• Profissionais da educação de Brumado fazem ato em dia nacional de luta pela previdência Pública

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    O Presidente Bolsonaro entregou ontem (20) ao Congresso, o seu projeto de revisão da Previdência, que impõe 65 anos para aposentadoria de trabalhadores e 62 para trabalhadoras. A alegação, a exemplo do que disse o seu antecessor Temer, é superar o déficit, como se as contribuições para a seguridade social fossem apenas dos empregados, empregadores e não existissem sonegações. A seguridade tem outras fontes de receita e as sonegações estão na ordem de R$ 450 bilhões.

    Em Brumado, atendendo a convocação das centrais sindicais, a APLB-Sindicato respaldada por trabalhadores em Educação das redes estadual e municipal, realizou um ato público em frente à agência do INSS, para protestar contra um projeto que restringe ou até mesmo extingue a aposentadoria do trabalhador brasileiro e que contribui para consolidar o Estado mínimo no Brasil. Um Estado que prejudica os direitos sociais e beneficia os interesses capitalistas, como se o mercado pudesse atender todas as demandas da sociedade.