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  • Aposentadoria por idade poderá ser pedida pela internet ou telefone

    Foto: Reprodução

    A partir de segunda-feira (21), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de agendar o atendimento presencial para salário-maternidade e aposentadoria por idade urbanos. Agora, o segurado deverá acessar o Meu INSS ou ligar para o 135 e, em vez de agendar uma data para ser atendido, receberá direto o número do protocolo de requerimento, eliminando a etapa do agendamento.

    Atualmente, o segurado precisa agendar uma ida ao INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Com o novo modelo, ao fazer o pedido, o cidadão acompanha o andamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e, somente se necessário, será chamado à agência.

    Nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível então a concessão automática do benefício, isto é, a distância.

    Segundo o INSS, com a mudança, não haverá mais falta de vaga e, caso precise ir a uma agência para apresentar algum documento, o cidadão terá a garantia de ser atendido perto da residência. O instituto diz ainda que a mudança representa o fim do tempo de espera para ser atendido.

    Atualmente, o Meu INSS tem mais de 7 milhões de usuários cadastrados e é acessível pelo computador ou celular. O sistema, que está sendo aprimorado, conta com um canal que permite ao cidadão acompanhar o andamento do seu pedido sem sair de casa, consultar extratos e ter acesso a outros serviços do INSS.

    O instituto vai ampliar cada vez mais a lista de serviços agendáveis. A partir do dia 24, serviços que antes eram prestados somente no atendimento espontâneo serão realizados com dia e horário marcados, bastando fazer seu agendamento pelo Meu INSS ou o telefone 135. Informações da Agência Brasil.

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  • WhatsApp terá videoconferência em grupo e stickers nos próximos meses

    Os usuários do WhatsApp poderão realizar videoconferências em grupo e usar stickers nos bate-papos. O anúncio foi feito durante a F8, conferência para desenvolvedores promovida pelo Facebook. A previsão é de que as atualizações cheguem nos próximos meses ao aplicativo, que realiza diariamente mais de 2 bilhões de minutos de ligações de vídeo e áudio.

    O evento também marca a saída do cofundador do mensageiro, Jan Koun, e a confirmação de que a versão Business do app permanecerá gratuita, contrariando as expectativas da época de seu lançamento.

    De acordo o TechTudo, o Imam não deu muitos detalhes sobre como será a conversa por vídeo em grupo,. mas uma imagem exibida na apresentação mostrou a participação de quatro pessoas simultaneamente. É provável que o número de participantes seja maior – recentemente, o Snapchat anunciou uma ferramenta semelhante com suporte a até 16 pessoas ao mesmo tempo.

    A chegada dos stickers é esperada há bastante tempo. O recurso já está presente outros programas de mensagem, como o Messenger e o rival Telegram. A aplicação permitirá que terceiros disponibilizem seu próprio pacote de imagens, como uma forma de manter ainda mais rica a galeria de opções



  • Facebook guardou todos os vídeos que você desistiu de postar na rede

    Você por acaso já gravou um vídeo no Facebook para postar diretamente no mural de um amigo, apenas para descartá-lo e gravar uma nova versão em seguida? Você pode até achar que essa gravação de teste foi deletada, mas o Facebook manteve uma cópia. A companhia culpa um “bug” e jura que irá deletar esses vídeos descartados. E, desta vez, jura de pés juntos.
    Na semana passada, a New YorkMagazine publicou uma reportagem que mostrava como o Facebook estava mantendo os vídeos aparentemente deletados. A contínua existência dos vídeos não postados foi descoberta depois que diversos usuários baixaram seus arquivos pessoais do Facebook – e descobriram inúmeros vídeos que nunca foram publicados. Hoje, a Select All recebeu um pronunciamento da rede, e ela põe a culpa de todo esse problema em um “bug”:

    Nós investigamos o problema que algumas pessoas estavam vendo antigos vídeos não postados quando acessaram suas informações com a nossa ferramenta. Nós descobrimos que um bug evitou que vídeos não postados fossem deletados. Nós estamos os deletando e pedimos desculpas pela inconveniência. Nós agradecemos à New York Magazine por ter nos alertado sobre esse problema.

    Foi revelado no mês passado que a empresa de coleta de dados (e aparentemente de consultores de suborno) Cambridge Analytica adquiriu informações de 50 milhões de usuários do Facebook e abusou desses dados para auxiliar na eleição do presidente Trump. Especificamente, a companhia explorou a raiva dos eleitores com anúncios altamente direcionados. E durante o decorrente escândalo, todo mundo tem descoberto todo tipo de maluquice sobre o Facebook.

