BUSCA PELA CATEGORIA "SAÚDE"

  • Vice-prefeito de Brumado e Secretário de Saúde participam de audiência com governador e prefeitos da região para tratar do Consórcio Regional de Saúde

    Na manhã de quinta-feira (30), o governador Rui Costa se reuniu com os prefeitos da região de saúde de Brumado com o objetivo de agilizar os entendimentos visando à assinatura do protocolo para formatação do Consórcio Regional de Saúde. O vice-prefeito Édio Pereira e o Secretário Municipal de Saúde, Cláudio Feres, representaram o município de Brumado na reunião em virtude da viagem do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos a cidade de Belo Horizonte. O Secretário Cláudio Feres ressaltou que a reunião foi bastante produtiva, tendo em vista que, na ocasião, além de agilizar questões pertinentes à formatação do Consórcio Regional de Saúde, o governador reafirmou o compromisso de viabilizar o funcionamento da Unidade de Terapia Intensiva - UTI Adulto e Neonatal, bem como investir na aquisição de equipamentos para o Hospital Professor Magalhães Neto a fim de oferecer à região procedimentos de alta complexidade. O vice-prefeito Édio Pereira também saiu da audiência bastante satisfeito, acreditando que, após a reunião, o tão sonhado consórcio que irá proporcionar a melhoria da saúde na região será, finalmente, viabilizado.



  • Prefeitura do Rio diz que estoque de vacina de febre amarela termina hoje

    Desde 6h30, fila de pessoas em busca da vacina contra febre amarela se formou em posto no Centro (Foto: Reprodução/ TV Globo)

      A vacina contra febre amarela está acabando nos postos da cidade do Rio de Janeiro. A Secretaria Municipal de Saúde diz ter 50 mil doses disponíveis, estoque que deve se esgotar nesta quinta-feira (30). A vacinação, entretanto, não é obrigatória. A cidade está fora da área de recomendação da vacina e não teve nenhum caso da doença.

    Se uma carga extra de vacinas não for obtida, os postos da cidade correm o risco de desabastecimento. Durante o dia, os secretários municipal e estadual de Saúde vão até Brasília pedir mais 250 mil doses para o Ministério da Saúde. Essa quantidade é, segundo eles, suficiente para mais uma semana de vacinação.

    No posto de saúde da Rua Henrique Valadares, no Centro do Rio, pessoas que desejam se vacinar contra febre amarela formam uma fila desde 6h30. Os pacientes reclamam que estão enfrentando problemas em diferentes postos para conseguir a imunização contra a doença.

    O Ministério da Saúde afirma que toda a população do Estado do Rio de Janeiro será vacinada ainda este ano.

    Sintomas

    Os sinais e sintomas mais comuns da doença são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos que duram, em média, três dias. Nas formas mais graves da doença, podem ocorrer icterícia (olhos e pele amarelados), insuficiências hepática e renal, manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

    E importante ressaltar que a vacina não é recomenda para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.(G1) 



  • Tratamento contra câncer, radioterapia está ameaçada no SUS por má distribuição de verba

    Foto: Divulgação

    Essencial para o tratamento de pacientes com câncer, a radioterapia não é sustentável atualmente no Sistema Único de Saúde (SUS), acredita o presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia, Eduardo Weltman. Entre os pontos que interferem no problema estão os recursos destinados aos custos operacionais da radioterapia e o sistema de repasses desse valor. "Você recebe hoje menos da metade do que custa manter um aparelho funcionando. Isso é um problema sério, porque o que acaba acontecendo é que os aparelhos acabam ficando sucateados, quebrando. Não tem manutenção porque não há dinheiro para isso", afirmou o profissional. "A Sociedade está negociando com o Ministério da Saúde que seja revista, de forma emergencial, a remuneração da radioterapia. Se não for feito isso, a sustentabilidade da radioterapia está ameaçada. A médio e longo prazo, isso vai piorar muito", avaliou. Quanto ao sistema de repasses, Weltman aponta problemas na distribuição das verbas. "Vamos supor que o governo destine para a prefeitura R$ 100 mil, onde cerca de R$ 20 mil seriam destinados à radioterapia. Desses R$ 20 mil, por razões estruturais, R$ 10 mil ficam na prefeitura. Há ainda o repasse para o hospital. Desses R$ 10 mil, R$ 5 mil acabam ficando para causas trabalhistas. Isso é incompatível com as necessidades", exemplificou. As dificuldades na área não param por aí, já que o número de aparelhos disponíveis no Brasil está consideravelmente abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde: um equipamento para cada 300 mil habitantes. "No Norte e Nordeste, de maneira geral, há uma cobertura de 28%, com relação ao índice de um aparelho para cada 300 mil habitantes. Quando vai para a rede SUS, isso aumenta um pouco, porque a maioria de aparelhos da região Nordeste atende a população via SUS. Há uma cobertura de cerca de 35% dos pacientes", explicou o presidente da entidade. Dessa forma, de acordo com Weltman, as opções para os pacientes se tornam reduzidas e a fila de espera para tratamento segue crescente.



