Antes das ações fiscalizadoras, o frigorífico abatia por volta de 30 a 40 animais diários, e, por isso, quase fechou, mas o trabalho se intensificou e os frutos plantados a partir de 2005, já estão sendo colhidos, mas são necessárias sempre estarmos nos atualizando”. O representante da ADAB também destacou que “essa parceria fortalece também o passivo econômico, já que hoje o município conta com um frigorífico que é um dos melhores da Bahia, que gera emprego e renda para um grande número de famílias, enquanto o abate clandestino, além de representar um grande risco à população, acaba sendo nocivo também no ponto de vista econômico”. O coordenador da Visa também observou que “essa parceria é muito benéfica, pois a fiscalização pode ser ainda mais efetiva”.

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