No diploma, a informação é de que Paulo concluiu o curso de Medicina em dezembro de 2014. O Cremeb solicitou a UCS um atestado de veracidade do diploma e constatou que Paulo não era graduado em Medicina. Por meio de ofício, a UCS informou que o suspeito “nunca fora aluno da universidade, e consequentemente, o diploma apresentado não é verídico”. Eles acrescentaram ainda que o documento é diferente dos padrões institucionais.
Por tratar-se de crime, a diretoria do Cremeb notificou a PF para que as providências cabíveis fossem adotadas com urgência. O delegado da PF responsável pela diligência, Oswaldo Fortunato Neto, informou que será aberto um inquérito para apurar os fatos, mas que Paulo será indiciado por falsificação e uso de documento público, e, se condenado, poderá pegar de 2 a 6 anos de prisão. (Fonte: Correio24horas)

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