  • BA lidera entre estados do nordeste em número de casos de tuberculose

    Tuberculose é uma inflamação no pulmão, provocada por uma bactéria (Foto: Imagem/TV Bahia)

    A Bahia é o terceiro estado do país e o primeiro da região nordeste em número de casos de tuberculose. Somente entre 2013 e 2015, mais de 14 mil pessoas tiveram a doença no estado e 1,1 mil morreram, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).

    A tuberculose é uma inflamação no pulmão, provocada por uma bactéria, e pode ser transmitida pela tosse ou pela fala de alguém infectado. Os sintomas incluem tosse por mais de três semanas, febre no final da tarde e muito suor durante a noite. O tratamento é feito com quatro medicamentos diários, durante seis meses.

    Salvador aparece como a terceira capital em número de casos da doença, com uma média de 2 mil novas notificações por ano. O Brasil é um dos países com maior número de casos no mundo e, desde 2003, a doença é considerada como prioritária na agenda política do Ministério da Saúde.

    Embora seja uma doença com diagnóstico e tratamento realizados de forma universal e gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), anualmente, são aproximadamente 69 mil casos novos e 4.500 óbitos tendo como causa básica a tuberculose.

    Para tentar frear os números, o Ministério da Saúde pretende lançar, ainda em março, o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, que visa assegurar medidas de proteção social para garantir a adesão e conclusão do tratamento, que dura seis meses, no mínimo.

    Instituto especializado
    Nesta segunda-feira (6), durante evento de comemoração pelos 80 anos do Instituto Brasileiro para Investigação de Tuberculose (Ibit), em Salvador, um dos responsáveis pelo plano, Afrânio Kritski, presidente da Rede de Pesquisas Tuberculose, falou sobre o tratamento.

    "É preciso diagnóstico precoce, tratamento adequado, diminuição de ocorrência de multirresistência. Focar na questão de suportes, proteção social e focar na pesquisa", afirmou.

    Em Salvador, o Ibit desenvolve um trabalho para assegurar medidas de proteção social para garantir a adesão e conclusão do tratamento de pacientes. O instituto faz a concessão de complemento alimentar (pão e leite de soja), cesta básica e visitas domiciliares.

    O Ibit funciona de segunda a sexta, durante o dia, com atendimento integral aos pacientes, incluindo exames, consultas, fornecimento gratuito de medicamentos e medidas de apoio social.

    "Eles [os pacientes] então se sentem mais motivados a retornar e fazer os seus controles e esses controles indicam a evolução favorável da doença e com isso nosso índice de cura chega a 88%", afirmou o coordenador científico do Ibit, João Carlos Coelho Filho.

    O vendedor Adilson dos Santos, um dos pacientes atendidos pelo Ibit, está na metade do tratamento e deixa um recado para quem também contraiu a doença. "Não tenha preconceito, não tenha vergonha. Fazendo o tratamento correto você vai ficar bom", afirma Adilson dos Santos, vendedor.(G1)

