BUSCA PELA CATEGORIA "Tecnologia"

  • Prefeito de Maetinga e prefeito de Poções participam do Semiárido Show em PE

    A esquerda Edcarlos Lima, prefeito de Maetinga e a direita Leandro Araújo Mascarenhas, prefeito de Poções | Foto: Destaque Bahia

    O prefeito de Maetinga, Edcarlos Lima e o prefeito de Poções, Leandro Araújo Mascarenhas participaram essa semana da 7º edição do Semiárido Show em Petrolina-PE.

    Segundo Edcarlos Lima, eles estiveram no evento em busca de novas tecnologias para o fortalecimento das ações de convivência com a seca na região.

    O tema da feira ‘Bioma Caatinga, Recursos Hídricos e Tecnologias: Perspectivas Socioambientais’, valoriza a agricultura familiar no Semiárido Brasileiro, e este ano também contou com o Festival de Sabores da Caatinga, com oficinas sobre empreendedorismo e gastronomia, através da utilização dos recursos próprios do bioma caatinga.

    No evento, que acontece até o sábado (10), está sendo abordados temas como gestão e uso da água, criação de animais, associativismo, preservação ambiental, turismo rural e uso de energia renovável. Há também um espaço de discussão sobre gestão dos territórios indígenas e quilombolas.

    Prefeito de Maetinga e prefeito de Poções participam do Semiárido Show em PE

    Foto: Destaque Bahia







  • UE multa Google em € 2,4 bilhões por abuso de poder econômico

    Logotipo do Google estampa parede do escritório da empresa em Tel Aviv, em Israel. (Foto: Baz Ratner / Reuters)

    A Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia, aplicou nesta terça-feira (27) uma multa recorde de € 2,4 bilhões ao Google por ter abusado de seu domínio nas buscas na internet para favorecer seu comparador de preços, o Google Shopping. O valor é o equivalente a R$ 9 bilhões.

    O Google informou em nota que estuda recorrer da multa, calculada com base na receita da empresa nos 13 países que compõem a área econômica europeia. Em casos de acusações de abuso de posição dominante, a maior multa emitida até então pela Comissão Europeia havia sido de € 1,06 bilhão contra a Intel, em 2009.

    Além de ter de arcar com a multa bilionária, o Google terá de:

     

    • Aplicar aos concorrentes o mesmo posicionamento e forma de exibição que dá a seus serviços.
    • Explicar à UE como vai equiparar seus próprios serviços e o dos rivais, além de se submeter ao monitoramento do bloco europeu.

     

    Caso o Google descumpra as determinações, estará sujeito a pagar até 5% da receita diária obtida pela Alphabet, sua empresa-mãe. A UE informa que a decisão no âmbito das leis antitruste não impede que a empresa seja alvo de ações judiciais nos países que fazem parte do bloco.

    “Google criou muitos produtos e serviços inovadores que fizeram a diferença em nossas vidas. Essa é uma coisa boa. Mas a estratégia do Google para seu serviço de comparação de compras não era só para atrair consumidores ao fazer seu produto melhor do que o de outros rivais", disse a comissária.

    "Ele negava a outras companhias a chance de competir no mérito e de inovar. E, mais importante, ele negava aos consumidores europeus a genuína escolha de serviços e todos os benefício da inovação", completou.

     

    O caso

     

    O caso se arrasta desde 2010 e foi iniciado quando os concorrentes americanos Microsoft e TripAdvisor denunciaram o Google à UE. Em abril de 2015, a Comissão Europeia emitiu uma “comunicação de objeções”, o equivalente a uma acusação, reforçada em 2016.

    Durante cinco anos, o ex-comissário de concorrência, Joaquín Almunia, tentou junto ao Google encontrar um meio para que as reclamações fossem atendidas. Para chegar a uma conciliação, a Comissão alterou a proposta de solução três vezes.

