BUSCA PELA CATEGORIA "SAÚDE"

  • Governo reúne gestores de saúde de 364 municípios para debater avanços e desafios do setor

    Foto e fonte: ascom

    Com o objetivo de debater os avanços e desafios do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia, bem como aspectos relacionados à vigilância, regulação, medicamentos e financiamento, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems/BA) reuniram representantes de 364 municípios baianos na terça-feira (7), no hotel Fiesta, em Salvador, no Seminário de Integração da Gestão da Saúde, que segue até esta quarta-feira.

    O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, apontou que a busca pela eficiência deve ser a meta de todo gestor público, sobretudo, daqueles que atuam na área da saúde. "Em um cenário nacional de grave subfinanciamento, o recurso público é ainda mais escasso. Repensar os fluxos, capacitar os profissionais e investir nas ações que sejam, de fato, resolutivas, é a forma mais adequada de alcançar este objetivo", afirma Vilas-Boas.

     

    Um dos exemplos de otimização do gasto público são os Consórcios Públicos de Saúde, na qual os entes consorciados rateiam os custos de um serviço, possibilitando simultaneamente, a ampliação e descentralização da assistência, bem como o reequilíbrio financeiro dos municípios. Na Bahia, quatro policlínicas regionais de saúde estão em construção e com obras aceleradas, em Jequié, Teixeira de Freitas, Irecê e Guanambi. Com previsão de inauguração no primeiro semestre de 2017, as unidades serão geridas de forma compartilhada entre municípios e o Estado, por meio do consórcio.

    "A meta é construir 28 policlínicas até o final de 2018, possibilitando que as pessoas não precisem mais se deslocar para a capital a fim de fazer exames. As policlínicas oferecerão até 13 especialidades, além de serviços de apoio ao diagnóstico como radiografia, tomografia, ultrassonografia, endoscopia e ressonância magnética", afirma Vilas-Boas.

    A secretária de Saúde de Jaguaripe, Larissa Costa, reforçou a importância de ter acesso às informações de gestão do Sistema Único de Saúde. “Esta proposta de possibilitar a integração dos gestores da rede é muito importante, pois, além do contato mais próximo com a gestão estadual e com o Cosems, permite a troca de experiência entre os gestores municipais”, afirma. 

    CONTINUE LENDO


  • Homem morre após contrair febre amarela em Ribeirão Preto

    O Instituto Adolfo Lutz confirmou a morte | Foto: Divulgação/Governo de SP

    Um homem de 52 anos morreu depois de ter contraído febre amarela na zona rural de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, o paciente procurou a rede de saúde com sintomas da doença e, após quatro dias internado, morreu no dia 26 de dezembro. A causa da morte foi confirmada na terça-feira (3) pelo Instituto Adolfo Lutz. Foi a segunda morte por febre amarela no Estado em 2016. Em abril, um homem de 38 anos morreu com a doença em Bady Bassit, região de São José do Rio Preto. Nos dois casos, os pacientes estiveram em áreas de matas com macacos, possíveis hospedeiros do vírus. As regiões de Ribeirão Preto e Rio Preto tiveram primatas mortos, infectados pela febre amarela, em onze municípios, entre julho de 2014 e dezembro 2016. A doença é transmitida por espécies silvestres do mosquito Aedes aegypti. As vítimas não tinham sido vacinadas contra a doença. Nas duas cidades, foram tomadas medidas para prevenir novas ocorrências. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2014 e 2015, São Paulo não registrou mortes por febre amarela.(Bahia Noticias)



  • Vírus desconhecido causa dor muscular e deixa urina preta em pacientes de Salvador