    Os usuários do Facebook têm baixado alguns dos dados que a gigante de mídia mantêm sobre eles, e eles não são nada bons. Por exemplo, o Facebook manteve detalhados registros de ligação de usuários de celulares Android. A companhia afirma que os usuários precisavam optar pela inclusão da função, mas essa é uma desculpa esfarrapada quando você vê com o que a tela para optar pela função se parecia.

    Existe um enorme abismo entre consenso informado e o que o Facebook te força a aceitar para utilizar o produto. Quando foi a última vez que você leu um acordo de uso antes de aceitá-lo?

    Questionamos o Facebook se a rede estava retendo qualquer outro dado que deveria ter sido deletado. Nós atualizaremos este texto se a empresa nos responder – mas ela não tem sido muito solícita recentemente. O Facebook não era exatamente um modelo de transparência antes do escândalo da Cambridge Analytica, mas se fechou ainda mais depois do ocorrido.(Gizmodo)

     



  • Mark Zuckerberg quebra seu silêncio sobre o escândalo de vazamento de dados

    Após permanecer dias em silêncio absoluto, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, finalmente resolveu se pronunciar a respeito do escândalo Cambridge Analytica na tarde desta quarta-feira (21). A polêmica em questão começou quando um pesquisador revelou que tal empresa utilizou indevidamente dados sigilosos de mais de 50 milhões de usuários da rede social para mudar o rumo das campanhas políticas nos EUA e no Reino Unido.

    De acordo com Zuckerberg, houve “uma quebra de confiança” não somente entre o Facebook e a Cambridge Analytica, mas também entre a rede social e “as pessoas que compartilham seus dados conosco e confiam em nós para protegê-los”. No intuito de consertar o problema e restaurar a confiança dos internautas, a empresa afirmou que adotará algumas medidas drásticas.

    “Eu estive trabalhando para entender o que exatamente aconteceu e como podemos agir para ter certeza de isso não vai acontecer novamente. A boa notícia é que as ações mais importantes para prevenir que isso ocorra de novo já foram tomadas alguns anos atrás”, declara Zuckerberg. “Mas nós também cometemos erros, há mais coisas para fazer, e nós precisamos prosseguir com isso”, completa.

    Primeiramente, o CEO anunciou que todos os apps que possuem acesso a “grandes quantidades de dados” antes de a rede social ter mudado suas políticas de privacidade (em 2014) passarão por uma investigação organizada pela própria companhia. Além disso, a plataforma vai restringir ainda mais o acesso a informações sigilosas por parte de desenvolvedores, impedindo que eles usem 

    dados de internautas que não abriram seus aplicativos por mais de três meses.

    Especificamente a respeito da Cambridge Analytica, Zuckerberg lembrou que o Facebook requisitou à empresa que apagasse os dados recolhidos em 2015, e a agência mentiu para a rede social, afirmando que tal pedido havia sido cumprido. A companhia não pode mais publicar apps na plataforma desde o dia 16 de março, quando foi terminantemente vetada do espaço de desenvolvedores do site.

    Vale lembrar que o Facebook está sendo investigado pela Comissão Federal de Comércio dos EUA, que pretende apurar se a rede social foi negligente em relação ao correto tratamento e proteção dos dados de seus usuários. Caso a decisão do órgão seja afirmativa, Zuckerberg terá que pagar multas de “milhares de dólares” por cada dia de violação.(Canaltech)

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  • SpaceX começa a testar seu ambicioso projeto de internet por satélite nos próximos dias

    Com o lançamento inaugural do poderoso foguete Falcon Heavy nos registros, o CEO da SpaceX, Elon Musk, está pronto para focar em um ambicioso projeto conhecido como Starlink. Neste sábado (17), a SpaceX lançará dois minissatélites experimentais – a primeira parte do que Musk espera se tornar uma constelação formada por 4.000 satélites que providenciarão internet de baixo custo por todo o globo.
    Anunciado em 2015, o Starlink foi projetado para ser uma enorme rede de telecomunicações baseada no espaço que consistirá em milhares de satélites interligados e diversas estações terrestres dispersadas geograficamente. O CEO Elon Musk diz que a SpaceX vai “tentar fazer para os satélites o que a empresa fez para os foguetes”. O plano é fornecer um serviço de internet global até a metade dos anos 2020, com alguns passos à frente de potenciais concorrente. Caso tudo corra de acordo com o planejado, a receita gerada pelo projeto Starlink poderá ser usada para financiar eventuais missões da SpaceX para Marte.
     