    CONTINUE LENDO


  • Novos critérios para doação de sangue são estabelecidos devido à febre amarela

    Foto: Divulgação

    Candidatos à doação de sangue devem comparecer ao hemocentro mais próximo antes da vacinação contra febre amarela. Já aqueles que já foram vacinados, precisam aguardar quatro semanas para doar sangue. As recomendações foram divulgadas, nesta quinta-feira (2), em nota técnica conjunta do Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A nota ainda ressalta que pessoas infectadas pelo vírus devem ser consideradas inaptas por um período de seis meses após recuperação clínica completa. Candidatos à doação que vivam em áreas silvestres, rurais ou de mata nos municípios com casos suspeitos devem ser considerados inaptos, enquanto aqueles que tenham viajado para essas regiões sem vacinação anterior estão inaptos por 30 dias após retorno. "Até o momento, não existem informações seguras disponíveis sobre o tempo de inaptidão à doação de sangue após a recuperação completa quando o indivíduo tiver sido infectado pelo vírus da febre amarela", ressaltou a nota conjunta.(Bahia Noticias)



  • Secretarias de Saúde investem R$ 7,5 milhões em estrutura para Carnaval

    Foto: Reprodução / Pixabay

    O Carnaval de 2017 na Bahia contará com uma estrutura especial para o Carnaval. Tanto a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), como a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) investiram em aportes para os dias de folia, em que geralmente há uma onda de atendimentos específicos. A Sesab destinou um subsídio financeiro de R$2 milhões para os dias de carnaval. O valor é destinado para ampliar estoques de materiais e medicamentos e aumentar o número de profissionais. A quantia não inclui o valor destinado para ampliar os estoques de medicamentos e materiais. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por sua vez, iniciou o trabalho especial para o carnaval há três semanas, com a vigilância à saúde, realizando vistorias aos blocos, caminhões, além de combater os mosquitos da dengue e roedores nos locais em torno dos circuitos. A vigilância a bebidas alcoólicas e alimentos também foi iniciada, com a fiscalização de bares, camarotes e restaurantes.



  • Para o carnaval, OMS sugere vacina contra febre amarela a turistas

    Foto: Divulgação

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a turistas estrangeiros que estejam pensando em viajar a áreas de risco no Brasil para o carnaval que tomem vacinas contra a febre amarela dez dias antes de embarcar. Em um comunicado publicado nesta quarta-feira, 15, em Genebra, na Suíça, a entidade ampliou as "áreas de risco" da doença no Brasil, incluindo novos municípios dos estados da Bahia, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A OMS aponta que "atualmente não existe evidência de transmissão do vírus da febre amarela nas grandes áreas metropolitanas da costa leste, como Rio, Salvador ou São Paulo". As novas recomendações, porém, foram feitas "diante da situação que se desenvolve" e considera que turistas "nas próximas semanas podem fazer tours fora das principais cidades". Segundo a OMS, o visitantes devem ser vacinados dez dias antes de viajar e uma só dose é considerada como suficiente para garantir imunidade. Para pessoas com contraindicações em relação à vacina, a OMS sugere que um médico seja consultado. Isso inclui crianças com menos de 9 meses, mulheres grávidas, que estejam amamentando ou pessoas acima de 60 anos de idade. Uma vez no Brasil, o turista deve tomar "medidas para evitar picadas de mosquito", conhecer os sintomas da febre amarela e, caso desenvolva algum mal-estar, procurar imediatamente um médico. "A transmissão da febre amarela continua em expansão em direção à costa atlântica do Brasil, em áreas que não eram consideradas de risco para a febre amarela antes da revisão realizada pela OMS, no final de janeiro de 2017", explica o comunicado da entidade. No caso do da Bahia, a OMS aponta que as áreas novas de risco de febre amarela incluem os municípios de Alcobaça, Belmonte, Canavieiras, Caravelas, Ilhéus, Itacaré, Mucuri, Nova Viçosa, Porto Seguro, Prado, Santa Cruz Cabrália, Una, Uruçuca, Almadina, Vereda, Vitória da Conquista e uma dezena de outras. Já no Espírito Santo, o Estado inteiro é considerado como área de risco, com a exceção da zona urbana da capital, Vitória. Para o Estado do Rio, o risco está associado com municípios que fazem fronteira com Minas Gerais e Espírito Santo, como Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Miracema, Campos dos Goytacazes e São João da Barra.



  • Governo reúne gestores de saúde de 364 municípios para debater avanços e desafios do setor

    Foto e fonte: ascom

    Com o objetivo de debater os avanços e desafios do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, bem como aspectos relacionados à vigilância, regulação, medicamentos e financiamento, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems/BA) reuniram representantes de 364 municípios baianos na terça-feira (7), no hotel Fiesta, em Salvador, no Seminário de Integração da Gestão da Saúde, que segue até esta quarta-feira.