    Para a Comissão Europeia, as ações do Google para minar os concorrentes começaram em 2008 e era sustentada em duas frentes:

     

    • Sistematicamente dar uma colocação proeminente [no resultado das buscas] para o seu próprio serviço de comparação de compras;
    • Rebaixar os serviços de comparação dos rivais em seus resultados de pesquisa.

     

    A ação do Google só foi possível porque a empresa usou seu amplo poder nesse segmento, já que concentra 90% das buscas na internet na Europa. "Como resultado, o serviço de comparação compras do Google é muito mais visível para os consumidores nos resultados de pesquisa do Google, enquanto os serviços de compras de comparação rivais são muito menos visíveis."

     

     

     

    Abuso de poder

     

    Margrette Vestager, a comissária europeia para concorrência, afirmou, em nota, que "o que o Google fez é ilegal de acordo com as regras antitruste da EU".

    A UE ainda explica quais eram os efeitos dessa prática. "Mesmo nos computadores de mesa, os dez resultados de pesquisa genéricos de maior ranking na primeira página do resultado da busca geralmente recebem 95% de todos os cliques (com o resultado superior recebendo cerca de 35% de todos os cliques). O primeiro resultado na segunda página dos resultados de pesquisa do Google recebe apenas cerca de 1% de todos os cliques."

    O efeito dessa prática produziu resultados na quantidade de pessoas que acessavam o Google Shopping, segundo avaliação da UE. O tráfego direcionado ao serviço cresceu:

     

    • 45 vezes no Reino Unido
    • 35 vezes na Alemanha
    • 19 vezes na França
    • 29 vezes na Holanda
    • 17 vezes na Espanha
    • 14 vezes na Itália

     

    Enquanto isso, o tráfego de acessos aos serviços rivais “caiu significativamente”, apontou a UE, que constatou quedas de:

     

    • 85% no Reino Unido
    • 92% na Alemanha
    • 80% na França

     

    Em 2015, quando a denúncia foi formalizada, o Google minimizou seu papel na internet. Comparou sua atuação à de uma porta de entrada. Considerou ainda que a acusação é equivocada, já que há outras opções de busca na internet. Citou como opções aos seus serviços Bing, Yahoo, Quora, DuckDuckGo, Facebook, Pinterest, Twitter e Amazon.

     

    Android

     

    A União Europeia avalia outros casos contra o Google por abuso de posição dominante. Um sobre sua plataforma de anúncios AdSense, e outro, sobre o sistema operacional Android.

    O objetivo do bloco europeu é "avaliar se, ao concluir acordos contrários à concorrência ou cometendo abusos de sua posição dominante, o Google prejudicou de forma ilegal desenvolvimento e acesso ao mercado de sistemas operacionais para telefonia móvel”.(G1)

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  • Anac aprova uso comercial de drones no Brasil e espera impulsionar o mercado

    Antes liberados apenas para fins recreativos e competições, os drones agora também contam com regras de uso comercial no Brasil. A Anac aprovou, nesta terça-feira (2), em Brasília, a regulamentação da utilização comercial de drones em todo o território brasileiro. Dividido em três categorias por peso, o equipamento terá diferentes exigências de acordo com o peso dos objetos e a altura dos voos.

     

    O Brasil tem um potencial não explorado de utilização comercial de drones, e a esperança da Anac é de que a nova regulamentação impulsione esse uso, até mesmo em termos de serviços de entrega e de uso rural. Visão compartilhada por Luís Neto Guimarães, CEO da Drone Store. "O mercado está descobrindo aos poucos novas aplicações comerciais. Contar com uma legislação que regulamente as atividades, sem dúvidas, é um passo importante rumo à consolidação do setor", avaliou, em entrevista ao UOL.

