A maioria dos manifestantes vestia as cores verde e amarelo e parte erguia a bandeira nacional. Faixas e cartazes pedindo a saída da presidente Dilma, contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e contra a corrupção são vistos no local. Cerca de 300 policiais fazem a segurança do evento. César Leite, membro da Ordem dos Médicos do Brasil, era um dos presentes. "Fazemos parte da Ordem, mas o nosso foco hoje é fora PT. É a manifestação fora PT. Não suportamos mais essa situação. Hoje é um dia histórico. Nos sentimos veradeiramente brasileiro. Nós estamos fazendo política hoje". A professora Sandra Borges afirmou que participa da manifestação desde 2013. "Acorda, Brasil. Não podemos deixar que o comunismo tome conta do nosso país. Vem para rua!", falou sobre a motivação do protesto. O estudante de 12 anos, Antônio Vitor, está no local acompanhado da mãe, a psicanalista Ana Aparecida. "Eu quero que o Brasil melhore e que não haja mais corrupção. Essa é a minha mensagem para os brasileiros", declarou o garoto, que participa do ato pela primeira vez. Perto do Farol da Barra, uma moradora estampou na janela faixa com a frase: "Vão estudar história antes de fazer manifestação". A situação gerou uma pesquena discussão quando o trio da organização do evento passou por lá, por volta das 11h. Com mega-fone, a porta-voz pediu para a moradora descer e, em seguida, repetiu algumas vezes: "O PT roubou". A dentista Joana D´Arc de Melo, membro do Movimento das Força Armadas (FOFFFAA), defendeu a intervenção militar. “Só tem jeito a intervenção militar. Estamos na ditadura do proletariado. Só não enxerga quem não quer ver. O estado esta aparelhado. Precisamos mudar”. Por volta das 11h, os manifestantes chegaram ao Farol da Barra, onde devem ficar até por volta das 13h.

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