    SpaceX começa a testar seu ambicioso projeto de internet por satélite nos próximos dias

    Dois protótipos, chamados de Microsat 2a e 2b, estão agora carregados e prontos para serem lançados do topo do foguete Falcon-9 V1.2. Um memorando da Base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, confirmou o lançamento, que está programado para sábado, 17 de fevereiro, às 12h17, no horário de Brasília. Além desses minissatélites, o Falcon 9 também entregará um radar satélite de 1.360 kg chamado Paz para o governo espanhol.

     

    Static fire test of Falcon 9 complete—targeting February 17 launch of PAZ from Vandenberg Air Force Base in California.

    Pouco se sabe sobre o Starlink e os satélites de teste, já que a SpaceX tem mantido o bico fechado quanto ao projeto, e por uma boa razão. A companhia encara forte competição de rivais como OneWeb, Samsung, Boeing e Telesat. Tanto a OneWeb (que firma parcerias com a Blue Origin, de Jeff Bezos, e a Virgin Orbit, de Richard Branson) quanto a Samsung têm planos de criar uma constelação de comunicação semelhante, também utilizando satélites na órbita terrestre baixa. Mas graças a uma inscrição governamental publicamente disponível, alguns detalhes dos satélites são conhecidos. Os microssatélites gêmeos medem cada um 1,1 m x 0,7 m x 0,7 m, pesam 400 kg e são energizados por um par de painéis solares de oito metros. Assim que atingirem a altitude de 1.125 km, a SpaceX testará os diversos sistemas dos satélites, incluindo sua antena de rede por fases. A companhia diz que irá conduzir testes de banda Ku (12-14 GHz) do sistema de radiocomunicação uma vez a cada 0,9 dia por períodos que durem menos de 15 minutos. Estações terrestres foram posicionadas no estado de Washington, Califórnia e Texas. A SpaceX continuará a testar o satélite de comunicação em vans equipadas com terminais receptores.


    A notícia do lançamento de sábado da SpaceX surge algumas semanas depois de um relatório da FCC (Comissão Federação de Comunicação, na sigla em inglês) revelar o número de americanos sem acesso a banda larga fixa ou móvel ser por volta dos 34,5 milhões (até 2014). Segundo informações do National Broadband Plan, o governo americano está atualmente tentando levar internet de alta velocidade a lugares onde o serviço é escasso, em especial nas áreas rurais.

    E como se tudo estivesse programado: a FCC acabou de aprovar a inscrição da SpaceX para fornecer serviços de banda larga para os EUA e para o mundo usando satélites na órbita terrestre baixa.

    “Para conectar essa divisão digital da América, teremos que utilizar tecnologias inovadoras. A inscrição da SpaceX – junto de outras companhias de satélite buscando licenças ou acesso ao mercado americano para sistemas de órbita para satélites não geoestacionários – envolveu inovações do tipo”, afirmou o presidente da FCC, Ajit Pai, em um comunicado. “Tecnologia por satélite pode ajudar a alcançar americanos que vivem em áreas rurais ou de difícil acesso, que cabos de fibra óptica e torres celulares não alcançam. Inclusive, o serviço pode até mesmo oferecer mais competição em locais em que o acesso a internet terrestre já é disponibilizado."

    Inscrições semelhantes feitas pela OneWeb, Space Norway e Telesat para o mercado americano já foram aprovadas pela FCC, noticia a Reuters. Sendo este o caso, e vendo que a FCC aprovou o lançamento de sábado, deve ser apenas uma questão de tempo antes da companhia de foguetes – e agora companhia de satélites – receber o sinal verde.

    Como de costume, você pode assistir ao lançamento de sábado na página da SpaceX.(Gizmodo)

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  • WhatsApp testa chamadas de voz e vídeo com mais de três pessoas

    O WhatsApp está testando um novo recurso que permite aos usuários realizar chamadas de voz ou vídeo com mais de três pessoas. Atualmente, as funções são limitadas a duas pessoas. A novidade foi encontrada pelo site WABetaInfo, que analisa versões do aplicativo que ainda não foram lançadas.