    O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, apontou que a busca pela eficiência deve ser a meta de todo gestor público, sobretudo, daqueles que atuam na área da saúde. "Em um cenário nacional de grave subfinanciamento, o recurso público é ainda mais escasso. Repensar os fluxos, capacitar os profissionais e investir nas ações que sejam, de fato, resolutivas, é a forma mais adequada de alcançar este objetivo", afirma Vilas-Boas.

     

    Um dos exemplos de otimização do gasto público são os Consórcios Públicos de Saúde, na qual os entes consorciados rateiam os custos de um serviço, possibilitando simultaneamente, a ampliação e descentralização da assistência, bem como o reequilíbrio financeiro dos municípios. Na Bahia, quatro policlínicas regionais de saúde estão em construção e com obras aceleradas, em Jequié, Teixeira de Freitas, Irecê e Guanambi. Com previsão de inauguração no primeiro semestre de 2017, as unidades serão geridas de forma compartilhada entre municípios e o Estado, por meio do consórcio.

    "A meta é construir 28 policlínicas até o final de 2018, possibilitando que as pessoas não precisem mais se deslocar para a capital a fim de fazer exames. As policlínicas oferecerão até 13 especialidades, além de serviços de apoio ao diagnóstico como radiografia, tomografia, ultrassonografia, endoscopia e ressonância magnética", afirma Vilas-Boas.

    A secretária de Saúde de Jaguaripe, Larissa Costa, reforçou a importância de ter acesso às informações de gestão do Sistema Único de Saúde. “Esta proposta de possibilitar a integração dos gestores da rede é muito importante, pois, além do contato mais próximo com a gestão estadual e com o Cosems, permite a troca de experiência entre os gestores municipais”, afirma. 

    CONTINUE LENDO


  • Homem morre após contrair febre amarela em Ribeirão Preto

    O Instituto Adolfo Lutz confirmou a morte | Foto: Divulgação/Governo de SP

    Um homem de 52 anos morreu depois de ter contraído febre amarela na zona rural de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, o paciente procurou a rede de saúde com sintomas da doença e, após quatro dias internado, morreu no dia 26 de dezembro. A causa da morte foi confirmada na terça-feira (3) pelo Instituto Adolfo Lutz. Foi a segunda morte por febre amarela no Estado em 2016. Em abril, um homem de 38 anos morreu com a doença em Bady Bassit, região de São José do Rio Preto. Nos dois casos, os pacientes estiveram em áreas de matas com macacos, possíveis hospedeiros do vírus. As regiões de Ribeirão Preto e Rio Preto tiveram primatas mortos, infectados pela febre amarela, em onze municípios, entre julho de 2014 e dezembro 2016. A doença é transmitida por espécies silvestres do mosquito Aedes aegypti. As vítimas não tinham sido vacinadas contra a doença. Nas duas cidades, foram tomadas medidas para prevenir novas ocorrências. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2014 e 2015, São Paulo não registrou mortes por febre amarela.(Bahia Noticias)



  • Vírus desconhecido causa dor muscular e deixa urina preta em pacientes de Salvador

    Foto: iStock

    Sintomas como fortes dores musculares e urina escura já levaram pelo menos nove pessoas aos hospitais de Salvador nos últimos dias. Em casos extremos, a doença pode levar à insuficiência renal. "Nós já sabemos que é um vírus que causa a doença, mas ainda não determinamos qual o tipo", afirmou o pesquisador Gúbio Soares, do laboratório de virologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), que está à frente das investigações. Em entrevista ao G1, ele acrescentou que já foram coletadas amostras de pacientes, na tentativa de identificar o vírus. "Precisamos de cerca 10 a 15 dias para conseguirmos fazer essa identificação". De acordo com o especialista, há indícios de que a doença tenha transmissão oral, por meio do aparelho respiratório. Outro sintoma apresentado pelos pacientes é o aumento de CPK, uma enzima que regula o metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esquelético e cardíaco. "Teve paciente com índice de CPK de 100 mil unidades por litro de sangue, enquanto o normal é 200 unidades por litro", disse Gúbio Soares. "Por isso, como há risco de insuficiência renal, os pacientes devem ficar internados até a urina voltar à cor normal", completou. O médico infectologista Antônio Bandeira classificou a situação de Salvador como um surto. "Anteriormente não tínhamos registro da doença, e agora já são 9 casos. Isso configura um surto", explicou ao relatar que, dos nove pacientes confirmados, três ficaram com a urina preta e, dessas, uma evoluiu para a insuficiência renal. A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) informou que foi notificada sobre a doença e já investiga os casos.