    Só o tempo vai dizer se aquelas suas encomendas que ficavam paradas em meio ao processo de entrega serão agilizadas pelos drones. Mas esse definitivamente é um primeiro passo a se comemorar — e que já tardava a acontecer.• Este drone insano com reprodução de vídeo é o futuro inevitável da publicidade
    • Drones estão nos dando imagens próximas de erupções vulcânicas nunca antes vistas

    Os drones serão divididos em três categorias: aqueles entre 250 gramas e 25 kg; os veículos entre 25 kg e 150 kg; e os equipamentos acima de 150 kg. O uso de drones com menos de 25 kg para voos de até 120 metros de altitude vai exigir apenas um cadastro simples no site da Anac e a idade mínima de 18 anos, o que é uma determinação bem flexível. Até porque, segundo conta Emerson Granemann, idealizador da feira DroneShow Latin America, ao UOL, "quase 100% das aplicações comerciais dos drones no Brasil" são de equipamentos dentro dessa faixa de peso.

    Para voos acima de 121 metros, será necessária documentação, independentemente do tamanho ou do peso do aparelho. "Se fosse aprovada uma norma sem qualquer tipo de exigência, no futuro a ANAC poderia ser vista como negligente e irresponsável", comentou Felipe Veneziano, advogado especialista em Direito Aeronáutico, em entrevista ao Estadão.

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  • WhatsApp libera chamada de vídeo a todos os usuários; saiba usar

    Depois de quase um mês testando o recurso, o WhatsApp está liberando as videochamadas para todos os usuários, em todos os sistemas operacionais. "Dentro dos próximos dias, mais de um bilhão de usuários do WhatsApp poderão fazer chamadas de vídeo nas plataformas Android, iPhone e Windows Phone", diz texto publicado no blog da empresa. Ou seja, a novidade está chegando gradualmente.

    Para fazer as chamadas com vídeo, é preciso ir na aba chamadas, ir em contatos, selecionar o amigo com quem deseja falar e apertar o ícone em formato de filmadora. Durante a chamada, é possível alternar entre as câmeras frontal e traseira e silenciar a chamada.

    O recurso só funciona se o contato em questão também já esteja com a nova versão do WhatsApp. Se não for o caso, a pessoa vai receber uma mensagem de erro: "Chamada não completada. Não foi possível realizar a chamada. O usuário precisa atualizar o WhatsApp para receber chamadas de vídeo".

    "Nosso objetivo é de que este recurso esteja disponível indiscriminadamente para todos, e não somente para aquelas pessoas que podem comprar aparelhos mais caros ou que residam em um país com excelente serviço de cobertura de telefonia celular", completa o WhatsApp. (Informações do Correio24horas)

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  • WhatsApp vai liberar seus dados ao Facebook em horas; saiba como evitar

    O prazo dado pelo aplicativo de troca de mensagens, WhatsApp, para não aceitar a integração com o Facebook termina neste sábado (24). Pelos novos termos de uso do aplicativo, as duas base de dados serão compartilhadas. Para impedir que o Facebook utilize os seus dados de forma integrada, o usuário deve rejeitar a opção. Quem não realizar o procedimento, automaticamente aceitará a integração.

    Os novos usuários do WhatsApp já serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade para usar o serviço. Em agosto, a empresa começou a notificar os usuários sobre as novas políticas. Os usuários que aceitaram os termos teriam "até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp".

    É a primeira vez que os termos de uso de dados do WhatsApp são alterados em quatro anos. A mudança está relacionada com a venda do serviço para o Facebook, finalizada em 2014. O WhatsApp garante que a mudança vai melhorar as experiências com anúncios e produtos no Facebook. Em texto da política de uso, a empresa diz que a medida auxiliará a “combater spam entre os aplicativos, dar sugestões sobre o produto, mostrar anúncios relevantes”.

    Saiba como desativar o compartilhamento de dados
    Ao abrir o aplicativo ou quando aparecer o aviso de atualização é preciso clicar em "Leia". Caso não queira que os dados de sua conta sejam compartilhados com o Facebook, você deve desmarcar essa opção e seguir com a atualização.

