Apesar de serem os verdadeiros sócios-proprietários das empresas, os líderes do esquema se valiam de pessoas que apenas emprestavam seus nomes, ou seja, “laranjas”, na tentativa de esconder suas identidades. Participam da operação a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU).(Fonte:Bahia Notícia)

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