    Segundo a publicação, evidências sobre a atualização já haviam sido descobertas nos últimos meses. Dessa vez, o site conseguiu detectar a mensagem “Não foi possível alternar entre voz e videochamada porque esse recurso não está disponível em “chamadas em grupo””.

    O novo recurso estará disponível para os sistemas operacionais Android e iOS, segundo o site.

    Recentemente, o WABetaInfo detectou função similar para o Instagram – o novo recurso permitiria chamadas de vídeo entre duas pessoas no aplicativo. Ambas as empresas pertencem ao Facebook.Procurado, o WhatsApp afirmou que não há posicionamento oficial sobre o assunto.(VEJA.com )



  • Prefeito de Maetinga e prefeito de Poções participam do Semiárido Show em PE

    A esquerda Edcarlos Lima, prefeito de Maetinga e a direita Leandro Araújo Mascarenhas, prefeito de Poções | Foto: Destaque Bahia

    O prefeito de Maetinga, Edcarlos Lima e o prefeito de Poções, Leandro Araújo Mascarenhas participaram essa semana da 7º edição do Semiárido Show em Petrolina-PE.

    Segundo Edcarlos Lima, eles estiveram no evento em busca de novas tecnologias para o fortalecimento das ações de convivência com a seca na região.

    O tema da feira ‘Bioma Caatinga, Recursos Hídricos e Tecnologias: Perspectivas Socioambientais’, valoriza a agricultura familiar no Semiárido Brasileiro, e este ano também contou com o Festival de Sabores da Caatinga, com oficinas sobre empreendedorismo e gastronomia, através da utilização dos recursos próprios do bioma caatinga.

    No evento, que acontece até o sábado (10), está sendo abordados temas como gestão e uso da água, criação de animais, associativismo, preservação ambiental, turismo rural e uso de energia renovável. Há também um espaço de discussão sobre gestão dos territórios indígenas e quilombolas.

    Prefeito de Maetinga e prefeito de Poções participam do Semiárido Show em PE

    Foto: Destaque Bahia



  • UE multa Google em € 2,4 bilhões por abuso de poder econômico

    Logotipo do Google estampa parede do escritório da empresa em Tel Aviv, em Israel. (Foto: Baz Ratner / Reuters)

    A Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia, aplicou nesta terça-feira (27) uma multa recorde de € 2,4 bilhões ao Google por ter abusado de seu domínio nas buscas na internet para favorecer seu comparador de preços, o Google Shopping. O valor é o equivalente a R$ 9 bilhões.

    O Google informou em nota que estuda recorrer da multa, calculada com base na receita da empresa nos 13 países que compõem a área econômica europeia. Em casos de acusações de abuso de posição dominante, a maior multa emitida até então pela Comissão Europeia havia sido de € 1,06 bilhão contra a Intel, em 2009.

    Além de ter de arcar com a multa bilionária, o Google terá de:

     

    • Aplicar aos concorrentes o mesmo posicionamento e forma de exibição que dá a seus serviços.
    • Explicar à UE como vai equiparar seus próprios serviços e o dos rivais, além de se submeter ao monitoramento do bloco europeu.

     

    Caso o Google descumpra as determinações, estará sujeito a pagar até 5% da receita diária obtida pela Alphabet, sua empresa-mãe. A UE informa que a decisão no âmbito das leis antitruste não impede que a empresa seja alvo de ações judiciais nos países que fazem parte do bloco.

    “Google criou muitos produtos e serviços inovadores que fizeram a diferença em nossas vidas. Essa é uma coisa boa. Mas a estratégia do Google para seu serviço de comparação de compras não era só para atrair consumidores ao fazer seu produto melhor do que o de outros rivais", disse a comissária.

    "Ele negava a outras companhias a chance de competir no mérito e de inovar. E, mais importante, ele negava aos consumidores europeus a genuína escolha de serviços e todos os benefício da inovação", completou.

     

    O caso

     

    O caso se arrasta desde 2010 e foi iniciado quando os concorrentes americanos Microsoft e TripAdvisor denunciaram o Google à UE. Em abril de 2015, a Comissão Europeia emitiu uma “comunicação de objeções”, o equivalente a uma acusação, reforçada em 2016.