    Para o usuário que já aceitou a atualização anteriormente, ele deve ir em "Configurações ou Ajustes", em seguida deve escolher a opção "Conta" e optar por marcar ou desmarcar "compartilhar os dados da conta". (Fonte: Correio24horas).

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  • Mark Zuckerberg gera polêmica ao correr ao ar livre em Pequim

    Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, corre na praça de Tiananmen, em Pequim. (Foto: Divulgação/Mark Zuckerberg)

    Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, gerou controvérsia nesta sexta-feira (18) na internet ao ilustrar sua chegada a Pequim com uma fotografia correndo sem máscara no centro da capital da China, durante um pico de poluição na cidade.

    Zuckerberg publicou a imagem em sua conta no Facebook, apesar de a rede estar censurada na China (só é acessível através de serviços privados de pagamento VPN). Provocou mais de 150 mil reações de internautas em sua conta em apenas algumas horas.

     

    "É estupendo voltar a Pequim, comecei minha visita com uma corrida na praça de Tiannamen, ao lado da Cidade Proibida e no caminho ao Templo do Céu", afirmou Zuckerberg na publicação, que mostra outros corredores sem máscara.

    "Com isto alcançarei as cem milhas em um ano correndo. Agradeço a todo mundo que me acompanhou na corrida, pessoalmente e ao redor do mundo", acrescentou Zuckerberg.

    Críticas
    O delicado passado histórico do lugar escolhido por Zuckerberg para sua corrida mattinal -- com o retrato de Mao ao fundo -- provocou um forte debate no Facebook.

    "O solo que você pisa esteve coberto do sangue dos estudantes que lutaram pela democracia. Mas aproveita sua corrida, Mark", disse um usuário do Facebook, em alusão à violenta repressão do regime chinês aos protestos na praça de Praça da Paz Celestial de 1989, em frente à Cidade Proibida.

    Enquanto muitos se perguntavam por que motivo o multimilionário tinha ido correr sem máscara com o céu cor de chumbo ao fundo. "Mark, não vê a poluição? Deixe de correr ao ar livre! Pequim é meu lar, mas não recomendo que faça isso", comentou Christina Tan.

    "Esqueceste algo? #Markzuckerberg, o 'smog' mata milhares de pessoas a cada dia. Ponha uma máscara!", afirmou o escritório do Greenpeace do Leste da Ásia em sua conta no Twitter.

    No Weibo, uma espécie de Twitter chinês, a empresa que desenvolveu essa rede social, Sina, abriu o debate publicando a foto de Zuckerberg com esta mensagem: "hoje Mark Zuckerberg postou uma foto no Facebook em que corria de manhã afirmando que era maravilhoso voltar a Pequim. A poluição era então de 252 microgramas de partículas PM 2,5 [dez vezes acima da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)]".

    Embora Zuckerberg não esconda seu desejo de conseguir autorização para a entrada do Facebook na China, seus elogios à segunda economia mundial são considerados exagerados em alguns setores do país.

    O fato mais famoso foi quando o empresário, que estuda mandarim e é casado com uma descendente de chineses, colocou na mesa de seu escritório na sede californiana do Facebook um exemplar de "A Governança da China", um livro promocional do presidente Xi Jinping.

    A revista de lazer "The Beijinger" também repercutiu hoje a controvertida corrida de Zuckerberg e publicou em seu site: "Até onde ele vai chegar para ganhar o favor da China?"Fonte:G1.

