Resultados
O escritório de advocacia de Londres que representa Chrissy, McAllister Olivarius, quer que a ação tenha vários resultados: um pedido de desculpas, indenização em dinheiro e que a americana consiga os direitos de copyright sobre o material sexualmente explícito.

Além da ação civil, Chrissy e seus advogados registraram queixa na polícia.

No entanto, a americana e os advogados admitem que todo este trabalho pode resultar em nada pois, segundo eles, a lei de "vingança pornô" na Inglaterra e País de Gales foi introduzida em abril deste ano e não atende casos ocorridos antes desta data.

A equipe pode usar outras leis que já eram vigentes antes, mas Chrissy afirma que a legislação precisa mudar.

"Quero que as leis na Grã-Bretanha sejam fortalecidas e também quero que casos anteriores (a abril) sejam reabertos", afirmou.

"Se alguém é uma vítima de violência e aconteceu há cinco anos, você ainda pode ir atrás disso. Acho que a sociedade e a lei não estão encarando isto com a seriedade necessária, como um crime. Quer dizer, é um crime de ódio e até que as pessoas encarem sob este ângulo, então não vai ser como precisamos que seja."

"Não acho que este aspecto da lei é forte o bastante e, definitivamente, precisamos fortalecer (a lei) e há muitas pessoas trabalhando para que isto aconteça", disse.

Segundo a advogada de Chrissy, Ann Olivarius, a pessoa que teria divulgado os vídeos "instruiu os advogados e estamos aguardando para ouvir dos advogados qual a posição dele em relação a esta questão".

"'Vingança pornô' é um abuso terrível da confiança que pode fazer com que as vítimas se sintam humilhadas e degradadas. Por isso transformamos em um delito criminal e garantimos que os responsáveis possam ficar até dois anos presos", informou um porta-voz do Ministério da Justiça britânico.

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