“Inicialmente, ela disse que tinha deixado a filha em casa e que ao retornar, percebeu que ela havia sido espancada e que o agressor tinha colocado um sabonete em sua boca”, explicou o delegado Idelfonso, contudo, continuou ele “após longo interrogatório ela resolveu confessa a verdade e o real motivo da tortura. Que a criança estava chorando muito e ela desferiu tapas em seu rosto, e depois colocou o sabonete em sua boca”, relatou.
O sabonete foi posteriormente encontrado pelos policiais militares e civis dentro da casa da conduzida com muitas marcas de sangue vindo da garganta da bebê. “Por muito pouco a criança não faleceu, graças ao imediato socorro prestado pela equipe de saúde do hospital Pedro Américo”, disse o delegado.