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  • WhatsApp eleva lotação máxima de grupos de 100 para 256 pessoas

    O WhatsApp liberou uma atualização que aumenta em 156% o limite de pessoas que podem ser adicionadas a um grupo de mensagens. Antes era possível listar apenas 100 contatos em um grupo. Agora, a lotação máxima subiu para até 256 pessoas. O novo limite já pode ser visto na versão do aplicativo para smartphones Android e iPhones. O aviso da lotação máxima aparece em grupos já criados, quando se clica sobre o título acima das mensagens trocadas por seus integrantes. A ampliação foi incluída sem alarde nas últimas versões do app para as plataformas Android e iOS, liberadas ao longo de janeiro. Tanto é que o WhatsApp não a citou sequer na descrição das novidades da versão 2.12.13 para iPhones, que informa apenas ter “corrigido falhas”. Nesta semana, Mark Zuckerberg, presidente-executivo e cofundador do Facebook, dono do WhatsApp, anunciou que o aplicativo de mensagem atingiu a marca de 1 bilhão de usuários. A título de comparação, se todas essas pessoas fossem incluídas em um único grupo que tivesse sua nova lotação máxima esgotada, bastaria 3,9 milhões desses agrupamentos para reunir todos os usuários do WhatsApp. Outra novidade anunciada pelo app neste ano foi o fim das anualidades de US$ 1 – até então eram gratuitas no primeiro ano.



  • Com nanotecnologia, cientistas criam protetor solar que não penetra na pele

    Banhistas no Rio de Janeiro (Foto: Lívia Torres / G1)

    Com a ajuda da nanotecnologia, cientistas da Universidade Yale desenvolveram um protetor solar que é capaz de bloquear os raios ultravioleta sem penetrar na pele. A vantagem é que, dessa forma, o produto não entra na corrente sanguínea, evitando possíveis riscos para a saúde.

    Os pesquisadores encapsularam um protetor solar comum, o padimato O, dentro de uma nanopartícula, estrutura minúscula normalmente usada para transportar medicamentos para dentro do organismo.

    As chamadas nanopartículas bioadesivas contendo o protetor solar são maiores do que os poros da pele, por isso se mantêm na superfície. Para testar se o produto realmente era incapaz de penetrar, ele foi aplicado na pele de porcos. Além de constatar que as nanopartículas realmente não penetraram nos animais, os cientistas também concluíram que o produto é resistente à água e permanece na superfície da pele por um dia ou mais.

    Outros testes, feitos em camundongos, atestaram que a capacidade de bloquear os raios ultravioleta das nanopartículas com protetor era similar à capacidade do protetor aplicado diretamente na pele, fora das nanopartículas.

    Efeitos nocivos pouco conhecidos

    O professor de dermatologia de Yale Michael Girardi, um dos autores do estudo, observa que há pouca pesquisa sobre os efeitos do uso de protetor solar na geração de moléculas conhecidas como espécies reativas de oxigênio, que são capazes de provocar danos nas células. "Protetores químicos protegem contra os efeitos diretos dos raios ultravioletas no DNA, mas podem não proteger contra os efeitos indiretos", diz.

    A pesquisadora Jessica Tucker, do Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia dos Estados Unidos, órgão que financiou o estudo, ressalta que o potencial risco para a saúde da entrada do protetor solar na corrente sanguínea ainda é pouco conhecido. "Todos sabemos dos benefícios do protetor solar, mas as potenciais toxicidades devido à penetração no organismo e a criação de agentes capazes de danificar o DNA não são bem conhecidas", diz.

    "Um protetor solar desenvolvido com bioengenharia para inibir a penetração e manter os componentes capazes de danificar o DNA isolados na nanopartícula é um ótimo exemplo de como uma tecnologia sofisticada pode ser usada para resolver um problema que pode estar afetando a saúde de milhões de pessoas", diz a cientista.

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  • Apple pagará indenização a homem que teve fotos de lua de mel apagadas

    Aposentado receberá £ 2 mil (R$ 11,4 mil), após lutar 12 meses na Justiça.
    'Tendo lutado contra o câncer, eu não seria derrotado pela Apple', disse.


    Um britânico de 68 anos foi à Justiça contra a Apple por ter as fotos de sua lua de mel apagadas por um funcionário da empresa sem o seu consentimento. Depois de 12 meses, o homem venceu a batalha contra a gigante, que terá de indenizá-lo, informou o jornal “Evening Standard”. “Tendo lutado contra o câncer, eu não seria derrotado pela Apple”, afirmou o aposentado Deric White, que mora em Londres.

