• Brumado: Sesoc adere a campanha nacional ‘Tudo tem seu tempo – Adolescência primeiro, gravidez depois’

    Na Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Brumado faz um alerta a população brumadense para as consequências da gravidez na adolescência e para a necessidade de se ampliar o diálogo sobre o assunto. Um dos mais importantes fatores de prevenção é a educação sexual integrada e compreensiva que  faz parte da promoção do bem-estar de adolescentes e jovens ao realçar a importância do comportamento sexual responsável, o respeito pelo/a outro/a, assim como a proteção da gravidez inoportuna, a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis/HIV, a defesa contra violência sexual incestuosa, bem como outras violências e abusos. De acordo com o Ministério da Saúde, os índices de gravidez na adolescência no Brasil estão 50% acima da média mundial, que é de 46 mães a cada mil adolescentes. Na América Latina, o índice é de 65,5. No Brasil, o número sobe para 68,4. Mais de 434,5 mil adolescentes se tornam mães por ano no país. Em Brumado não tem sido diferente. O número de adolescentes grávidas tem aumentado consideravelmente e por isso, a secretaria chama a atenção para os riscos que uma mãe adolescente e o filho recém-nascido podem enfrentar, tais como: recém-nascido com anomalias graves, problemas congênitos ou traumatismos durante o parto (asfixia, paralisia cerebral, outros); abandono do recém-nascido em instituições ou abrigos; ausência de amamentação por quaisquer motivos; mãe adolescente com transtornos mentais ou psiquiátricos antes, durante ou após a gestação e o parto; abandono, omissão ou recusa do pai biológico ou parceiro pela responsabilidade da paternidade;  gravidez é resultado de abuso sexual incestuoso ou por desconhecido, ou relacionamento extraconjugal;  quando a família rejeita ou expulsa a adolescente e o recém -nascido do convívio familiar; quando a família apresenta doenças psiquiátricas, uso de drogas, álcool ou episódios de violência intrafamiliar; falta de suporte familiar, pobreza ou situações de risco (migração, situação de rua, refugiados); quando a mãe adolescente abandonou a escola, interrompendo a sua educação e dificultando sua inserção no mercado de trabalho. Sendo assim, os pais ou familiares dessas adolescentes devem manter o diálogo, orientar sobre os riscos para evitar que isso ocorra no seio familiar.

    Brumado: Sesoc adere a campanha nacional ‘Tudo tem seu tempo – Adolescência primeiro, gravidez depois’