, sua vida vai ser melhor.