    Em dezembro de 2004, o pensionista levou seu iPhone a uma Apple Store. Ele só foi à loja depois de receber uma mensagem que informava haver um problema com o dispositivo. Após retirar o aparelho, White descobriu que os empregados da Apple haviam apagado todos os arquivos sem avisar. Isso incluía as imagens de sua lua de mel em Seychelles, realizadas naquele ano, de um safari na África e a de médicos que cuidaram dele por 10 meses durante o tratamento de um câncer de esôfago.
     

    “Minha esposa foi reduzida a lágrimas quando eles limparam meu telefone. Todo mundo diz que isso aconteceu com eles ou com seus companheiros.”

    Ele entrou com um processo contra a companhia. Nesta segunda (30), a Corte do Condado do Centro de Londres, deu ganho de causa à ele. Pedia indenização de £ 5 mil (R$ 28,5 mil), mas, o tribunal decidiu por baixar a compensação para £ 2 mil (R$ 11,4 mil).

    “Não é muito dinheiro o que eu gahei, mas é uma vitória moral”, afirmou ao jornal. O aposentado não foi representado por nenhum advogado. Ele mesmo enfrentou o time jurídico da empresa. “Apple é um enorme conglomerado e todo mundo diz que você não pode vencê-la, eles dizem que você não pode bater a Apple”, disse.

    “Eu fiz isso pelo homem comum. Eu diria a qualquer um que tenha um atrito com a Apple: não deixe que eles decidam sobre você e o ignorem.”







  • Aplicativos adicionam nono dígito a números de celular da Bahia

    A partir de domingo (11), todos os números de telefonia celular da Bahia passarão a ter nove dígitos. Para facilitar a transição, aplicativos para smartphone ajudam usuários a fazer a alteração, incluindo o novo número de maneira automática.

     

    A mudança deste domingo atinge todos clientes da Bahia (códigos 71, 73, 74, 75 e 77), além de Sergipe (79) e Minas Gerais (31, 32, 33, 34, 35, 37 e 38). Será preciso atualizar a agenda para fazer ligações e mandar SMS, entre outros.

    As chamadas com oito dígitos serão completadas normalmente até o dia 20 de outubro. Entre 21 de outubro e 18 de janeiro de 2016, a pessoa que fizer uma ligação sem o novo dígito ouvirá uma mensagem alertando sobre a mudança.

    Alguns aplicativos já fazem a mudança de maneira automática. Veja:

    9d+
    Em vez de simplesmente incluir o nono dígito, o "9d+" pode criar um novo número atualizado dentro do contato e manter o antigo. Assim você vê se a transição foi feita corretamente sem correr riscos e pode apagar depois o primeiro número. O app está disponível para Android(versão gratuita) e para iOS (versão paga - US$0,99).

    9 Dígitos
    O “9 Dígitos” tem versão gratuita para iOS. Ele permite visualizar quais números serão atualizados e como ficarão os números. Ele também atualiza a operadora dos contatos.

    Novo Dígito BR
    O “Novo Dígito BR” está pronto para atualizar números de qualquer DDD, segundo o desenvolvedor. Para fazer as alterações, na tela principal, deve ser selecionado o DDD que receberá o nono dígito. O usuário também deverá selecionar se está na região. O app  temversão gratuita para Android.

    9º Dígito
    O 9º Dígito tem versão paga (US$0,99) para iOS e versão paga (R$ 2,52) para Android. Ao mesmo tempo em que o app acrescenta o novo dígito, ele pode padronizar a operadora para chamadas com DDD. Segundo o desenvolvedor, o usuário ainda pode agendar a atualização para o dia em que a mudança começar a valer. Também funciona em agendas sincronizadas com Gmail e Outlook.