  • Sesab usou apenas 7% dos recursos federais para combate direto ao Aedes em 2015

    Foto: PAHO / WHO

    O Brasil enfrentou, em 2015, uma epidemia de três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. Em boletins divulgados pelo Ministério da Saúde, a Bahia era facilmente encontrada no topo da lista de estados com maior número de casos. Foram aproximadamente 140 mil pessoas contaminadas pelo mosquito no estado. No entanto, um relatório elaborado pela Controladoria Geral da União (CGU), por meio do Programa de Fiscalização em Entes Federativos, apontou que, neste mesmo ano, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) aplicou apenas 7,37% dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde para ações diretas de combate ao Aedes aegypti. No total, foram repassados cerca de R$ 37 milhões para a Bahia no exercício de 2015, porém somente R$ 2,7 milhões foram aplicados diretamente no combate ao mosquito.(Bahia Noticias)



  • Tratamento experimental elimina vírus HIV da corrente sanguínea de paciente

    Foto: Shutterstock

    Um grupo de cientistas e médicos do Reino Unido anunciaram que, pela primeira vez, uma pessoa pode ter sido curada da infecção pelo vírus HIV. O paciente é um homem britânico de 44 anos, segundo informações do jornal Sunday Times. Os cientistas afirmaram ter tido "um progresso notável" em ensaios clínicos para um tratamento inovador que pretende curar. Após tratamento, testes apontaram a ausência de sinais do vírus nos pacientes. Realizada por cinco universidades do Reino Unido, com apoio do Serviço Nacional de Saúde (NHS), a pesquisa combina drogas antirretrovirais convencionais com um medicamento que reativa o vírus adormecido e uma vacina que induz o sistema imunológico a destruir as células infectadas. Os ensaios estão sendo realizados com 50 pacientes. O primeiro a completar o tratamento não apresentou qualquer traço do vírus em testes iniciais. No entanto, os cientistas ressaltaram que novos testes ainda são necessários para que a terapia seja considerada um sucesso. "Essa é uma das primeiras tentativas sérias para tentar curar o HIV. Nós estamos explorando a possibilidade real de curar a doença. Esse é um imenso desafio e ainda estamos no início, mas o progresso tem sido notável", afirmou o diretor geral do NHS, Mark Samuels.



  • Pesquisa da USP indica que casca da romã ajuda a prevenir Alzheimer

    Pesquisa da USP de Piracicaba indicou benefícios da casca da romã na prevenção do Alzheimer (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba (SP), indica que a casca da romã é rica em substâncias que ajudam na prevenção do Alzheimer.

    Segundo Maressa Caldeira Morzelle, doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), na casca da fruta são encontrados compostos antioxidantes que trazem benefícios à saúde humana. O principal deles é a prevenção do Alzheimer.

    (Por meio do tratamento de animais com  extrato da casca de romã, verificou-se que o consumo do extrato foi capaz de inibir a atividade da enzima acetilcolinesterase, que atua de forma prejudicial nas terminações nervosas, em até 77%.

    Os animais tratados apresentaram níveis de substâncias que favorecem a sobrevivência dos neurônios, e foram capazes de reduzir placas amiloides, uma das principais características da doença Alzheimer.

    Além disso, os animais que consumiram a romã apresentaram uma manutenção da memória, o que não acontecia nos animais que não eram tratados com a romã.

