Ao longo das investigações, foi apurado que essa empresa servia apenas de “fachada” e que, na verdade, não havia concorrência nenhuma na licitação.

Entre os anos de 2014 e 2015, a organização criminosa obteve contratos públicos, dos quais R$ 1.270.411,42 teriam sido desviados ou utilizados de forma indevida.

O nome da operação, PEDRA AFIADA é uma dupla referência ao material utilizado para as obras – paralelepípedo – e representa também o significado de Itambé na língua Tupi.

Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, desvio de recursos públicos e fraude à licitação.

Maiores informações poderão ser obtidas através da comunicação social da Delegacia de Polícia Federal em Vitória da Conquista, no período matutino.

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