    Durante cinco anos, o ex-comissário de concorrência, Joaquín Almunia, tentou junto ao Google encontrar um meio para que as reclamações fossem atendidas. Para chegar a uma conciliação, a Comissão alterou a proposta de solução três vezes.

    Para a Comissão Europeia, as ações do Google para minar os concorrentes começaram em 2008 e era sustentada em duas frentes:

     

    • Sistematicamente dar uma colocação proeminente [no resultado das buscas] para o seu próprio serviço de comparação de compras;
    • Rebaixar os serviços de comparação dos rivais em seus resultados de pesquisa.

     

    A ação do Google só foi possível porque a empresa usou seu amplo poder nesse segmento, já que concentra 90% das buscas na internet na Europa. "Como resultado, o serviço de comparação compras do Google é muito mais visível para os consumidores nos resultados de pesquisa do Google, enquanto os serviços de compras de comparação rivais são muito menos visíveis."

     

     

     

    Abuso de poder

     

    Margrette Vestager, a comissária europeia para concorrência, afirmou, em nota, que "o que o Google fez é ilegal de acordo com as regras antitruste da EU".

    A UE ainda explica quais eram os efeitos dessa prática. "Mesmo nos computadores de mesa, os dez resultados de pesquisa genéricos de maior ranking na primeira página do resultado da busca geralmente recebem 95% de todos os cliques (com o resultado superior recebendo cerca de 35% de todos os cliques). O primeiro resultado na segunda página dos resultados de pesquisa do Google recebe apenas cerca de 1% de todos os cliques."

    O efeito dessa prática produziu resultados na quantidade de pessoas que acessavam o Google Shopping, segundo avaliação da UE. O tráfego direcionado ao serviço cresceu:

     

    • 45 vezes no Reino Unido
    • 35 vezes na Alemanha
    • 19 vezes na França
    • 29 vezes na Holanda
    • 17 vezes na Espanha
    • 14 vezes na Itália

     

    Enquanto isso, o tráfego de acessos aos serviços rivais “caiu significativamente”, apontou a UE, que constatou quedas de:

     

    • 85% no Reino Unido
    • 92% na Alemanha
    • 80% na França

     

    Em 2015, quando a denúncia foi formalizada, o Google minimizou seu papel na internet. Comparou sua atuação à de uma porta de entrada. Considerou ainda que a acusação é equivocada, já que há outras opções de busca na internet. Citou como opções aos seus serviços Bing, Yahoo, Quora, DuckDuckGo, Facebook, Pinterest, Twitter e Amazon.

     

    Android

     

    A União Europeia avalia outros casos contra o Google por abuso de posição dominante. Um sobre sua plataforma de anúncios AdSense, e outro, sobre o sistema operacional Android.

    O objetivo do bloco europeu é "avaliar se, ao concluir acordos contrários à concorrência ou cometendo abusos de sua posição dominante, o Google prejudicou de forma ilegal desenvolvimento e acesso ao mercado de sistemas operacionais para telefonia móvel”.(G1)

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  • Anac aprova uso comercial de drones no Brasil e espera impulsionar o mercado

    Antes liberados apenas para fins recreativos e competições, os drones agora também contam com regras de uso comercial no Brasil. A Anac aprovou, nesta terça-feira (2), em Brasília, a regulamentação da utilização comercial de drones em todo o território brasileiro. Dividido em três categorias por peso, o equipamento terá diferentes exigências de acordo com o peso dos objetos e a altura dos voos.

     

    O Brasil tem um potencial não explorado de utilização comercial de drones, e a esperança da Anac é de que a nova regulamentação impulsione esse uso, até mesmo em termos de serviços de entrega e de uso rural. Visão compartilhada por Luís Neto Guimarães, CEO da Drone Store. "O mercado está descobrindo aos poucos novas aplicações comerciais. Contar com uma legislação que regulamente as atividades, sem dúvidas, é um passo importante rumo à consolidação do setor", avaliou, em entrevista ao UOL.

