O julgamento do caso levou quatro dias. Dos cinco réus, quatro foram condenados pelo crime. Também foram condenados o ex-vereador de Amaralina (GO) Vanderlei Batista, condenado a 13 anos de prisão; o dono da arma usada no crime, João Alcides Miranda, com 17 anos e seis meses de prisão; e o ex-empregado de Nenê, João Marques, com 15 anos de prisão. Eles ainda podem recorrer em liberdade. Victor Foresti, genro do empresário, foi absolvido pelo júri popular.

A sentença também condenou Nenê Constantino a pagar multa de R$ 84 mil.

O homem assassinado, Márcio Brito, fazia parte de um grupo que ocupava a antiga garagem da Viação Pioneira, empresa que fora controlada por Constantino. Os advogados do empresário alegam que à época do crime, as terras tinham sido vendidas a outros proprietários. O crime, cometido em 2001, nunca tinha ido a julgamento.

O promotor do Ministério Público responsável pelo caso, Bernardo Urbano Resende, afirma que Nenê Constantino não deve ser levado à prisão por ter 86 anos. Porém, ele considerou o resultado "plenamente justo".

 

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