• Com prazo estipulado pela justiça se esgotando, açougueiros demonstram preocupação

    Proprietário do Açougue Dutra, o comerciante Edson, conhecido como “Som”, assim como os demais açougueiros cidade de Maetinga e região, entendem a necessidade dos abates serem em frigorifico, no entanto, a preocupação é quanto a possível elevação do preço, já que os custos com fretes e outros serviços aumentarão.
    Com o prazo de 30 dias estipulado pela promotora Maria Salete, juntamente com a Vigilância Sanitária e ADAB, na 2ª Audiência Pública realizada no último dia 24/07/2014, os açougueiros e criadores, vendo o prazo se esgotando, já começam a se adequar as exigências da justiça, já que o abate, até então acontecem de forma “Clandestinas” o que segundo a justiça, representa risco para os consumidores.

    Já que nem em Maetinga e Nem em Jânio Quadros não existem Frigoríficos, possivelmente os abates acontecerão nas cidades vizinhas como Anagé. O que aumentará os custos, tendo que repassar parte desses custos aos consumidores, o que poderá representar uma queda nas vendas.