A Petrobras criou um grupo formado pelo presidente da empresa e outros dois diretores. Esse grupo vai se reunir pelo menos uma vez por mês e decidir se mantém, aumenta ou reduz os preços dos combustíveis, tendo sempre como base os preços no mercado internacional.

O especialista em energia diz que a nova política dá mais transparência à empresa e pode eliminar dois problemas: “A tentação da própria Petrobras de dar o preço, como ela tem o monopólio do refino, como uma barreira à entrada de outros competidores no mercado. E a segunda tentação, foi a tentação do próprio governo de usar a política de preços combustíveis como instrumento de política anti-inflacionária, para controlar a inflação”, explica Helder Queiroz, do Instituto de Economia da UFRJ.

O presidente da Petrobras afirmou que a redução não traz prejuízos à companhia.

“A decisão que nós tomamos, ela está perfeitamente de acordo com os nossos parâmetros internos, o nosso planejamento estratégico, que nós anunciamos recentemente, portanto, não coloca em risco o atingimento daquelas metas que anunciamos”, afirmou Pedro Parente. (Com informações do G1).

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