    Oi Nono Dígito
    Disponível para clientes de qualquer operadora, o “Oi Nono Dígito” tem versão gratuita para iOSversão gratuita para Android. Além de modificar os contatos com o nono dígito, o usuário pode formatar os contatos e inserir o código do estado. Também é possível programar a inclusão do código do país (+55) na agenda para fazer chamadas do exterior em períodos de viagem. O usuário ainda tem a opção de acrescentar o Código de Seleção de Prestadora (CSP) da Oi aos contatos. Há também possibilidade de restaurar a agenda.

    9º Dígito TIM
    O “9º Dígito Tim” adequa os números de celulares dos estados que já possuem nove dígitos para o novo formato de numeração definido pela Anatel e grava os números alterados na agenda do usuário. O app está disponível para todos os clientes de qualquer operadora brasileira e temversão gratuita para Android e versão gratuita para iOS. O app ainda permite usuário acrescentar o Código de Seleção de Prestadora (CSP) da empresa aos contatos da agenda.

    Vivo 9º Dígito
    O "Vivo 9º Dígito", disponível em versão gratuita para iOS e versão gratuita para Android, está atualizado para números cujos códigos de área começam com 1, 2, 3, 7, 8 e 9 e pode ser usado por clientes de qualquer operadora. O usuário também tem a opção de acrescentar o Código de Seleção de Prestadora (CSP) da Vivo aos contatos da agenda. (Correio24horas)

     



  • Novo celular é dobrável e pode ser usado como pulseira; saiba mais

    (Foto: Divulgação)

    Os desenvolvedores do projeto tentam arrecadar US$ 1 milhão pelo site Indiegogo para conseguir colocar a ideia em prática

    As novidades tecnológicas não param. O Blu, aparelho em fase de financiamento, propõe ser flexível, para servir como celular, mas também ser um smartphone, fazendo e recebendo ligações. Os desenvolvedores do projeto tentam arrecadar US$ 1 milhão pelo site Indiegogo para conseguir colocar a ideia em prática.
     

    O Blu é flexível, à prova d'água, atende a comando por gestos, tem alto-falante, conectividade sem fio, Gorilla Galss, Bluetooth, entre outras tecnologias, como porta USB para sincronia com o computador e capacidade de transferência de arquivos via NFC. A ideia é ser "vestível", mas sem perder as qualidades de um celular.

    O display é de OLED flexível, com 5.3 polegadas e resolução de 1080 por 1920 pixels, feito com substrato plástico, combinado com uma bateria também flexível de 4800 mAh. Ele pode ser enrolado com até 5.5 polegadas de circunferência. Um painel nas laterais é uma espécie de central de notificações. 

    O aparelho tem 128 GB de armazenamento e 4 GB de RAM, segundo os desenvolvedores. Desbloqueado, roda com Android, poderá funcionar com qualquer chip 4G e tem câmera de 13 megapixels.

    A previsão é de que, caso o valor seja arrecado, as entregas comecem em agosto de 2016. Até agora, em três dias, o projeto recebeu cerca de R$ 60 mil em doações. No total, o projeto fica no ar no site por 46 dias tentando o financiamento. Uma unidade custa US$ 319.

    Assista ao vídeo de demonstração do Blu:



  • Samsung adverte: Cuidado com o que você diz em frente a sua TV inteligente

    Função de reconhecimento de voz pode ser ativada ou desativada nas smart TVs da Samsung - Andrey Rudakov / Bloomberg

    A frase “silêncio, estou assistindo TV” ganhou novo significado com os modernos televisores com função de reconhecimento de voz. Em vez de atrapalhar o entendimento dos programas, o temor agora é que a TV esteja espionando os lares. A própria Samsung, na política de privacidade da companhia, alerta para o risco de captura e transmissão de dados sensíveis para terceiros caso a função esteja ligada.