    Só o tempo vai dizer se aquelas suas encomendas que ficavam paradas em meio ao processo de entrega serão agilizadas pelos drones. Mas esse definitivamente é um primeiro passo a se comemorar — e que já tardava a acontecer.• Este drone insano com reprodução de vídeo é o futuro inevitável da publicidade
    • Drones estão nos dando imagens próximas de erupções vulcânicas nunca antes vistas

    Os drones serão divididos em três categorias: aqueles entre 250 gramas e 25 kg; os veículos entre 25 kg e 150 kg; e os equipamentos acima de 150 kg. O uso de drones com menos de 25 kg para voos de até 120 metros de altitude vai exigir apenas um cadastro simples no site da Anac e a idade mínima de 18 anos, o que é uma determinação bem flexível. Até porque, segundo conta Emerson Granemann, idealizador da feira DroneShow Latin America, ao UOL, "quase 100% das aplicações comerciais dos drones no Brasil" são de equipamentos dentro dessa faixa de peso.

    Para voos acima de 121 metros, será necessária documentação, independentemente do tamanho ou do peso do aparelho. "Se fosse aprovada uma norma sem qualquer tipo de exigência, no futuro a ANAC poderia ser vista como negligente e irresponsável", comentou Felipe Veneziano, advogado especialista em Direito Aeronáutico, em entrevista ao Estadão.

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  • WhatsApp libera chamada de vídeo a todos os usuários; saiba usar

    Depois de quase um mês testando o recurso, o WhatsApp está liberando as videochamadas para todos os usuários, em todos os sistemas operacionais. "Dentro dos próximos dias, mais de um bilhão de usuários do WhatsApp poderão fazer chamadas de vídeo nas plataformas Android, iPhone e Windows Phone", diz texto publicado no blog da empresa. Ou seja, a novidade está chegando gradualmente.

    Para fazer as chamadas com vídeo, é preciso ir na aba chamadas, ir em contatos, selecionar o amigo com quem deseja falar e apertar o ícone em formato de filmadora. Durante a chamada, é possível alternar entre as câmeras frontal e traseira e silenciar a chamada.

    O recurso só funciona se o contato em questão também já esteja com a nova versão do WhatsApp. Se não for o caso, a pessoa vai receber uma mensagem de erro: "Chamada não completada. Não foi possível realizar a chamada. O usuário precisa atualizar o WhatsApp para receber chamadas de vídeo".

    "Nosso objetivo é de que este recurso esteja disponível indiscriminadamente para todos, e não somente para aquelas pessoas que podem comprar aparelhos mais caros ou que residam em um país com excelente serviço de cobertura de telefonia celular", completa o WhatsApp. (Informações do Correio24horas)

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  • WhatsApp vai liberar seus dados ao Facebook em horas; saiba como evitar

    O prazo dado pelo aplicativo de troca de mensagens, WhatsApp, para não aceitar a integração com o Facebook termina neste sábado (24). Pelos novos termos de uso do aplicativo, as duas base de dados serão compartilhadas. Para impedir que o Facebook utilize os seus dados de forma integrada, o usuário deve rejeitar a opção. Quem não realizar o procedimento, automaticamente aceitará a integração.

    Os novos usuários do WhatsApp já serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade para usar o serviço. Em agosto, a empresa começou a notificar os usuários sobre as novas políticas. Os usuários que aceitaram os termos teriam "até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp".

    É a primeira vez que os termos de uso de dados do WhatsApp são alterados em quatro anos. A mudança está relacionada com a venda do serviço para o Facebook, finalizada em 2014. O WhatsApp garante que a mudança vai melhorar as experiências com anúncios e produtos no Facebook. Em texto da política de uso, a empresa diz que a medida auxiliará a “combater spam entre os aplicativos, dar sugestões sobre o produto, mostrar anúncios relevantes”.

    Saiba como desativar o compartilhamento de dados
    Ao abrir o aplicativo ou quando aparecer o aviso de atualização é preciso clicar em "Leia". Caso não queira que os dados de sua conta sejam compartilhados com o Facebook, você deve desmarcar essa opção e seguir com a atualização.

    Para o usuário que já aceitou a atualização anteriormente, ele deve ir em "Configurações ou Ajustes", em seguida deve escolher a opção "Conta" e optar por marcar ou desmarcar "compartilhar os dados da conta". (Fonte: Correio24horas).

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  • Mark Zuckerberg gera polêmica ao correr ao ar livre em Pequim

    Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, corre na praça de Tiananmen, em Pequim. (Foto: Divulgação/Mark Zuckerberg)

    Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, gerou controvérsia nesta sexta-feira (18) na internet ao ilustrar sua chegada a Pequim com uma fotografia correndo sem máscara no centro da capital da China, durante um pico de poluição na cidade.