    Foto: iStock

    Sintomas como fortes dores musculares e urina escura já levaram pelo menos nove pessoas aos hospitais de Salvador nos últimos dias. Em casos extremos, a doença pode levar à insuficiência renal. "Nós já sabemos que é um vírus que causa a doença, mas ainda não determinamos qual o tipo", afirmou o pesquisador Gúbio Soares, do laboratório de virologia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), que está à frente das investigações. Em entrevista ao G1, ele acrescentou que já foram coletadas amostras de pacientes, na tentativa de identificar o vírus. "Precisamos de cerca 10 a 15 dias para conseguirmos fazer essa identificação". De acordo com o especialista, há indícios de que a doença tenha transmissão oral, por meio do aparelho respiratório. Outro sintoma apresentado pelos pacientes é o aumento de CPK, uma enzima que regula o metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esquelético e cardíaco. "Teve paciente com índice de CPK de 100 mil unidades por litro de sangue, enquanto o normal é 200 unidades por litro", disse Gúbio Soares. "Por isso, como há risco de insuficiência renal, os pacientes devem ficar internados até a urina voltar à cor normal", completou. O médico infectologista Antônio Bandeira classificou a situação de Salvador como um surto. "Anteriormente não tínhamos registro da doença, e agora já são 9 casos. Isso configura um surto", explicou ao relatar que, dos nove pacientes confirmados, três ficaram com a urina preta e, dessas, uma evoluiu para a insuficiência renal. A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) informou que foi notificada sobre a doença e já investiga os casos.



  • Sesab usou apenas 7% dos recursos federais para combate direto ao Aedes em 2015

    Foto: PAHO / WHO

    O Brasil enfrentou, em 2015, uma epidemia de três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. Em boletins divulgados pelo Ministério da Saúde, a Bahia era facilmente encontrada no topo da lista de estados com maior número de casos. Foram aproximadamente 140 mil pessoas contaminadas pelo mosquito no estado. No entanto, um relatório elaborado pela Controladoria Geral da União (CGU), por meio do Programa de Fiscalização em Entes Federativos, apontou que, neste mesmo ano, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) aplicou apenas 7,37% dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde para ações diretas de combate ao Aedes aegypti. No total, foram repassados cerca de R$ 37 milhões para a Bahia no exercício de 2015, porém somente R$ 2,7 milhões foram aplicados diretamente no combate ao mosquito.(Bahia Noticias)



  • Tratamento experimental elimina vírus HIV da corrente sanguínea de paciente

    Foto: Shutterstock

    Um grupo de cientistas e médicos do Reino Unido anunciaram que, pela primeira vez, uma pessoa pode ter sido curada da infecção pelo vírus HIV. O paciente é um homem britânico de 44 anos, segundo informações do jornal Sunday Times. Os cientistas afirmaram ter tido "um progresso notável" em ensaios clínicos para um tratamento inovador que pretende curar. Após tratamento, testes apontaram a ausência de sinais do vírus nos pacientes. Realizada por cinco universidades do Reino Unido, com apoio do Serviço Nacional de Saúde (NHS), a pesquisa combina drogas antirretrovirais convencionais com um medicamento que reativa o vírus adormecido e uma vacina que induz o sistema imunológico a destruir as células infectadas. Os ensaios estão sendo realizados com 50 pacientes. O primeiro a completar o tratamento não apresentou qualquer traço do vírus em testes iniciais. No entanto, os cientistas ressaltaram que novos testes ainda são necessários para que a terapia seja considerada um sucesso. "Essa é uma das primeiras tentativas sérias para tentar curar o HIV. Nós estamos explorando a possibilidade real de curar a doença. Esse é um imenso desafio e ainda estamos no início, mas o progresso tem sido notável", afirmou o diretor geral do NHS, Mark Samuels.



  • Pesquisa da USP indica que casca da romã ajuda a prevenir Alzheimer

    Pesquisa da USP de Piracicaba indicou benefícios da casca da romã na prevenção do Alzheimer (Foto: Reprodução/TV Globo)

    Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba (SP), indica que a casca da romã é rica em substâncias que ajudam na prevenção do Alzheimer.

    Segundo Maressa Caldeira Morzelle, doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), na casca da fruta são encontrados compostos antioxidantes que trazem benefícios à saúde humana. O principal deles é a prevenção do Alzheimer.

    (Por meio do tratamento de animais com  extrato da casca de romã, verificou-se que o consumo do extrato foi capaz de inibir a atividade da enzima acetilcolinesterase, que atua de forma prejudicial nas terminações nervosas, em até 77%.

    Os animais tratados apresentaram níveis de substâncias que favorecem a sobrevivência dos neurônios, e foram capazes de reduzir placas amiloides, uma das principais características da doença Alzheimer.

    Além disso, os animais que consumiram a romã apresentaram uma manutenção da memória, o que não acontecia nos animais que não eram tratados com a romã.

