Para as famílias da zona rural, o fechamento de uma escola em sua comunidade é uma perca irreparável. O que as comunidades questionam é que não têm conhecimento de nenhum parecer da Secretaria Municipal de Educação, justificando o fechamento das referidas escolas sem saber quais os critérios adotados, pois escolas com maior número de alunos foram fechadas e outras com menor numero vão continuar funcionando por serem multisseriadas.
Outra questão que preocupa os pais é: como colocar crianças de 4, 5, 6 anos em viagens diárias de ida e volta? A situação têm causado grande polêmica nas comunidades atingidas.
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Foto: Informe Barra
"Defender as escolas do campo é uma obrigação, fechá-las é um CRIME quando há opção" relatam moradores.
Moradores das comunidades de Mateiros, Babilônia e Samambaia têm se manifestado contra o fechamento das unidades escolares Arnóbia Pires Fernandes e Rochael Alves da Silva, pois, segundo eles, não foram comunicados como reza o parágrafo único do art. 28 da Lei de Diretrizes e Bases que diz:
"Parágrafo único. O fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas será precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pela Secretaria de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escolar. (Incluído pela Lei nº 12.960, de 2014)" - Uma vez que as comunidades não foram ouvidas, nem foi realizado estudo ou análise do impacto que poderá ocorrer nas comunidades com o fechamento das unidades escolares.CONTINUE LENDO
