Na defesa, a Embasa justificou que a medida judicial causaria prejuízo no contrato celebrado com a prefeitura, com vigência até 14 de junho de 2019. A gestora ainda argumentou que a Lei Municipal, que serviu de fundamento para a concessão da liminar, não tem efeitos enquanto não houver elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico da cidade. A liminar foi concedida pela presidente do TJ-BA, Maria do Socorro. (Fonte: Bahia Notícias)

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