Em resposta ao atentado, a governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, disse que “embora não saibamos dos detalhes do crime, nós sabemos que nunca vamos entender o que motiva uma pessoa a entrar em nossos locais de culto e tirar a vida dos outros”.  

Vítimas
Seis mulheres e três homens morreram no ataque. Entre eles estão o senador Clementa Pinckney, pastor da igreja, e a sua irmã.

O suspeito seria um jovem branco, de aproximadamente 21 anos. Ele teria o porte atlético e estaria vestindo um moleton cinza, calça jeans e botas no momento do ataque.

Câmeras de segurança revelaram que o rapaz foi visto saindo da igreja em um carro preto de quatro portas. Além do Departamento de Polícia de Charleston, o FBI também participa das investigações. As autoridades ainda não divulgaram mais informações sobre as vítimas, nem revelaram quantas pessoas estavam na igreja no momento do tiroteio. 

Em um comunicado, o presidente da Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP), Cornell William Brook, disse: "Não há maior covarde do que um criminoso que entra em uma casa de Deus e mata pessoas inocentes envolvidas em estudos bíblicos." 

Tensões raciais
O atentado é mais um ato que marca as tensões entre as comunidades negra e branca nos Estados Unidos. Nos últimos meses, jovens negros se tornaram vítimas de crimes aparentemente motivados pelo racismo - entre eles muito homicídios cometidos por policias brancos contra homens negros desarmados. O estopim foi o caso de Ferguson, em 2014, que motivou uma onda de protestos.

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