A eliminação se junta às quedas de 2015 nas quartas de final do Baianão, para o Colo Colo, de Ilhéus, e na semi da Copa do Nordeste, diante do Ceará. Todas ocorridas no santuário rubro-negro. Em âmbito nacional, mais frustrações.

Nos últimos cinco anos, esta é a quarta eliminação precoce que o Vitória sofre na Copa do Brasil. Em 2011, caiu para o Botafogo da Paraíba. Em 2013 e 2014, para Salgueiro-PE e J. Malucelli-PR, respectivamente.

E, se a eliminação teve um protagonista, seu nome é Didira. Tudo graças a dois pênaltis. No primeiro, não marcado pela arbitragem, o meia meteu a mão na bola e evitou em cima da linha um gol de Diego Renan. Seria, aos 32 minutos, a abertura do placar. No segundo, aos 21 minutos da etapa final, Valdanes foi derrubado na área pelo mesmo Diego Renan. Didira não perdoou e bateu com categoria, assinalou 2 a 1 no marcador.

Se o Leão baiano tem todo o direito de reclamar da arbitragem, por outro lado é tão verdade quanto que sua atuação ao longo dos 90 minutos não justificou uma possível classificação. Tanto que seus gols só surgiram de pênaltis. Ambos convertidos por Escudero. Aos dois minutos do segundo tempo, ele abriu o placar. Aos 42, empatou o duelo, quando o ASA já havia virado o jogo e encaminhava a classificação. (A Tarde - Ricardo Palmeira)

De resto, o Vitória só criou uma única chance de gol. Isso nos acréscimos do segundo tempo, no famoso 'abafa' que todo time da casa faz nos últimos momentos de uma partida quando o resultado lhe é desfavorável. Vander chutou e Pedro Henrique espalmou.

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