    A casca da romã, que geralmente é descartada, é a parte da fruta onde se concentra a maior quantidade das substâncias que ajudam no combate ao Alzheimer,. “A casca tem dez vezes mais dessas substâncias antioxidantes que a polpa”, diz

    O estudo feito por Maressa também analisou outras frutas, no entanto, a romã foi que apresentou melhor resultado. “Em comparação com outras frutas como o morango e blueberry,  que também são antioxidantes, a romã é a mais eficaz no combate a doenças degenerativas, pois na casca da fruta a uma alta concentração de de compostos fenólicos compostos fenólicos, os principais responsáveis pela atividade antioxidante”, explica.

    Consumo
    A pesquisadora diz que na pesquisa foi utilizado o extrato da casca da romã, pois como ela não tem um gosto agradável seria difícil a ingestão dela pelos animais, então foi necessária a fabricação do extrato. Mas que as pessoas não precisam consumir um extrato usufruir dos benefícios da fruta. “ As pessoas podem fazer suco ou chã com a casca, que terão a ingestão desse composto da mesma forma”, conta.

    Maressa ainda destaca que como o efeito da substância é preventivo, é aconselhável começar a consumir a casca da romã ainda jovem. “O ideal é que as pessoas comecem a consumir a casca da romã o quanto antes, pois assim será cada vez menor a possibilidade de desenvolver o Alzheimer", diz.(G1)

    CONTINUE LENDO


  • Soneca de mais de uma hora pode aumentar risco de diabetes, diz estudo

    Sono de mais de uma hora após o almoço pode ter relação com diabetes (Foto: Erika Ricci)

    Os benefícios para a saúde da sesta -- soneca depois do almoço -- são regularmente destacados, mas essa prática pode aumentar o risco de desenvolver diabetes, se durar mais de uma hora - adverte um estudo japonês recebido com reservas por especialistas independentes.

     

    As pessoas que fazem sestas diárias de mais de 60 minutos de duração apresentam "um risco significativamente mais alto de diabetes do tipo 2" do que os que não dormem a sesta, observaram quatro cientistas da Universidade de Tóquio, sem demonstrar, porém, uma relação de causa e efeito.

    Calcula-se que esse risco suplementar seja de 45%, segundo o estudo, que foi apresentado este mês em um congresso da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD) na Alemanha. A pesquisa ainda não foi publicada em um periódico da área revisado por seus pares.

    A diabetes do tipo 2, que representa 90% dos casos da doença, corresponde à incapacidade do organismo para regular o nível de açúcar no sangue. Se não for tratada, essa hiperglicemia pode causar graves problemas de saúde, como cegueira, perda de sensibilidade dos nervos e doenças cardiovasculares.

    Soneca de menos de 40 minutos não afetou saúde
    De acordo com o estudo, as pessoas que dormem sestas inferiores a 40 minutos não são mais afetadas pela diabetes do que a média. A frequência aumenta progressivamente, então, até mostrar uma diferença significativa além dos 60 minutos.

     

    Os cientistas, que compilaram 21 estudos relativos a mais de 300 milpessoas no total, não encontraram um vínculo estatístico entre a duração das sestas e o risco de obesidade.

    "Esse estudo não demonstra com certeza que a sesta diurna provoca diabetes, apenas que existe uma associação entre ambas que deve ser estudada", disse a EASD em um comunicado de imprensa anexado ao estudo.

    Esses resultados devem ser considerados com precaução, porque não se pode excluir que a frequência crescente dos casos de diabetes esteja ligada a outras causas, advertiram vários especialistas que não participaram do estudo.

    "Uma possibilidade é que as pessoas pouco ativas e com sobrepeso, ou obesas, sejam mais propensas a dormir sestas durante o dia. E estas pessoas também têm maior probabilidade de desenvolver uma diabetes", observou o professor de Epidemiologia do Câncer Paul Pharoah, da Universidade de Cambridge (Reino Unido). (Bem Estar)

    Também poderia haver "uma relação de causalidade invertida: uma prática da sesta durante o dia causada por uma diabetes não diagnosticada", acrescentou.

    CONTINUE LENDO


  • Anvisa suspende venda de amoxicilina de três labotarórios

    Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determina a interdição cautelar em todo o território nacional de todos os lotes dos medicamentos que levam Amoxicilina. De acordo com texto publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (20), a medida de interesse sanitário foi adotada após identificar que os medicamentos estão sendo fabricados com formulações que não possuem os estudos de bioequivalência que é exigido na regulamentação vigente.



