Também do Sul do Estado, a estudante Luciana Silva, do Centro Territorial de Eduação Profissional (CETEP) do Médio Sudoeste da Bahia, em Itororó, irá expor na FEBRACE o projeto “Ecoestacas - promovendo propriedades Sustentáveis”. A estudante Amanda Bonfim Silva, do Colégio Estadual João Vilas Boas, em Livramento do Brumado, apresentará a pesquisa sobre “O Biopolímeros do quiabo e do mandacaru para tratamento de água”. Já o estudante Sandro Lúcio Nascimento Rocha, do Colégio Estadual Norberto Fernandes, em Caculé, abordará o tema “A captação e o uso da água da chuva no ambiente escolar através de caixa feita com garrafas PET e cimento ecológico da cinza da fibra da casca do coco (Cocos Nucifera)”.

Em Caetité, a estudante Larissa Silva Luna, do Colégio Estadual Tereza Borges de Cerqueira, em Caetité, desenvolveu a “Ração para cachorros natural e livre de conservantes” e também estará na FEBRACE. “A reutilização de motores de impressoras na geração de energia” será o trabalho do estudante Ítalo Cerqueira Mota de Mello, do CETEP Litoral Norte e Agreste Baiano, em Alagoinhas. Outros dois projetos são de estudantes da cidade de Catu. O projeto “A arte de Ed Ribeiro e o ensino e a aprendizagem da cultura afro-brasileira” foi desenvolvido pela estudante Eduarda Nataliana da Silva Santos, do Colégio Estadual Maria Izabel de Melo Goes, e o outro, “A importância da ludicidade no ensino de língua inglesa”, é de autoria da estudante Eduarda Nataliana da Silva Santos, do Colégio Estadual Antônio de Deus Seixas.

A coordenadora do Ciência na Escola, Shirley Costa, disse que a participação dos estudantes na FEBRACE é um reconhecimento do trabalho do Ciência na Escola e funciona como uma grande motivação para outros alunos pesquisadores aderirem a esta proposta. “O Ciência na Escola inicia as suas atividades em 2019 com a participação de estudantes na FEBRACE como resultado do trabalho de popularização e divulgação da ciência que representa a inovação educacional, promovida pelo programa em toda rede de ensino. Nesta perspectiva, o programa cumpre seu papel na promoção de ambientes de aprendizagem ativa, que repercute na melhoria da qualidade de ensino, colabora e estimula a curiosidade, autonomia e criatividade dos jovens pesquisadores que colaboram, de forma efetiva, com os locais onde estão inseridos”, afirmou.

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