• Polícia Baiana alcança maior redução de crimes violentos dos últimos 6 anos

    As forças de segurança da Bahia alcançaram em 2018 o menor número de Crimes Violentos Letais Intencionais (Homicídio, Latrocínio e Lesão Corporal Seguida de Morte) dos últimos seis anos. Este ano teve o menor registro de CVLIs desde 2012, com 5.506 casos em todo o estado, entre 1 de janeiro a 25 de dezembro, 715 a menos que o mesmo período do ano passado. 

    Com isso, além de baterem a meta de redução estabelecida pelo Governo do Estado, que é de 6%, as equipes conseguiram subir para 11,5% a redução dos crimes contra a vida. Os dados foram apresentados na manhã desta quinta-feira (27), pelo secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa. 

    “Sem dúvidas creditamos esse resultado a um trabalho árduo e conjunto, com foco na quebra do poderio do tráfico de drogas. Tivemos grandes operações ao longo do ano, que não só retiraram dos grupos criminosos a matéria-prima do comércio ilícito com a apreensão de várias toneladas de drogas, mas, principalmente ajudaram a enfraquecer o poder financeiro que essas quadrilhas detinham”, afirmou Barbosa. 

    Disse ainda que só a última grande operação, deflagrada no mês de dezembro, desarticulou uma quadrilha que movimentava cerca de R$ 1 milhão por mês. Ao longo do ano, cerca de R$ 5 milhões foram retidos apenas de uma quadrilha, entre dinheiro apreendido, contas congeladas, imóveis sequestrados. Vinte e nove veículos também foram recolhidos.

    Crimes contra o Patrimônio

    O ano de 2018 também foi marcado pelas reduções nos índices de roubo de veículos, a ônibus, ataques a bancos e a estabelecimentos comerciais. No comparativo com o mesmo período do ano passado, o número de veículos tomados de assalto caiu 5,7%, passando de 5.656 em 2017 para 5.332 em 2018, menos 324.

    A tendência de redução também seguiu para os casos de roubos a ônibus, que passou de 2.601 para 1.988, representando uma diminuição de 23,6%, menos 613 casos. Os casos de ataques a bancos, reunindo as ações tentadas e consumadas foram de 65, 41 a menos que em 2017, representando a queda de 38,7%.