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Foto: Destaque Bahia
O prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, usou suas redes sociais para esclarecer sobre os danos causados pela chuva no município e rebateu críticas feitas a administração. Confira na íntegra a postagem feita por Eduardo na sua conta do instagram:
“Que venham as chuvas.
O que pensar e dizer dos estragos provocados pelas últimas chuvas em obras de drenagem em Brumado:
Inicialmente importa lembrar que obras públicas não são feitas por livre escolha de quem as paga, mas por quem ganha a licitação.
A empresa vencedora do certame constrói a obra, mas tem responsabilidade civil e criminal pelo bom desempenho da mesma por até 5 anos após sua inauguração. Assim, os custos pelas recuperações que se fizerem necessárias correrão por conta da contratada.
Se os que se aproveitam dos incidentes de percurso ocorridos em tantas obras (20 frentes de pavimentações de ruas, construção de duas grandes creches, reformas de diversos prédios de CRAS, UBS e Escolas, além do asfaltamento de estradas vicinais para diversas comunidades rurais tais como Tamboril, Samambaia, Lagoa de São João, Umburanas, Morrinhos, Cristalandia, etc) puderem envenenar a população o que não fariam se estivéssemos de braços cruzados como a esmagadora maioria dos municípios do Nordeste? Certamente assim o fazem porque a Administração Educar para Libertar não faz concessões a chantagistas, funcionários omissos ou mídia mercenária.
Vale atentar para o fato de que há uma comoção nacional contra qualquer governante deste país, o que é uma lástima porquanto nivelam-nos pela mesma ótica, ou seja, querem jogá-los, todos, na vala comum. Em Brumado, chegou-se ao ponto de preferirem não ter representante na assembleia do Estado.
De certa forma, assim agindo, os escaravelhos de plantão, só assim noticiam tantas obras de drenagem nunca feitas por outros.
No que se refere aos arrimos cedidos por ação das chuvas há que se considerar um ou mais dos seguintes equívocos por parte da empreitara:
1 - a não adoção das dimensões apropriadas nas bases das muralhas;
2 - a formação de “juntas frias” entre as fundações e os maciços das paredes;
3 - o aterramento dos tardozios com materiais expansivos (argilas) ao invés de materiais inertes e filtrantes (areias, cascalhos, etc);
4 - a não inserção de drenos de alívio no corpo do arrimo;
5 - o emprego de argamassas em traços (relação cimento/areia) insuficientes;
6 - a aplicação de agregados (areia) de granulometria inadequada;
7 - a ocorrência de pedras sem argamassa (pedra seca);
8 - a combinação de duas ou mais das hipóteses acima.
E, deliciando-se com o infortúnio de quem trabalha, a TPBB (Turma que Puxa Brumado para Baixo), “deita e rola”.....afinal, para ela, verdadeiramente quanto pior, melhor”.
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