A gerente de empresa Vanessa Amaral havia feito o chek-in online e chegou com 30 minutos de antecedência ao aeroporto, mas mesmo assim não conseguiu embarcar. "Chegamos aqui e não tinha ninguém para dar informação. Encontramos pessoas que estavam aqui há mais tempo e ninguém disse que o chek-in estava fechado", afirmou.
Outros passageiros só conseguiram vaga em um voo que sai da cidade baiana na tarde desta terça-feira (24), mas terão de pagar cerca de mil reais pela passagem. "É um desrespeito. Como consumidor, qualquer pessoa quer um respaldo, mas nós não tivemos", comentou a professora Zelaide Lima.
No aeroporto, nenhuma dos funcionários da Passaredo quis dar entrevista. A reportagem tentou contato com a empresa, pra saber qual o procedimento da companhia no embarque de passageiros, mas não obteve resposta. (G1 Bahia)

