• Duas mães com zika dão à luz bebês sem microcefalia em GO, diz SES

    De acordo com a secretaria, do início do ano até 5 de março, foram notificados 244 casos de vírus da zika em Goiás. Destes, 24 foram confirmados e 13, descartados. Os outros 207 registros seguem em investigação.

    O vírus da zika é apontado como uma das causas da malformação. No entanto, a doença também pode ter causas genéticas, passadas dos pais para a criança, como também por uso de drogas, álcool ou outros produtos tóxicos durante a gestação, além de possíveis infecções que atinjam o bebê durante a gestação.

    De março de 2015 até o último dia 14 de março, foram notificados 117 casos de microcefalia em Goiás. Por enquanto, não há caso confirmado de microcefalia provocada por zika no estado. Outras sete situações de malformação registras em Goiás tiveram como causa infecções congênitas, como sífilis.

    Microcefalia
    Em visita a Goiânia no último dia 9 de março, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse que oprotocolo para diagnósticos de microcefalia mudou. Desde então, passaram a ser notificados como suspeitos os casos de meninos com crânio medindo menos do que 31,9 centímetros e de meninas, menos de 31,5 centímetros.

    No início da emergência de microcefalia no Brasil, em novembro, todos os bebês com perímetro cefálico menor que 33 cm eram notificados como microcefalia. Em dezembro, o ministério alterou esse parâmetro, que passou a ser de 32 centímetros. Fonte:G1




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