    Zuckerberg publicou a imagem em sua conta no Facebook, apesar de a rede estar censurada na China (só é acessível através de serviços privados de pagamento VPN). Provocou mais de 150 mil reações de internautas em sua conta em apenas algumas horas.

     

    "É estupendo voltar a Pequim, comecei minha visita com uma corrida na praça de Tiannamen, ao lado da Cidade Proibida e no caminho ao Templo do Céu", afirmou Zuckerberg na publicação, que mostra outros corredores sem máscara.

    "Com isto alcançarei as cem milhas em um ano correndo. Agradeço a todo mundo que me acompanhou na corrida, pessoalmente e ao redor do mundo", acrescentou Zuckerberg.

    Críticas
    O delicado passado histórico do lugar escolhido por Zuckerberg para sua corrida mattinal -- com o retrato de Mao ao fundo -- provocou um forte debate no Facebook.

    "O solo que você pisa esteve coberto do sangue dos estudantes que lutaram pela democracia. Mas aproveita sua corrida, Mark", disse um usuário do Facebook, em alusão à violenta repressão do regime chinês aos protestos na praça de Praça da Paz Celestial de 1989, em frente à Cidade Proibida.

    Enquanto muitos se perguntavam por que motivo o multimilionário tinha ido correr sem máscara com o céu cor de chumbo ao fundo. "Mark, não vê a poluição? Deixe de correr ao ar livre! Pequim é meu lar, mas não recomendo que faça isso", comentou Christina Tan.

    "Esqueceste algo? #Markzuckerberg, o 'smog' mata milhares de pessoas a cada dia. Ponha uma máscara!", afirmou o escritório do Greenpeace do Leste da Ásia em sua conta no Twitter.

    No Weibo, uma espécie de Twitter chinês, a empresa que desenvolveu essa rede social, Sina, abriu o debate publicando a foto de Zuckerberg com esta mensagem: "hoje Mark Zuckerberg postou uma foto no Facebook em que corria de manhã afirmando que era maravilhoso voltar a Pequim. A poluição era então de 252 microgramas de partículas PM 2,5 [dez vezes acima da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)]".

    Embora Zuckerberg não esconda seu desejo de conseguir autorização para a entrada do Facebook na China, seus elogios à segunda economia mundial são considerados exagerados em alguns setores do país.

    O fato mais famoso foi quando o empresário, que estuda mandarim e é casado com uma descendente de chineses, colocou na mesa de seu escritório na sede californiana do Facebook um exemplar de "A Governança da China", um livro promocional do presidente Xi Jinping.

    A revista de lazer "The Beijinger" também repercutiu hoje a controvertida corrida de Zuckerberg e publicou em seu site: "Até onde ele vai chegar para ganhar o favor da China?"Fonte:G1.

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  • WhatsApp eleva lotação máxima de grupos de 100 para 256 pessoas

    O WhatsApp liberou uma atualização que aumenta em 156% o limite de pessoas que podem ser adicionadas a um grupo de mensagens. Antes era possível listar apenas 100 contatos em um grupo. Agora, a lotação máxima subiu para até 256 pessoas. O novo limite já pode ser visto na versão do aplicativo para smartphones Android e iPhones. O aviso da lotação máxima aparece em grupos já criados, quando se clica sobre o título acima das mensagens trocadas por seus integrantes. A ampliação foi incluída sem alarde nas últimas versões do app para as plataformas Android e iOS, liberadas ao longo de janeiro. Tanto é que o WhatsApp não a citou sequer na descrição das novidades da versão 2.12.13 para iPhones, que informa apenas ter “corrigido falhas”. Nesta semana, Mark Zuckerberg, presidente-executivo e cofundador do Facebook, dono do WhatsApp, anunciou que o aplicativo de mensagem atingiu a marca de 1 bilhão de usuários. A título de comparação, se todas essas pessoas fossem incluídas em um único grupo que tivesse sua nova lotação máxima esgotada, bastaria 3,9 milhões desses agrupamentos para reunir todos os usuários do WhatsApp. Outra novidade anunciada pelo app neste ano foi o fim das anualidades de US$ 1 – até então eram gratuitas no primeiro ano.



  • Com nanotecnologia, cientistas criam protetor solar que não penetra na pele

    Banhistas no Rio de Janeiro (Foto: Lívia Torres / G1)

    Com a ajuda da nanotecnologia, cientistas da Universidade Yale desenvolveram um protetor solar que é capaz de bloquear os raios ultravioleta sem penetrar na pele. A vantagem é que, dessa forma, o produto não entra na corrente sanguínea, evitando possíveis riscos para a saúde.