    A casca da romã, que geralmente é descartada, é a parte da fruta onde se concentra a maior quantidade das substâncias que ajudam no combate ao Alzheimer,. “A casca tem dez vezes mais dessas substâncias antioxidantes que a polpa”, diz

    O estudo feito por Maressa também analisou outras frutas, no entanto, a romã foi que apresentou melhor resultado. “Em comparação com outras frutas como o morango e blueberry,  que também são antioxidantes, a romã é a mais eficaz no combate a doenças degenerativas, pois na casca da fruta a uma alta concentração de de compostos fenólicos compostos fenólicos, os principais responsáveis pela atividade antioxidante”, explica.

    Consumo
    A pesquisadora diz que na pesquisa foi utilizado o extrato da casca da romã, pois como ela não tem um gosto agradável seria difícil a ingestão dela pelos animais, então foi necessária a fabricação do extrato. Mas que as pessoas não precisam consumir um extrato usufruir dos benefícios da fruta. “ As pessoas podem fazer suco ou chã com a casca, que terão a ingestão desse composto da mesma forma”, conta.

    Maressa ainda destaca que como o efeito da substância é preventivo, é aconselhável começar a consumir a casca da romã ainda jovem. “O ideal é que as pessoas comecem a consumir a casca da romã o quanto antes, pois assim será cada vez menor a possibilidade de desenvolver o Alzheimer", diz.(G1)

    CONTINUE LENDO


  • Soneca de mais de uma hora pode aumentar risco de diabetes, diz estudo

    Sono de mais de uma hora após o almoço pode ter relação com diabetes (Foto: Erika Ricci)

    Os benefícios para a saúde da sesta -- soneca depois do almoço -- são regularmente destacados, mas essa prática pode aumentar o risco de desenvolver diabetes, se durar mais de uma hora - adverte um estudo japonês recebido com reservas por especialistas independentes.

     

    As pessoas que fazem sestas diárias de mais de 60 minutos de duração apresentam "um risco significativamente mais alto de diabetes do tipo 2" do que os que não dormem a sesta, observaram quatro cientistas da Universidade de Tóquio, sem demonstrar, porém, uma relação de causa e efeito.

    Calcula-se que esse risco suplementar seja de 45%, segundo o estudo, que foi apresentado este mês em um congresso da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD) na Alemanha. A pesquisa ainda não foi publicada em um periódico da área revisado por seus pares.

    A diabetes do tipo 2, que representa 90% dos casos da doença, corresponde à incapacidade do organismo para regular o nível de açúcar no sangue. Se não for tratada, essa hiperglicemia pode causar graves problemas de saúde, como cegueira, perda de sensibilidade dos nervos e doenças cardiovasculares.

    Soneca de menos de 40 minutos não afetou saúde
    De acordo com o estudo, as pessoas que dormem sestas inferiores a 40 minutos não são mais afetadas pela diabetes do que a média. A frequência aumenta progressivamente, então, até mostrar uma diferença significativa além dos 60 minutos.

     

    Os cientistas, que compilaram 21 estudos relativos a mais de 300 milpessoas no total, não encontraram um vínculo estatístico entre a duração das sestas e o risco de obesidade.

    "Esse estudo não demonstra com certeza que a sesta diurna provoca diabetes, apenas que existe uma associação entre ambas que deve ser estudada", disse a EASD em um comunicado de imprensa anexado ao estudo.

    Esses resultados devem ser considerados com precaução, porque não se pode excluir que a frequência crescente dos casos de diabetes esteja ligada a outras causas, advertiram vários especialistas que não participaram do estudo.

    "Uma possibilidade é que as pessoas pouco ativas e com sobrepeso, ou obesas, sejam mais propensas a dormir sestas durante o dia. E estas pessoas também têm maior probabilidade de desenvolver uma diabetes", observou o professor de Epidemiologia do Câncer Paul Pharoah, da Universidade de Cambridge (Reino Unido). (Bem Estar)

    Também poderia haver "uma relação de causalidade invertida: uma prática da sesta durante o dia causada por uma diabetes não diagnosticada", acrescentou.

    CONTINUE LENDO


  • Anvisa suspende venda de amoxicilina de três labotarórios

    Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determina a interdição cautelar em todo o território nacional de todos os lotes dos medicamentos que levam Amoxicilina. De acordo com texto publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (20), a medida de interesse sanitário foi adotada após identificar que os medicamentos estão sendo fabricados com formulações que não possuem os estudos de bioequivalência que é exigido na regulamentação vigente.