    “Por favor, esteja ciente que se suas palavras incluírem dados pessoais ou outras informações sensíveis, essa informação estará entre os dados capturados e transmitidos para terceiros pelo uso do reconhecimento de voz”, diz a Samsung.

    O reconhecimento de voz está presente nos modelos mais recentes de smart TVs da fabricante sul-coreana. Em vez de usar o controle remoto, o espectador pode controlar o aparelho apenas pela voz. Para isso, basta ligar a função e conectar o televisor à internet.

    “Para fornecer a função de reconhecimento de voz, alguns comandos de voz poderão ser transmitidos para um serviço de terceiros, que converte fala para texto ou para a extensão necessária para a função”, diz a companhia.

    A informação foi divulgada primeiramente pela revista “Daily Beast”. Após a publicação da matéria, a Samsung divulgou comunicado dizendo que “leva a privacidade dos consumidores muito a sério”. De acordo com a fabricante, os televisores da marca empregam “práticas e salvaguardas de segurança padrão na indústria, incluindo a encriptação dos dados”.

    “O reconhecimento de voz, que permite aos usuário comandar a TV usando comandos de voz, é uma função da Smart TV, que pode ser ativada ou desativada pelo usuário. O dono da TV também pode desconectar o aparelho da rede Wi-Fi”.

    A Samsung não é a primeira companhia a enfrentar críticas por causa da coleta de dados dos usuários. Em 2013, consultores encontraram que televisores da LG estava capturando informações sobre os hábitos dos espectadores. A companhia criou uma atualização que permitia aos usuários desligar a coleta, caso não quisessem compartilhar as informações.



  • Whatsapp passa a realizar chamadas telefônicas em nova atualização

    Além do novo botão de chamadas, os usuários agora conseguem pré-visualizar as fotos de forma mais fácil antes de enviá-las a um contato

    A nova função, no entanto, não é como muitos imaginavam, as chamadas são feitas através da operadora telefônica. De acordo com o site 'Techtudo', uma versão do projeto está sendo finalizada.

    Além do novo botão de chamadas, o aplicativo ganhou outra atualização, agora os usuários conseguem pré-visualizar as fotos de forma mais fácil antes de enviá-las a um contato. Além disso, ele acrescentou também o recurso Dynamic Type, que permite mudar a fonte para tamanhos variados.



  • App localiza smartphone roubado e ainda tira foto do ladrão

    Um dos maiores receios dos usuários é perder ou ter o smartphone roubado. Além de não poder recuperar o bem, ele ainda pode ter suas informações pessoais acessadas por quem estiver de posse do aparelho. Para ajudar a evitar este drama, a Avast!, fornecedora de soluções representada no Brasil pela Stity Tecnologia, liberou o Avast Anti-Theft, para smartphones e tablets Android. Disponível nas versões gratuita e premium (paga), ele tem como principal função localizar e rastrear o aparelho via GPS e controlar remotamente o aparelho. O Anti-Theft é um aplicativo independente do Avast Mobile Security e Avast Antivírus e completamente invisível quando está sendo executado, o que impede que o ladrão tome conhecimento de sua utilização. Ele também permite tirar fotos remotamente e ouvir o áudio do ambiente onde o telefone está localizado. O app pode ser configurado para enviar uma notificação para outro dispositivo sobre uma modificação do cartão SIM. O usuário pode acionar características remotas por meio de um comando em SMS a partir do telefone de um amigo ou através do portal do Avast. A versão premium ($1,99 por mês ou $14,99 por ano) oferece outros recursos, como a Geoproteção, que executa ações específicas (por exemplo, bloqueio, sinal sonoro, enviar localização), determinação de perímetro para que o app possa ser acionado se o aparelho estiver de posse de outra pessoa caso o usuário tenha perdido ou sido furtado. Um verificador de senha é disponível para que aumente a segurança da aplicação e recupere remotamente os dados, tais como o registro das chamadas realizadas, mensagens SMS e outros dados pessoais do telefone antes de limpar a memória remotamente.