Negativas de Pedro Outro nome alvo de especulações, o presidente do Convention Bureau, Pedro Costa, enviou nota em que contesta sua indicação para a Secretaria Estadual de Turismo (Setur), conforme publicado ontem pela coluna. “A notícia não retrata a realidade. Nunca estive no Palácio (de Ondina) tratando qualquer assunto com o governador eleito da Bahia, Rui Costa. Nunca fui procurado, nem procurei ninguém”, assegurou. Calma na espera Fora da Bahia, permanece o suspense em relação ao futuro de Jaques Wagner (PT) no segundo governo Dilma Rousseff. Segundo um dos aliados mais próximos a Wagner, ele ainda não sabe qual seu assento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Segundo a fonte, apesar da expectativa, o governador tem demonstrado tranquilidade sobre o assunto. No sábado, ele volta a Salvador para reiniciar as conversas com Dilma. Bandeira branca Prestes a assumir oficialmente o cargo, Rui Costa garantiu a dois fiéis interlocutores que não tem o menor interesse em tensões com o prefeito ACM Neto (DEM). “Em uma conversa recente que tivemos a sós, Rui deixou claro que pretende manter uma relação de respeito e cordialidade com Neto, e disse estar totalmente aberto a trabalhar em conjunto com ele pelo bem de Salvador”, confidenciou um colaborador do staff do petista. “Rui deixou claro que Neto é adversário apenas no campo político e que isso não vai interferir no andamento de projetos para a cidade. Pode apostar que, depois da posse, o diálogo será iniciado”, assinalou outro integrante da equipe do governador eleito. Pé de guerra O clima pesou entre os caciques do PTN e o vereador Paulo Câmara (PSDB), presidente do Legislativo municipal, com direito a acusações, disse me disse e trocas de farpas via imprensa. Os nervos andam tão à flor da pele que parlamentares recomendam abaixar a cabeça nas sessões para evitar bala perdida. Bala de festim Vereadores da base aliada ao prefeito evitam tomar partido publicamente, mas avaliam que as lideranças do PTN sofrerão desgaste desnecessário. Com pelo menos nove dos 11 votos da bancada de oposição, mais o apoio dos independentes, Paulo Câmara nem precisa dos governistas para se reeleger.
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