De acordo com Neto, Frank Oliveira esteve no prédio dos Juizados Federais há duas semanas pedindo para falar com o juiz. Seu comportamento era agressivo, ele gritava e não conseguia completar um raciocínio. "Liguei para a portaria e pedi para garantirem a ele que eu iria ler o pedido e que se fosse realmente urgente, despacharia imediatamente no plantão. Quando recebi o expediente dele, vi um texto totalmente desconexo, questionando o exame de ordem e outros pontos que não consegui compreender, mas sem qualquer urgência, até porque o exame ainda seria dali a duas semanas", lembrou Neto, que encaminhou o documento à livre distribuição. A confusão começou por volta das 13h, quando seriam aplicadas as provas da 1ª fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Frank Oliveira ameaçou explodir o prédio da Unijorge e mobilizou equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Esquadrão Anti-bombas. Quatro horas depois descobriu-se que o homem, na verdade, tinha balas de gengibre amarradas à cintura. Frank prestou depoimento e foi liberado, devendo responder por provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente. Informações Bahia Notícias.

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