  • Cientistas da Fiocruz concluem que pernilongo comum não transmite vírus Zika

    Foto/Criação/Agência Brasil

    Cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) concluíram que o pernilongo ou muriçoca, mosquito de hábitos doméstico e noturno, de nome científico Culex quinquefasciatus, não transmite o vírus Zika. A pesquisa foi divulgada ao público nesta terça-feira (6), em conjunto com a revista científica PLoS (Public Library of Science) Neglected Tropical Diseases, e tem parceria do Instituto Pasteur de Paris. Os trabalhos foram coordenados pelo médico veterinário Ricardo Lourenço, do IOC, e envolveram um total de 42 pesquisadores. Em uma primeira fase, no ano passado, eles coletaram cerca de 1.600 mosquitos, cerca da metade deles Culex e o restante Aedes aegypti, em quatro bairros da cidade do Rio: Copacabana, Manguinhos, Triagem e Jacarepaguá. Uma pequena parte, só 26 indivíduos, era de Aedes albopictus. Os mosquitos foram testados e nenhum dosCulex era portador do vírus Zika. Em uma segunda fase, foi criada uma colônia de mosquitos no IOC e eles foram expostos, alimentados e contaminados com sangue contendo o vírus Zika. 

    Os insetos foram minuciosamente examinados para detectar se havia vírus vivo neles, incluindo o estômago, a cabeça e a saliva, mas mesmo assim não foi identificado o causador da Zika nos pernilongos. “Nós examinamos a saliva do mosquito, para ver se o vírus ativo infectante estava ali. Nós não encontramos nenhuma vez o vírus. Isto nos convenceu de que esse mosquito não era capaz de transmitir a Zika. Já os Aedes aegypti se infectavam de 80% a 100% das vezes, com uma quantidade de saliva com muitos vírus”, disse Ricardo Lourenço. O cientista afirmou que o trabalho, que descarta a transmissão do Zika pelo pernilongo comum, representa um direcionamento importante para as políticas públicas de combate à doença, pois evitará desperdício de recursos financeiros e esforços de saúde no combate a esse inseto em particular. Outras informações podem ser obtidas na página do IOC na internet.

    CONTINUE LENDO


  • Bahiafarma produzirá medicamentos contra câncer e anemia falciforme

    Foto: Mateus Pereira/GOVBA

    Em parceria com o laboratório Cristália, a Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) vai produzir em Vitória da Conquista, sudoeste baiano, fármacos para tratamento de tumores (tamoxifeno e capecitabina) e da doença falciforme (hidroxiureia), a fim de atender à demanda do Sistema Único de Saúde (SUS) de todo o país. O acordo prevê a produção de mais de 100 milhões de cápsulas e comprimidos ao ano. O investimento estimado é de R$ 20 milhões na instalação da unidade, que deve gerar cerca de 300 postos diretos de trabalho e ter sua produção também destinada à exportação.  O memorando de entendimento para a construção da fábrica foi assinado pela Bahiafarma e pelo laboratório no dia 22 deste mês, durante viagem do governador Rui Costa a Vitória da Conquista. O galpão para instalação da fábrica já foi construído pela administração municipal. "Nossa estimativa é que a unidade esteja funcionando em um ano", afirmou Rui. “A subsidiária da Bahiafarma solucionará definitivamente a demanda dos pacientes com anemia falciforme, visto que o mercado brasileiro sofre com irregularidade no abastecimento do medicamento importado”, explicou o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas. Vilas-Boas ressalta que a Bahia registra a maior incidência da doença no Brasil, por se tratar de uma disfunção que atinge principalmente a população negra. “São mais de quatro mil pessoas cadastradas na Fundação de Hemoterapia e Hematologia da Bahia (Hemoba) com a doença, que deve ser diagnosticada logo após o nascimento, por meio do teste do pezinho. Estima-se que a cada 650 nascidos vivos, um possui a doença e traço falciforme”, disse. Segundo o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, a assinatura do convênio é mais um passo no processo de expansão da Bahiafarma como um centro indutor de um polo industrial farmoquímico e biotecnológico no Estado. 

