"Os vídeos contém crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, crime de pedofilia e pornografia infantil. Essa investigação pode ser ampliada. A princípio, a gente detectou a ocorrência desse delito, mas outros delitos podem identificados no decorrer da investigação. Se ele agia de forma isolada, se fazia parte de uma rede de pedofilia, se compartilhava esse material, são situações que as investigações daqui para frente vão responder", informou o delegado Cristiano Mangueira,diretor adjunto do Departamento de Polícia do Interior (Depin).

Ainda segundo o delegado, a investigação partiu do Ministério da Justiça, através do Serviço de Inteligência (SI), que verificou a troca de dados com material de pornografia infantil pela internet.

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