O sentimento de esperança da mãe de Gabrielly é o mesmo da avó materna da menina, Maria da Glória Costa Gomes, que estava em casa quando a garota sumiu. A avó morava com a menor desde que a criança tinha dois anos, porque a mãe da garota trabalha.

"Nenhuma resposta chegou até hoje. A gente não tem nenhuma explicação de como ela sumiu. A polícia não dá notícia nenhuma para ninguém da família. A gente fica com a esperança de que vão trazer [ela] de volta, mas não dão notícia nenhuma para a gente", reclama.

Desaparecimento

Logo após o sumiço, Maria havia relatado ao G1 que a neta sempre brincava na porta de casa com as amiguinhas, mas que no dia do sumiço, brincava sozinha. "Eu fiquei de olho nela, mas em um momento fui lavar o banheiro e disse: 'não saia daí, não vá na casa de ninguém'. Quando saí na porta, não a encontrei e fui na casa das vizinhas que ela costuma brincar. Quando cheguei, as crianças estavam dormindo e, em algumas casas, a família nem estava. Foi aí que vimos que ela tinha desaparecido. Estamos desesperados", contou a avó.

Ainda segundo a avó da criança, uma testemunha relatou ter visto um carro rondando a região no dia do desaparecimento. De acordo com Maria, assim que a menina sumiu, ela e a mãe da criança foram à delegacia registrar a ocorrência. Os pais de Gabrielly são separados, mas o pai é presente na rotina da criança e a guarda é compartilhada.

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