    Os pesquisadores encapsularam um protetor solar comum, o padimato O, dentro de uma nanopartícula, estrutura minúscula normalmente usada para transportar medicamentos para dentro do organismo.

    As chamadas nanopartículas bioadesivas contendo o protetor solar são maiores do que os poros da pele, por isso se mantêm na superfície. Para testar se o produto realmente era incapaz de penetrar, ele foi aplicado na pele de porcos. Além de constatar que as nanopartículas realmente não penetraram nos animais, os cientistas também concluíram que o produto é resistente à água e permanece na superfície da pele por um dia ou mais.

    Outros testes, feitos em camundongos, atestaram que a capacidade de bloquear os raios ultravioleta das nanopartículas com protetor era similar à capacidade do protetor aplicado diretamente na pele, fora das nanopartículas.

    Efeitos nocivos pouco conhecidos

    O professor de dermatologia de Yale Michael Girardi, um dos autores do estudo, observa que há pouca pesquisa sobre os efeitos do uso de protetor solar na geração de moléculas conhecidas como espécies reativas de oxigênio, que são capazes de provocar danos nas células. "Protetores químicos protegem contra os efeitos diretos dos raios ultravioletas no DNA, mas podem não proteger contra os efeitos indiretos", diz.

    A pesquisadora Jessica Tucker, do Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia dos Estados Unidos, órgão que financiou o estudo, ressalta que o potencial risco para a saúde da entrada do protetor solar na corrente sanguínea ainda é pouco conhecido. "Todos sabemos dos benefícios do protetor solar, mas as potenciais toxicidades devido à penetração no organismo e a criação de agentes capazes de danificar o DNA não são bem conhecidas", diz.

    "Um protetor solar desenvolvido com bioengenharia para inibir a penetração e manter os componentes capazes de danificar o DNA isolados na nanopartícula é um ótimo exemplo de como uma tecnologia sofisticada pode ser usada para resolver um problema que pode estar afetando a saúde de milhões de pessoas", diz a cientista.

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  • Apple pagará indenização a homem que teve fotos de lua de mel apagadas

    Aposentado receberá £ 2 mil (R$ 11,4 mil), após lutar 12 meses na Justiça.
    'Tendo lutado contra o câncer, eu não seria derrotado pela Apple', disse.


    Um britânico de 68 anos foi à Justiça contra a Apple por ter as fotos de sua lua de mel apagadas por um funcionário da empresa sem o seu consentimento. Depois de 12 meses, o homem venceu a batalha contra a gigante, que terá de indenizá-lo, informou o jornal “Evening Standard”. “Tendo lutado contra o câncer, eu não seria derrotado pela Apple”, afirmou o aposentado Deric White, que mora em Londres.

    Em dezembro de 2004, o pensionista levou seu iPhone a uma Apple Store. Ele só foi à loja depois de receber uma mensagem que informava haver um problema com o dispositivo. Após retirar o aparelho, White descobriu que os empregados da Apple haviam apagado todos os arquivos sem avisar. Isso incluía as imagens de sua lua de mel em Seychelles, realizadas naquele ano, de um safari na África e a de médicos que cuidaram dele por 10 meses durante o tratamento de um câncer de esôfago.
     

    “Minha esposa foi reduzida a lágrimas quando eles limparam meu telefone. Todo mundo diz que isso aconteceu com eles ou com seus companheiros.”

    Ele entrou com um processo contra a companhia. Nesta segunda (30), a Corte do Condado do Centro de Londres, deu ganho de causa à ele. Pedia indenização de £ 5 mil (R$ 28,5 mil), mas, o tribunal decidiu por baixar a compensação para £ 2 mil (R$ 11,4 mil).

    “Não é muito dinheiro o que eu gahei, mas é uma vitória moral”, afirmou ao jornal. O aposentado não foi representado por nenhum advogado. Ele mesmo enfrentou o time jurídico da empresa. “Apple é um enorme conglomerado e todo mundo diz que você não pode vencê-la, eles dizem que você não pode bater a Apple”, disse.

    “Eu fiz isso pelo homem comum. Eu diria a qualquer um que tenha um atrito com a Apple: não deixe que eles decidam sobre você e o ignorem.”