• Mesmo após novas propostas do governo, caminhoneiros não cedem e permanecem com paralisação

    O Presidente Michel Temer anunciou novas propostas aos caminhoneiros na noite de domingo (27), no intuito que a greve tivesse fim; no entanto, pelo 8º dia, os caminhoneiros permanecem paralisados e ainda ganham apoio de novas categorias, como por exemplo, os motoristas de ônibus.
    Na nova proposta do governo, foi reduzido para R$ 0,46 o valor do diesel, com corte em tributos como a Cide e o PIS/Cofins.

    O pacote de medidas também contemplou as três MPs que foram publicadas no Diário Oficial da União. A primeira delas determina que 30% dos fretes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sejam feitos por caminhoneiros autônomos, que serão contratados por meio de cooperativas, entidades sindicais ou associação.

    A segunda MP institui a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargo. Segundo o texto publicado no DOU, o governo publicará duas vezes por ano uma nova tabela de preço mínimo de frete por quilômetro de acordo com o tipo de mercadoria transportado (carga geral, a granel, frigorificada, perigosa e neogranel). A primeira tabela será publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em até cinco dias e valerá até o dia 20 de janeiro de 2019.
    A terceira MP prevê isenção de cobrança de pedágio para eixo suspenso de caminhões vazios, em rodovias federais, estaduais e municipais, inclusive as que foram concedidas à iniciativa privada.