    “Além de representar a ampliação dessa indústria no estado, a produção desses medicamentos vai significar, para o SUS, sensível redução de custos para sua aquisição”, destacou. De acordo com o executivo, a hidroxiureia foi introduzida na lista de medicamentos estratégicos na última reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (Gecis), o que o coloca como potencial participante do sistema de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) – acordos de transferência de tecnologia entre laboratórios privados e públicos – e o qualifica para compra centralizada por parte do Ministério da Saúde. A Bahiafarma pleiteia que os outros dois medicamentos também passem a integrar a lista de medicamentos estratégicos. “Além disso, serão criados empregos qualificados no interior da Bahiafarma, haverá domínio local de um processo tecnológico avançado e estratégico e o Estado passará a ter uma nova e importante fonte de receita, contribuindo, ainda mais, para a descentralização do Complexo Industrial da Saúde no País”, observou Dias.

    CONTINUE LENDO


  • Jovem denuncia médico por cobrar R$ 2.500 para fazer cesárea pelo SUS

    Foto: Reprodução/TV Bahia

    Uma adolescente de 17 anos, que não quis se identificar, denunciou que um médico obstetra da Maternidade Ester Gomes, em Itabuna, sul da Bahia, se negou a fazer um parto cesáreo nela pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme a gestante, o médico Luis Leite pediu R$ 2.500 para fazer o procedimento. O caso aconteceu na segunda-feira (22). A adolescente estava com 40 semanas de gestação e sentido dores quando procurou atendimento na maternidade. Durante toda a gravidez, ela fez acompanhamento pelo SUS. Como a jovem não aceitou fazer o pagamento, o parto foi feito em outro hospital, o Manoel Novaes. O bebê teve complicações e está internado na UTI da unidade médica. "[O médico] falou que a cada cesárea que ele faz pelo SUS ele perde R$ 20. Perguntou se meu marido trabalhava. Eu falei que trabalhava na empresa 'tal' [sic.]. Aí ele [médico] disse: então não tem dinheiro, é pobre, não pode pagar essa cesárea", relatou a jovem. 

    A adolescente conta que chegou à maternidade com o laudo de um cardiologista, emitido no dia 22 de julho. De acordo com o relatório médico, ela apresentava crises de pressão alta, relacionadas à ansiedade, por isso foi recomendado o parto cirúrgico, com anestesia, para evitar estresse. De acordo com a jovem, as orientações do laudo não foram levadas em conta pelo médico Luis Leite, que, após a adolescente se recusar a fazer o pagamento, receitou uma medicação e liberou a paciente para casa. A sogra da jovem, a auditora fiscal Nailma dos Santos Nascimento Moura, está indignada. "E agora, meu neto está na UTI, numa situação grave. A família toda transtornada, todo mundo muito triste, por conta de uma negligência", afirmou.Informações do G1 Bahia.

    CONTINUE LENDO


  • Anvisa proíbe divulgação de produto à base de Mutamba que promete cura da aids

    Foto: Reprodução

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, hoje (26), a divulgação de produto feito à base da planta Mutamba, com a promessa falsa de cura da Aids/HIV. A decisão foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. O produto tem sido divulgado na internet, mas, segundo a Anvisa, a medida é preventiva, porque não foram encontrados indícios da comercialização do Mutamba contra aids, como é chamado. A Anvisa destacou que o produto não tem registro na agência e é, portanto, um produto clandestino, de origem e composição desconhecida. “O produto feito à base da planta Mutamba, não tem registro na agência, nem apresenta ensaios clínicos que comprovem suas características medicinais. Os produtos irregulares, isto é, que estejam fora das exigências da agência não oferecem garantia de eficácia, segurança e qualidade que são necessárias para saber se funcionam e são seguros”, acrescentou a Anvisa. A Anvisa alertou ainda que produtos e medicamentos irregulares ou falsificados podem não fazer efeito, prejudicar tratamentos médicos ou, em casos mais graves, comprometer a saúde do cidadão. A agência orienta que antes de comprar ou divulgar itens de origem suspeita ou não registrados, os cidadãos podem entrar em contato com a Anvisa por meio do canal (0800-642-9782).



