• Coordenador do SMTT esclarece polêmica  sobre estacionamento

    Mesmo a farmácia tendo o lugar destinado para estacionamento, o mesmo não pode ser utilizado. Foto: Emanuel Fernandes / Destaquebahia.com.br

    Devido à polêmica relacionada ao estacionamento em frente à farmácia ‘Pague Menos’ que fica localizada no Centro da cidade, o Coordenador da Superintendência Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), Clidemar Amorim, fez alguns esclarecimentos tendo em vista que algumas multas já foram aplicadas aos condutores que usaram aquele espaço para estacionar seus veículos. Segundo o coordenador da Superintendência de Trânsito, no inicio da construção da farmácia, o Secretário de infraestrutura apresentou um projeto de autoria do engenheiro da farmácia para que a área em frente a farmácia se transformasse em um estacionamento rotativo, porém o parecer do Coordenador foi contrário, pois o projeto acabaria ferido a legislação de trânsito que proíbe estacionar veículos em calçadas, jardins  e passeio. Ainda segundo Clidemar, existe um agravante no local que é a existência de um conjunto semafórico que torna inviável o estacionamento rotativo.

                   

    O Destaquebahia conversou com gerente da farmácia que não quis gravar entrevista, mas fez questão de adiantar que o terreno pertence a farmácia e que providências por parte do grupo já estão sendo tomadas, tendo em vista que alguns clientes por dificuldade de estacionar já não procuram mais a farmácia. O Destaquebahia também conversou com cliente que foi multado ao estacionar em frente à farmácia. “Eu estacionei em frente à farmácia, pois vi que a área era própria para estacionar, inclusive com passeio rebaixado, o guarda veio e multou, fui falar com ele que não havia sinalização indicando que era proibido, resultado: fui multado mais uma vez por desacato, posso perder 10 pontos na carteira”, disse revoltado o condutor que não quis revelar sua identidade. O homem ainda acrescentou. “A farmácia não avisa nada, a (SMTT) não sinaliza, e nós é que temos que pagar pela incompetência deles. Eu vou recorrer, se preciso for até ao PAPA, mas pagar esse absurdo eu não pago”, concluiu.




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