  • Pesquisa diz que mulheres com incontinência urinária têm vida sexual afetada

    Foto: Reprodução

    Uma pesquisa feita por profissionais do Ambulatório de Disfunção Miccional do Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostra que mulheres com incontinência urinária têm a vida sexual e a qualidade de vida mais afetada do que as que têm controle da urina. Cerca de 15% a 30% da população acima de 60 anos apresentam algum grau de incontinência e as mulheres têm probabilidade até duas vezes maior de apresentar o problema. Para a pesquisa, foram analisadas 356 mulheres (243 incontinentes e 113 continentes), com idades que variaram entre 30 e 80 anos, por meio de questionários e exames na bexiga e a constatação foi a de que 53% das que sofriam de perda involuntária da urina também apresentavam disfunção sexual e 10% delas classificavam como ruim a qualidade de vida. No grupo de mulheres sem o problema, esses índices ficaram em 29% e 3,9%. “Mulheres com incontinência urinária têm risco aumentado de ter impacto grande na qualidade de vida sexual desistindo de ter atividade e as que ainda têm relações têm menor satisfação porque algumas perdem urina na hora da relação. Isso leva a constrangimentos e faz com que elas evitem o sexo por vergonha. A maioria não perde urina na relação, mas o simples fato da incontinência existir faz com que ela prefira evitar contato com o parceiro”, disse o coordenador do ambulatório e orientador da pesquisa, Fernando Almeida.



  • Bahia registra 60 mil casos de suspeita de dengue até julho de 2016

    Foto: Reprodução

    Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), 59.875 casos de suspeita de dengue já foram registrados na Bahia, até julho de 2016. De acordo com a Sesab, o número é 11% maior que no mesmo período do ano passado. As vacinas que imunizam contra a doença já começaram a chegar em algumas clínicas particulares de Salvador. Um dos estabelecimentos tem no estoque 100 doses, que serão comercializadas a R$ 400 a dose. As vacinas só serão aplicadas com agendamento, pois depois de aberta a validade é seis horas. O preço determinado pelo Governo Federal para a vacina vai de R$ 132 a R$ 138, dependendo do estado, mais o valor da aplicação. São necessárias três doses que devem ser tomadas em um intervalo de seis meses. "Esse valor [R$ 135] é o valor que o dono da vacina vai vender para o distribuidor. 

    O preço de aquisição do distribuidor é um e ele [o distribuidor] vai colocar todos os seus custos e vai vender para a clínica. A clínica tem todo os seus custos diretos e indiretos, o valor da aplicação e aí esse valor fica um pouco mais alto", diz Tharita Teixeira, gerente técnica de laboratório. Em outras grandes cidades do país como Rio de Janeiro e Brasília, o preço médio da dose custa R$ 300. Já em São Paulo, o custo é de R$ 250. Apesar do preço, o advogado Iran Costa Pinto conta que, para ele, pagar pela vacina não é um gasto, mas um investimento. "É um benefício à nossa saúde. Tenho condições nesse valor, mas acredito que a grande parte da população não vai ter condições de ter acesso à vacina", disse. A imunização contra a dengue é voltada para pessoas entre 9 e 45 anos. Mulheres grávidas ou amamentando não podem ser imunizadas. A vacina não protege contra Zika e Chikungunya. O Ministério da Saúde ainda estuda a possibilidade de comprar e dar a vacina de graça para população. Informações do G1/Bahia.

    CONTINUE LENDO


  • Anvisa publica novas regras para venda de medicamento sem receita médica

    Foto: Reprodução

    Os critérios a que um medicamento deve atender para ser classificado como isento de prescrição médica e possa ser vendido diretamente ao consumir, sem receita, foram publicados na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União. A Resolução da Diretoria Colegiada 98/2016, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), traz novas regras e fixa sete critérios para que o medicamento seja registrado como isento de prescrição. Os critérios dizem respeito ao tempo mínimo de comercialização; perfil de segurança; indicação para tratamento de doenças não graves; indicação de uso por curto período; ser manejável pelo paciente; baixo potencial de risco em situações de mau uso ou abuso; e não apresentar potencial de dependência. A proposta de texto para a resolução passou por consulta pública no ano passado e cidadãos, representantes da sociedade civil e do setor regulador, puderam enviar contribuições. O texto publicado hoje no Diário Oficial da União foi aprovado pela Anvisa em julho e substitui a resolução anterior (138/2003) que não previa a possibilidade de atualização da lista de medicamento isento de prescrição. De acordo com a Anvisa, isso impossibilitou que medicamentos que têm perfil de segurança e uso compatíveis com a venda sem prescrição fossem incorporados à categoria de venda. A resolução traz ainda as orientações para que as farmacêuticas possam solicitar o enquadramento e reenquadramento de medicamentos na lista dos isentos de prescrição.